terça, 03 agosto 2021

Despertar para a poesia” é o título do livro de poemas de Francisco Martinho Garrido Ramos, que será apresentado ao público, no próximo sábado, 31 de Julho, pelas 17 horas, no auditório do Pavilhão A, do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz.
 
A apresentação do autor e da obra estarão a cargo de João Meira e Cruz, prefaciador do livro, e Hernâni Matos, posfaciador de “Despertar para a poesia”.
 
O autor, natural de São Bento do Ameixial, pai de três filhas e agricultor que já plantou muitas árvores, publica agora um livro por ocasião da passagem do seu 80º aniversário.
 
A maioria dos poemas foram escritos no decurso da pandemia e divulgados nas redes sociais, onde o seu círculo de amigos o incentivou à publicação, que deu origem a esta obra. Com ela fica completa a trindade de coisas, que de acordo com a tradição, um homem deve fazer na vida.
 
A edição de “Despertar para a poesia” é do autor e contou com o apoio do Município de Estremoz.
Modificado em quarta, 28 julho 2021 01:29

No próximo sábado, dia 24 de Julho, pelas 11 horas, será apresentado na Igreja da Misericórdia, em Terena, o livro “Lucefécit – A Horta do Pigeiro”, da autoria de Hélder Salgado.
 
Nesta iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Alandroal, serão cumpridas todas as regras impostas pela Direcção-Geral de Saúde, como o distanciamento social, a obrigatoriedade de uso de máscara, a etiqueta respiratória e a desinfecção das mãos.
 
“Lucefécit – A Horta do Pigeiro” é editado pelas Edições Vírgula.
Modificado em sexta, 23 julho 2021 00:04

Depois do último trabalho, “Eu sou tudo isto”, editado em 2017, a estremocense Zara Tejo está de regresso aos discos. A cantora e compositora apresenta “Agora canto e sou feliz”, o primeiro avanço do novo álbum, que tem edição marcada para o dia 10 de Setembro.
 
“Agora canto e sou feliz” fala do amor e da paixão pela música, das escolhas, dos momentos inspiradores e da capacidade que a música tem de transformar os sentimentos mais profundos nas melodias que nos acompanham todos os dias.
 
E de facto a maior paixão de Zara Tejo é mesmo a música. A Covid-19 impediu a cantora estremocense de pisar os palcos durante algum tempo, mas agora canta e é feliz, porque as paixões verdadeiras duram para sempre.
 
“Agora canto e sou feliz” é uma canção construída em parceria com o produtor Ernesto Leite, e que conta um pouco do romantismo sempre presente na alma dos dois músicos e compositores... o amor esse tema fundamental!
 
Zara Tejo tem quatro álbuns editados, e conta com vários temas seus em novelas nacionais, para além de temas seus fazerem parte de diversos documentários nacionais e internacionais. E com o novo registo discográfico, Zara Tejo tem surpresas na manga...
 
 

Modificado em quinta, 15 julho 2021 15:17

O Centro de Artes de Sines apresenta, de 10 de Julho a 10 de Outubro, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea de ElvasColecção António Cachola, a exposição "Linha do Tempo".
 
Esta mostra permite que sejam apresentadas, em Sines, 67 obras de arte de uma das mais prestigiadas colecções nacionais, a Colecção António Cachola, fundamental para se compreender a arte portuguesa dos últimos 40 anos e, em particular, a do nosso século, que, ao chegar aos seus 21 anos, atinge uma maturidade que nos permite começar a descortinar os traços de uma identidade própria.
 
Estão representados na exposição os seguintes 35 artistas: Ana Mansos, Ana Péres-Quiroga, Ana Rito, Augusto Alves da Silva, Edgar Martins, Fernão Cruz, Gil Amourous, Hugo Guerreiro, Ilda David, Isabel Simões, João Galrão, João Jacinto, João Paulo Serafim, João Queiroz, Jorge Molder, José Loureiro, José Pedro Croft, Luís Campos, Luís Palma, Marcelo Costa, Maria Lusitano, Marta Soares, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Sousa Vieira, Paulo Catrica, Pedro Calapez, Pedro Casqueiro, Pedro Gomes, Rui Chafes, Rui Neiva, Rui Serra, Sofia Areal, Susana Guardado, Vasco Araújo e Vhils.
 
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de segunda a sábado, das 12 às 18 horas.
 
A exposição "Linha do Tempo - Exposição Colecção António Cachola" é uma organização da Câmara Municipal de Sines, em parceria com a Câmara Municipal de Elvas e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas / Colecção António Cachola.
 
