quinta, 09 dezembro 2021
A partir do Palácio da Ajuda, em Lisboa, e após a reunião do Conselho de Ministros, o Primeiro-Ministro António Costa revelou as medidas do novo Estado de Emergência, o novo desde que a pandemia assolou o nosso país, que vigorará entre as 00 horas desta sexta-feira, dia 15 de Janeiro, e as 23:59 horas de dia 30 de Janeiro.
 
Em conferência de imprensa, António Costa começou por salientar que este é o "momento mais perigoso", mas é também o momento de "esperança que será possível vencer a pandemia".
 
"Quando tivemos hoje mais 156 falecimentos, ontem mais 155, num total de 535 pessoas que morreram desde domingo, percebemos que estamos no momento mais perigoso" vincou.
 
O que "torna este momento mais difícil", acrescentou o Chefe de Governo, "é que a mesma a esperança que a vacina nos dá é a mesma que alimenta o relaxamento e torna mais perigosa a pandemia. Temos de parar isto".
 
Temos, por isso, de "regressar ao dever de recolhimento domiciliário tal como tivemos em Março e Abril quando travámos com sucesso a primeira vaga. A regra é ficar em casa".
 
António Costa lembrou que as excepções existem "porque não deixaremos de ir às compras e de trabalhar quando tivermos de ir trabalhar", mas a regra é o recolhimento domiciliário.
 
Excepções: as eleições e as escolas
O Governo determinou, para travar a progressão da Covid-19, que serão replicadas as "regras de Março e Abril", com duas excepções, nomeadamente no que diz respeito às eleições presidenciais e à manutenção das escolas em funcionamento.
 
Uma das excepções às regras adoptadas na primeira vaga prende-se com o "calendário democrático das eleições do próximo dia 24 de Janeiro", data em que os portugueses são chamados às urnas para eleger o próximo Presidente da República.
 
O Executivo priorizou ainda a "necessidade de não voltarmos a sacrificar a actual geração de estudantes, mantendo em pleno funcionamento todos os estabelecimentos educativos como têm estado até agora".
 
A decisão de manter as escolas em funcionamento foi tomada depois de ouvir representantes de famílias, escolas e de "avaliar as consequências irrecuperáveis do processo educativo. Não podemos voltar a repetir a mesma regra".
 
Em matéria de teletrabalho, esta modalidade é "mesmo obrigatória sempre que possível" e, para assegurar o cumprimento desta medida, a sua violação será considerada "muito grave".
 
A violação das normas relativas às medidas de contenção da pandemia, como o uso de máscara na rua, acarretará coimas que são duplicadas para que haja uma mensagem "clara que é fundamental fazermos um esforço acrescido".
 
"Aqui estou a dar a cara"
António Costa lembrou que, quando foi anunciado o primeiro desconfinamento, alertou os portugueses que não teria "rebuço nem vergonha de voltar atrás, se e quando fosse necessário". Hoje, em Janeiro de 2021, "aqui estou a dar a cara, sem rebuço nem vergonha, a voltarmos onde estávamos em Abril passado. São as circunstâncias que o impõem".
 
No domínio económico, o Governo reconhece que a adopção das medidas aprovadas esta terça-feira em Conselho de Ministros terão impacto em diversos sectores.
 
Com efeito, anunciou António Costa, será "renovado e alargado" um conjunto de medidas económicas e "todas as actividades que são encerradas terão acesso automático ao lay-off simplificado".
 
No final da comunicação ao país, o Primeiro-Ministro lembrou que "a vida não tem preço e o preço que estamos a passar com esta pandemia é insuportável".
 
c/ Sapo
Modificado em quinta, 22 julho 2021 14:00
É urgente travar os números alarmantes de casos de Covid-19 em Portugal.
 
Por essa razão, o Governo deverá decretar confinamento geral esta quinta-feira, dia 10 de Janeiro. O Presidente da República admite que o aligeirar de medidas sanitárias no Natal falhou e não resta outra alternativa.
 
No debate das Presidenciais 2021, com a candidata Ana Gomes, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que “falei num pacto de confiança com os portugueses e o pacto de confiança não funcionou. É um facto e eu assumo essa responsabilidade, sem problema nenhum, por mim, pelo Governo, e por todos os que intervieram. Agora temos é de olhar para o futuro e em relação ao futuro eu penso que não há alternativa ao confinamento geral”.
 
A decisão só será tomada depois da reunião de terça-feira, com os especialistas de saúde, no Infarmed, onde Presidente da República, Governo e candidatos presidenciais vão saber em pormenor a situação epidemiológica do país.
 
