quarta, 23 agosto 2017
O Município de Borba já dispõe de uma aplicação para smartphone, tablet e PC, que poderá ser descarregada para os sistemas operativos Android, IOS e Windows Phone.
 
Com esta ferramenta, os munícipes da mais nova cidade do Alentejo passam a contar com um conjunto de serviços e funcionalidades que os aproximam do Município. 
 
Com um simples “click” poderá consultar a agenda, notícias, farmácias de serviço e contactos úteis, receber notificações, informações meteorológicas e da Protecção Civil, ao mesmo tempo que poderá informar a autarquia das leituras de água, solicitar audiências ao executivo e a recolha de monos, ou informar a autarquia de ocorrências, como roturas de água, quedas de árvores, entre outras, de forma mais rápida, ou até mesmo o envio de sugestões.
 
Para quem pretenda visitar o concelho, a aplicação disponibiliza informação turística do concelho, como património, gastronomia, onde comer e dormir e o que visitar, além de contactos úteis que o podem ajudar numa visita.
 
O download e registo na aplicação é gratuito, podendo assim usufruir de todos os serviços disponibilizados.
Os próximos dias serão tipicamente dias de Inverno, com temperaturas baixas em todo o país.
 
O Instituto Português do Mar e da AtmosferaIPMA prevê que a noite de terça para quarta-feira seja a mais fria desta semana, e que as temperaturas baixas vão-se manter, pelo menos, até Sábado, dia 21 de Janeiro.
 
Os sete conselhos da Direcção Geral de Saúde (DGS) para os dias frios que se avizinham 
- Manter o corpo hidratado e quente;
- Ingerir alimentos e bebidas mornas, como sopas e chás;
- Estar protegido do frio;
- Aquecer a casa, tendo cuidados redobrados com aquecedores a gás, lareiras e braseiras para evitar incêndios ou intoxicações por fumo;
- Telefonar, em caso de necessidade para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24 - disponível 24 horas por dia);
- Evitar exercício físico ao ar livre;
- Ter um rádio e lanterna por perto e estar atento aos noticiários.
 
Alerta da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)
Segundo a ANPC, os valores de temperatura mínima deverão variar "aproximadamente entre 0º e 4ºC", na generalidade do território. Nas regiões do interior, estes valores poderão descer onde poderá descer até -8ºC. No distrito de Setúbal, estão previstas temperaturas mínimas entre os 0ºC e os -2ºC.
 
Além do frio, o IPMA prevê que a partir da noite de terça-feira e até quinta-feira, o vento possa soprar mais intenso, o que "acentuará o desconforto térmico sentido pela população".
 
O IPMA colocou os distritos de Aveiro, Castelo Branco, Évora e Portalegre em Aviso Laranja por "persistência de valores baixos de temperatura mínima". Em todos os outros distritos mantém-se o Aviso Amarelo devido às temperaturas baixas.
Armando Varela venceu as eleições para a Presidência da Comissão Politica Distrital do PSD de Portalegre, que se realizaram no passado Sábado.
 
O actual Presidente da Câmara Municipal de Sousel arrecadou 57% dos votos, sendo assim reeleito para um segundo mandato à frente da distrital laranja.
 
A lista adversária, encabeçada por Filipe Serrote, não foi além dos 41% dos votos, numa votação em que participaram cerca de 300 militantes.
 
Em declarações ao Ardina do Alentejo, Armando Varela fez questão de frisar “que o trabalho da Distrital do PSD vai focar-se nas eleiçõe
s autárquicas”, que deverão ocorrer no mês de Outubro do ano que agora se iniciou.
 
O dirigente social-democrata salientou ainda que “quer definir estratégias vencedoras e acelerar o processo de apresentação de candidatos”.
 

Marta Carujo vence Concelhia de Sousel
 

A vice-presidente da Câmara Municipal de Sousel, Marta Carujo, venceu as eleições para a Comissão Política Concelhia do PSD de Sousel.

 

Marta Carujo substitui assim Jorge Pereira, na liderança dos sociais-democratas de Sousel.
 
A mais que provável candidata do PSD à liderança da Câmara Municipal de Sousel, em virtude da saída do actual Presidente da autarquia, Armando Varela, devido à lei da limitação de mandatos, encabeçava a única lista que se apresentou a sufrágio na concelhia laranja.
 
 

O azeite alentejano que a Itália adora

Escrito por domingo, 08 janeiro 2017 19:46
O terreno dava para construir 1200 campos de futebol, mas João Cortez de Lobão preferiu plantar 1,3 milhões de oliveiras. O bancário que se tornou agricultor é hoje responsável por quase 3% da produção nacional de azeite. Todas as azeitonas que transforma em ouro líquido na Herdade Maria da Guarda, em Pias, no Alentejo, têm como destino a exportação. 
 
