sexta, 22 outubro 2021

 
O reconhecido actor Carlos Cunha e a sua filha Érika Mota, fruto do casamento com a actriz Marina Mota, voltam a pisar o palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, com a comédia “Ai a minha filha”.
 
Escrita por Roberto Pereira e Eva Jesus, “Ai a minha filha” conta ainda com as participações de Miguel Ribeiro, Lígia Ferreira e Carla Janeiro.
 
No próximo dia 20 de Novembro, a partir das 21:30 horas, o público da região vai poder conhecer Jacinto, um cinquentão a quem a vida sempre correu de feição, até ao momento em que a sua mulher o apanhou, em flagrante, a traí-la.
 
Detentor de uma grande lábia e uma líbido ainda maior, Jacinto sempre teve as mulheres todas a seus pés. Mas a partir desse dia, tudo mudou...
 
De um momento para o outro, tudo lhe passou a correr mal: passou de dono de restaurante a empregado de mesa, de abastado a remediado, de chefe de família a pai solteiro, e de mulherengo a encalhado. E este é o maior dos seus males: estar há dois anos sem ter uma mulher.
 
A viver com a sua filha desde então, Jacinto fará tudo para voltar a viver um (ou mais) grande amor. E, para isso, tentará de tudo. E tudo é mesmo tudo. Até ajuda profissional.
 
Jacinto está longe é de saber que a raiz de todos os seus problemas dorme debaixo do seu tecto: e é nem mais nem menos do que a sua filha.
 
“Ai a minha filha” é uma produção da Carlos Cunha Produções, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz. Em breve serão divulgadas mais informações sobre este espectáculo, nomeadamente o preço dos bilhetes, quando estarão os mesmos à venda e onde poderão ser adquiridos.
 
 
 
 
 
 
Modificado em terça, 19 outubro 2021 23:04

 
A participação de Odemira na edição de 2021 do Festival Sete Sóis, Sete Luas termina com a exposição de artes plásticas “Saramago Mediterrâneo”, uma homenagem artística ao escritor, que estará patente ao público no Espaço CRIAR, entre os dias 4 de Outubro e 16 de Novembro.
 
“Saramago Mediterrâneo” é uma exposição internacional itinerante dedicada a José Saramago e ao romance “Ensaio Sobre a Cegueira”, que conta com a participação de 41 artistas de vários países da rede Sete Sóis, Sete Luas (Marrocos, Cabo Verde, Portugal, Itália, Espanha, França), que colaboraram com o festival durante os seus 29 anos de existência.
 
O Festival Sete Sóis, Sete Luas tem uma ligação especial com o escritor José Saramago, que remonta a 1992, altura em que o escritor cedeu a um grupo de jovens estudantes os direitos da edição italiana do livro “O ano de 1993”. Desde esse momento, e até à sua morte, foi ele o Presidente Honorário do festival, sendo o próprio nome do festival tirado de um dos seus romances, “Memorial do Convento”, a partir das personagens Baltazar (Sete Sóis) e Blimunda (Sete Luas), que se associam ao sonho do Padre Bartolomeu de Gusmão de construir a primeira máquina voadora, a passarola que é o símbolo do festival.
 
Para a organização do festival, esta exposição “partiu do sentimento que liga o festival ao grande escritor português e é uma homenagem ao seu pensamento, às suas ideias, à sua poética. Foi pedido aos artistas (pintores, escultores, fotógrafos) dos vários países da rede cultural, que ao longo destes anos têm participado no projecto Sete Sóis, Sete Luas, que criassem uma obra inspirada em Saramago e, de modo especial, no seu romance “Ensaio sobre a Cegueira”, que se tornou ainda mais actual com o aparecimento nas nossas vidas da emergência originada pela Covid-19. A cegueira de que fala Saramago é uma epidemia contagiosa, um beco sem saída, e nas entrelinhas é revelada uma análise bem lúcida acerca da natureza humana, que nos parece falar sobre nós próprios”.
 
A exposição pode ser visitada no Espaço CRIAR, entre as 10 e as 13 horas e das 14 às 17 horas.
 
 
 
 
 
 
Modificado em segunda, 04 outubro 2021 15:24

Habituados a tocar para grandes multidões e conhecidos pela energia contagiante das suas actuações ao vivo, os D.A.M.A. apresentam-se agora num formato mais intimista.
 
A digressão acústica que vão levar a algumas salas do país, durante este Outono, irá estreitar ainda mais a relação de proximidade que têm com o seu público, permitindo a redescoberta das canções da banda.
 
