sábado, 21 outubro 2017
Em 2017, comemoram-se 90 anos de publicação da revista "Presença", que teve como principal director, o escritor José Régio.
 
Neste âmbito a Câmara Municipal de Portalegre, em parceria com a Associação Cultural Teatro do Convento, promove, durante todo o ano de 2017, e uma vez por mês, “Regiando”, visitas na Casa Museu José Régio e percursos na cidade, tendo como responsável o actor Adriano Bailadeira, que personificará o escrito, conduzindo-nos por lugares da sua maior vivência.
 
O primeiro percurso foi o “Percurso da Pensão 21”, que decorreu no passado Sábado, 18 de Fevereiro. O ponto de encontro, para esta iniciativa gratuita, foi a Casa Museu José Régio. 
 
Todas as actividades requerem marcação prévia, através do número 245 307 535 ou através do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .
Durante o ano de 2017, num investimento previsto que ultrapassa o meio milhão de euros, a Igreja da Misericórdia de Évora vai entrar em obras de requalificação e restauro.
 
Francisco Lopes Figueira, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Évora, referiu que “as obras podem arrancar até ao próximo Verão, para que possam estar concluídas no final de 2018”.
 
O responsável salientou ainda que “a igreja pode ter que fechar as suas portas em alguns períodos devido às obras”.
 
O projecto, que envolve um investimento de 520 mil euros, vai contar com apoio de fundos comunitários, através do programa Alentejo 2020.
 
Está prevista a conservação e restauro de painéis azulejares e de talha dourada, assim como a criação de um novo sistema de visitas e de documentação para turistas.
 

Évora celebra Zeca Afonso

Escrito por sábado, 18 fevereiro 2017 15:31
No mês em que se assinalam os 30 anos sobre a sua morte, a Associação José Afonso - AJA, em colaboração com a Câmara Municipal de Évora e a Sociedade Harmonia Eborense, homenageia um dos maiores e mais marcantes cantautores de sempre em Portugal, Zeca Afonso.
 
Para além da exposição sobre a discografia de Zeca Afonso, intitulada "Desta canção que apeteço", que está patente até ao dia 4 de Março, na Galeria do Inatel, estão previstas ainda duas tertúlias e um concerto.
 
A 23 de Fevereiro, na Sociedade Harmonia Eborense (SHE), pelas 22:30 horas, no preciso dia em que se completam 30 anos sobre o falecimento de José Afonso, terá lugar uma tertúlia de conversa e música subordinada ao tema "Zeca Afonso e o canto de intervenção. Ontem e hoje", com os cantores AP Braga e Benjamim. Estará patente nas instalações da SHE uma exposição alusiva a José Afonso, da responsabilidade do fotógrafo eborense José Manuel Rodrigues.
 
No dia seguinte, a 24 de Fevereiro, às 21:30 horas, no Hall do Teatro Garcia de Resende, acontece a derradeira tertúlia, cujo tema é "O pensamento e os valores do Zeca Afonso: a utopia, a liberdade, a cidadania", com a presença de Silvério Rocha-Cunha e com a actuação do grupo AJA Música.
 
A homenagem a José Afonso na cidade eborense encerra, a 4 de Março, com um espectáculo, no emblemático Teatro Garcia de Resende, quando forem 21:30 horas, e que contará com a presença de Francisco Fanhais, Nuno do Ó, Grupo Coral da Escola André de Gouveia, Vozes do Imaginário, Rui Pato e Pedro Pinto.
A Polícia Judiciária, através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, no âmbito de Carta Rogatória emitida pelas autoridades francesas e cumprindo um Mandado de Detenção Europeu, localizou, identificou e deteve, no distrito de Évora, um homem, de 45 anos de idade, por fortes indícios da prática de crimes de abuso sexual de crianças.
 
A investigação efectuada concluiu que o presumível autor abusou sexualmente de uma criança, de oito anos de idade, numa localidade situada em França.
 
A vítima e o detido são familiares e os factos foram praticados na habitação onde ambos residiram, a qual era, igualmente, ocupada por outros membros da família.
 
