sábado, 22 janeiro 2022

O Ministério da Administração Interna (MAI) revelou que mais de 3.400 presos e doentes internados inscreveram-se para votar antecipadamente para as eleições legislativas de 30 de Janeiro, o que se traduz num aumento de cerca de 30% em relação às presidenciais de 2021.
 
Segundo os dados provisórios do MAI enviados à Lusa, 3.405 presos e doentes internados inscreveram-se, através da plataforma electrónica, na modalidade de voto antecipado.
 
Apesar de ter terminado na passada segunda-feira o prazo para presos e doentes internados se inscreverem no voto antecipado, fonte do MAI explicou que os dados agora revelados são provisórios porque ainda podem chegar mais algumas inscrições por via postal e e-mail.
 
Segundo o MAI, registaram-se 2.996 eleitores na plataforma electrónica para a modalidade de voto antecipado para presos, mais 545 (22,23%) do que nas eleições presidenciais de 2021.
 
Na modalidade de voto antecipado para doentes internados houve 409 inscrições, mais 233 (132,38%) do que nas eleições presidenciais de 2021, indica ainda o MAI.
 
Segundo a Comissão Nacional de Eleições, entre os dias 17 e 20 de Janeiro, o presidente da Câmara Municipal, ou vereador credenciado, da área do estabelecimento prisional ou hospitalar, desloca-se ao estabelecimento em que se encontram para que seja exercido o direito de voto.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 12 janeiro 2022 02:26

Segundo a actualização da orientação da Direcção-Geral da Saúde (DGS) relativa à utilização de equipamentos culturais, o acesso a eventos culturais é possível mediante a apresentação de Certificado Digital COVID, comprovativo de vacinação ou teste com resultado negativo.
 
A orientação sobre lotação dos espaços culturais, actualizada com data de terça-feira, 28 de Dezembro, e disponível no site oficial da DGS, define que o acesso a “eventos de natureza cultural” está dependente da apresentação “de um dos seguintes documentos: Certificado Digital COVID, comprovativo de vacinação que ateste o esquema vacinal completo há pelo menos 14 dias, comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.
 
Esta actualização difere do que ficou decidido na semana passada em reunião de Conselho de Ministros.
 
A 21 de Dezembro, o Primeiro-Ministro António Costa anunciou que o acesso a eventos culturais e desportivos passava a depender da apresentação de teste negativo à Covid-19, desde as 00 horas de sábado e até 9 de Janeiro, independentemente do número de espectadores.
 
A resolução do Conselho de Ministros definia que o acesso a estes eventos dependia “da apresentação de Certificado Digital COVID da UE nas modalidades de certificado de teste ou de recuperação” ou “da apresentação de outro comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.
 
A orientação 028 da DGS, de 28 de Maio do ano passado, cuja nova revisão foi divulgada esta terça-feira, prevê que o acesso às “salas de exposição cinematográfica” poderá também acontecer mediante “a realização de teste rápido de antigénio na modalidade de autoteste (colheita nasal) com resultado negativo”, caso o espectador não tenha Certificado Digital COVID, comprovativo de vacinação ou comprativo da realização de teste laboratorial com resultado negativo.
 
Esta orientação define ainda que, até 9 de Janeiro, “é proibida a ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas de exposição cinematográfica, sendo obrigatória a utilização de máscara facial”.
 
A DGS definiu também a lotação de eventos culturais que aconteçam em recintos provisórios ou improvisados, cobertos ou ao ar livre, que “deve ser objecto de determinação conjunta entre a entidade licenciadora da lotação, a Autoridade de Saúde territorialmente competente e as forças de segurança – PSP ou GNR – do território, não devendo exceder, entre os dias 25 de dezembro de 2021 e 9 de janeiro de 2022, a ocupação máxima indicativa de 0,20 pessoas por metro quadrado de área”.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 29 dezembro 2021 00:30

Abriu esta terça-feira, dia 28 de Dezembro, o agendamento para vacinação contra a Covid-19 das crianças a partir dos 7 anos, dia em que a "casa aberta" começou a aceitar utentes a partir dos 40 anos para o reforço da vacina Janssen.
 
Segundo a Direcção-Geral da Saúde, a partir deste dia, “as pessoas com 40 ou mais anos, que foram vacinadas com a vacina da Janssen há 90 ou mais dias, podem recorrer aos centros de vacinação em regime 'casa aberta'”.
 
A DGS acrescenta ainda que está também em funcionamento a modalidade "casa aberta" para reforço de vacinação de todas as pessoas com 60 ou mais anos contra a Covid-19 e/ou contra a gripe.
 
As autoridades de saúde alertam os utentes que devem consultar os horários antes de se dirigirem a um centro de vacinação, lembrando que os períodos da tarde “têm geralmente menos afluência”.
 
Também hoje passou a ser possível fazer o agendamento, no site da DGS, para a vacinação das crianças entre os 7 e os 11 anos para os últimos quatro dias antes do regresso à escola, ou seja, entre 6 e 9 de Janeiro. No fim de semana de 15 e 16 de Janeiro será a vez das crianças com 6 e 7 anos, e entre os dias 22 e 23 de Janeiro as crianças de 5 anos.
 
