sábado, 16 dezembro 2017

Ardina do Alentejo - 1º Aniversário

Escrito por sábado, 23 janeiro 2016 18:32
 
Parabéns ao Ardina do Alentejo e à sua equipa, pela passagem do seu 1º Aniversário.
 
Quando tudo é feito com dedicação, responsabilidade e carinho pela arte, é fácil chegar, aos cidadãos da comunidade e com êxito garantido, como vem acontecendo ao longo deste ano.
 
Imagino o quanto é difícil manter uma informação atualizada no dia-a-dia ou até mesmo na hora, muitas vezes incompreensível por uns mas louvável por outros, a vida é assim tem destas coisas o importante é não desistirmos.
 
Mais uma vez parabéns a toda a equipa e colaboradores que fazem do Ardina o que ele é.
 
Continuem com este projeto inovando sempre.
 
Um abraço, e não se esqueça de apagar as velas.
 

 
 
Quero felicitar o portal "Ardina do Alentejo" pelo seu aniversário.
 
O desenvolvimento deste projeto é muito importante, porque a existência de um espaço jornalístico melhora e aumenta o olhar para a nossa realidade local. Outro aspeto fundamental, tem a ver com a liberdade de expressão. Mostrar o que de melhor se faz na nossa região é também decisivo.
 
Desejo também à direção e seus colaboradores os mais sinceros sucessos futuros.
 
Muitos parabéns!
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Embora a arte das palavras não seja o meu forte, gostaria de responder ao desafio que me foi lançado deixando um pequeno e simples texto para assinalar o primeiro aniversario do Ardina do Alentejo.
 
Resultado do gosto do meu amigo Pedro Soeiro de informar, e informar com qualidade e isenção, surgiu o "Estremoz Soeiro", onde passava informação regional, principalmente do concelho de Estremoz, combatendo a carência de órgãos de informação local online.
 
Tal foi o seu êxito que um passo mais à frente se exigia.
 
Mais informação, mas o mesmo rigor, maior abrangência, mais opiniões que não a sua, olhares de outros olhos para que a pluralidade aconteça.
 
Isto para mim é o Ardina, site de informação do qual não prescindo.
 
Parabéns Pedro por sonhares e teres a ousadia de tornares o sonho realidade, parabéns também a todos os teus colaboradores pelo magnifico trabalho que em conjunto executam.
 
Gostaria ainda de deixar uma pequena nota de agradecimento, pois como Estremocense, sempre por vós me senti apoiado na minha atividade profissional, neste mundo onde nem sempre os santos da terra fazem milagres. 
 
Muitos parabéns pelo primeiro de muitos aniversários que certamente irão assinalar.

Ardina do Alentejo - 1º Aniversário

Escrito por sábado, 23 janeiro 2016 17:12
 
Olha, Pedro, o teu projeto é uma iniciativa de valor, que penso estar a afirmar-se neste primeiro ano de vida.
 
Gosto de saber que tens notícias, que levam todos os que te seguem a estar sempre ligados à terra e à região. 
 
Gosto das crónicas, ao sabor da emoção, e propositadamente, deixo-as para o fim e gosto de me enrodilhar nas suas palavras e na comoção que 
me provocam às vezes. Gosto das mensagens sobre gentes que conhecemos que nos transportam para outros tempos, e nos fazem abraçar passados.
 
Continua, assim, entusiasta, persistente, o teu otimismo e o teu trabalho serão contributo para a valorização da nossa cidade de Estremoz.
 
 
 

 
Parabéns Ardina do Alentejo.
 
Neste seu primeiro aniversário, não poderia deixar de dedicar alguns considerandos e felicitar o Ardina do Alentejo.
 
Pelo conhecimento que tenho deste órgão de comunicação digital, ele nasce da carolice, do abnegado trabalho e da eficácia do seu fundador, Pedro Soeiro, que em conjunto com uma excelente equipa de colaboradores, têm conseguido, que esta excelente fonte de opinião e de notícia, tenha vindo a aumentar o seu caudal, com soberba eficácia.
 
Ao Ardina do Alentejo, ao seu fundador e aos seus colaboradores, concedo os meus parabéns e lanço o apelo à continuidade do honroso trabalho.
 
Obrigado Ardina.
 

 
Parabéns ao Ardina do Alentejo, e em particular ao Pedro Soeiro, pela iniciativa de ter iniciado este projeto que agora assinala o primeiro aniversário.
 
Enquanto estremocense  não podia deixar de louvar a forma como o Ardina tem divulgado a nossa cidade bem como as nossas gentes e enquanto cavaleiro tauromáquico agradecer também o trabalho e o apoio que têm dado a Festa Brava.
 
Um bem haja e o desejo de muitos e bons anos com sucesso!

Ardina do Alentejo - 1º Aniversário

Escrito por sábado, 23 janeiro 2016 14:21
Sou um leitor fiel do Ardina do Alentejo porque cumpre fielmente o primeiro requisito do jornalismo: dá notícias.
 
