segunda, 26 setembro 2022

O Coreto do Jardim Público de Évora recebe na próxima sexta-feira, 10 de Setembro, pelas 21:30 horas, um concerto de Noiserv, integrado no “Volta a Portugal em 8 Coretos”, projecto com que o músico, conhecido também como "homem-orquestra", está a percorrer o país. Com este projecto, Noiserv chega a oito regiões de Portugal Continental, onde irá realizar oito concertos, em oito coretos.
 
O espectáculo na cidade-museu de Évora está marcado para o Coreto do Jardim Público, datado de finais do século dezoito, e que foi recentemente reabilitado após o acidente ocorrido com a queda de uma grua, durante as obras de recuperação do Palácio D. Manuel.
 
Com esta digressão, Noiserv (nome artístico de David Santos), procura “fundir a sua música contemporânea com o património, através de um espectáculo audiovisual realizado em oito bonitos lugares, cheios de histórias e de música”, em que apresenta "Uma Palavra Começada por N", o seu quarto álbum de originais, lançado em Setembro do ano passado.
 
Este concerto constitui uma boa oportunidade para devolver ao Coreto a sua função original de palco para actuações musicais, agora que está concluída a reabilitação de toda a estrutura, após o acidente ocorrido em 2019.
 
Devido à gravidade dos danos, os trabalhos implicaram uma intervenção complexa e morosa, com respeito pelas técnicas construtivas originais, cumprindo o propósito de preservar a autenticidade histórica e material do Coreto, preservação essa que foi conseguida, também, através do reaproveitamento, tratamento e limpeza de todos os elementos originais em que tal foi possível e, de réplicas, nos restantes casos.
 
A entrada é livre, com lotação limitada a um máximo de 200 pessoas por ordem de chegada.
Modificado em quarta, 08 setembro 2021 22:29

O Jardim Público do Palácio D. Manuel, em Évora, recebe no próximo dia 9 de Setembro, quinta-feira, pelas 17:30 horas, a apresentação do livro “As Pedras na Ciência e na Cultura”, autoria do Professor A. M. Galopim de Carvalho, numa edição da Âncora Editora.
 
A obra será apresentada pelo Professor Rui Dias, Catedrático da Universidade de Évora.
 
Pedra e rocha são duas maneiras de dizer a mesma coisa. Só que, via de regra, são usadas em discursos diferentes. Apanhamos uma pedra do chão, mas, quando estudamos, falamos quase sempre de rochas.
As Pedras na Ciência e na Cultura não é um manual escolar. Sem nunca perder de vista o rigor científico dos temas versados, opta pela liberdade expositiva, preferida pelo autor. Apoiado numa experiência de anos, utiliza muitas vezes o formato coloquial que sempre o aproximou dos leitores e não evita, numa ou noutra exposição, uma certa intencionalidade poética”.
 
Esta apresentação, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Évora, é de entrada livre mediante confirmação para o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
 
Sobre o autor
ANTÓNIO GALOPIM DE CARVALHO
A. M. Galopim de Carvalho nasceu em Évora, em 1931.
É doutorado em Sedimentologia (3ème cycle) pela Universidade de Paris (1964), e em Geologia pela Universidade de Lisboa (1968), tendo leccionado na Faculdade de Ciências desta universidade de 1961 a 2001, ano em que se jubilou como professor catedrático. Leccionou, igualmente, em Geografia, na Faculdade de Letras da mesma universidade, de 1965 a 1981.
É autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção. Para além de ter assinado cerca de 300 títulos (entre artigos científicos, de divulgação científica e de opinião), tem proferido nas duas últimas décadas conferências e participado em colóquios e debates por todo o país e no estrangeiro.
Dirigiu o Museu Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, de 1983 a 1992, e o Museu Nacional de História Natural (MNHN), de 1992 a 2003, onde foi o mentor e responsável científico de sucessivos projectos de investigação nas áreas da Geologia Marinha e da Paleontologia dos Dinossáurios.
Actualmente continua a trabalhar na divulgação, salvaguarda e valorização do património geológico nacional.
É patrono do Agrupamento de Jardins-de-Infância e Escolas Professor Galopim de Carvalho, em Queluz, e da Escola Básica Galopim de Carvalho, em Évora.
Concebeu e participou na concretização do Museu do Quartzo, em Viseu, oficialmente designado por Centro de Interpretação Galopim de Carvalho.
Foi-lhe atribuído, em 2018, o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade de Évora.
Modificado em segunda, 06 setembro 2021 01:07

