sábado, 22 setembro 2018

Por decisão do Tribunal, suspeitos de furto de multibanco em Reguengos de Monsaraz ficam em liberdade

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Os homens, entre os 20 e os 25 anos, residentes na zona de Lisboa, foram detidos às 09 horas de sexta-feira, no concelho de Mourão Os homens, entre os 20 e os 25 anos, residentes na zona de Lisboa, foram detidos às 09 horas de sexta-feira, no concelho de Mourão DR
Os quatro suspeitos do furto de uma caixa multibanco em Reguengos de Monsaraz, que na passada sexta-feira, dia 31 de Agosto, foram detidos imediatamente após o assalto, saíram em liberdade com a obrigação de apresentações periódicas no posto policial da área de residência, revelou fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
Fonte do Comando Territorial de Évora da GNR disse que, por decisão do Tribunal de Montemor-o-Novo, os quatro homens têm de apresentar-se “três vezes por semana” no posto policial da área onde residem.
 
Além disso, acrescentou a fonte, o Tribunal de Montemor-o-Novo, que ouviu os suspeitos ao longo do dia de sábado, decretou “a interdição de se deslocarem aos concelhos de Mourão e Reguengos de Monsaraz”, enquanto aguardam julgamento.
 
Os homens, entre os 20 e os 25 anos, residentes na zona de Lisboa, foram detidos às 09 horas de sexta-feira, no concelho de Mourão, depois de, alegadamente, às 04:40 horas, furtarem a caixa multibanco da agência da Caixa Geral de Depósitos em Reguengos de Monsaraz, com recurso à utilização de gás.
 
Na sequência do crime, a GNR montou uma operação policial, com várias barragens de estrada, acabando por deter os quatro indivíduos, que ainda fugiram a pé para uma zona de mato, depois de abandonarem as viaturas e o dinheiro proveniente da caixa ATM, indicou a GNR, na sexta-feira.
 
Os militares, tendo conhecimento da área para onde os suspeitos se dirigiram, cercaram o local e detiveram os quatro suspeitos, que, enquanto fugiram, continuaram a largar algum dinheiro ao longo do itinerário.
 
A operação mobilizou diversas patrulhas do Comando Territorial de Évora, nomeadamente dos postos territoriais, destacamento de trânsito, destacamento de intervenção e investigação criminal, e teve ainda apoio do Comando Territorial de Beja da GNR.
 
A investigação do caso prossegue, conduzida agora pela Polícia Judiciária, acrescentou a fonte da GNR.
 
c/ LUSA

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