O detido irá ser presente no Tribunal da Relação de Évora, a fim de ser submetido a primeiro interrogatório judicial e sujeito às medidas de coação processual adequadas.
Decorreu na semana passada, no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), mais um curso de OCT-OFDI, organizado pela Unidade de Angiografia Digital e Cardiologia de Intervenção (UADCI).
 
Esta foi a décima edição deste curso, que decorre há quatro anos, com o intuito de dar formação eminentemente prática, “hands-on”. As angioplastias efectuadas são guiadas através das imagens fornecidas por tomografia de coerência ótica (OCT).
 
 A OCT é uma técnica de imagem já há muito utilizada em diversos campos da Medicina e que, na aplicação à cardiologia de intervenção, permite visualizar o interior das artérias coronárias com um detalhe previamente inacessível. A tecnologia OFDI que é utilizada na UADCI é a mais avançada no que respeita ao OCT coronário e Évora foi o primeiro centro a nível nacional a tê-la disponível.
 
A nossa unidade foi o primeiro centro do país a realizar este curso, há quatro anos atrás, e em cada edição contou com participantes de todo o mundo. Até hoje, já contámos com participantes vindos de Espanha, Rússia, entre outros, o que consideramos muito prestigiante para a nossa unidade e para o próprio Hospital. Para além de permitir uma ampla discussão sobre as estratégias terapêuticas mais adequadas, possibilita aos participantes ter contacto muito próximo com esta técnica e com a tecnologia”, afirma Lino Patrício, Coordenador da Cardiologia de Intervenção do HESE.
 
A Unidade de Angiografia Digital e Cardiologia de Intervenção (UADCI) foi inaugurada a 19 de Junho de 2009, com a missão de dar resposta às necessidades dos utentes da região Alentejo em diversas áreas. 
 
Está em funcionamento desde então e em regime de prevenção permanente, desde Dezembro de 2012, para situações emergentes, de doentes com Enfarte Agudo do Miocárdio
 
É uma unidade multidisciplinar, envolvendo as áreas da Cardiologia de Intervenção, Nefrologia e Cirurgia Vascular
 

Multibanco assaltado com recurso a gás em Beja

Escrito por quinta, 16 fevereiro 2017 11:27
Na madrugada desta quinta-feira, dia 16 de Fevereiro, um terminal de Multibanco, localizado na Avenida Miguel Fernandes, em Beja, foi assaltado.
 
Segundo as primeiras informações recolhidas no local, o roubo foi feito com recurso a gás, tendo os larápios rebentado a porta de um estabelecimento bancário desactivado, para entrarem no edifício e assim fazer explodir a caixa Multibanco. 
 
Segundo algumas testemunhas, o assalto foi praticado por três homens, que, com o auxílio de uma marreta, partiram a porta de vidro das instalações e, com recurso a gás, fizeram explodir a caixa Multibanco. Depois de furtado o terminal, numa operação desenvolvida muito rapidamente, os ladrões fugiram "num carro de cor escura". 
 
O Núcleo de Investigação Criminal da PSP e a Polícia Judiciária estão no local a fazer perícias. 
 
O alerta foi dado perto das 05.30 horas desta quinta-feira.  
 
Desde o início do ano de 2017, este é o segundo assalto a caixas Multibanco na cidade de Beja. O primeiro caso ocorreu na madrugada do dia 3 de Janeiro, quando foi assaltada, também por três homens com recurso a explosão por gás, uma caixa Multibanco que estava instalada junto a uma das portas de um supermercado, na Rua 5 de Outubro.
Com um valor de investimento elegível total de 32 milhões de euros, acaba de ser aprovado pelo Alentejo 2020 – Programa Operacional Regional do Alentejo 2014-2020, um conjunto de 35 projectos.
 
A acrescentar a este valor existe ainda um co-financiamento pelo FEDER de 24 milhões de euros.
 
A requalificação do património cultural e a promoção turística são as áreas contempladas nestes 35 projectos.
 
Os termos de aceitação com os respectivos beneficiários foram assinados, em Campo Maior, numa cerimónia presidida pelo Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, e na presença do Secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, Nelson de  Souza, e do Presidente da Comissão Directiva do Alentejo 2020 e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Roberto Pereira Grilo.
 