Aprecio a rapidez, o rigor e a simplicidade.
 
Para a diáspora estremocense espalhada pelo Mundo, o Ardina está já no top das suas preferências, o que coloca aos órgãos de comunicação tradicionais novos desafios: fazerem mais e em profundidade, porque as novidades já estão todas no Ardina.
 
Parabéns, Pedro Soeiro, e longa vida para o Ardina.
 
 
 
 
 

Parabéns Ardina de Estremoz!
 
É com muito prazer que felicito o Ardina por este seu primeiro aniversário!
 
O Ardina, mais que um site de notícias, é um elo de ligação, é uma partilha de informações, de afetos e de memórias dos alentejanos, em particular (por afinidade óbvia) – de nós, estremocenses, em particular.
 
O Ardina, sempre presente, sempre actual e original, habituou-nos a apresentar a notícia “despida” de interesses, “despida” de aspas e sem segundas intenções ou favorecimentos.
 
A notícia como ela é! A notícia que interessa! A notícia do (realmente) ocorrido! 
 
A notícia que não fabrica casos ou intrigas porque a alguém lhe dá jeito. A notícia  má e a boa! Mas, certamente, não publicará a não notícia. Com certeza, não publicará a notícia sem ouvir as partes, sem entender a causa, o ocorrido e as consequências. Assim, eu espero que prossiga!
 
Até hoje, não deixou de dar a notícia porque não convinha ao A ou ao Z, àquela instituição ou àquela empresa. Também, nem por isso tem favorecido o A ou o Z, por receio, medo ou... quaisquer coisas que “perversas mentes” possam alcovitar.
 
O Ardina não é o Pedro Soeiro. O Ardina é o Pedro e com quem ele tem acrescentado mais e muito a este projecto!
 
Bem-haja Pedro e quem contigo colabora. Bem-haja Ardina! Continuem o vosso trabalho de rosas e espinhos!
 
Eu e todos os estremocenses contamos convosco, hoje e amanhã!
 

 
Hoje. Amanhã. Sempre.
 
Neste tempo que é de todos nós, este que deveríamos viver, é fundamental, essencial, que para além das mil e uma preocupações diárias, de carácter prático, sentimental, social, político que temos (era óptimo que assim não fosse),  que exista informação de qualidade, sem filtros, com veracidade, clara.
 
É aqui neste “deserto” que na minha opinião pessoal fazem falta “oásis” como o Ardina do Alentejo, felizmente não é caso único, felizmente acredito que mais apareçam, felizmente existem mais pessoas como o Pedro e a sua equipa, interessadas em informar, e que esta informação não fique apenas por conceitos generalistas e globais. 
 
Faz tanta falta. 
 
E por isso o meu obrigado, obrigado por me satisfazerem a curiosidade quando quero saber algo mais sobre a minha cidade, a minha gente, quando quero “apenas” saber mais.
 
É isto que se quer, hoje, amanhã e sempre.
 
Um ano passado, mais anos virão.

 
O que posso dizer sobre o Ardina do Alentejo é que é por ele que vou sabendo e estando sempre
em cima do acontecimento, a nível de notícias regionais, boas ou más, que chegam sempre na hora.
 
Neste momento é através das redes sociais ou de meios de comunicação on-line que me informo de como vai o mundo, em particular a minha cidade.
 
Continuem com o vosso trabalho informativo, actualizado e sempre na hora...
 
Parabéns pelo serviço cívico que prestam!
 
 

Ardina do Alentejo - 1º Aniversário

Escrito por sábado, 23 janeiro 2016 00:44

Após a solicitação, do editor deste projeto informativo, em gerar um pequeno texto assinalando tão enigmática data festiva da criação do mesmo, tomo a liberdade de emitir alguns parágrafos referentes ao assunto em epígrafe.

Depressa me prontifiquei a cumprir tão mui nobre e honrosa solicitação expressa pela equipa editorial do “Ardina do Alentejo”, doravante referenciado ao longo do texto como “AdA”.
 
Em primeiro lugar endereçar votos de parabéns a toda a equipa editorial do “AdA” por comemorarem o primeiro de muitos e longos anos deste projeto informativo.
    