Em ambiente familiar de sala de estar, Francisco M. Pereira (Kasha), Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho, o núcleo central dos D.A.M.A, convidam o público a embarcar numa viagem honesta e emocional pelas canções dos seus quatro álbuns de originais.
 
O Grande Auditório do Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP) recebe este “trio maravilha” no próximo dia 6 de Novembro, pelas 21 horas.
 
Os bilhetes para o concerto acústico dos D.A.M.A., que se prevê que seja inesquecível, já se encontram à venda aqui, tendo cada ingresso o custo de 12 euros.
Modificado em quinta, 16 setembro 2021 22:27

"Estremoz: Histórias de moda contadas por Paulo Azenha” é o nome da exposição que será inaugurada na próxima quinta-feira, dia 23 de Setembro, pelas 18 horas, no Posto de Turismo de Estremoz.
  
Na nota de imprensa enviada às redacções, o estilista Paulo Azenha refere que “momentos na vida existem em que as palavras são de ouro”, recorrendo à “sabedoria popular” e à expressão “o bom filho à casa torna”.
 
Para o designer de moda “este poderia ser o slogan perfeito” para a exposição que estará patente “na bela cidade de Estremoz”, até ao dia 7 de Novembro, e que irá decorrer em quatro diferentes pontos da cidade, e que “revisita os meus 20 anos de criação ao serviço da beleza feminina”.
 
Quando fala de regresso, Paulo Azenha quer fazer referência ao ano de 1984, “onde tive a honra e o privilégio de fazer a minha primeira exposição” na Biblioteca Municipal de Estremoz, “sobre a batuta mágica do Professor Joaquim Vermelho, tendo como elo de ligação a Professora de Educação Visual, Isabel Taborda”, numa altura em que “contava 13 anos de idade” e tinha “acabado de chegar à Escola Secundária Rainha Santa Isabel”.
 
Com alguma nostalgia, o também ilustrador salienta que “ainda hoje projecto esses momentos no meu coração” e mesmo que as suas passagens por Portugal sejam de curta duração, revela ter sempre “tempo para revisitar esta cidade que me viu crescer, bem como os amigos que guardo até hoje”.
 
O estilista sente-se “um homem abençoado” por ter construído uma carreira, manifestando o “amor e admiração” que tem pelo universo feminino. “Esta carreira, nesta exposição retrospectiva – que vejo como um bonito ramo de rosas - fica a dever-se à inteira devoção dedicada à beleza feminina, que faz de mim um ser completo, procurando o equilíbrio, a perfeição e a harmonia" conclui Paulo Azenha.
 
Fazendo justiça a uma paixão de criança, o artista, que já foi responsável pela imagem de várias figuras públicas como Júlia Pinheiro, Serenela Andrade ou Cristina Ferreira, instalou-se no ano de 2009, na cidade luz, Paris.
 
Patente até ao dia 7 de Novembro, a exposição "Estremoz: Histórias de moda contadas por Paulo Azenha”, decorre em quatro espaços diferentes da cidade: no Posto de Turismo de Estremoz, no claustro da Câmara Municipal, no Teatro Bernardim Ribeiro e na Biblioteca da Escola Secundária Rainha Santa Isabel.
Modificado em quinta, 16 setembro 2021 01:05

O Coreto do Jardim Público de Évora recebe na próxima sexta-feira, 10 de Setembro, pelas 21:30 horas, um concerto de Noiserv, integrado no “Volta a Portugal em 8 Coretos”, projecto com que o músico, conhecido também como "homem-orquestra", está a percorrer o país. Com este projecto, Noiserv chega a oito regiões de Portugal Continental, onde irá realizar oito concertos, em oito coretos.
 
O espectáculo na cidade-museu de Évora está marcado para o Coreto do Jardim Público, datado de finais do século dezoito, e que foi recentemente reabilitado após o acidente ocorrido com a queda de uma grua, durante as obras de recuperação do Palácio D. Manuel.
 
Com esta digressão, Noiserv (nome artístico de David Santos), procura “fundir a sua música contemporânea com o património, através de um espectáculo audiovisual realizado em oito bonitos lugares, cheios de histórias e de música”, em que apresenta "Uma Palavra Começada por N", o seu quarto álbum de originais, lançado em Setembro do ano passado.
 
Este concerto constitui uma boa oportunidade para devolver ao Coreto a sua função original de palco para actuações musicais, agora que está concluída a reabilitação de toda a estrutura, após o acidente ocorrido em 2019.
 