De acordo com a CCDR Alentejo, os termos de aceitação agora assinados contemplam 22 beneficiários, entre MunicípiosDirecção Regional de Cultura do Alentejo, Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Fábricas de Igrejas Paroquiais de toda a região, Associações Culturais, Ambientais e outras.
 

Museu de Évora vai passar a ser nacional

Escrito por quinta, 16 fevereiro 2017 00:48

Na sequência da proposta de lei de transferência de competências para as autarquias, documento datado de 9 de Janeiro, que está em discussão e que volta hoje, quinta-feira, a Conselho de Ministros, muitas eram as vozes que se insurgiam e muitos mais aqueles que temiam que o Museu de Évora passasse a ser gerido pelo município eborense. Mas eis que a situação se inverte. O Museu de Évora não só não passará a depender de um órgão local, como vai ser promovido a museu nacional.

Fonte do gabinete do Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, disse ao jornal diário Público, ao início da tarde do dia de ontem, quarta-feira, que “a decisão política está tomada – a classificação do Museu de Évora como museu nacional vai mesmo acontecer. Agora aguardamos que se cumpram os procedimentos necessários, entre eles o do parecer consultivo, mas obrigatório, da Secção dos Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional de Cultura". Segundo conseguimos apurar, esta é uma secção que dificilmente deixará de concordar com a alteração de estatuto, mas cuja próxima reunião está ainda por agendar.
 
Numa visita de trabalho realizada ao Alentejo, em Dezembro passado, já Castro Mendes tinha sido confrontado com esta promoção, uma espécie de reivindicação antiga. A fonte ministerial garantiu que a decisão, “tomada recentemente”, nada tem a ver, no entanto, com a proposta de descentralização em debate. “Tudo isto estava já a ser considerado antes desta discussão. O senhor ministro entende, com base na informação técnica de que dispõe, que a colecção do museu tem valor nacional e que, por isso, a classificação é mais do que merecida” acrescentou.
 

"O senhor ministro entende, com base na informação técnica de que dispõe, que a colecção do museu tem valor nacional e que, por isso, a classificação é mais do que merecida" por Ministério da Cultura

Para Castro Mendes, a situação do Museu de Évora não é diferente da do Museu Grão Vasco, em Viseu, elevado à categoria de museu nacional em 2015. “A lógica de promoção do museu de Évora é a mesma do de Viseu – trata-se de reconhecer o valor de uma colecção”.
 
Quando o museu viseense passou a museu nacional não faltou quem se manifestasse contra o facto de o de Évora não ter recebido semelhante promoção. Joaquim Caetano, o conservador de pintura do Museu Nacional de Arte Antiga que dirigiu o museu alentejano durante dez anos, entre 2000 e 2010, reivindica há muito esse estatuto, tal como acontecera já com os seus antecessores, a começar por Mário Tavares Chicó, responsável pelo Museu de Évora em meados do século XX.
 
O actual director, António Miguel Alegria, diz que “fazer deste museu um museu nacional é da mais elementar justiça”. Acrescenta ainda que “sem desprimor para os colegas e para as colecções do Museu Grão Vasco, promover Viseu sem promover Évora foi um erro. Viseu não tem a história nem a diversidade do espólio do Museu de Évora, e não tem na sua génese uma colecção e uma figura como a de Frei Manuel do Cenáculo, absolutamente fundamental para a educação e a cultura em Portugal”.
 
Uma colecção singular
O Museu de Évora, que tem um importante acervo, sobretudo de pintura e de escultura, e que inclui muitos dos chamados “tesouros nacionais”, foi formalmente constituído em 1916, na sequência do plano republicano de munir cada capital de distrito com um museu público. Na sua origem está, no entanto, uma outra instituição, a biblioteca-museu criada por Frei Manuel do Cenáculo Vilas-Boas e Sampaio (1724-1814), influente intelectual do período pombalino e Arcebispo de Évora, o homem que fora já decisivo para a criação da Biblioteca Pública da Corte, mais tarde convertida em Biblioteca Nacional.
 