Ao ser criado este projeto, os responsáveis criaram-no gizando caminhos bem definidos, traçando objetivos a atingir, estabelecendo um “Core Business” onde gerariam uma plataforma de notícias e informações relevantes para uma população regional.
Rapidamente verificaram que não seriam mais um Blog informativo, servindo somente para aumentar o rácio existente no ranking dos inúmeros blog’s da blogosfera digital, que versam sempre o mesmo “Core Business” comum aos blog’s existentes, isto é, tornando-se mais um blog a jorrar inúmeras noticias e informações “ad-hoc”.
Desde cedo o plano gizado foi analisado e reformulados os objetivos, muito em virtude dos “feed-back” que chegavam ao seu conhecimento, obrigando-os deontologicamente falando, a elevarem a fasquia do profissionalismo informativo e noticioso para padrões mais elevados de eficiência, bem como, de proficiência nos mais variados campos inerentes a um projeto informativo da sua dimensão.
Invariavelmente, teriam de obrigatoriamente reformular os contextos do projeto e toda uma panóplia de atividades e conteúdos, bem como, restruturar estruturas de colaboradores, compartimentalizando grandes áreas (por temas ou rúbricas) com vista à disseminação mais completa das informações e/ou  noticias.
Não se deixando levar em facilitismos, impôs um ritmo de trabalho em toda a equipa, que o distinguiu, dentro da guerra digital que é a blogosfera digital de plataformas informativas, sejam elas de índole regional, nacional e mesmo internacional, como sendo um exemplo a seguir pelo cuidado demostrado na maneira como apresenta a informação ao seu público-alvo.
Ao ser um ponto de referência nas noticias regionais sempre pautou a sua conduta por um profissionalismo impar, bem patente nas noticias e informações que divulgou, ambicionando sempre estar na linha da frente, com oportunismo, dedicação e muito cuidado, ao transmitir da noticia/informação procurando sempre colocar-se em primeiro lugar como recetor da mesma e verificando se atingia plenamente o efeito a que se propôs aquando da divulgação dessa mesma noticia.
 
Finalizando, por já ir longo o texto que me foi solicitado (i.e – “ um pequeno texto…”), permitam-me exprimir um sentimento que percorre a alma, chamando-o de orgulho, de ser Estremocense (local deste projeto informativo), e de poder conviver com alguns elementos desta magnifica equipa, que dia-após-dia não olha nem regateia a esforço, mesmo com privação de família, amigos e companheiros, de poder dedicar o seu tempo de lazer a procurar evoluir este projeto informativo, melhorá-lo e na minha opinião, procurar informar os desinformados, sempre pautando a sua vivencia e maneira de transmitir as informações/noticias, assentes em virtudes, que muitas vezes neste mundo narcisista são apelidadas de corriqueiros, como sendo, a imparcialidade, honestidade de carácter, abnegação em proveito do próximo, retidão de atos e mais poderiam ser enumerados.
Formulo votos de parabéns a toda a equipa deste projeto pelo primeiro aniversário, desejando um longo e prospero futuro que se avizinha cheios de prémios, nem que sejam os prémios morais do dever cumprido, exortando-os a continuarem a informar a cidade, distrito, a região e quiçá a nível nacional e internacional tornando-se num pólo de excelência conquistando por mérito próprio o lugar que é vosso por direito dentro da desenfreada guerra no mundo dos mídia.
 
Se me permitirem, terminaria com um jogo de palavras que, em jeito de súmula, transmite numa só frase o meu sentimento relativamente a este projeto informativo.
 Nunca o somatório de pequenos atos, bem patente neste projeto informativo de nome “ARDINA DO ALENTEJO”, emanados por tão grandes e desinteressadas pessoas, contribuíram tanto para a glorificação da informação neste grande mundo que é a Informação Digital.
 

Há balões no céu do Alentejo

Escrito por sexta, 13 novembro 2015 19:25
Até Domingo, o céu do norte alentejano vai ser literalmente pintado com várias cores, pelos 37 pilotos de sete países diferentes presentes na 19.ª edição do Festival Internacional de Balões de Ar Quente. Com as expectativas a serem superadas ao terceiro dia e com seis voos realizados, este é um dos poucos eventos que pode ser apreciado em duas perspectivas, a de assistente ou mesmo a de participante. Alter do Chão, Fronteira e Monforte são os locais escolhidos para acolher esta edição.

 
A azáfama começa bem cedo e para garantir o seu voo, há quem esteja disposto a prescindir de umas boas horas de sono, para marcar lugar na fila de inscrições. Feito o briefing e já com o entusiasmo a notar-se, as pessoas inscritas são distribuídas pelos vários balões e convidadas a participar na montagem dos mesmos.
Quando estamos a voar num balão conseguimo-nos abstrair das dificuldades do dia-a-dia, dos problemas, e ficamos embutidos por este espírito de liberdade de forma a desfrutar o que o mundo e neste caso concreto o Alentejo e o que o concelho de Monforte tem para nos oferecer” garante Aníbal Soares, piloto há 24 anos e responsável pelo evento.
 
A realização de um evento deste tipo tem uma condicionante: a meteorologia. “Na análise que fiz com uma certa antecipação previa-se bom tempo o que se veio a concretizar. Tudo isto é uma previsão, não é uma ciência exacta” remata Aníbal Soares, a cerca de 1.200 metros de altitude, com uma paisagem alentejana a perder de vista.  
 
 
“Vejam aí em baixo se não há nenhum balão”
 
A viagem, de aproximadamente uma hora, faz-se com a maior tranquilidade e há ainda oportunidade para relaxar, onde a única “banda sonora” - esporádica - é o do queimador a “cuspir” fogo.
 
