quinta, 09 dezembro 2021

Tal como o Ardina do Alentejo noticiou aqui, uma série de desacatos ocorridos na noite da passada sexta-feira, dia 16 de Julho, junto à esplanada de um café em Reguengos de Monsaraz, originaram num atropelamento, do qual resultaram três feridos ligeiros, sendo que um deles, de 23 anos de idade, necessitou de tratamento hospitalar.

 

A actuação dos dois militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) envolvidos nos confrontos tem sido muito criticada.
 
Em resposta, Carlos Camboias, da Associação de Profissionais da Guarda (APG), recorda os meios que estes militares deveriam ter ao seu dispor: “Podiam ter utilizado material e equipamento que algumas policias europeias já utilizam como a Taser, uma arma que funciona por descarga eléctrica e que neste momento está a ser muito utilizada na Europa, e as próprias Bodycams, equipamento muito utilizado pelas policias na Europa”.
 
O posto da GNR de Reguengos de Monsaraz tem um efectivo de 16 militares, mas está subdividido em vários postos territoriais. A falta de efectivos e a distância entre postos, complica sempre em caso de emergência.
 
Em declarações prestadas à TVI, o dirigente da APG, associação que representa o maior número de militares da Guarda, refere que “o maior problema nestas situações é a grande escassez humana com que os distritos do Interior se debatem”.
 
O reforço dos postos tem vindo a diminuir. Dos cursos de formação saem cada vez menos militares. A agravar a situação, o aumento constante de novas valências para a GNR.
 
Só para se ter uma ideia, há uns anos atrás, frequentavam os cursos de formação de agentes cerca de mil e neste momento estão a sair da escola de Portalegre cerca de 200, o que é relativamente pouco para o território nacional” salientou Carlos Camboias.
 
Nos últimos dados da APG, revelados em Maio de 2019, em alguns turnos do Destacamento de Évora da GNR chega a haver apenas um só militar para patrulhar uma área de mais de dois mil quilómetros quadrados e uma população de 24 705 habitantes.
 
c/ TVI
Modificado em segunda, 19 julho 2021 19:40

Concluídos os trabalhos de conservação e restauro que, no âmbito de uma parceria estabelecida entre o Município de Monforte e a paróquia local, foram executados na Igreja Matriz de Monforte - Santa Maria da Graça e que deixaram a descoberto o que mais se aproxima das pinturas originais dos altares dessa igreja, designadamente o Altar de Nossa Senhora do Parto, o Altar-Mor e os Altares Laterais, Arco Cruzeiro e Arcos, teve lugar, na passada sexta-feira, dia 16 de Julho, a cerimónia da Bênção dos Restauros.
 
Antecedida pela realização de Eucaristia, a cerimónia foi presidida pelo Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Évora, D. José Alves, coadjuvado pelo Pároco do concelho de Monforte, Padre Ronildo Faria dos Santos, e pelo Cónego Júlio Rodrigues. Em representação do município, estiveram presentes o vice-presidente, Fernando Saião, e a vereadora Mariana Mota, a dirigente da Unidade Sociocultural, Educação e Desporto, Teresa Cunha, e a técnica de conservação e restauro responsável pela intervenção, Patrícia Cutileiro.
 
Segundo a autarquia de Monforte, “ao longo dos últimos anos” têm sido promovidas directamente pela Câmara Municipal, “através do seu Serviço de Conservação e Restauro, inúmeras intervenções em património imóvel/móvel religioso“.
 
No âmbito da referida parceria estabelecida entre o município e a paróquia local, “foram empreendidos, durante a última década, trabalhos em várias igrejas e capelas da vila de Monforte”.
 
Em comunicado enviado às redacções, a autarquia salienta que “atendendo às especificidades das intervenções”, a Câmara Municipal tem “articulado com outras entidades metodologias pontuais de colaboração que se têm revelado de grande utilidade”. Devido a esta articulação, “foi possível recrutar, em situação de estágios voluntários, alunos do Curso de Conservação e Restauro da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa”.
 