Quarta-feira a Assembleia da República aprova a autorização para que Marcelo Rebelo de Sousa assine um novo Estado de Emergência. Nesse mesmo dia há Conselho de Ministros onde serão decretadas as medidas concretas do novo confinamento.
 
É um confinamento muito próximo daquele que existiu durante os meses de Março e Abril, garantindo, em principio, que não fecharemos nada que não tivesse sido fechado. A verdade é que cada um de nós deve tomar medidas desde já. Não é necessário ficarmos à espera que saia um novo decreto, quando sabemos que face a estes números é nossa obrigação protegermo-nos” disse a Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, em conferência de imprensa.
 
A maioria do comércio vai fechar. Os restaurantes deverão funcionar em regime de take-away. Farmácias e supermercados estarão abertos, com a garantia de que não irão faltar bens essenciais.
 
Mas haverá algumas diferenças neste confinamento, desde já porque no dia 24 de Janeiro prevê-se liberdade de circulação para votar nas Presidenciais.
 
Por decidir está ainda se o ensino será presencial. Igualmente durante o debate para as Presidenciais, com Ana Gomes, na RTP, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que “o grupo de menor risco é o das escolas”. O Presidente da República afirmou ainda que “essa matéria ainda vai ser ponderada. Não está decidida”.
 
O Primeiro-Ministro António Costa já disse que a intenção é manter as escolas abertas. O Governo considera que os alunos estão em segurança sanitária nas aulas e desta forma não prejudicam as aprendizagens.
 
Falta saber, ao certo, quanto tempo irá durar o novo confinamento. 
 
c/ Maria Viegas - TVI
Modificado em quinta, 22 julho 2021 10:57

Segundo foi anunciado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), no boletim epidemiológico desta sexta-feira, há 466709 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus em Portugal. Registam-se assim mais 10176 casos do que os registados na passada quinta-feira. Há actualmente 98938 casos activos de Covid-19 no nosso país (mais 5578 casos registados em relação ao dia de ontem) e subiu para os 360181 o número de casos de pessoas que já recuperaram da doença provocada pelo novo coronavírus (mais 4480 pessoas recuperadas que os registos no dia anterior).

 

Dos casos confirmados, há 3451 pessoas internadas em unidades de saúde (registam-se assim mais 118 internamentos do que aqueles que se verificavam no dia de ontem), e desses estão 536 internados em unidades de cuidados intensivos (estão assim internadas mais 22 pessoas em relação ao que se verificava no dia anterior).
 
Neste momento há 109161 casos a serem acompanhados com contactos de vigilância pelas autoridades (mais 5390 casos registados em relação ao dia de ontem). 
 
Estão já confirmadas no nosso país 7590 mortes. Nas últimas 24 horas morreram 118 pessoas no nosso país, mortes essas que se registaram 34 na região Norte, 44 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 26 na região Centro, nove na região Alentejo, três na região do Algarve e duas na Região Autónoma da Madeira. 
 
 
 

 

A região Norte do país continua a ser a região com mais casos de infectados com Covid-19 em Portugal, registando 228926 casos, mais 2969 casos que os registados no dia anterior. Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 152634 casos confirmados até ao momento, mais 4291 que os verificados na passada quinta-feira. A região Centro regista 57486 casos, mais 1963 casos que os registados no dia anterior, e o Algarve vê subir para os 9584 o número de casos confirmados de infecção na região, mais 400 casos que os verificados no boletim anterior. A Região Autónoma da Madeira vê subir para os 1970 o número de casos de infectados na região, registando-se mais 65 pessoas infectadas do que no boletim do dia de ontem, enquanto que a Região Autónoma dos Açores vê subir para os 2287 o número de casos confirmados de infecção na região, registando-se mais 55 pessoas infectadas do que no dia anterior. No Alentejo o número de casos de pessoas infectadas com Covid-19 quase que ultrapassa a barreira dos 14 mil, cifrando-se nesta sexta-feira nos 13822, registando-se assim mais 433 casos que os verificados no relatório do dia de ontem.
 
 
A pandemia de Covid-19 já matou pelo menos 1.909.587 pessoas em todo o mundo desde que a China anunciou em Dezembro de 2019 o aparecimento do novo coronavírus, indicou a agência France-Presse.
 
Mais de 88.650.008 casos de infecção foram diagnosticados até agora em 196 países e territórios, sendo que pelo menos 63.737.777 pessoas são consideradas curadas.
 
Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
 
 
Modificado em sexta, 08 janeiro 2021 14:57

Segundo foi anunciado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), no boletim epidemiológico desta segunda-feira, há 431623 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus em Portugal. Registam-se assim mais 4369 casos do que os registados no passado domingo. Há actualmente 80008 casos activos de Covid-19 no nosso país (mais 2407 casos registados em relação ao dia de ontem) e subiu para os 344419 o número de casos de pessoas que já recuperaram da doença provocada pelo novo coronavírus (mais 1884 pessoas recuperadas que os registos no dia anterior).

 

Dos casos confirmados, há 3171 pessoas internadas em unidades de saúde (registam-se assim mais 127 internamentos do que aqueles que se verificavam no dia de ontem), e desses estão 510 internados em unidades de cuidados intensivos (estão assim internadas mais 10 pessoas em relação ao que se verificava no dia anterior).
 
Neste momento há 94749 casos a serem acompanhados com contactos de vigilância pelas autoridades (mais 355 casos registados em relação ao dia de ontem). 
 
Estão já confirmadas no nosso país 71966 mortes. Nas últimas 24 horas morreram 78 pessoas no nosso país, mortes essas que se registaram 18 na região Norte, 33 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 15 na região Centro, 10 na região Alentejo, uma na região do Algarve e uma na Região Autónoma da Madeira. 
 
 
 
 

 

A região Norte do país continua a ser a região com mais casos de infectados com Covid-19 em Portugal, registando 216601 casos, mais 1570 casos que os registados no dia anterior. Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 139957 casos confirmados até ao momento, mais 1437 que os verificados no passado domingo. A região Centro regista 50891 casos, mais 644 casos que os registados no dia anterior, e o Algarve vê subir para os 8336 o número de casos confirmados de infecção na região, mais 188 casos que os verificados no boletim anterior. A Região Autónoma da Madeira vê subir para os 1754 o número de casos de infectados na região, registando-se mais 58 pessoas infectadas do que no boletim do dia de ontem, enquanto que a Região Autónoma dos Açores vê subir para os 2018 o número de casos confirmados de infecção na região, registando-se mais 89 pessoas infectadas do que no dia anterior. No Alentejo o número de casos de pessoas infectadas com Covid-19 ultrapassou a barreira dos 12 mil, cifrando-se nesta segunda-feira nos 12066, registando-se assim mais 383 casos que os verificados no relatório do dia de ontem.
 
 
A pandemia de Covid-19 já matou pelo menos 1.853.068 pessoas em todo o mundo desde que a China anunciou em Dezembro de 2019 o aparecimento do novo coronavírus, indicou a agência France-Presse.
 
Mais de 85.603.740 casos de infecção foram diagnosticados até agora em 196 países e territórios, sendo que pelo menos 60.562.667 pessoas são consideradas curadas.
 
Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
 
 
Modificado em segunda, 04 janeiro 2021 14:46

Segundo foi anunciado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), no boletim epidemiológico desta quinta-feira, há 413678 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus em Portugal. Registam-se assim mais 7627 casos do que os registados na passada quarta-feira. Há actualmente 72496 casos activos de Covid-19 no nosso país (mais 4291 casos registados em relação ao dia de ontem) e subiu para os 334276 o número de casos de pessoas que já recuperaram da doença provocada pelo novo coronavírus (mais 3260 pessoas recuperadas que os registos no dia anterior).

 

Dos casos confirmados, há 2840 pessoas internadas em unidades de saúde (registam-se assim menos 56 internamentos do que aqueles que se verificavam no dia de ontem), e desses estão 482 internados em unidades de cuidados intensivos (estão assim internadas menos cinco pessoas em relação ao que se verificava no dia anterior).
 
Neste momento há 88534 casos a serem acompanhados com contactos de vigilância pelas autoridades (menos 2556 casos registados em relação ao dia de ontem). 
 
Estão já confirmadas no nosso país 6906 mortes. Nas últimas 24 horas morreram 76 pessoas no nosso país, mortes essas que se registaram 37 na região Norte, 15 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 16 na região Centro, sete na região Alentejo e uma na Região Autónoma da Madeira.
 
 
 
 

 

A região Norte do país continua a ser a região com mais casos de infectados com Covid-19 em Portugal, registando 209964 casos, mais 2588 casos que os registados no dia anterior. Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 133739 casos confirmados até ao momento, mais 2801 que os verificados na passada quarta-feira. A região Centro regista 47721 casos, mais 1415 casos que os registados no dia anterior, e o Algarve vê subir para os 7698 o número de casos confirmados de infecção na região, mais 219 casos que os verificados no boletim anterior. A Região Autónoma da Madeira vê subir para os 1601 o número de casos de infectados na região, registando-se mais 44 pessoas infectadas do que no boletim do dia de ontem, enquanto que a Região Autónoma dos Açores vê subir para os 1832 o número de casos confirmados de infecção na região, registando-se mais 36 pessoas infectadas do que no dia anterior. No Alentejo o número de casos de pessoas infectadas com Covid-19 ultrapassou a barreira dos 11 mil, cifrando-se nesta quinta-feira nos 11123, registando-se assim mais 524 casos que os verificados no relatório do dia de ontem.
 