Dos dois milhões de quilos de azeite a granel que João produz todos os anos, 95% segue para Itália, onde é engarrafado e vendido para todo o mundo com o selo azul e amarelo da União Europeia.
 
Os italianos são os maiores exportadores de azeite embalado do mundo, mas não têm azeite de qualidade em quantidades suficientes para fornecer todo o mercado”, explica Cortez de Lobão, que já perdeu a conta aos camiões transalpinos que todos os anos cruzam as fronteiras e “fazem fila à porta do lagar”. Um fenómeno que tem origem na própria natureza, já que o clima do Alentejo faz com que a primeira colheita de azeitona do Mediterrâneo seja feita em Portugal.
 
Ao azeite nacional, segundo o produtor, para ser 
reconhecido a nível global, faltam-lhe os anos de marketing que Itália tem de sobra.
 
Brasil e Angola é que reconhecem o azeite português como o melhor do mundo. A percepção dos outros países está virada para Itália, o que é natural. Eles têm canais de distribuição muito antigos, a comunidade italiana espalhada pelo mundo é enorme e há milhares de restaurantes italianos que só compram azeite que venha do país”.
 
O que os apreciadores de lasanha e carbonara não sabem é que o azeite que lhes chega ao prato tem sotaque alentejano. “Em Portugal ficamos com o melhor, que são as oito toneladas de oxigénio que as nossas árvores produzem”, brinca o produtor.
 
Cortez de Lobão acredita que o reconhecimento há-de chegar, mas sublinha que não basta um agricultor para plantar um olival. “Quem conhece o sector sabe que cerca de 70% do azeite produzido em Portugal é de primeira qualidade. Não há outro país com uma quantidade tão elevada. Mas tem de haver uma estratégia nacional para promover o produto. Não tenho dúvidas que em meados do século o azeite português será reconhecido como um dos melhores do mundo”.
 
Fora dos planos de Cortez de Lobão está a criação de uma marca própria, que já existiu mas acabou por ficar pelo caminho. “Verificámos que havia pouca margem. É um caminho que não nos entusiasma porque queremos ser rentáveis e a marca própria aumenta o risco de destruir valor, numa área onde a concorrência é muito forte e as margens são pequenas”, justifica o produtor.
 
A “joia da coroa” da família
A herdade, que chegou a ser nacionalizada depois do 25 de Abril, está na família Cortez de Lobão desde o século XVIII. Foi na passagem de testemunho entre gerações que João, não sendo o mais velho dos seis irmãos, optou por abandonar uma carreira na banca para se dedicar à agricultura.
 

Tinha uma situação óptima e vim endividar-me, mas o meu pai disse que se ninguém tomasse conta da terra vendia a propriedade

Na altura o projecto não me parecia nada aliciante. Tinha uma situação óptima e vim endividar-me, mas o meu pai disse que se ninguém tomasse conta da terra vendia a propriedade”, conta Cortez de Lobão. Na hora de decidir o que fazer com 600 hectares de terra, o azeite não foi a única opção. “Pensámos no vinho mas é preciso ter uma marca, além de que é difícil vender vinho a granel e o mercado português está tomado, não há muito espaço para novos nascimentos”.
 
A construção da Barragem do Alqueva foi decisiva para a transformação da Herdade Maria da Guarda em olival. “Pareceu-nos a opção mais completa e rentável. Optámos por um modelo de negócio que passa por produzir em muita quantidade a um preço competitivo, vendendo a quem sabe distribuir nos canais internacionais”, explica Cortez de Lobão.
 
A forma como a matéria-prima é negociada no mercado foi só mais uma das muitas vantagens que o produtor viu no negócio do azeite. “Neste sector a entrega do azeite só se faz depois de recebido o dinheiro. O cliente só carrega o azeite depois de ter depositado o dinheiro na conta e o risco de cobrança desaparece. É uma vantagem que o sector do vinho não tem”, salienta o responsável da Herdade Maria da Guarda, que hoje não hesita em afirmar que trocar a alta finança pela agricultura foi a opção certa. Uma certeza que tal como o azeite, acabou por vir ao de cima.
 
c/ Ana Sanlez - Dinheiro Vivo
 
Num projecto “pioneiro em Portugal”, tal como revelou o presidente do Município de Ponte de Sor, uma empresa francesa, que produz máscaras de oxigénio para aviões supersónicos, vai construir uma fábrica naquela localidade do Alto Alentejo.
 
Nesta nova unidade fabril estão previstos serem criados “até 35 postos de trabalho”, e de acordo com Hugo Hilário, a empresa pretende arrancar com o projecto “entre Março e Abril de 2017”, no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.
 