Na mesma missiva, a autarquia liderada por Gonçalo Lagem esclarece que “foi na Igreja Matriz que foi executada uma intervenção sistemática numa lógica de património integrado, designadamente no Altar de Nossa Senhora do Parto, cujo retábulo em talha dourada e pintura decorativa do século XVIII se encontrava completamente coberto por espessas camadas de tintas esmaltadas e purpurinas prejudicando fortemente a obra de arte a vários níveis (artístico, histórico e técnico)”, tendo a intervenção visado “a recuperação de todo o trabalho artístico original (folha de ouro e pinturas decorativas)”.
 
No que diz respeito às intervenções no Altar-Mor e nos Altares Laterais, Arco Cruzeiro e Arcos, e segundo informação prestada por Patrícia Cutileiro, sabe-se que, em finais do séc. XVIII, a Igreja Matriz de Monforte foi sujeita a profundas transformações arquitectónicas, originando uma série de novos altares e arcos, Altar-Mor, Arco Cruzeiro, Altar do Sagrado Coração, Altar do Senhor dos Passos, Arco do Cristo Crucificado e Altar de Nossa Senhora de Fátima. Estes novos elementos arquitectónicos foram decorados com pinturas murais realizadas a fresco/meio-fresco (pintura com pigmentos inorgânicos realizada sobre rebocos de cal frescos).
Modificado em segunda, 19 julho 2021 18:45

Passavam poucos minutos das 22 horas deste domingo, 18 de Julho, quando se deu inicio a um incêndio no concelho de Borba, mais concretamente na freguesia da Matriz.
 
Segundo informações recolhidas pelo Ardina do Alentejo junto da Protecção Civil, o alerta para este incêndio, que consumiu uma zona de mato e olival, na fatídica Estrada Nacional 255 (EN255), estrada que já serviu de ligação com o concelho de Vila Viçosa, junto à antiga lixeira municipal, foi dado às 22:10 horas.
 
Às 00:30 horas, o fogo lavrava nos concelhos de Borba e Vila Viçosa, com duas frentes activas, uma mais direccionada para a zona da Santa Bárbara (Borba), e outra na zona da Tapada Real (Vila Viçosa).
 
Às 01:45 horas, estavam a combater o incêndio, 78 operacionais, de várias corporações de bombeiros da região (Alandroal, Borba, Estremoz, Vila Viçosa, Elvas e Redondo), auxiliados por 26 viaturas.
 
O vento que se fazia sentir e os difíceis acessos, em conjunto com a proximidade de diversas pedreiras na zona onde lavra o incêndio, dificultou o trabalho dos Soldados da Paz.
 
Este foi o terceiro incêndio a deflagrar no concelho de Borba no dia de domingo.
 
Às 01:45 horas, e segundo informação disponibilizada pela Protecção Civil, o fogo entrou em fase de resolução, sendo considerado como dominado.
 
Durante a tarde, cerca das 15:42 horas, as chamas estiveram a ser combatidas por 25 operacionais, auxiliados por 12 viaturas, junto à central da Ibera.
 
Já ao início da noite, por volta das 20:15 horas, as chamas chegaram à localidade de Rio de Moinhos, tendo estado envolvidos nas operações de combate às chamas, 30 operacionais, auxiliados por 15 viaturas.
Modificado em segunda, 19 julho 2021 08:42

Tal como o Ardina do Alentejo noticiou aqui, uma série de desacatos ocorridos na noite da passada sexta-feira, dia 16 de Julho, junto à esplanada de um café em Reguengos de Monsaraz, originaram um atropelamento, do qual resultaram três feridos ligeiros, sendo que um deles, de 23 anos de idade, necessitou de tratamento hospitalar.

O facto, quer dos desacatos, quer do atropelamento, ter sido gravado em vídeo e posteriormente amplamente divulgado nas redes sociais, fez com que esta notícia regional se tornasse numa notícia nacional.

E a propósito do ocorrido em Reguengos de Monsaraz, o deputado do partido CHEGA!, André Ventura, pediu hoje a audição urgente, no Parlamento, do Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do autarca de Reguengos de Monsaraz, José Calixto.
 
No pedido de audição urgente do Presidente da autarquia de Reguengos de Monsaraz e do Ministro Eduardo Cabrita, enviado ao Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, o CHEGA! fala da falta de meios das forças de segurança, mas também da questão da integração da comunidade cigana.
 