Sobre a Colecção António Cachola
A Colecção António Cachola começou a ser construída no início da década de 1990, e reflecte os últimos 40 anos da criação artística visual realizada por artistas portugueses, que começaram a expor pública e regularmente a partir da década de 1980. A colecção propõe uma cartografia dinâmica do sistema de arte português e resulta de um movimento constante de aproximação do coleccionador a artistas e instituições. Desde o início que uma vontade pessoal de coleccionar foi acompanhada pela determinação em conferir uma dimensão pública à colecção e, assim, em 2007, nasce em Elvas, cidade património mundial da UNESCO, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), instituição com tutela municipal que acolhe em depósito a Colecção António Cachola. 
 
Sobre o Centro de Artes de Sines
Vencedor do prémio AICA/MC 2005 e finalista do prémio Mies van der Rohe 2007, o Centro de Artes de Sines é um edifício marcante da arquitectura portuguesa contemporânea. Um projecto da dupla Francisco e Manuel Mateus, tomou como ideia estruturante a criação de um edifício de excepção que agregasse várias funções, servisse todas as camadas da população e funcionasse ao mesmo tempo como parte da cidade e porta do centro histórico. É, desde 2005, o principal equipamento cultural e de suporte às artes e educação em Sines.
Modificado em terça, 06 julho 2021 23:31

Desde o passado sábado, 12 de Junho, véspera do Dia de Santo António, que está patente na Galeria Municipal D. Dinis, em Estremoz, a exposição "Santo António, uma história de Amor", da colecção pessoal de Alexandre Correia.
 
Esta é uma história de amor entre um neto, um avô e um santo: o Santo António.
 
A colecção inicia-se e desenvolve-se como forma de perpetuar a memória do avô do coleccionador. E é também a prova de que se consegue coleccionar amor e afectos.
 
Em certo momento da vida do avô, tinha o neto quatro anos, deu-se um milagre: o santo apareceu ao avô e salvou-o da morte. Um homem agnóstico tornou-se, assim, um profundo e convicto devoto de Santo António.
 
Desde então, e até aos 29 anos de idade, o coleccionador andou de mão dada com o avô e com o santo - e, assim, tornou-se também ele um devoto de Santo António.
 
Após a ida do avô para o céu, o neto herdou a imagem de Santo António que o avô tinha na mesa de cabeceira. Imagem essa que surge publicamente, pela primeira vez, nesta exposição e está em destaque no cartaz.
 
A colecção expandiu-se e, actualmente, tem mais de 800 obras.  Mais do que acrescentar peças, pretende-se divulgar e partilhar esta história de amor e o milagre de Santo António que salvou o avô da morte.
 
A colecção é composta, sobretudo, por obras feitas à mão, muitas delas peças únicas e feitas em exclusivo para a colecção.
 
Existem obras feitas em diversos materiais, mas, essencialmente, prevalecem os costumes e ofícios do nosso país, das nossas gentes.
 
A exposição "Santo António, uma história de Amor" vai estar patente ao público até ao dia 4 de Setembro.
Modificado em domingo, 13 junho 2021 20:38

Confiante de que com esforço, empenho, e respeito pelas normas de segurança, todos os desafios poderão ser enfrentados, o EA LIVE Évora volta a provar que a inspiração bebe-se ao levar o melhor da música portuguesa à cidade património mundial, durante os fins de semana de 16 e 17 de Julho e 23 e 24 de Julho.
 
Será num ambiente intimista, com paisagem sob as idílicas vinhas da Adega Cartuxa, que os concertos acústicos de artistas portugueses consagrados, como Pedro Abrunhosa, Carolina Deslandes, Tiago Nacarato e Bárbara Tinoco terão lugar. Promovendo Évora como destino cultural de excelência, o EA LIVE irá transmitir a sua energia única à comunidade e a todos os que a visitarem, lançando também um desafio, em parceria com a SIC Esperança, que dará a oportunidade a quatro artistas emergentes de actuarem na abertura de cada um dos concertos do evento.
 
Desde 2016 a traçar um caminho que transformou profundamente uma marca de vinhos, numa marca com ligações à arte de fazer música, o EA LIVE tem desempenhado o papel de dinamizador em locais como Évora ou Lisboa. Idealizado para os amantes de música e vinho, nos últimos anos o conceito já assumiu o formato de slow fest, fast festival, music sessions, harmonizando sempre os bons momentos com EA. Assim, considerando fundamental defender este sector e o espaço naturalmente conquistado nos últimos cinco anos, a marca volta a reafirmar a sua convicção, reunindo as condições de segurança necessárias para a realização do festival, com a promessa de voltar a dar palco à música, mas também à descontração, felicidade e diversão.
 