O presidente da câmara municipal indicou que a empresa francesa, que é já detentora de uma unidade fabril em Espanha, e tendo em conta que em Portugalainda não é fabricado” este tipo de produto na área da aeronáutica, quer “expandir o seu negócio no mercado europeu e nos países da lusofonia”.
 
Felizmente conseguimos atrair para Ponte de Sor esta fábrica, após vários contactos entre as partes (câmara e empresa). O administrador da empresa visitou o aeródromo e manifestou total interesse face às nossas infraestruturas e conteúdos já sediados naquela área”, disse Hugo Hilário.
 
Segundo explicações dadas à LUSA pelo autarca alentejano, a empresa vai desenvolver inicialmente o projecto em infraestruturas já existentes, no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, para, depois, “no espaço de um ano”, avançar com a construção de uma nova infraestrutura e ampliar a sua actividade.
 
Nas infraestruturas que vai construir, a empresa prevê investir cerca de um milhão de euros. Na primeira fase deste projecto vão ser criados cerca de 12 postos de trabalho e, a partir de 2018, entre os 25 a 35 postos de trabalho, o que é óptimo”, disse.
 
Além da sede dos meios aéreos da Protecção Civil, o Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, que tem uma pista de aviação com 1.850 metros, alberga um corpo permanente de intervenção, salvamento e socorro do aeródromo, uma empresa de componentes para aviões e uma empresa de manutenção de aviões ultraleves.
 
No aeródromo está ainda sediada uma unidade do Aeroclube de Portugal, com a vertente dos planadores, uma empresa de produção de drones, uma de componentes aeronáuticos e uma de manutenção aeronáutica, além de uma escola internacional de pilotos de aviação.
 
Ainda no mesmo espaço, está instalado um Campus Aeronáutico, que dá apoio aos alunos da academia de pilotos e onde é ministrado um curso superior de produção aeronáutica pelo Instituto Politécnico de Setúbal.
 
O autarca salientou que “actualmente, o aeródromo já criou mais de 200 postos de trabalho. Nos próximos tempos vai ainda criar mais emprego, com a evolução de todas as infraestruturas que lá existem”, salientou o autarca.
 
c/ Ana Isabel Mendes e LUSA

Banda Sinfónica da PSP actua em Borba

Escrito por quarta, 04 janeiro 2017 18:49
Na próxima sexta-feira, dia 6 de Janeiro, pelas 21 horas, o Pavilhão de Eventos da cidade alentejana de Borba, irá receber a actuação da Banda Sinfónica da PSP.
 
Este concerto de ano novo, organizado pelo Município de Borba, tem entrada livre.
 

Assaltantes fazem explodir caixa multibanco em Beja

Escrito por quarta, 04 janeiro 2017 02:05
Uma caixa multibanco, instalada junto a uma das portas de um supermercado em Beja, foi assaltada na madrugada de terça-feira, alegadamente por três homens e com recurso a explosão de gás, disse à Lusa fonte policial.
 
O assalto à caixa multibanco, situada na Rua 5 de Outubro, ocorreu por volta das 04.30 horas, precisou o oficial de relações públicas do Comando Distrital de Beja da PSP, Subcomissário Dário Marta.
 
Citando testemunhas, o oficial disse que o assalto terá sido praticado por três homens, que furtaram dinheiro da caixa e fugiram numa viatura.
 
"O mais provável", adiantou, terá sido os assaltantes terem recorrido ao método de explosão de gás.
 
Dário Marta explicou que uma patrulha da PSP respondeu a uma solicitação de alarme, e quando chegou ao local deparou-se com o assalto à caixa multibanco.
 
Os assaltantes já tinham fugido e a patrulha da PSP limitou-se a isolar o local e a accionar a Polícia Judiciária, que está a investigar o caso, referiu.
 
O mesmo responsável policial disse desconhecer o valor do furto.
 
c/ LUSA
As escolas de Baião e de Amarante estão a funcionar desde 2013.
 
A remodelação foi realizada por um consórcio de três empresas. Duas nacionais, de Portalegre e de Leiria, com 45 % cada, e uma espanhola, com os restantes 10%.
 
Em declarações à SIC Notícias, António Palmeiro, da Centrejo, afirma peremptóriamente ter “cerca de 7 milhões de euros a receber da Parque Escolar. Andamos na justiça há cerca de um ano e meio, dois anos, a ver se conseguimos receber e têm arranjado tudo e mais alguma coisa para empatar o processo de recebimento”.
 
Devido a esta alegada falta de pagamento, a empresa de Leiria já foi declarada insolvente e a de Portalegre para lá caminha. Estarão em falta cerca de sete milhões de euros.
 