A pandemia de Covid-19 já matou pelo menos 1.819.039 pessoas em todo o mundo desde que a China anunciou em Dezembro o aparecimento do novo coronavírus, indicou a agência France-Presse.
 
Mais de 83.432.715 casos de infecção foram diagnosticados até agora em 196 países e territórios, sendo que pelo menos 59.104.873 pessoas são consideradas curadas.
 
Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Modificado em quinta, 31 dezembro 2020 17:58
Agência espanhola de meteorologia dá conta que a tempestade "Bella", agora localizada sobre a Inglaterra e o País de Gales, vai-se intensificar nas próximas horas e os seus efeitos poder-se-ão fazer sentir na Península Ibérica a partir de hoje, domingo e até à próxima quarta-feira, com precipitação, ventos fortes e agitação marítima.
 
A frente fria associada à tempestade “Bella” vai entrar pela Galiza e percorrer a Península Ibérica de norte a sul durante o dia de segunda-feira, avançou a Agência Estatal de Meteorologia espanhola (Aemet). A passagem da tempestade vai provocar precipitação, ventos intensos e agitação marítima.
 
No domingo e segunda-feira, as ondas na Cantábria e Galiza podem atingir os oito a 10 metros de altura. Também no Mediterrâneo se fará sentir o temporal, ainda que menos intenso, mas ainda assim com ondas de três a cinco metro — ou seis a oito, nas Ilhas Baleares.
 
A precipitação será mais forte a norte e noroeste da Península Ibérica, mas vai reduzindo em direcção a sul e a este. Os ventos fortes podem chegar aos 70 a 90 quilómetros por hora — ou ultrapassar os 100 km/h, nas zonas montanhosas. A Aemet prevê um abrandamento da força do vento durante terça e quarta-feira.
 
A partir de quarta-feira, a tempestade “Bella” deverá ficar mais fraca e viajar para o norte da Europa.
Modificado em domingo, 27 dezembro 2020 10:33

Segundo foi anunciado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), no boletim epidemiológico desta segunda-feira, há 350938 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus em Portugal. Registam-se assim mais 2194 casos do que os registados no passado domingo. Há actualmente 71012 casos activos de Covid-19 no nosso país (menos 851 casos registados em relação ao dia de ontem) e subiu para os 274277 o número de casos de pessoas que já recuperaram da doença provocada pelo novo coronavírus (mais 2955 pessoas recuperadas que os registos no dia anterior).

 

Dos casos confirmados, há 3254 pessoas internadas em unidades de saúde (registam-se assim mais 97 internamentos do que aqueles que se verificavam no dia de ontem), e desses estão 513 internados em unidades de cuidados intensivos (estão assim internadas as mesmas pessoas em relação ao que se verificava no dia anterior).
 
Neste momento há 76723 casos a serem acompanhados com contactos de vigilância pelas autoridades (mais 2711 casos registados em relação ao dia de ontem). 
 
Estão já confirmadas no nosso país 5649 mortes. Nas últimas 24 horas morreram 90 pessoas no nosso país, mortes essas que se registaram 29 na região Norte, 32 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 24 na região Centro, três na região Alentejo e duas na região Algarve.
 
 
 
 

 

A região Norte do país continua a ser a região com mais casos de infectados com Covid-19 em Portugal, registando 183535 casos, mais 936 casos que os registados no dia anterior. Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 113871 casos confirmados até ao momento, mais 777 que os verificados no passado domingo. A região Centro regista 36871 casos, mais 255 casos que os registados no dia anterior, e o Algarve vê subir para os 6182 o número de casos confirmados de infecção na região, mais 39 casos que os verificados no boletim anterior. A Região Autónoma da Madeira vê subir para os 1076 o número de casos de infectados na região, registando-se mais 24 pessoas infectadas do que no boletim do dia de ontem, enquanto que a Região Autónoma dos Açores vê subir para os 1397 o número de casos confirmados de infecção na região, registando-se mais 62 pessoas infectadas do que no dia anterior. No Alentejo o número de casos de pessoas infectadas com Covid-19 ultrapassou a barreira dos oito mil, cifrando-se nesta segunda-feira nos 8006, registando-se assim mais 101 casos que os verificados no relatório do dia de ontem.
 