No documento enviado, o partido diz que o país assistiu estupefacto aos acontecimentos, quando um individuo de etnia cigana atropelou e feriu várias pessoas e que os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) não agiram.
 
A inação dos militares da GNR chamados ao local tem um motivo óbvio e evidente”, que é a falta de meios humanos e logísticos, frisa André Ventura.
 
Na verdade, caso tivessem assumido alguma acção mais musculada, hoje estaríamos perante um país a clamar por racismo, xenofobia ou infiltração da extrema-direita nas forças de segurança. Como se pode assacar culpas a militares da GNR que, em evidente inferioridade e com autoridade permanentemente subtraída pelo Governo, têm de lidar com fenómenos de permanente insubordinação, descontrolo e desconsideração pelas regras do Estado de Direito?”, questiona o deputado.
 
André Ventura quer também saber se as autoridades municipais têm meios para lidar com o problema e o que têm feito para promover a integração da comunidade cigana.
 
E saber, por parte do Ministério da Administração Interna, como é possível que os meios humanos sejam tão limitados “nestas áreas do interior do país”, e como é possível que continuem a fechar postos ou esquadras de polícia.
 
c/ LUSA
Modificado em domingo, 18 julho 2021 21:30

Atropelado por um automóvel ligeiro, um homem, com cerca de 50 anos, morreu hoje, sábado, na cidade de Évora.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora indicou que o óbito foi declarado no local, tendo o corpo sido encaminhado para o Serviço de Medicina Legal do Hospital do Espírito Santo de Évora.
 
Segundo fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP), a vítima mortal não tinha na sua posse qualquer documento de identificação.
 
Ainda segundo fonte do CDOS, o alerta para o atropelamento, que ocorreu na Avenida Manuel Trindade Salgueiro, próximo das Portas de Avis, foi dado às 20:37 horas. 
 
Foram mobilizados para o local do sinistro, operacionais dos Bombeiros Voluntários de Évora, auxiliados por veículos da corporação eborense, bem como a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), para além de vários elementos da PSP, num total de 13 elementos, apoiados por seis viaturas.
Modificado em sábado, 17 julho 2021 23:55

O líder da oposição, Rui Rio, já fez questão de reagir à notícia dos desacatos ocorridos em Reguengos de Monsaraz e à actuação da Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
Através de uma publicação efectuada no Twitter, o Presidente do PSD chega mesmo a pedir justificações ao Governo, nomeadamente ao Primeiro-Ministro, António Costa, e ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita. Nesse mesmo tweet, Rio acusou ainda a GNR de ter tido uma atitude de “total condescendência”.
 
"Que justificação têm o Ministro da Administração Interna e o Primeiro-Ministro - que diz que ele é um excelente governante - sobre esta cena de violência, perante a total condescendência da GNR? Facilitismo e impunidade são via para o caos, não são caminho para o desenvolvimento", escreveu.
 
Modificado em sábado, 17 julho 2021 17:55

Tal como o Ardina do Alentejo já noticiou aqui, uma série de desacatos ocorridos junto à esplanada de um café de Reguengos de Monsaraz, originaram um atropelamento, do qual resultaram três feridos ligeiros, sendo que um deles, de 23 anos de idade, necessitou de tratamento hospitalar.
 
Através de comunicado enviado às redacções, a Guarda Nacional Republicana (GNR) explica que os militares foram accionados ao estabelecimento em causa porque "um grupo de indivíduos tentava entrar e foi-lhes vedado o acesso porque não se faziam acompanhar do respectivo Certificado Digital COVID".
 
Uma vez no local, a patrulha destacada "tentou cessar o desentendimento", mas foi obrigada a chamar reforços, por causa do elevado número de pessoas.
 
Nesta altura, ocorreu o atropelamento, que ficou gravado em vídeo.
 
"Logo imediatamente após a ocorrência e já com os reforços, foram apreendidas as duas viaturas e o suspeito identificado. Tendo em conta a natureza do crime, foi chamada a Polícia Judiciária, que efectuou perícias às viaturas e dará continuidade à investigação", esclarece a GNR.
 