O Paço dos Henriques, em Alcáçovas, recebe na próxima sexta-feira, dia 3 de Setembro, pelas 18 horas, a apresentação do livro “Portas e Janelas que Contam Histórias … de Alcáçovas”, da autoria de Bela Mestre, numa edição da Associação Terras Dentro, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Alentejo.
 
A sessão de apresentação vai contar com a presença da autora Bela Mestre, de Bengalinha Pinto, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo e de Elsa Branco, da Associação Terras Dentro.
 
Actualmente a residir no concelho do Seixal, Bela Mestre nasceu em Alcáçovas. Enfermeira de profissão, foi na pintura que, de forma autodidata, encontrou a sua forma de comunicar emoções, vivências, histórias e, acima de tudo, “histórias das suas gentes e das localidades que lhe são próximas”.
 
Expõe individualmente desde 1993 e encontra-se representada em diversas colecções particulares e oficiais, tendo, ao longo da sua vida artística, recebido diversas distinções, prémios e menções honrosas.
 
O livro reúne 30 imagens de aguarelas originais de portas e janelas da vila de Alcáçovas, acompanhadas por textos baseados na vivência da própria autora e na pesquisa oral que efectuou em conversas com a população. Trata-se, afinal, de um “roteiro para todos os que procuram conhecer a vila de Alcáçovas, a região de Viana do Alentejo e as gentes do Alentejo”.
 
“Portas e Janelas que Contam Histórias … de Alcáçovas” deu igualmente origem a uma exposição com o mesmo nome, que será inaugurada após a apresentação do livro, no âmbito das Comemorações do Tratado de Paz de Alcáçovas, e que pode ser visitada entre as 10 e as 13 horas e das 14 às 18 horas.
 
O livro vai estar disponível para venda nos Postos de Turismo do concelho, em Viana do Alentejo, no Castelo, e em Alcáçovas, no Paço dos Henriques.
Modificado em segunda, 30 agosto 2021 22:13

A Direcção Geral das Artes divulgou no dia de hoje, terça-feira, 24 de Agosto, que a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) vai arrancar com pelo menos 50 equipamentos culturais credenciados, que poderão candidatar-se a um apoio à programação a partir de Outubro.
 
O organismo estatal divulgou uma lista dos primeiros 50 auditórios, centros culturais, cineteatros, teatros e fóruns em "praticamente todo o território nacional", que obtiveram a credenciação para integrar a RTCP.
 
Os 50 equipamentos culturais agora divulgados poderão concorrer a um apoio à programação, apoio esse que chegou a estar agendado para 27 de Setembro, mas que só abrirá a 09 de Outubro.
 
Segundo a DGArtes, "brevemente" será divulgada "uma segunda e última lista de equipamentos credenciados nesta fase inicial de arranque da rede" e que também poderão concorrer ao apoio à programação.
 
No passado mês de Julho, no Parlamento, a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, revelou que a linha de apoio à programação terá uma dotação entre cinco e seis milhões de euros.
 
O regulamento indica que na fase inicial de implementação, os equipamentos culturais nos concelhos de Lisboa e do Porto não podem concorrer ao apoio à programação, para que as verbas cheguem a "realidades territoriais mais carenciadas em termos de recursos, projectos e dinâmicas culturais e artísticas".
 
Entre os primeiros 50 equipamentos culturais divulgados estão o Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), o Teatro Viriato (Viseu), a Casa da Criatividade (São João da Madeira), o Auditório de Espinho, o Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova) e o Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
 
Quanto aos equipamentos culturais dos Açores e da Madeira, nesta primeira lista consta apenas o Teatro Municipal Baltazar Dias (Funchal).
 
