quarta, 28 setembro 2022

E está apresentado o cartel da Corrida de Touros integrada no programa da 34ª edição da FIAPE - Feira Internacional Agropecuária de Estremoz.
 
Por ocasião da Cerimónia de Concessão da Praça de Touros de Estremoz à Tertúlia Tauromáquica de Estremoz (TTE), que se realizou na manhã deste sábado, 2 de Abril, no Museu Berardo Estremoz, Marco Pernas, Presidente da Direcção da associação que irá gerir os destinos tauromáquicos da centenária praça estremocense durante os próximos três anos, anunciou o cartel da corrida da FIAPE 2022, corrida elaborada em parceria com a empresa Toiros e Tauromaquia, de Margarida Cardoso e António José Cardoso, filhos do malogrado empresário tauromáquico António Cardoso Nené”.
 
No dia 30 de Abril, sábado, pelas 17 horas, na corrida que segundo Marco Pernas marca “um romper com o passado recente da festa brava em Estremoz”, estarão em praça, na lide de um imponente curro de toiros Pégoras e de um novilho da mesma ganadaria, os cavaleiros de alternativa Luís Rouxinol, no ano de comemoração dos seus 35 anos de alternativa, Marcos Bastinhas, António Prates, e o amador Francisco Cortes Jr.
 
As pegas estarão a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Évora, capitaneados por João Pedro Oliveira, e do Grupo de Forcados Amadores de Monforte, liderados pelo estremocense Nuno Toureiro.
 
A corrida será abrilhantada pela Banda da Sociedade Filarmónica Luzitana.
 
A apresentação da corrida, que esteve a cargo de Margarida Cardoso, da Toiros e Tauromaquia, contou com a presença dos cavaleiros António Prates e Francisco Cortes Jr., e de representantes dos Grupos de Forcados Amadores de Évora e de Monforte, para além de uma sala cheia de homens e mulheres ligados ao mundo dos touros e diversos aficionados.
 
 
      
 
Modificado em sábado, 02 abril 2022 16:19

Tendo como principal objectivo levar o maior evento de música do mundo aos quatro cantos do país, a organização do Rock in Rio decidiu que o evento, no ano de 2024, terá vários palcos espalhados por Portugal, sendo Estremoz uma das cidades escolhidas para acolher a organização.
 
Ao que conseguimos apurar, o Rock in Rio de 2024 sairá do Parque da Bela Vista, em Lisboa, tendo como destino várias cidades de norte a sul do país, estando assegurados vários fins de semana de música e diversão em Portugal, ao contrário do que sucede em 2022, em que o Rock in Rio se realiza em dois fins de semana do mês de Junho.
 
Ainda segundo informações que a nossa redacção conseguiu recolher, quando foi decidido por Roberta Medina e seus pares este novo formato do Rock in Rio, Estremoz foi uma das cidades que esteve sempre na linha da frente para albergar o evento.
 
José Daniel Sádio, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, em declarações ao Ardina do Alentejo, salientou que “seguindo a nossa política de promoção de Estremoz e do seu concelho, e de recebermos grandes eventos, mobilizadores de pessoas até à nossa cidade, esta era uma oportunidade que não poderíamos desperdiçar”.
 
Ainda segundo o edil estremocense, Estremoz terá o palco Rock in Rio montado no Parque de Feiras e Exposições, e que na cidade branca do Alentejo marcará presença um nome internacional da música como principal atracção.
 
Por definir estão ainda as datas da edição de 2024 do Rock in Rio.
Modificado em sábado, 02 abril 2022 01:56
A associação “Glória Jovem”, na expectativa de ir ao encontro de um dos objectivos primordiais pela qual se rege, o reavivar de tradições e costumes junto da população jovem de forma a que estas não se percam no tempo, tendo como base a criação de um elo de ligação entre as várias gerações que constituem a sua comunidade, promove no próximo sábado, dia 02 de Abril, pelas 22:30 horas, no salão da Junta de Freguesia de Glória, o tradicional Baile da Pinha.
 
A animação vai estar a cargo de Zé Pedro Sousa.
 
Esta é uma iniciativa que conta com os apoios da Junta de Freguesia de Glória, da Câmara Municipal de Estremoz, e do portal de informação “Ardina do Alentejo”.
 
Modificado em quarta, 30 março 2022 01:28

No passado fim de semana, o Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, recebeu uma das mais conceituadas actrizes nacionais. Susana Arrais pisou o palco da emblemática sala de espectáculos estremocense, na condução da Residência Artística "Viver o Teatro", uma iniciativa produzida pela Associação Colectivo Cultura Alentejo, e que contou com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Susana Arrais, que actualmente podemos ver na telenovela da TVI, "Quero é Viver", onde interpreta o papel de “Sofia”, é licenciada em Teatro e Educação, com mestrado em Educação Artística, com especialização em Teatro na Educação, e durante dois dias “conduziu” os participantes nesta Residência Artística pelo fascinante mundo do teatro.
 