Questionado sobre qual a viagem que mais gostou de fazer na sua vida de balonista, Aníbal não tem dúvidas “a viagem do dia de hoje! É sinal que ainda cá estou a desfrutar e a proporcionar o prazer de voar!
 
Apesar de não ter nascido com asas, este desporto corre nas veias de Aníbal Soares, também rosto da empresa Publibalão
 
Vejam aí em baixo se não há nenhum balão”, pede ajuda aos sete passageiros, para se assegurar que pode mudar ligeiramente a rota, com a ajuda do vento. “Temos cá sete países representados, o que nesta altura e também devido à situação económica não é tarefa fácil, mas nós conseguimo-lo fazer sem muito esforço, devido à tradição e reconhecimento que este evento já tem no mundo do balonismo” comenta, já a poucos metros do chão.
 
 
Sonho por concretizar
 
Este é o evento de balonismo com maior número de pilotos europeus e a grande dificuldade da organização “é dizer não”. “Se tivéssemos mais condições de logística e alojamento, seria bastante mais fácil atingir um número recorde e torná-lo num grande evento a nível europeu. Infelizmente a capacidade económica e logística, não nos permite sonhar tão alto. Mas continuamos a sonhar e a tentar ter o maior número de balões” comenta Aníbal Soares, depois de accionar, com uma das mãos, o queimador.
 
Apesar da capacidade de oferta ser reduzida, são feitos todos os esforços para que todas as pessoas que se deslocam aos locais de meeting point possam voar a título gratuito, “não temos 1000 ou 100 lugares - temos alguns e dentro disso tentamos proporcionar às pessoas uma viagem única”.
 
 
Em busca de uma aventura inesquecível
 
 
Por estes dias e de vários pontos do país, são muitas as pessoas que rumam até ao Alto Alentejo não só para assistir ao evento como também para fazer parte dele. Ao meeting point de Monforte chegaram inúmeros aventureiros em busca de uma experiência única e diferente nos céus do Alentejo. É o caso de Francisco Miranda que, juntamente com um amigo, se fez à estrada rumo a Monforte. “Apenas viemos para assistir ao evento, mas vamos tentar andar de balão também”, disse entusiasmado com a ideia, depois de 220 quilómetros percorridos de mota com partida em Caparide (Estoril).


Directamente de Aveiro, com mais três amigos e também em busca de uma aventura inesquecível, veio Fernando Neto, de 58 anos. “Apesar de já termos conhecimento há uns dois ou três anos, é a primeira vez que participamos no evento” afirmou o “porta-voz” do grupo, minutos antes de viver provavelmente uma das melhores experiências da sua vida. “Queremos aproveitar a idade” folga José Espírito Santo apoiado a um cajado improvisado que utilizou durante o tempo em que esteve na fila de espera das inscrições.
 
* Reportagem de Ivo Moreira
 
 
 
No passado Sábado, dia 10 de Julho, o Intermarché de Estremoz soprou as velas do 13º aniversário da superfície comercial do Grupo Os Mosqueteiros na cidade branca do Alentejo.
 
Música com o duo “Pólen”, animação radiofónica, entrega de brindes, prova de produtos regionais e oferta de café e bolo de aniversário marcaram o dia festivo do supermercado gerido por Pedro e Paula Esperança.
 
Muitos foram aqueles que não quiseram perder a oportunidade de se deslocar ao Intermarché de Estremoz, aproveitar os preços baixos, assistir e divertir-se com a animação proporcionada e saborear o bolo de aniversário, transformando o Sábado num dia de ainda maior afluência na superfície comercial.
 
Em declarações à comunicação social, o gerente do Intermarché de Estremoz referiu que “a festa” correu dentro das expectativas, “muito por culpa do trabalho de antecipação que fizemos, com o lançamento de flyers, tendo em vista este dia”. 
 
Pedro Esperança fez um balanço dos sete anos enquanto gerente do Intermarché de Estremoz, salientando que “têm sido uns bons sete anos, nomeadamente em termos sociais. Temos procurado inserir-nos na sociedade e levar o bom nome do Grupo Os Mosqueteiros à sociedade estremocense e ao concelho. De uma forma muito peculiar tentamos levar este supermercado para além daquilo que é um supermercado habitual, tentando fazer com que aqui as famílias se sintam bem”.
 
Olhando para o futuro, Pedro Esperança falou nos projectos que vão arrancar em breve e que vão mudar a “face” do Intermarché de Estremoz: “Vamos arrancar muito brevemente com um projecto de auto-consumo, dedicando-nos de uma forma ainda mais acentuada ao ambiente, vamos ampliar os metros quadrados de área de venda da loja, o que vai permitir com que fiquemos com um armazém para acolhimento logístico mais funcional daquele que temos agora”. Acrescentou ainda que “associado ao facto de termos uma placa de venda aumentada, vamos fazer uma remodelação na área fresca (peixaria e frutaria)”.
 
