sábado, 14 dezembro 2019
quinta, 07 novembro 2019 02:11

Média mais elevada na Universidade de Évora pertence a Cláudia Farófia

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Rodeada de tintas, pincéis e cavaletes, a estudante revela que “aqui tenho tempo para estudar e criar” Rodeada de tintas, pincéis e cavaletes, a estudante revela que “aqui tenho tempo para estudar e criar” DR

Cláudia Farófia, estudante de licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Universidade de Évora (), ingressou este ano lectivo na universidade eborense com média de 19,2 valores e a vontade de aliar o seu gosto pela pintura com multimédia.

Évora e a Universidade de Évora revelaram-se, para a estudante que veio de Reguengos de Monsaraz a escolha certa. A cidade Património Mundial da Unesco desde 1986, com pouco mais de 55 mil habitantes, oferece a esta estudante as condições ideais para estudar e aproveitar, nos tempos livres, a oferta cultural da cidade candidata a Capital Europeia da Cultura 2027.
 
Aqui tenho tempo para estudar e criar” revela Cláudia Farófia, enquanto está rodeada de tintas, pincéis e cavaletes, dispersos num dos ateliers da Escola de Artes da UÉ, expondo em trabalhos, as diversas técnicas de pintura aprendidas pelos estudantes. Uma aguarela de cores que estimula a criatividade e nos faz acreditar que a arte, afinal, pode transformar o mundo.
 
Porque “o segredo da felicidade não é fazer sempre aquilo que queremos, mas querer sempre o que se faz”, tal como ensinou Liev Nikoláievich Tolstói, também Cláudia Farófia pretende aliar o seu gosto pela pintura com a multimédia, “porque no futuro a multimédia vai assumir-se como uma das áreas determinantes das nossas vidas”, porém, destaca que é importante, “não deixar de parte aquilo que sempre gostei de fazer, ou seja, pintar”, sublinha a estudante que já teve oportunidade de expor alguns dos seus trabalhos.
 
A actualidade, a interacção das artes plásticas com a multimédia pela via do digital é um facto inescapável. Ao longo do curso, os estudantes são incentivados a cruzar a diversidade de conhecimentos dentro da área da Multimédia e das Artes Plásticas, focando-se nas tecnologias das artes plásticas e dos novos media e na história e nos estudos da arte, o que lhes permite desenvolver trabalhos tanto do domínio do tecnológico como do teórico, construindo uma identidade própria para se afirmarem enquanto agentes criativos.
 
Cláudia Farófia foi distinguida com o Prémio de Mérito Santander Universidades, por ter ingressado na universidade através do Concurso Nacional de Acesso, com a nota de candidatura mais elevada. A entrega pública do prémio realizou-se no passado dia 1 de Novembro, no âmbito das celebrações do Dia da Universidade de Évora, momento escolhido para distinguir o mérito no desempenho académico e científico da academia.
 
c/ Universidade de Évora
Modificado em quinta, 07 novembro 2019 04:02

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