No final da terceira apresentação de “Mário”, espectáculo levado à cena pelo Colectivo Cultura Alentejo, Ardina do Alentejo falou com Susana Arrais, que nos fez o balanço desta Residência Artística ocorrida em Estremoz, da cidade branca do Alentejo e do modo como foi acolhida, e ainda sobre “Mário”, espectáculo que contou com encenação do seu amigo Cláudio Henriques.
 
Ardina do Alentejo – Que balanço faz da Residência Artística “Viver o Teatro”, que ocorreu em Estremoz, no Teatro Bernardim Ribeiro, durante este fim-de-semana?
Susana Arrais (SA) – Faço um balanço muito, muito positivo. Vou de coração cheio.
 
Ardina do Alentejo – Encontrou nesta Residência Artística um bom leque de pessoas, possíveis actores e actrizes?
SA – Essencialmente boas pessoas, corações bons, corações abertos, disponíveis, generosos e isso é sempre bonito de se ver, porque isso faz toda a diferença.
Aceitaram as minhas propostas, aceitaram arriscar comigo, arriscaram a saltar e a errar, e a experimentar, e em conjunto, descobrirmos coisas. E isso foi muito bom, foram todos muito generosos, e por isso digo que vou de coração cheio. E eu acho que também os deixei um bocadinho mais preenchidos, e curiosos, e com vontade de continuarem a explorar e a trabalhar. Através das partilhas deles consegui perceber isso. É sempre bom ouvir também a parte deles, que serve de avaliação para mim, para eu também perceber se estou a conseguir fazer o meu trabalho, de chegar às pessoas, que é o mais importante. Fiquei muito feliz com o feedback, com o processo, e com as conquistas de cada um deles… E com as minhas também.
 
Ardina do Alentejo – Embora tenha passado muitas horas dentro do Teatro Bernardim Ribeiro, a cidade de Estremoz acolheu-a de braços abertos?
SA – Sim, completamente. Infelizmente não tive muitas horas para poder passear, mas as que tive aproveitei e andei muito a pé. É uma cidade muito agradável para se passear a pé, para se estar atenta aos pormenores. E apanhei bom tempo, mas isso foi sorte! Fui muito bem recebida, muito bem acolhida e come-se muito bem. É tudo muito bom.
 
Ardina do Alentejo – Podemos vê-la na TVI, na novela “Quero Viver”. Além da novela há projectos futuros?
SA – Para já estou com as gravações da novela que está no ar. Tenho estado também em circulação com o espectáculo “Blind Date”, e espero que continuemos a circular. E quem sabe vir a Estremoz com o espectáculo, o que seria um ciclo bonito. Mas vamos com calma e com um projecto de cada vez.
 
Ardina do Alentejo – Este fim-de-semana culmina a assistir ao espectáculo “Mário”, encenado pelo Cláudio Henriques, e com a prestação dos actores do Colectivo Cultura Alentejo. O que é que lhe pareceu?
SA - Eu gostei muito. Foi uma óptima maneira de acabar o fim-de-semana e de festejar o Dia Mundial do Teatro, porque ir ao teatro no Dia Mundial do Teatro é sempre mágico.
O espectáculo está muito bonito, está muito bem conseguido. Faz-nos entrar dentro daquela cabeça de uma maneira muito engraçada, com sentido de humor e com muita inteligência. E é sempre bom quando podemos ver espectáculos que nos fazem cócegas no cérebro, que nos fazem pensar e que nos mandam para casa com palavras a ecoar.
 
Modificado em segunda, 28 março 2022 12:56

O Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, vai receber no próximo fim de semana, dias 26 e 27 de Março, uma das mais conceituadas actrizes nacionais. Susana Arrais vai pisar o palco da mais emblemática sala de espectáculos estremocense, na condução da Residência Artística "Viver o Teatro", uma iniciativa produzida pela Associação Colectivo Cultura Alentejo, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Susana Arrais, que actualmente podemos ver na telenovela da TVI, "Quero é Viver", onde interpreta o papel de “Sofia”, é licenciada em Teatro e Educação, com mestrado em Educação Artística, com especialização em Teatro na Educação, e vai durante dois dias, sábado, das 10 às 18 horas, e domingo, Dia Mundial do Teatro, das 10 às 12 horas, “conduzir” os inscritos nesta Residência Artística pelo fascinante mundo do teatro.
 