Praticamente no final da conversa com os jornalistas, Pedro Esperança adiantou uma novidade para muito breve: “Tentámos durante esta semana fazer a inauguração do serviço que vai ser instalado naqueles quadrados amarelos que se encontram na rua e junto à loja, mas tal não foi possível. Mas vai ser possível dentro de duas semanas certamente. Vamos ali instalar uma lavandaria self-service, 24 horas, com secagem e lavagem, para roupa com pequenos ou grandes volumes”.
 
O Intermarché conta nas suas “fileiras” com quatro colaboradoras desde a instalação da superfície comercial na Zona Industrial de Estremoz. “Ardina do Alentejo” esteve à conversa com uma delas. 
 
Susana Ramos referiu-nos que têm sido “uns bons 13 anos, com algumas dificuldades no caminho, mas sempre encontrando o caminho certo”. Definiu o Intermarché de Estremoz em poucas palavras: “Confiança, qualidade, bons preços e frescura”. Aos gerentes Pedro e Paula Esperança, aquela que é uma das colaboradoras mais antigas da loja estremocense deixou palavras de agradecimento: “Sei que quando preciso deles, eles estão lá, assim como quando eles precisam de mim, eu estou cá”. 
 
A quem ainda não conhece o Intermarché de Estremoz, Susana deixou o convite para que visitem uma “loja acolhedora, com uma nova maneira de tratar o cliente, transmitindo-lhe confiança, tratando-os pelo nome, dizendo «bom dia» e fazer dele parte desta família que é o Intermarché de Estremoz”.
 
As comemorações do 13º aniversário do Intermarché de Estremoz terminam no dia de hoje, quarta-feira, 15 de Julho.
 

Lapão Automóveis comemorou Dia do Cliente Opel

Escrito por terça, 12 maio 2015 10:37
Pelo 17º ano consecutivo, a Opel levou a efeito a iniciativa Dia do Cliente Opel. Trata-se de um dia especial dedicado a todos os clientes da marca 

alemã, em que lhes é oferecido uma verificação gratuita do estado de funcionamento dos respectivos veículos, o denominado “check up”, bem como 20% de desconto para peças substituídas em reparações efectuadas no âmbito do Dia do Cliente.
 
A empresa estremocense Lapão Automóveis, à semelhança do que tem acontecido desde a primeira hora desta iniciativa, associou-se ao Dia do Cliente Opel e teve a “casa cheia”. A equipa liderada por Manuel Lapão atendeu mais de uma centena de clientes, e proporcionou um salutar e bem regado momento de convívio entre todos aqueles que visitaram as suas instalações situadas na Zona Industrial.
 
“Ardina do Alentejo” esteve à conversa com Manuel Lapão, que nos revelou ser “este um dia muito importante” para a empresa que gere, “porque é um dia em que nos dedicamos gratuitamente aos nossos clientes, queremos mostrar o outro lado da empresa, queremos dar aos nossos clientes, sem que eles nos deem nada em troca”.
 

A Lapão Automóveis recebeu, pelo quinto ano consecutivo, o prémio Top 5 - Melhor Oficina Opel em Portugal. Para Manuel Lapão, “este prémio é o corolário de uma caminhada de sucesso, é a entrega total de toda a equipa. Somos a única oficina no mundo que conseguiu fazer o pleno”.
 
Olhando para trás e para o inicio da Lapão Automóveis, o seu gerente revelou que “desde muito novo que sou ambicioso, mas ambicioso no bom sentido e como profissional. Comecei muito cedo a trilhar o meu futuro e quando comecei no comércio e reparação automóvel, fi-lo sempre com passos lentos mas firmes, sempre com objectivos traçados e sempre com uma meta: a satisfação do cliente”. Ao ver a “casa cheia”, quer de clientes, mas concretamente de amigos, Manuel Lapão assegurou que “os meus sonhos estão concretizados”.
 
Aproveitando a oportunidade concedida pelo “Ardina do Alentejo”, e em jeito de mensagem, Manuel Lapão dirigiu-se aos seus clientes dizendo que “são os melhores clientes do mundo, e não o digo com fingimento, digo-o porque tenho a noção que são de facto os melhores. Os meus clientes são quase como família, são como amigos”. Concluiu dizendo que “quero que eles saibam que enquanto estiver nesta actividade continuarei ao dispor deles e tentarei sempre servi-los mais e melhor”.
 
Integrada no programa da edição número 29 da FIAPE, Feira Internacional Agropecuária de Estremoz, realizou-se na tarde do passado Sábado, dia 2 de Maio, na centenária e recentemente renovada Praça de Touros de Estremoz, uma corrida de touros, aguardada com muita expectativa, por tratar-se de um aliciante mano-a-mano entre os cavaleiros João Moura Caetano e João Maria Branco. As pegas estiveram a cargo dos Grupos de Forcados Amadores de Montijo, Arronches e Redondo, tendo sido lidados seis touros da ganadaria de Manuel Cary Herdeiros.
 