 
Modificado em terça, 28 dezembro 2021 19:41

Na manhã desta terça-feira, dia 16 de Novembro, e segundo um documento distribuído na Concertação Social, o Governo apresentou aos parceiros sociais uma proposta de aumento do salário mínimo nacional de 40 euros, para 705 euros, no próximo ano.
 
"Para 2022, o Governo apresentou aos parceiros sociais uma proposta de aumento da RMMG [Remuneração Mínima Mensal Garantida] para 705 euros", pode ler-se no documento apresentado aos parceiros sociais.
 
O valor já tinha sido sinalizado pelo Executivo liderado por António Costa e foi hoje proposto formalmente às confederações patronais e centrais sindicais com assento na Concertação Social.
 
"Com o aumento da RMMG para este valor atinge-se, em 2022, uma subida de 200 euros desde 2015, ou de 39,6% - o equivalente a 2.800 euros anuais, que compara com um aumento de apenas 20 euros no ciclo governativo anterior", destaca o Governo.
 
O salário mínimo nacional é actualmente de 665 euros.
Modificado em terça, 16 novembro 2021 11:41

 
A composição do próximo cartaz da Olá está a votos. A conhecida marca de gelados convocou os fãs para elegerem qual o clássico que poderá voltar a comer no Verão de 2022. E são três as opções: , Fizz ou Feast!
 
As votações arrancaram na passada segunda-feira, 8 de Novembro, e os fãs da Olá têm até esta sexta-feira, 12 de Novembro, para decidirem qual o gelado das nossas memórias que vai voltar a estar disponível. De forma a defenderem o seu gelado preferido, a Olá convocou três conhecidos radialistas da Rádio Comercial: Vasco Palmeirim, que defende o regresso do Feast, Nuno Markl, que torce pelo regresso do Fizz, e Pedro Ribeiro, que quer que o regressado seja o Pé.
 
A votação é muito simples de fazer e cada pessoa só pode votar uma vez. Basta aceder ao Instagram da marca, e comentar na publicação da votação com o emoji correspondente à sua preferência. Um limão, uma barra de chocolate e um pé são as imagens que pode usar. O gelado mais votado é aquele que regressa ao cartaz da Olá durante o próximo ano.
 
Nenhum dos três gelados que se encontra a votos está neste momento disponível em formato individual nos cartazes espalhados pelo país. Ainda assim, o Feast e o Fizz podem ser encontrados em packs na zona dos congelados dos supermercados.
 
Porque a tradição ainda é o que era, a oferta da Olá em 2021 voltou a ter outro clássico à venda: o Super Maxi.
 
 
 
 
 
 
Modificado em quarta, 10 novembro 2021 00:51

 
A partir da próxima segunda-feira, dia 8 de Novembro, os preços dos combustíveis vão sofrer um recuo nos postos de combustível em Portugal.
 
No caso do gasóleo simples, os preços deverão cair cerca de dois cêntimos por litro para os 1,526 euros por litro, segundo os cálculos do Jornal de Negócios. A verificar-se, esta será a maior queda semanal do preço do gasóleo desde Maio deste ano.
 
A gasolina simples 95 deverá sofrer um recuo ligeiramente menos, em torno de 1,5 cêntimos por litro, para os 1,718 euros, naquela que será a maior queda desde Março.
 
Esta desvalorização prevista dos preços dos combustíveis em Portugal, em linha com a desvalorização do barril europeu, surge numa semana em que Joe Biden, Presidente dos EUA, tem feito pressão junto dos maiores produtores de petróleo do mundo para aumentarem a produção, de forma a travar a escalada de preços.
 
Mas apesar da pressão de Biden, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (o chamado grupo OPEP+) fez "ouvidos moucos" aos pedidos e manteve a injecção de petróleo habitual - o que fez puxar pela cotação nesta sexta-feira.
 
O Brent, que serve de referência para Portugal, está a perder quase 4% no acumular da semana. Ainda assim, nesta sexta-feira, voltou aos ganhos depois de duas sessões consecutivas a perder. 
 
Na reunião de quinta-feira, os membros da OPEP+ decidiram manter o plano, definido em Julho, de aumentar em 400 mil barris por dia, todos os meses, até ao final do ano e nos primeiros meses de 2022. A decisão surge numa altura em que a procura tem estado a superar largamente a oferta do mercado.
 
c/ Jornal de Negócios
 
 
 
 
 
 
Modificado em sexta, 05 novembro 2021 21:49

A Directora Geral da Saúde anunciou que Portugal atingiu no dia de ontem, domingo, 4 de Setembro, 85% da população com uma dose da vacina contra a Covid-19, adiantando que estão agora previstos três cenários de resposta face à evolução da pandemia nos próximos meses.
 
Hoje é um dia importante para todos nós. 85% da população portuguesa tem uma dose da vacina e esse é um resultado que devemos todos, enquanto povo, estar bastante orgulhosos”, salientou Graça Freitas na SIC Notícias.
 