Combinando o que de melhor se faz na indústria vinícola e musical portuguesa, a lotação do EA LIVE irá respeitar as normas indicadas pela Direcção-Geral da Saúde.
 
Os bilhetes, que terão um valor de 30 euros para cada concerto, já estão disponíveis nos locais de venda habitual, incluindo os mesmos uma degustação de vinhos EA, um copo e fita EA Live, e ainda um clipcup.
Modificado em sexta, 11 junho 2021 01:45

Sempre tiveste curiosidade em saber como será o trabalho de um actor ou de uma actriz?
 
Sempre pensaste pisar um palco, representar, experimentar, mas não sabias como?
 
Gostavas de aprender mais sobre interpretação, e de perceber quais as diferentes técnicas para teatro, cinema e televisão?
 
Com o apoio do Município de Estremoz, o Colectivo Cultura Alentejo está a organizar a primeira edição do workshop "Iniciação ao trabalho de ator #1".
 
Esta primeira edição, que será conduzida pelo actor Cláudio Henriques, vai acontecer dia 3 de Julho, sábado, das 10 às 18:00 horas, no Centro Cultural Dr. Marques Crespo, em Estremoz.
 
As inscrições são limitadas (apenas 10 vagas). Para mais informações, os interessados devem contactar o Colectivo Cultura Alentejo através do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou através do instagram @colectivoculturaalentejo.
Modificado em quinta, 10 junho 2021 20:11

O concelho de Mértola celebra, entre os dias 5 e 19 de Junho, o Arte Non Stop, um evento que, através de várias iniciativas centradas na mediação cultural, comemora o 18º aniversário da Casa das Artes Mário Elias.
 
Inicialmente agendado para o mês de Fevereiro, a pandemia “empurrou” o Arte Non Stop para Junho, tendo a autarquia mantido toda a programação anteriormente definida, adaptando-a ao actual contexto pandémico. 
 
Além da diversificada programação cultural que, abarca várias disciplinas e linguagens artísticas contemporâneas do espectro das artes visuais e performativas, como o teatro, a dança e o circo contemporâneo, o programa conta ainda com uma diversidade de acções de mediação entre artistas convidados, organizações, personalidades locais e público.
 
A edição de 2021, vai ser marcada por conversas, encontros, workshops e conferências, que pretendem interligar a comunidade local com a comunidade de artistas que visitará a vila aquando do evento.
 
Companhia Nacional de Bailado, Teatro Nacional D. Maria II / Tiago Rodrigues, Vera Mantero, Noiserv, Raquel Castro, Erva Daninha / Daniel Seabra, Claúdia Gaiolas / Aldara Bizarro, Ana Isabel Castro & Deeogo Oliveira, Daniel Cardeira e Sofia Beça são as companhias e artistas que, durante os 15 dias do festival, apresentarão os seus espectáculos, concertos e exposições.
 
Na sua organização, o Arte Non Stop concretiza ainda os princípios de uma governança colaborativa que se pretende para a cultura, assim como a valorização da mesma como factor de coesão social e territorial.
Modificado em domingo, 23 maio 2021 23:34

"Pela História do Palácio Tocha - O legado vitivinícola" é o nome da conferência que irá ocorrer no próximo dia 18 de Maio, terça-feira, pelas 15 horas, no Museu Berardo Estremoz.
 
A conferência, que terá como orador o Dr. José Calado, insere-se na área de investigação deste historiador sobre a produção de vinho no Alentejo, investigação que o mesmo iniciou há cerca de quatro anos.
 
Em nota de imprensa, a autarquia estremocense acredita que esta conferência “irá ter um elevado grau de interesse para o público em geral”, e para todos os interessados em “conhecer mais um pouco deste imóvel estremocense que tanta história transborda e tantas utilizações teve nos seus cerca de 250 anos de existência”.
 
José Calado é historiador, patrimólogo e consultor nestas mesmas áreas. Membro da cátedra UNESCO e do CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, tem-se dedicado especialmente aos temas de história local e na valorização do Património Imaterial do Alentejo. Licenciado em História, ramo de Património Cultural, pela Universidade de Évora, é doutorando em História e Filosofia da Ciência na mesma instituição. Para além da investigação em História, tem prestado serviços de consultoria na organização de arquivos e bibliotecas, na construção de conteúdos histórico/patrimoniais e na instalação de núcleos museológicos. A nível académico tem colaborado com várias instituições de ensino superior, onde integrou, ou integra ainda, equipas ou projectos em centros de investigação: Universidade do Minho (GHP), Universidade do Porto (CITCEM), Universidade de Lisboa (CLEPUL) e Universidade de Coimbra (Grupo de História e Desporto).
Modificado em quinta, 13 maio 2021 11:44