Devido à gravidade dos danos, os trabalhos implicaram uma intervenção complexa e morosa, com respeito pelas técnicas construtivas originais, cumprindo o propósito de preservar a autenticidade histórica e material do Coreto, preservação essa que foi conseguida, também, através do reaproveitamento, tratamento e limpeza de todos os elementos originais em que tal foi possível e, de réplicas, nos restantes casos.
 
A entrada é livre, com lotação limitada a um máximo de 200 pessoas por ordem de chegada.
Modificado em quarta, 08 setembro 2021 22:29

O Jardim Público do Palácio D. Manuel, em Évora, recebe no próximo dia 9 de Setembro, quinta-feira, pelas 17:30 horas, a apresentação do livro “As Pedras na Ciência e na Cultura”, autoria do Professor A. M. Galopim de Carvalho, numa edição da Âncora Editora.
 
A obra será apresentada pelo Professor Rui Dias, Catedrático da Universidade de Évora.
 
Pedra e rocha são duas maneiras de dizer a mesma coisa. Só que, via de regra, são usadas em discursos diferentes. Apanhamos uma pedra do chão, mas, quando estudamos, falamos quase sempre de rochas.
As Pedras na Ciência e na Cultura não é um manual escolar. Sem nunca perder de vista o rigor científico dos temas versados, opta pela liberdade expositiva, preferida pelo autor. Apoiado numa experiência de anos, utiliza muitas vezes o formato coloquial que sempre o aproximou dos leitores e não evita, numa ou noutra exposição, uma certa intencionalidade poética”.
 
Esta apresentação, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Évora, é de entrada livre mediante confirmação para o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
 
Sobre o autor
ANTÓNIO GALOPIM DE CARVALHO
A. M. Galopim de Carvalho nasceu em Évora, em 1931.
É doutorado em Sedimentologia (3ème cycle) pela Universidade de Paris (1964), e em Geologia pela Universidade de Lisboa (1968), tendo leccionado na Faculdade de Ciências desta universidade de 1961 a 2001, ano em que se jubilou como professor catedrático. Leccionou, igualmente, em Geografia, na Faculdade de Letras da mesma universidade, de 1965 a 1981.
É autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção. Para além de ter assinado cerca de 300 títulos (entre artigos científicos, de divulgação científica e de opinião), tem proferido nas duas últimas décadas conferências e participado em colóquios e debates por todo o país e no estrangeiro.
Dirigiu o Museu Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, de 1983 a 1992, e o Museu Nacional de História Natural (MNHN), de 1992 a 2003, onde foi o mentor e responsável científico de sucessivos projectos de investigação nas áreas da Geologia Marinha e da Paleontologia dos Dinossáurios.
Actualmente continua a trabalhar na divulgação, salvaguarda e valorização do património geológico nacional.
É patrono do Agrupamento de Jardins-de-Infância e Escolas Professor Galopim de Carvalho, em Queluz, e da Escola Básica Galopim de Carvalho, em Évora.
Concebeu e participou na concretização do Museu do Quartzo, em Viseu, oficialmente designado por Centro de Interpretação Galopim de Carvalho.
Foi-lhe atribuído, em 2018, o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade de Évora.
Modificado em segunda, 06 setembro 2021 01:07

O Paço dos Henriques, em Alcáçovas, recebe na próxima sexta-feira, dia 3 de Setembro, pelas 18 horas, a apresentação do livro “Portas e Janelas que Contam Histórias … de Alcáçovas”, da autoria de Bela Mestre, numa edição da Associação Terras Dentro, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Alentejo.
 
A sessão de apresentação vai contar com a presença da autora Bela Mestre, de Bengalinha Pinto, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo e de Elsa Branco, da Associação Terras Dentro.
 
Actualmente a residir no concelho do Seixal, Bela Mestre nasceu em Alcáçovas. Enfermeira de profissão, foi na pintura que, de forma autodidata, encontrou a sua forma de comunicar emoções, vivências, histórias e, acima de tudo, “histórias das suas gentes e das localidades que lhe são próximas”.
 
Expõe individualmente desde 1993 e encontra-se representada em diversas colecções particulares e oficiais, tendo, ao longo da sua vida artística, recebido diversas distinções, prémios e menções honrosas.
 
O livro reúne 30 imagens de aguarelas originais de portas e janelas da vila de Alcáçovas, acompanhadas por textos baseados na vivência da própria autora e na pesquisa oral que efectuou em conversas com a população. Trata-se, afinal, de um “roteiro para todos os que procuram conhecer a vila de Alcáçovas, a região de Viana do Alentejo e as gentes do Alentejo”.
 