O público que marcou presença na Praça de Touros de Estremoz, e que encheu cerca de ¾ da praça estremocense, merecia mais. Merecia essencialmente, um melhor curro de touros. Os touros Cary até que estavam bem apresentados, mas saíram muito chatos, distraídos, e com um comportamento que não deixa saudades, excepção feita ao último da tarde, que calhou em sorte a João Maria Branco, e se quisermos ser benevolentes, ao quinto da tarde, o último de João Moura Caetano.
 
O cavaleiro de Monforte apenas teve oponente na sua última lide, um touro que se deixou lidar e que permitiu que João Moura Caetano fizesse uma actuação agradável, que culminou num bom ferro de palmo. No touro que abriu praça, Moura Caetano cravou apenas a ferragem da ordem, visto que o astado nunca se meteu na lide. No seu segundo touro, mais um Cary distraído que surpreendeu de vez em quando chegando a tocar algumas vezes na montada, destaque para dois soberbos ferros com o seu cavalo-estrela Temperamento.
 
João Maria Branco, que jogava em casa, não queria defraudar o seu público, mas os seus dois primeiros oponentes não lhe deram hipótese de triunfo. No seu primeiro da tarde, o jovem cavaleiro estremocense teve de trabalhar muito para cravar a ferragem da ordem. O segundo touro da série mostrou mais do mesmo. Com um astado difícil e que nada transmitia, Branco cravou uma série de compridos e curtos de boa nota, numa actuação, apesar de tudo, agradável. O melhor estava guardado para o fim. Podiam mesmo ter avisado o público que a corrida começava às 19.10 horas. João Maria Branco esperou o seu oponente à porta gaiola, numa clara atitude de quem quer triunfar em grande. Dois muito bons compridos, seguidos de uma série de curtos com fantástica batida ao piton contrário e remates de elevado destaque. A dupla Branco/Da Vinci deram lição de brega, que facilmente chegou ao público, e que proporcionou ao cavaleiro estremocense um redondo e vistoso triunfo.
 
No que à rapaziada das jaquetas das ramagens diz respeito, tudo dentro da normalidade, sem uma grande pega para a posteridade. Pelos Amadores do Montijo, foram caras Hélio Lopes e João Damásio, que pegaram ao primeiro intento. Os Amadores de Arronches também pegaram os seus dois oponentes à primeira tentativa, tendo sido caras Manuel Cardoso e Fábio Mileu. Pelos Amadores de Redondo, pegaram à terceira, Carlos Polme, e à primeira, Hugo Figueira.
 
Dirigiu a corrida Marco Gomes, que foi abrilhantada pela Banda da Sociedade Filarmónica Luzitana.
 
João Moura Caetano
“Foi uma tarde muito esforçada. Tive de me empregar ao máximo. Eu e os cavalos estamos programados para outro tipo de lide e outro tipo de touros. Os touros não serviram. Este último foi o mais colaborante, era manso mas não tinha perigo. Os outros dois foram muito complicados. Ao João Maria também lhe tocaram dois touros muito complicados e que não permitiram luzimento. As tardes são assim. A ganadaria também é nova e ainda pode melhorar muito. O toureio é isto mesmo. Acho que dei a volta possível aos touros que tive. Em relação ao resto da temporada posso dizer que há muitas corridas importantes. Eu sinto-me bem, penso que tenho uma quadra grande e capaz de responder aos desafios que aí vêm, portanto, é para a frente”.
 
João Maria Branco
“Foi uma corrida de touros séria. A verdade é que quando parti para esta corrida, parti como sendo este mais um grande desafio na minha carreira, como todos os outros. A minha curta carreira tem sido pautada por sempre que toureio ser em datas importantes, com a máxima responsabilidade e onde é importante triunfar. 
Era a primeira vez que toureava um mano-a-mano, ainda por cima em Estremoz, na minha terra e para a minha gente. Não podia vir com mais responsabilidade e mais emocionado. Porque já não era lidada há algum tempo, não sabíamos como ia sair a ganadaria, e o que é verdade é que criou várias dificuldades ao longo da tarde. Foi uma corrida séria, uma corrida dura e onde não houve facilidades.
Acho que tive três lides distintas. A primeira de recurso, face a um touro bastante complicado. A segunda, com um touro também a pedir contas, uma lide séria, penso que como mandam os cânones da tauromaquia. A última acho que foi uma lide triunfal, onde consegui interpretar tudo aquilo que é o meu toureio, a minha tauromaquia. Consegui triunfar e dar essa lide que tanto esperava e gostava de ter dado em Estremoz. Das três vezes que aqui toureei penso que esta foi a lide mais redonda e até mesmo uma das mais redondas da minha carreira.
Sobre se fui eu o vencedor deste mano-a-mano, não estou no papel de responder a essa pergunta porque acho que como toureiros nos devemos respeitar uns aos outros. A verdade é que a corrida foi realmente dura, tanto para mim como para o João. Neste último touro consegui encontrar soluções e dar a volta ao oponente de forma a triunfar. Estou satisfeito acima de tudo porque saio daqui com os objetivos a que me propus cumpridos e realizados.
A temporada de 2015 não vai ser de muitas corridas em Portugal, mas penso que vão ser boas. Não podia ter começado da melhor forma. Tourear um mano-a-mano e triunfar acho que é sempre dignificante e bom para começar uma temporada que espero que seja forte, mas essencialmente baseada em Espanha”.
 