...o sucessivo atraso no reconhecimento do carácter nacional do Museu de Évora só pode explicar-se por "motivos políticos" por António Miguel Alegria

Para António Miguel Alegria, o sucessivo atraso no reconhecimento do carácter nacional do Museu de Évora só pode explicar-se por “motivos políticos”. “Esta colecção tem um valor que ultrapassa a região e isso é evidente” sublinhou. Basta lembrar que o acervo de 20 mil peças inclui, por exemplo, o retábulo flamengo que ocupava a capela-mor da sé da cidade, representando cenas da vida da Virgem (c. 1500), A Virgem com o Menino, de Álvaro Pires de Évora (c. 1410), obras de importantes pintores luso-flamengos como Francisco Henriques e Frei Carlos, assim como de portugueses de relevo, com destaque para Gregório Lopes e Diogo Contreiras. Na escultura, salienta o director, há “peças de grande qualidade”, como as de Nicolau de Chanterene (primeira metade do século XVI) ou o túmulo de Fernão Gonçalves Cogominho (c. 1364).
 
E depois há a arqueologia e as coisas naturais, das ciências, muito próprias do coleccionismo da época”, acrescenta, falando do espólio romano, reunido por Cenáculo, e, muito mais tarde, dos artefactos recolhidos nas primeiras escavações na área hoje ocupada pela Albufeira de Alqueva e na Anta Grande do Zambujeiro.
 
É por causa desta qualidade do acervo e da história do próprio museu que Alegria considera que seria “uma desgraça” vê-lo entregue à gestão camarária, “desgarrado de uma política nacional” e sem acesso ao acompanhamento técnico que exige.
 
Marcial Rodrigues, vice-presidente do Grupo Pro-Évora, acrescenta “uma desgraça” que poria “em risco” um “espólio incrível”. O Grupo Pro-Évora é uma associação que se bate pela defesa do património da cidade há quase 100 anos, e já no passado dia 1 de Fevereiro tinha divulgado, no seu site, um texto em que explicava por que razões seria “inteiramente desajustada” a transferência do museu para a autarquia.
 
Ao contrário do municipal, o museu nacional responde, naturalmente, à Direcção-Geral do Património Cultural, o maior organismo sob tutela do Ministério da Cultura, e obedece a uma série de regras e de procedimentos que tendem a fazer dele uma instituição de referência no país no que toca à divulgação e ao estudo das colecções.
 
Marcial Rodrigues diz que “é uma bela notícia este reconhecimento que já tardava e que devia ter sido feito na anterior alteração legislativa”. Explica que “estranhámos ver o Grão Vasco promovido e Évora não, mas não nos preocupámos muito porque, nessa altura, não havia uma intenção declarada de municipalização do nosso museu, o que seria gravíssimo porque a câmara não tem, de todo, meios para garantir a protecção e a valorização deste património”, explica.
 
Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Évora, concorda com Marcial Rodrigues. Também ele ficou “preocupado” com a possibilidade de assumir a gestão do museu, cenário que esta promoção vem afastar. “Há muitos anos que o município reivindica este reconhecimento para o museu, pelo espólio, mas também pela sua história e pela localização que tem numa cidade que é património mundial”, disse ao Público, alargando de imediato o âmbito da reflexão à proposta de lei em discussão, que promove a transferência de competências nas mais diversas áreas. “Esta proposta de lei põe em causa a capacidade de os municípios darem resposta a uma série de situações. Nós continuamos na expectativa de que o Governo aceite fazer o seu trabalho, que faça um estudo conveniente e que proponha uma descentralização verdadeira, real, e não uma mera desconcentração dos problemas”.
 