Ardina do Alentejo esteve à conversa com Susana Arrais, que nos falou de como surgiu esta Residência Artística em Estremoz, do que podem esperar aqueles que se inscreveram para nela participar e de quais as suas expectativas para “Viver o Teatro”, nome dado à Residência Artística.
 
Ardina do Alentejo – Como é que surgiu a possibilidade de realização desta Residência Artística em Estremoz?
Susana Arrais (SA) - A vida trouxe-me a sorte de trabalhar com o Cláudio Henriques, Director Artístico do Colectivo Cultura Alentejo, quando ainda era um sonho bonito. Quando me convidou para esta Residência Artística, senti muita vontade de aceitar, porque para além de gostar muito de ensinar e dar formação na área do teatro, é uma oportunidade de estar perto deste projecto que sinto que tem um futuro muito bonito pela frente. Venho para aprender também.
 
Ardina do Alentejo – O que podem esperar desta Residência Artística as pessoas que se vão inscrever na mesma?
SA - Vamos Viver o Teatro! Não podia ter melhor título. Porque no palco desbravamos a vida, contamos histórias e improvisamos.
 

Venham! Sem medos. Porque o teatro é um espaço seguro, de confiança e onde o erro é uma coisa bonita. Não tenham medo de errar, não sintam que não vão conseguir. Não há metas. Não é suposto saber fazer ou “fazer bem”. Não existe isso. O que existe é a vontade de experimentar e conhecer novos lados de nós mesmos, criando.

Para os indecisos, é preciso dizer que não é difícil. Vejamos as crianças que aprendem a vida através do faz de conta… o teatro é inato. Existe em cada um de nós. Como a capacidade de criar. Só precisa de ser estimulado para passar do estado passivo ao produtivo. E é isso que vamos fazer.
Vamos jogar, brincar, conhecendo-nos melhor a cada momento no contacto com o outro. No teatro fazemos esta coisa linda de nos colocarmos no lugar do outro, de exercitar um outro olhar perante a vida. Exploramos a empatia e o amor.
 
Ardina do Alentejo – Com que expectativas está a Susana Arrais em relação a esta Residência Artística?
SA - Como disse venho para partilhar a minha visão do teatro e do trabalho de actor, mas também para aprender com o grupo. Porque cada grupo é sempre diferente e isso é muito estimulante.
Como a inscrição é gratuita e para maiores de 15 anos, tudo pode acontecer. Espero que isso proporcione um grupo com diversidade de idades e de vidas.
 
Ardina do Alentejo – É também com este tipo de iniciativas que os actores e as actrizes se complementam?
SA - Eu sou actriz de formação e de vida, mas também sou formada em Educação e sou professora há 25 anos. Dar aulas e formar actores faz parte da minha essência. Gosto especialmente de trabalhar com amadores e pessoas que nunca tiveram oportunidade de experimentar o teatro. Porque questiona-me mais e faz-me crescer enquanto actriz. 
Todas as vidas que vou conhecendo como professora, levo comigo na bagagem e fazem-me melhor pessoa e actriz.
O actor precisa de sair do palco e viver para poder viver o teatro em pleno.
 
Ardina do Alentejo – Que mensagem deixa aos nossos leitores, não só a todos quantos já se inscreveram, mas também aos que ainda poderão vir a fazê-lo?
SA - Venham! Sem medos. Porque o teatro é um espaço seguro, de confiança e onde o erro é uma coisa bonita. Não tenham medo de errar, não sintam que não vão conseguir. Não há metas. Não é suposto saber fazer ou “fazer bem”. Não existe isso. O que existe é a vontade de experimentar e conhecer novos lados de nós mesmos, criando.
Modificado em sexta, 25 março 2022 00:45

O projecto “Just in Trio Quarteto”, constituído por Marta Garret na voz, Bruno Santos na guitarra, Romeu Tristão no contrabaixo e André Sousa Machado na bateria, são os convidados do segundo espectáculo da temporada de 2022 do Grândola, Vila Jazz, agendado para o próximo dia 25 de Março, pelas 21h:30 horas, no Cineteatro Grandolense.
 
Este ciclo de concertos, cujo nome faz a analogia entre o título do poema que se tornou senha da revolução de 25 de Abril de 1974 – Grândola, Vila Morena – e este estilo musical, pretende diversificar e aumentar o número de concertos de jazz, tornando a vila de Grândola num dos locais de referência do Jazz em Portugal
 
“Grândola, Vila Jazz” nasce este ano, no âmbito da parceria entre a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (SMFOG - Música Velha) e o Município de Grândola, para a dinamização do Cineteatro Grandolense através da realização de concertos de Jazz, que remonta a 2014.
 