A pandemia de Covid-19 já matou pelo menos 1.621.259 pessoas em todo o mundo desde que a China anunciou em Dezembro o aparecimento do novo coronavírus, indicou a agência France-Presse.
 
Mais de 72.718.115 casos de infecção foram diagnosticados até agora em 196 países e territórios, sendo que pelo menos 51.003.309 pessoas são consideradas curadas.
 
Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Modificado em segunda, 04 janeiro 2021 14:17
O Governo anunciou nesta quarta-feira, dia 9 de Dezembro, que o salário mínimo nacional (SMN) vai ter um aumento de 30 euros, já em Janeiro de 2021, passando assim para os 665 euros. O Executivo liderado por António Costa está desde já a preparar medidas para compensar as empresas pelo acréscimo dos encargos inerentes a esta subida.
 
O anúncio do aumento do SMN foi feito pela Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, numa conferência de imprensa que decorreu após a reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS), em que os parceiros sociais foram auscultados sobre a matéria.
 
Actualmente, o salário mínimo nacional é de 635 euros e o Governo tem como objectivo atingir os 750 euros no final da legislatura.
 
A UGT tem defendido um aumento de 35 euros para o SMN e a CGTP reivindica uma subida para 850 euros a curto prazo.
 
As confederações patronais têm contestado o aumento do salário mínimo nacional, argumentando com as dificuldades económicas que as empresas atravessam devido à pandemia da Covid-19.
 
O Governo tem competência para fixar o valor anual do salário mínimo nacional, depois de ouvir os parceiros sociais.
Modificado em quarta, 09 dezembro 2020 17:05
O Primeiro-Ministro António Costa anunciou, ao início da tarde deste sábado, 5 de Dezembro, as medidas de combate à Covid-19 enquadradas pelo decreto presidencial de Estado de Emergência, que estarão em vigor durante os períodos de Natal e de Passagem de Ano.
 
"A evolução da pandemia mostra que as medidas adoptadas têm vindo a ter efeito", começou por apontar o Chefe de Governo. "Há uma clara correlação entre a evolução [de número de novos casos] e termos decretado o Estado de Calamidade, logo a 15 de Outubro".
 
"Apesar desta evolução positiva", continuamos, apontou Costa, com um número de internados, internados em UCI e mortos "muito elevado". Assim, "é fundamental mantermos as medidas e essas medidas continuam a ser necessárias".
 
Nos fins de semana de 12 e 13 de Dezembro, e de 19 e 20 de Dezembro, manter-se-à a "proibição de circulação na via pública a partir das 13 horas nos concelhos de risco muito elevado e extremo". As medidas têm como principal objectivo chegar ao Natal com o menor número de infectados possível.
 
A estratégia é a de "prolongamento das medidas" com uma "menor intensidade das restrições nos dias 24 e 25 de Dezembro e 1 de Janeiro e manter o mesmo nível de restrições" nos dias seguintes.
 
Para o período de Natal e de Ano Novo, o Governo decidiu tomar "algumas excepções", que serão "sujeitas a avaliação" no dia 18 de Dezembro, para avaliar se a "tendência de melhoria da pandemia" se confirma e "não será preciso puxar um travão de emergência".
 
"Assumindo que todos teremos o mesmo rigor", prosseguindo numa "tendência de crescimento", as excepções para o Natal serão: "Poderá haver circulação entre concelhos em 23, 24, 25 e 26 de Dezembro", na noite de 23 para 24 será mantido o período de restrição normal "com a circulação apenas para quem se encontre em trânsito".
 
"Nas noites de 24 e 25 de Dezembro, a proibição de circulação na via pública só ocorrerá a partir das 2 horas da manhã" e na noite de 26 será restabelecida a circulação na via pública a partir das 23 horas.
 
Já no fim do ano, será "proibida a circulação entre concelhos" entre as 00 horas de dia 31 e as 5 horas do dia 4 de Janeiro. Na noite da passagem de ano, a proibição de circulação na via pública ocorrerá "a partir das 2 horas da manhã". E no dia 1 de Janeiro haverá "liberdade de circulação até às 23 horas". 
 
Na noite de Ano Novo "não serão permitidas festas públicas nem festas abertas ao público, nem ajuntamentos na via pública com mais de seis pessoas". António Costa disse ainda ter "um apelo muito especial que gostaria de fazer: Este Natal gostaríamos que fosse um momento de encontro e de partilha das famílias, mas não podemos esquecer em momento algum que este não é um Natal que poderemos viver em circunstâncias normais". 
 
 
c/ Notícias ao Minuto
 
NOTÍCIA EM ACTUALIZAÇÃO
 
Modificado em sábado, 05 dezembro 2020 16:16