Ricardo Figueiredo - Cabo do Grupo de Forcados Amadores do Montijo
“A prestação do grupo foi boa perante dois touros que não foram difíceis. O grupo esteve por cima. Para esta temporada de 2015 estamos com algumas expectativas. Temos algumas corridas já marcadas e em sítios bons, que é onde gostamos de ir”.
 
Ricardo Porto Nunes - Cabo do Grupo de Forcados Amadores de Arronches
“Acho que estivemos perfeitos hoje. Era uma tarde de grande emoção para nós. Vínhamos com uma grande ilusão e acho que correspondemos a essa ilusão que trazíamos e acho que o demonstrámos em praça. As expectativas para esta temporada de 2015 são as melhores. Até este momento trazemos cinco corridas e só pegámos um touro à segunda tentativa. Esperemos que o resto da temporada corra assim. Vamos fazer os possíveis para que seja uma temporada de êxitos também por ser a minha última temporada, e quero que seja uma temporada de êxitos para mim e para todos os meus colegas. Vou-me despedir dia 29 de Agosto, em Arronches, num cartel por nós idealizado, um cartel de amigos”.
 
Domingos Jeremias - Cabo do Grupo de Forcados Amadores de Redondo
“Foi a primeira corrida que fizemos em 2015 e na primeira pega viu-se que estávamos ainda um bocadinho verdes. Tentámos sempre fazer o melhor, não correu da melhor maneira, mas acho que terminámos em grande, com esta segunda pega, e é para isso que cá estamos. Esta temporada estamos na época dos 15 anos, onde vou fazer a minha despedida. Queremos mais corridas assim como hoje, onde o mais importante é que ninguém se tenha aleijado. Até ao momento temos algumas corridas já faladas, outras já marcadas, mas essencialmente o que eu peço para esta temporada é que seja como foi hoje, onde ninguém se aleijou”.
 
Guilherme Cary - Ganadaria Manuel Cary Herdeiros
“Os touros cumpriram. Os primeiros touros pediam algumas contas, precisavam de ser entendidos, mas nunca se fecharam em tábuas, e eram uns touros que necessitavam de algum trabalho de volta deles. Na minha opinião, podiam ter transmitido um bocado mais, mas isto é uma carta fechada e espero que os próximos curros transmitam mais. 
Sobre se vamos ver mais touros da ganadaria Manuel Cary nas praças portuguesas, penso que sim. São projectos de muito tempo, de quatro anos, resumidos em duas horas de corrida e uma pessoa não pode desmoralizar quando não sai tão bem. Há-de haver outros que vão sair bem e vamos continuar”.
 

Chegou ao fim a FIAPE 2015

Escrito por terça, 05 maio 2015 01:20
E chegou ao fim a FIAPE 2015, a 29ª edição da Feira Internacional Agropecuária de Estremoz. Segundo a organização, foram mais de 50 mil os visitantes que passaram pelo Parque de Feiras e Exposições da cidade estremocense, entre os dias 29 de Abril e 3 de Maio.
 
Los Romeros e convidados, Amor Electro, Anselmo Ralph, D.A.M.A., e uma tarde dedicada por inteiro ao Alentejo fizeram a animação cultural de um evento que lotou em duas noites (1 e 2 de Maio) a capacidade do recinto da feira, e que contou na cerimónia de inauguração com a presença do Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho.
 
A Feira de Artesanato, que já vai na sua 33ª edição, o Concurso Nacional de Bovinos da raça Limousine, que pela primeira vez se realizou por terras estremocenses, as I Jornadas da Figueira-da-Índia de Estremoz, os mais diversos seminários e colóquios e os mais variados concursos agropecuários foram outros pontos de interesse que trouxeram a Estremoz milhares de visitantes.
 
No último dia da FIAPE 2015 e em jeito de balanço, o “Ardina do Alentejo” foi ouvir a opinião de quem esteve literalmente por dentro da feira, a trabalhar e a desenvolver as suas actividades económicas e comerciais.
 
Estas foram as perguntas que colocámos aos nossos entrevistados.
1 - Que balanço faz da FIAPE 2015?
2 - Superou as expectativas?
3 - Regressamos em 2016?
 

Andreia Galapito - CRIATIVIDADE A VOAR
1 - É um balanço positivo. Houve uma grande adesão por parte do público. O dia de hoje (ndr: Domingo) tem estado a ter uma maior adesão na parte da Feira do Artesanato, as pessoas vieram mais para comprar as prendas para o Dia da Mãe.
 
2 - Equivaleu às expectativas, à semelhança do ano passado.
 