Marcial Rodrigues alerta que nesta proposta de lei, prevê-se ainda o fim das Direcções-Regionais de Cultura, a integrar, progressivamente, nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional. Para o vice-presidente do Pro-Évora este é “outro erro”. Sublinha que as Direcções-Regionais de Cultura “são indispensáveis à aplicação de uma política cultural que se quer nacional, coerente, com objectivos bem definidos, e independente dos pequenos poderes regionais e locais”.
 
c/ Lucinda Canelas (Público)
A Santa da Misericórdia de Portalegre vai dar início a uma série de actividades de terapia aquática, programadas por vários técnicos especializados, que vão ter lugar no seu equipamento mais recente: o tanque terapêutico concluído com o financiamento atribuído pelo Fundo Rainha D. Leonor.
 
A primeira actividade a iniciar será a adaptação ao meio aquático e destina-se a crianças entre os três e os seis anos de idade que frequentem o Centro Infantil de São Lourenço. Esta actividade irá realizar-se uma vez por semana, sob a orientação do Professor Duarte Alegria, formado em Educação Física com especialização em Natação, e terá uma duração de 45 minutos.
 
Pretende-se com esta iniciativa contribuir para a adaptação ao meio aquático, iniciar as técnicas da natação, promover a autonomia e auto confiança e o desenvolvimento de competências motoras das crianças.
 
Seguem-se as aulas de natação para bebés, abertas à comunidade, e que juntam pais e filhos com o objectivo de promover a segurança dentro de água, fortalecer a relação entre a criança e a mãe, pai ou outro familiar, fazer a adaptação ao meio aquático, ser uma via de articulação entre a comunicação e a socialização e desenvolver competências na criança através do jogo e da música. Estas aulas destinam-se a crianças entre os seis e os 36 meses, realizam-se uma vez por semana, aos sábados de manhã, e são orientadas pela Psicomotricista Emília Salgueiro, especializada em natação para bebés e psicomotricidade em meio aquático na primeira infância. Terão a duração de 30 minutos.
 
Ao longo de 2017 serão também realizadas duas vezes por semana, outras actividades abertas à comunidade sob a orientação das técnicas especializadas da instituição: Inês Vidigal, Fisioterapeuta, e Cristina Sabino, Técnica de Reabilitação Psicomotora, como é o caso das actividades aquáticas para adultos com o objectivo de promover o estado de relaxamento e bem-estar, utilizando as características da água: densidade, flutuação e resistência e também com o objectivo de promover saúde, qualidade de vida e a prática de exercício físico. Serão também realizadas sessões individuais de Hidroterapia destinadas a utentes e à comunidade, com o objectivo de reabilitar e recuperar lesões.
 
As instalações do tanque terapêutico possuem condições específicas para a prática das actividades, pois a água encontra-se a uma temperatura entre 30º a 32º, num ambiente aquecido. Estão equipadas com material didático específico e cadeira hidráulica, para pessoas com mobilidade reduzida. Possuem ainda balneários, dois chuveiros, cacifos, fraldário e uma casa de banho.
 
Os preços das actividades vão desde os 12 aos 35 euros.
 
O facto de as actividades serem específicas e dirigidas a um pequeno grupo de utilizadores, permite tirar o maior proveito das aulas pois não existem actividades a decorrer em simultâneo, beneficiando-se assim de grande privacidade e atenção por parte dos técnicos especializados. 
 
O Tanque Terapêutico
A Santa da Misericórdia de Portalegre recebeu, em 2016, perto de 30.000€ do Fundo Rainha D. Leonor, resultante da aprovação de uma candidatura que teve como objectivo a conclusão do tanque de terapia aquática das suas instalações, no âmbito da obra de remodelação e ampliação do seu edifício sede.
 
Com este contrato de financiamento assinado pelo Provedor da Santa Casa de Portalegre e o Provedor da Santa Casa de Lisboa, foi possível concluir este importante projecto que, irá agora, contribuir para a melhoria da qualidade de vida e saúde da população.
 
Fundo Rainha D. Leonor
O Fundo Rainha Dona Leonor foi criado, em 2014, pela Santa Casa de Lisboa e pela União das Misericórdias Portuguesas para apoiar projectos que estão parados por dificuldades de financiamento.
 
Os contratos de financiamento das Misericórdias que se candidataram ao Fundo, entre elas Portalegre, preveem na maior parte dos casos, obras de reabilitação, remodelação ou finalização de lares para idosos e centros de dia.

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