Quando esta fase de arranque da rede estiver concluída, o processo de credenciação "passará a estar aberto em regime de permanência, sem interrupções" para as entidades que queiram aderir no futuro.
 
Os equipamentos alentejanos que inicialmente englobam a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses são o Armazém 8 - Casa das Artes (Évora), o CAEP - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, o Cine Granadeiro (Grândola), o Cine Teatro Sousa Telles (Ourique), o Cineteatro Curvo Semedo (Montemor-o-Novo) e o Pax Julia – Teatro Municipal (Beja).
 
c/ LUSA
Modificado em terça, 24 agosto 2021 19:48

Luís Miguel Pombeiro, empresário responsável pela gestão tauromáquica da Praça de Touros de Estremoz, anunciou há poucos instantes o cartaz da 1ª Feira Taurina de Estremoz, feira que transformará a cidade estremocense na capital da afición alentejana, e cuja organização pertence à Ovação e Palmas Tauromaquia.
 
O certame taurino, que se realiza a 27 e 29 de Agosto, tal como o Ardina do Alentejo oportunamente aqui divulgou, conta com a realização de duas corridas de toiros, uma corrida de toiros à portuguesa e uma corrida mista.
 
Na sexta-feira, 27 de Agosto, pelas 22 horas, terá lugar uma corrida de toiros à portuguesa, com cavaleiros em máxima competição. Em praça, para lidar um curro de seis touros de António Charrua, estarão os cavaleiros João Moura Caetano, que em 2021 comemora 15 anos de alternativa, João Ribeiro Telles e o rejoneador espanhol Andrés Romero. Nas pegas, e para disputar um emocionante Concurso de Pegas, foram “convocados” o Grupo de Forcados Amadores de Portalegre, o Grupo de Forcados Amadores de Arronches e o Grupo de Forcados Académicos de Elvas.
 
No domingo, pelas 15 horas, realizar-se-á uma corrida mista, que contará com a presença dos cavaleiros de alternativa Rui Salvador Ana Batista, e do praticante Paco Velásquez. Na disputa de um verdadeiro duelo ibérico estarão em praça dois matadores: o espanhol José Garrido e o português Manuel Dias Gomes. Serão lidados seis toiros da ganadaria Voltalegre e um da ganadaria de Guiomar Cortes Moura. Pegam, em solitário, o Grupo de Forcados Amadores de Montemor, capitaneado por António Vacas de Carvalho.
Modificado em segunda, 16 agosto 2021 22:15

Despertar para a poesia” é o título do livro de poemas de Francisco Martinho Garrido Ramos, que será apresentado ao público, no próximo sábado, 31 de Julho, pelas 17 horas, no auditório do Pavilhão A, do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz.
 
A apresentação do autor e da obra estarão a cargo de João Meira e Cruz, prefaciador do livro, e Hernâni Matos, posfaciador de “Despertar para a poesia”.
 
O autor, natural de São Bento do Ameixial, pai de três filhas e agricultor que já plantou muitas árvores, publica agora um livro por ocasião da passagem do seu 80º aniversário.
 
A maioria dos poemas foram escritos no decurso da pandemia e divulgados nas redes sociais, onde o seu círculo de amigos o incentivou à publicação, que deu origem a esta obra. Com ela fica completa a trindade de coisas, que de acordo com a tradição, um homem deve fazer na vida.
 
A edição de “Despertar para a poesia” é do autor e contou com o apoio do Município de Estremoz.
Modificado em quarta, 28 julho 2021 01:29

No próximo sábado, dia 24 de Julho, pelas 11 horas, será apresentado na Igreja da Misericórdia, em Terena, o livro “Lucefécit – A Horta do Pigeiro”, da autoria de Hélder Salgado.
 
Nesta iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Alandroal, serão cumpridas todas as regras impostas pela Direcção-Geral de Saúde, como o distanciamento social, a obrigatoriedade de uso de máscara, a etiqueta respiratória e a desinfecção das mãos.
 
“Lucefécit – A Horta do Pigeiro” é editado pelas Edições Vírgula.
Modificado em sexta, 23 julho 2021 00:04

Depois do último trabalho, “Eu sou tudo isto”, editado em 2017, a estremocense Zara Tejo está de regresso aos discos. A cantora e compositora apresenta “Agora canto e sou feliz”, o primeiro avanço do novo álbum, que tem edição marcada para o dia 10 de Setembro.
 