Segundo a responsável da Direcção Geral da Saúde (DGS), “há sempre algum cuidado em encarar o Outono e o Onverno”, estações de “grande stress em termos da saúde”, devido à circulação de vírus respiratórios, mas salientou que, este ano, ao contrário do que aconteceu em 2020, a maior parte da população vai estar imunizada contra o SARS-CoV-2.
 
De acordo com Graça Freitas, o “bom cenário” prevê que se mantenha a actual “tendência estável e decrescente” da pandemia, em que a variante Delta continuará a ser a predominante e a vacina não perde a sua eficácia.
 
A Directora Geral adiantou que “no segundo cenário pode acontecer uma subida lenta do número de casos porque a vacina pode ir perdendo o seu efeito ao longo do tempo, mas ainda sem uma nova variante. Será um cenário de mais casos, provavelmente, mais ligeiros do que graves”.
 
O “cenário pior, que não está posto fora de questão”, contempla o surgimento de uma nova variante do vírus, o que obrigaria à adopção de medidas para “aguentar, novamente, uma grande pressão sob o Serviço Nacional de Saúde e sob o sistema de saúde”, admitiu.
 
Sobre a possibilidade de administração de uma terceira dose a grupos vulneráveis, como os idosos, Graça Freitas adiantou que a farmacêutica Pfizer submeteu, nos últimos dias, à Agência Europeia do Medicamento o pedido para aprovação deste reforço de imunização.
 
Teremos de esperar que o regulador nos diga se sim, se não. De qualquer maneira, estamos a fazer o trabalho de casa em duas frentes: a científica, que vai acompanhando toda a evolução, e a logística. Continuamos a adquirir vacinas para um cenário de ser necessário a terceira dose ou de reforço”, assegurou.
 
No que se refere ao fim da obrigatoriedade do uso de máscara, a Directora Geral da Saúde recordou que essa é uma decisão da Assembleia da República, mas adiantou que, com 85% da população vacinada, a “circulação do vírus será muito menor”.
 
No entanto, Graça Freitas defende que será necessário ainda usar máscara ao ar livre em algumas excepções, como no caso de ajuntamentos de pessoas em que não é possível manter o distanciamento.
 
Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.798 pessoas e foram contabilizados 1.047.047 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção Geral da Saúde.
 
c/ LUSA
Modificado em segunda, 06 setembro 2021 01:29

A partir da segunda quinzena de Agosto já vai ser possível começar a serem pedidos os vouchers para acesso aos manuais escolares gratuitos.
 
A 16 de Agosto, todos os alunos que não mudam de ciclo de ensino podem fazer o pedido. Para os alunos que no próximo ano lectivo começam um novo ciclo, o pedido pode ser feito a 23 de Agosto.
 
De acordo com a plataforma MEGAManuais Escolares Gratuitos, este é o calendário previsto:
 
16 de Agosto
1.º ciclo: 2º, 3º e 4º anos;
2.º ciclo: 6º ano;
3.º ciclo: 8º e 9º anos;
Secundário: 11º e 12º anos
 
23 de Agosto
1.º ciclo: 1º ano;
2.º ciclo: 5º ano;
3.º ciclo: 7º ano;
Secundário: 10º ano
 
Para aceder a estes vouchers, o Encarregado de Educação do aluno deve inscrever-se na plataforma MEGA ou descarregar a aplicação Edu Rede Escolar. Assim, tem acesso a toda a informação do aluno e pode solicitar os vouchers, que são emitidos aleatoriamente e que tanto podem atribuir livros reutilizados como novos.
 
Neste momento ainda decorre o processo de recolha de manuais escolares referente ao ano lectivo 2020/2021, que só deve estar concluído no final do mês. O ano lectivo 2021/2022 arranca entre 14 e 17 de Setembro.
Modificado em quinta, 22 julho 2021 12:37

No dia de hoje, quinta-feira, 1 de Julho, o Governo liderado por António Costa anunciou a prorrogação da suspensão do corte de serviços essenciais de água, energia eléctrica, gás natural e comunicações electrónicas.
 
Esta era uma medida que tinha terminado em 30 de Junho.
 
"Foi também prorrogada a proibição de suspensão do fornecimento de serviços essenciais de água, energia eléctrica, gás natural e comunicações electrónicas", anunciou a Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, no final da reunião do Conselho de Ministros.
 
Da mesma forma, foi também aprovado o decreto-lei que "salvaguarda que os actuais beneficiários do regime de apoio ao pagamento de rendas podem aceder ao mesmo até 1 de Outubro de 2021", acrescentou a governante.
 
Desde a sua adopção que estas medidas foram alvo de várias actualizações e prorrogações durante o último ano, com o objectivo de proteger as famílias e arrendatários habitacionais e comerciais.
 
Tendo em conta o recuo no plano de desconfinamento, devido ao aumento da incidência de casos de Coronavírus, o Conselho de Ministros decidiu prorrogar aquelas medidas de apoio.
Modificado em quinta, 01 julho 2021 22:39