“Portas e Janelas que Contam Histórias … de Alcáçovas” deu igualmente origem a uma exposição com o mesmo nome, que será inaugurada após a apresentação do livro, no âmbito das Comemorações do Tratado de Paz de Alcáçovas, e que pode ser visitada entre as 10 e as 13 horas e das 14 às 18 horas.
 
O livro vai estar disponível para venda nos Postos de Turismo do concelho, em Viana do Alentejo, no Castelo, e em Alcáçovas, no Paço dos Henriques.
Modificado em segunda, 30 agosto 2021 22:13

A Direcção Geral das Artes divulgou no dia de hoje, terça-feira, 24 de Agosto, que a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) vai arrancar com pelo menos 50 equipamentos culturais credenciados, que poderão candidatar-se a um apoio à programação a partir de Outubro.
 
O organismo estatal divulgou uma lista dos primeiros 50 auditórios, centros culturais, cineteatros, teatros e fóruns em "praticamente todo o território nacional", que obtiveram a credenciação para integrar a RTCP.
 
Os 50 equipamentos culturais agora divulgados poderão concorrer a um apoio à programação, apoio esse que chegou a estar agendado para 27 de Setembro, mas que só abrirá a 09 de Outubro.
 
Segundo a DGArtes, "brevemente" será divulgada "uma segunda e última lista de equipamentos credenciados nesta fase inicial de arranque da rede" e que também poderão concorrer ao apoio à programação.
 
No passado mês de Julho, no Parlamento, a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, revelou que a linha de apoio à programação terá uma dotação entre cinco e seis milhões de euros.
 
O regulamento indica que na fase inicial de implementação, os equipamentos culturais nos concelhos de Lisboa e do Porto não podem concorrer ao apoio à programação, para que as verbas cheguem a "realidades territoriais mais carenciadas em termos de recursos, projectos e dinâmicas culturais e artísticas".
 
Entre os primeiros 50 equipamentos culturais divulgados estão o Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), o Teatro Viriato (Viseu), a Casa da Criatividade (São João da Madeira), o Auditório de Espinho, o Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova) e o Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
 
Quanto aos equipamentos culturais dos Açores e da Madeira, nesta primeira lista consta apenas o Teatro Municipal Baltazar Dias (Funchal).
 
Quando esta fase de arranque da rede estiver concluída, o processo de credenciação "passará a estar aberto em regime de permanência, sem interrupções" para as entidades que queiram aderir no futuro.
 
Os equipamentos alentejanos que inicialmente englobam a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses são o Armazém 8 - Casa das Artes (Évora), o CAEP - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, o Cine Granadeiro (Grândola), o Cine Teatro Sousa Telles (Ourique), o Cineteatro Curvo Semedo (Montemor-o-Novo) e o Pax Julia – Teatro Municipal (Beja).
 
c/ LUSA
Modificado em terça, 24 agosto 2021 19:48

Luís Miguel Pombeiro, empresário responsável pela gestão tauromáquica da Praça de Touros de Estremoz, anunciou há poucos instantes o cartaz da 1ª Feira Taurina de Estremoz, feira que transformará a cidade estremocense na capital da afición alentejana, e cuja organização pertence à Ovação e Palmas Tauromaquia.
 
O certame taurino, que se realiza a 27 e 29 de Agosto, tal como o Ardina do Alentejo oportunamente aqui divulgou, conta com a realização de duas corridas de toiros, uma corrida de toiros à portuguesa e uma corrida mista.
 
Na sexta-feira, 27 de Agosto, pelas 22 horas, terá lugar uma corrida de toiros à portuguesa, com cavaleiros em máxima competição. Em praça, para lidar um curro de seis touros de António Charrua, estarão os cavaleiros João Moura Caetano, que em 2021 comemora 15 anos de alternativa, João Ribeiro Telles e o rejoneador espanhol Andrés Romero. Nas pegas, e para disputar um emocionante Concurso de Pegas, foram “convocados” o Grupo de Forcados Amadores de Portalegre, o Grupo de Forcados Amadores de Arronches e o Grupo de Forcados Académicos de Elvas.
 
No domingo, pelas 15 horas, realizar-se-á uma corrida mista, que contará com a presença dos cavaleiros de alternativa Rui Salvador Ana Batista, e do praticante Paco Velásquez. Na disputa de um verdadeiro duelo ibérico estarão em praça dois matadores: o espanhol José Garrido e o português Manuel Dias Gomes. Serão lidados seis toiros da ganadaria Voltalegre e um da ganadaria de Guiomar Cortes Moura. Pegam, em solitário, o Grupo de Forcados Amadores de Montemor, capitaneado por António Vacas de Carvalho.
Modificado em segunda, 16 agosto 2021 22:15

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