“Agora canto e sou feliz” fala do amor e da paixão pela música, das escolhas, dos momentos inspiradores e da capacidade que a música tem de transformar os sentimentos mais profundos nas melodias que nos acompanham todos os dias.
 
E de facto a maior paixão de Zara Tejo é mesmo a música. A Covid-19 impediu a cantora estremocense de pisar os palcos durante algum tempo, mas agora canta e é feliz, porque as paixões verdadeiras duram para sempre.
 
“Agora canto e sou feliz” é uma canção construída em parceria com o produtor Ernesto Leite, e que conta um pouco do romantismo sempre presente na alma dos dois músicos e compositores... o amor esse tema fundamental!
 
Zara Tejo tem quatro álbuns editados, e conta com vários temas seus em novelas nacionais, para além de temas seus fazerem parte de diversos documentários nacionais e internacionais. E com o novo registo discográfico, Zara Tejo tem surpresas na manga...
 
 

Modificado em quinta, 15 julho 2021 15:17

O Centro de Artes de Sines apresenta, de 10 de Julho a 10 de Outubro, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea de ElvasColecção António Cachola, a exposição "Linha do Tempo".
 
Esta mostra permite que sejam apresentadas, em Sines, 67 obras de arte de uma das mais prestigiadas colecções nacionais, a Colecção António Cachola, fundamental para se compreender a arte portuguesa dos últimos 40 anos e, em particular, a do nosso século, que, ao chegar aos seus 21 anos, atinge uma maturidade que nos permite começar a descortinar os traços de uma identidade própria.
 
Estão representados na exposição os seguintes 35 artistas: Ana Mansos, Ana Péres-Quiroga, Ana Rito, Augusto Alves da Silva, Edgar Martins, Fernão Cruz, Gil Amourous, Hugo Guerreiro, Ilda David, Isabel Simões, João Galrão, João Jacinto, João Paulo Serafim, João Queiroz, Jorge Molder, José Loureiro, José Pedro Croft, Luís Campos, Luís Palma, Marcelo Costa, Maria Lusitano, Marta Soares, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Sousa Vieira, Paulo Catrica, Pedro Calapez, Pedro Casqueiro, Pedro Gomes, Rui Chafes, Rui Neiva, Rui Serra, Sofia Areal, Susana Guardado, Vasco Araújo e Vhils.
 
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de segunda a sábado, das 12 às 18 horas.
 
A exposição "Linha do Tempo - Exposição Colecção António Cachola" é uma organização da Câmara Municipal de Sines, em parceria com a Câmara Municipal de Elvas e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas / Colecção António Cachola.
 
Sobre a Colecção António Cachola
A Colecção António Cachola começou a ser construída no início da década de 1990, e reflecte os últimos 40 anos da criação artística visual realizada por artistas portugueses, que começaram a expor pública e regularmente a partir da década de 1980. A colecção propõe uma cartografia dinâmica do sistema de arte português e resulta de um movimento constante de aproximação do coleccionador a artistas e instituições. Desde o início que uma vontade pessoal de coleccionar foi acompanhada pela determinação em conferir uma dimensão pública à colecção e, assim, em 2007, nasce em Elvas, cidade património mundial da UNESCO, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), instituição com tutela municipal que acolhe em depósito a Colecção António Cachola. 
 
Sobre o Centro de Artes de Sines
Vencedor do prémio AICA/MC 2005 e finalista do prémio Mies van der Rohe 2007, o Centro de Artes de Sines é um edifício marcante da arquitectura portuguesa contemporânea. Um projecto da dupla Francisco e Manuel Mateus, tomou como ideia estruturante a criação de um edifício de excepção que agregasse várias funções, servisse todas as camadas da população e funcionasse ao mesmo tempo como parte da cidade e porta do centro histórico. É, desde 2005, o principal equipamento cultural e de suporte às artes e educação em Sines.
Modificado em terça, 06 julho 2021 23:31