3 - Estamos sim, para o quarto ano nesta feira.
 
Pedro SedasDEIXÓS POISAR DEVAGARINHO
1 - Foi a minha primeira FIAPE. Decidi vir porque o cartaz era muito forte, forte por serem artistas do momento, e que estão no número um a nível nacional. Apostei muito por causa disso, tendo eu pouca prática nesta área dos enchidos e da comida.
Foi muito bom, pelo menos para mim. Estávamos num espaço com cinco stands onde antigamente eram sete, visto que algumas pessoas desistiram, porque cada vez é mais complicado as feiras, são muitas despesas, os espaços são caros e as pessoas cada vez têm menos dinheiro.
Mas este ano, e pelo que já conversei com os meus colegas que vieram em anos anteriores, a FIAPE 2015 foi das FIAPE’s mais fortes que houve. O que prova que quando as coisas são bem feitas e bem pensadas funcionam, como foi o caso da aposta num cartaz arrojado, com artistas que estão na berra, que chamam muita gente e foi o que fez a FIAPE funcionar e ser uma das melhores FIAPE’s de todos os tempos quando estamos na crise em que estamos. Valeu a pena vir, e os meus colegas acho que estão satisfeitíssimos também.
 
2 - Eu como foi a primeira vez que vim não tenho um termo de comparação, mas foi boa.
 
3 - Em 2016 penso voltar. Este ano foi a rampa de lançamento para poder regressar. Pus o nome de “Deixós Poisar Devagarinho”, mas em 2016 talvez já só seja “Deixós Poisar” porque devagarinho foi só a primeira vez, que a gente estava com medo dos apertos.
 
Amílcar Prates - CASA DAS BIFANAS
1 - É um balanço super positivo. Não estávamos à espera de uma feira com estas dimensões aqui em Estremoz.
 
2 - Superou em muito as nossas expectativas.
 
3 - Se me deixarem, sou o primeiro a inscrever-me.
 
Pedro Bandeira SimõesCASA AGRÍCOLA
1 - Julgo que a FIAPE 2015 teve, à semelhança de outros anos, muitos visitantes e isso é bom. Pode ter ainda mais, se quisermos abranger um território maior, como o Alentejo Central, e se tornarmos a FIAPE numa feira de cariz mais nacional, assim se consiga manter a qualidade em termos de atracções culturais e assim se consiga cada vez mais atrair expositores com interesse para as pessoas.
 
2 - Desde que abrimos que a FIAPE tem sido uma aposta para a Casa Agrícola, para conseguirmos chegar ao público de fora de Estremoz que visita a cidade mas que, de alguma forma, também pretendemos que seja a nossa área de influência.
A ideia é levar pessoas à loja. Como diz a nossa divisa é um “Semear para Colher”. Mostrar o que temos na loja, fazer uma ou outra promoção para ser mais convidativo, mas a ideia é estar presente, ganhar notoriedade e chegarmos a mais pessoas visto sermos muito recentes ainda.
Qualquer que seja a iniciativa que permita divulgar o nosso nome, torná-lo mais conhecido das pessoas e do público em geral, tanto melhor. Estar numa feira agropecuária faz todo o sentido para nós visto que na Casa Agrícola as coisas partem exactamente da agricultura.
 
3 - É nossa intenção regressar. Oxalá tenhamos a capacidade para poder estarmos presentes novamente. É esse o objectivo. Estar presentes para ganhar mais notoriedade, estar mais no pensamento das pessoas, lembrarem-se de nós sempre que precisem de produtos nas áreas que nós comercializamos.
 
Isilda Ameixa - DOM ALENTEJO
1 - O balanço é bastante positivo. Começámos no ano passado, mas este ano ainda foi superior. Trouxemos algumas novidades a nível da bolota. A aprovação dos produtos por parte do público foi muito boa. O balanço é positivo. Estou muito feliz com a FIAPE 2015.
 
2 - Muito, muito, muito. O Pastel de Bolota e o Café de Bolota, que foi a novidade desta feira, superou todas as expectativas que eu tinha feito. Pensei que as pessoas tivessem curiosidade com a novidade, mas superou. Foi estupendo.
 
3 - Ainda antes estamos de regresso, assim a Câmara cá nos queira, na Cozinha dos Ganhões, com novidades ao nível da bolota. Prometo.
 
Filipe Mendes - Miraldino
1 - Balanço positivo. Muitos visitantes, com muito interesse, precisamos naturalmente no futuro, de mais organização, melhor estrutura, mas temos condições para caminhar, para crescer.
 
2 - Superou, superou as expectativas.
 
3 - De certeza porque a Miraldino já há bastantes anos que faz a FIAPE. Começámos lá em baixo ainda no Rossio, e há muitos anos que a fazemos aqui no Parque de Feiras. Vamos continuar a fazer a FIAPE de certeza absoluta. Fazemos parte da FIAPE.
 
Fotos: Ivo Moreira
 

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