Na mesma nota, a força de autoridade acrescenta que "será instaurado processo de averiguações para apuramento de eventual responsabilidade disciplinar relativamente à actuação dos militares da GNR".
Modificado em sábado, 17 julho 2021 17:47

Na noite de ontem, sexta-feira, e após ter sido atropelado na sequência de desacatos junto à esplanada de um café em Reguengos de Monsaraz, um homem sofreu ferimentos ligeiros.
 
Fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) revelou que uma das pessoas envolvidas nos desacatos ocorridos nas imediações do “Seu Café”, estabelecimento de Reguengos de Monsaraz, pôs-se em fuga num automóvel, tendo atropelado o homem.
 
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários locais, o ferido, de 23 anos, residente em Reguengos de Monsaraz, foi transportado para o Hospital do Espírito Santo de Évora. Outras duas pessoas sofreram ferimentos ligeiros, não tendo no entanto necessitado de assistência hospitalar.
 
Ainda segundo a GNR, a viatura envolvida no atropelamento, conduzida por um homem, foi encontrada posteriormente, sem o condutor, tendo este veículo e um outro, de pessoas alegadamente envolvidas na ocorrência, sido apreendidos pela força de segurança.
 
Na sequência dos desacatos que ocorreram cerca das 22:30 horas, não há detidos, nem identificados, segundo a GNR.
 
Ainda de acordo com a GNR, a Polícia Judiciária (PJ) foi chamada ao local e vai investigar o caso.
 
Durante os desacatos foram partidas mesas e cadeiras da esplanada do “Seu Café”, que ficou praticamente destruída, como é visível no vídeo que Ardina do Alentejo lhe apresenta em seguida e que foi captado por um cliente do estabelecimento e colocado a circular nas redes sociais.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora disse à Lusa que o alerta para um atropelamento na Rua São João de Deus, em Reguengos de Monsaraz, foi dado às 23:11 de sexta-feira.
 
Para além da GNR, foram mobilizados para o local vários elementos dos Bombeiros Voluntários de Reguengos de Monsaraz.
 

Modificado em sábado, 17 julho 2021 17:37

Na manhã deste sábado, dia 17 de Julho, um choque frontal entre duas viaturas ligeiras, ocorrido no Itinerário Complementar 1 (IC1), na freguesia de Alvalade, no concelho de Santiago do Cacém, provocou um morto e quatro feridos.
 
A vítima mortal é um cidadão britânico do sexo masculino, com 49 anos de idade, que era o único ocupante de um dos veículos ligeiros envolvidos neste choque frontal e cuja morte foi confirmada no local pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital do Litoral Alentejano (HLA). O corpo foi tansportado para a morgue do HLA.
 
Cerca das 13:20 horas, o trânsito encontrava-se cortado nos dois sentidos do IC1, tendo sido accionado para o local um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
 
Segundo informação recolhida pelo Ardina do Alentejo junto da Protecção Civil, o alerta para esta colisão rodoviária foi dado às 11:36 horas, na zona da Mimosa, em Santiago do Cacém.
 
Dos quatro feridos registados neste acidente, dois são considerados feridos graves, uma delas uma criança, uma menina com 10 anos de idade, e dois feridos ligeiros, igualmente uma delas criança.
 
A criança considerada ferida grave foi helitransportada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, enquanto que a criança ferida ligeira, um menino com sete anos de idade, foi transportada de ambulância para o Hospital de Beja, bem como o outro ferido ligeiro. Um dos feridos considerados grave, uma mulher com 36 anos, foi transportada para o Hospital de Beja. 
 
As causas deste trágico acidente, ocorrido ao quilómetro 627 do IC1, estão a ser investigadas pelo Núcleo de Investigação de Crimes de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR.
 
No teatro de operações, a prestar socorro às vítimas, estiveram mobilizados 41 operacionais, das corporações de Bombeiros Voluntários de Alvalade, de Ferreira do Alentejo  e de Aljustrel, bem como elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR) e do INEM, auxiliados por 15 viaturas, entre as quais a viatura de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Odemira e a VMER do HLA.
 
Em declarações à CM TV, Octávio Candeias, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alvalade, revelou que "nesta zona onde foi o acidente já aqui foram registados alguns acidentes visto ser uma curva um pouco acentuada. Não é este o primeiro acidente mortal acontecido aqui". 
 
Modificado em sábado, 17 julho 2021 22:07