O programa completo da temporada de 2022 do “Grândola, Vila Jazz” será divulgado em breve, através de um evento de apresentação da temporada, evento esse que será organizado pela SMFOG - Música Velha e o Município de Grândola, e que contará com a presença de músicos e do curador da temporada.
Modificado em quarta, 23 março 2022 02:56

O Museu Berardo Estremoz volta a ser palco de uma conferência em que o azulejo tem o papel principal.
 
No próximo dia 26 de Março, sábado, pelas 15:30 horas, um dos mais emblemáticos museus da cidade de Estremoz recebe uma conferência subordinada ao tema "Oleiros de azulejos e malega: De Estremoz a Lisboa na memória dos irmãos flamengos João e Filipe de Goes (1553-1578)", que será apresentada pelo historiador de arte Francisco Bilou.
 
A conferência irá centrar-se sobre “Das cousas de pedra e barro” do foral novo de Estremoz, datado de 1512, passando pela memória dos oleiros nele documentados na segunda metade do século XVI, até aos “oleiros de azulejo e malega” da Lisboa quinhentista.
 
Esta comunicação tem o propósito de pôr em destaque a importância da arte decorativa azulejar na construção da identidade portuguesa.
 
Para esta identidade artística foram muitos os contributos externos: a própria loiça vidrada de importação, particularmente de Málaga e por isso dita “malega”, até aos artistas estrangeiros que por cá trabalharam, de onde se destacam os pioneiros na arte da majólica portuguesa, os irmãos flamengos João e Filipe de Goes.
 
Modificado em quarta, 16 março 2022 19:51

A Sociedade Filarmónica Veirense “José Maria Cortes” celebra, no ano de 2022, 152 anos desde a sua criação.
 
De forma a comemorar condignamente a data, a Sociedade Filarmónica Veirense (SFV), fundada em 1870, preparou uma série de iniciativas, agendadas para o próximo dia 19 de Março, sábado.
 
As comemorações iniciam-se pelas 16 horas, na Praça do Marquês da Praia e Monforte, com a interpretação do hino da Sociedade Filarmónica Veirense. Meia hora mais tarde, pelas 16:30 horas, no Jardim Francisco António Bagorro Lopes, terá lugar uma Homenagem aos Músicos, junto ao Monumento ao Músico. Após a homenagem, seguir-se-á uma arruada pelas principais artérias da vila do concelho de Estremoz.
 
Na sede actual da SFV, situada no recém recuperado Palácio dos Coutinhos, quando forem 17 horas, acontecerá um momento de homenagem a diversos associados da emblemática colectividade veirense.
 
O dia festivo culmina com um concerto pela Banda da SFV, agendado para as 17:30 horas, que servirá não só de inauguração do auditório do edifício sede da colectividade veirense, mas também para assinalar o início das actividades culturais naquele espaço do Palácio dos Coutinhos. 
 
Modificado em sexta, 11 março 2022 02:19

Depois da apresentação de “Carvão – A Desconhecida História de Natal”, apresentado por altura das festividades natalícias, em versão streaming, o Colectivo Cultura Alentejo regressa ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
 
No próximo dia 19 de Março, sábado, pelas 21 horas, e no dia 20 de Março, domingo, às 17 horas, a companhia estremocense, conduzida pelo encenador Cláudio Henriques, apresenta “Mário”, um espectáculo elaborado a partir da obra de Mário-Henrique Leiria, escritor surrealista português, que foi uma das mentes mais intrigantes do panorama surrealista em Portugal. Hilariante, político, provocador, Mário-Henrique Leiria publicou, entre outras obras, em 1973, “Contos do Gin-Tonic”.
 
O espectáculo "Mário", que é produzido pelo Colectivo Cultura Alentejo, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, leva o espectador numa viagem pela obra do autor, mas não é uma viagem qualquer. Nesta viagem, o público não está no teatro, está na cabeça, na mente do autor, sentindo e presenciando, muito perto, cada pensamento novo, cada dúvida, cada reflexão, cada memória, cada sonho, navegando no seu imaginário surreal, conhecendo assim os personagens criados por ele e que habitam o espaço, a mente do autor.
 
Um espectáculo imperdível, para quem quiser sentir, rir, pensar.
 
Será que controlamos os nossos pensamentos?
 
Será que controlamos os personagens que habitam a nossa mente?
 
Será que controlamos?
 
Será que?
 
Será?
 
“Mário” é um espectáculo para maiores de 12 anos, que conta com encenação de Cláudio Henriques, assistência de encenação de Francisco Lapa, interpretação de Cláudio Henriques, João Costa, Filipa Fonseca e João Gonçalo Fonseca, sonoplastia e luz de Pedro Soeiro, e figurinos de Valerie Fonseca.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, que têm o preço único de 5 euros, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
Modificado em quarta, 09 março 2022 01:10