Tivemos que entrar em PER, um Processo Especial de Revitalização, e se não conseguirmos com alguma celeridade receber alguma coisa, vimo-nos forçados eventualmente a fechar a porta” afirmou António Palmeiro. Para o administrador da Centrejo, e se efectivamente a empresa encerrar, estão em causa “directamente 35 ou 36, e indirectamente uma centena, uma centena e meia” de postos de trabalho.
 
Contactada pela SIC, a Parque Escolar esclareceu, por escrito, que sempre honrou os compromissos e esta situação que se arrasta na justiça fica a dever-se a atrasos na execução da obra, que suscitaram multas, que entretanto foram contestadas.
 
Segundo Luís Semedo, advogado da empresa de Portalegre, “o que está em causa agora são duas sentenças arbitrais, que condenaram a Parque Escolar no pagamento à Centrejo do valor de cerca um milhão e 300 mil euros. Este valor ainda não foi pago, e já está estabelecido. Este valor não foi reclamado, não há nenhum processo em reclamação deste valor”.
 
Quando questionado se as multas que existem não se sobrepõem a esta sentença, o causídico afirmou que “essas multas que foram aplicadas pela Parque Escolar, no âmbito das obras que foram realizadas, são multas que estão a ser discutidas num outro Tribunal Arbitral, que não tem nada a ver com este”.
 
A Centrejo está neste momento sem actividade porque não pode realizar as obras que entretanto tinha em carteira.
 
Neste momento é o Estado que tem uma dívida para com a empresa e a empresa não consegue fazer face aos seus compromissos com o Estado, nomeadamente Finanças e Segurança Social. Não consegue extrair as certidões de não dívida à Segurança Social e às Finanças, para fazer obras normais, no âmbito dos concursos públicos” salienta o advogado da Centrejo.
 
A Parque Escolar garante que cumprirá todas as decisões judiciais ou arbitrais, e aguarda a resolução de um último Tribunal Arbitral, já constituído.
 
De recordar que a empresa Centrejo, em consórcio com a espanhola Marmoles Pascual, foi responsável pela obra de reconversão da Praça de Touros de Estremoz.
Apenas na reunião anual de 2018, o júri internacional irá apreciar uma proposta portuguesa, e a candidatura de Mafra é a possibilidade mais forte.
 
Esperando uma “escorregadela” da candidatura de Mafra, que segue na linha da frente com a Candidatura a Património da Humanidade do Palácio e Tapada Nacionais e do Jardim do Cerco, estão as localidades alentejanas de Marvão e Vila Viçosa.
 
De entre os 22 bens incluídos na lista nacional como possíveis candidatos a Património da Humanidade pela UNESCO, Mafra, Vila Viçosa e Marvão apostam na apresentação de uma proposta em Paris, no ano de 2018, findo o mandato de Portugal como membro do Comité do Património Mundial, o que acontece em 2017.
 
No ano que está prestes a iniciar-se, ano de excepcional programação no Palácio e Convento, assinalando-se os três séculos do início da sua construção, será já em Janeiro que Mafra entrega o dossiê formal da sua candidatura. Em declarações ao DN, Mário Pereira, director do monumento, mostra-se confiante no "valor intrínseco" do bem, que possui uma série de singularidades: "o palácio, o convento, a biblioteca, a tapada, a igreja, os carrilhões", enumera.
 
Fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que tutela a Comissão Nacional da UNESCO, confirmou que, "tendo presente os bens inscritos na lista indicativa ainda em vigor [revista no final de Maio de 2016], temos conhecimento de que Mafra estará a preparar candidatura a Património Mundial".
 
A mesma fonte avançou ao DN que "a nova Lista Indicativa [nacional] apenas irá ser apreciada pelo Comité do Património Mundial na sua próxima sessão, em Julho de 2017", pelo que, "apenas em 2018 será possível apresentar candidaturas".
 
Com o mandato a terminar, Vila Viçosa e Marvão também apostam forte nesta corrida, prometendo concorrência a Mafra.
 
A vila alentejana assinou esta semana um protocolo com a Fundação da Casa de Bragança ao qual se seguem, como adiantou o presidente da autarquia, acordos com a Direcção-Geral do Património Cultural, a Direcção Regional da Cultura do Alentejo e ainda a Faculdade de Arquitectura de Lisboa.
 
Esta última, explica Manuel Condenado, já assessorou a entrada na lista indicativa nacional, conseguida em Maio, num processo iniciado há dez anos.
 
Quanto a Marvão, e seguindo uma recomendação da Comissão Nacional, abandonou a candidatura em nome próprio, iniciada em 2002, e juntou-se a Elvas, Almeida e Valença, numa candidatura conjunta das Fortalezas Abaluartadas da Raia.
 
A ligação a Elvas, já distinguida como Património da Humanidade, e o carácter inovador da candidatura, "em série", dão optimismo a José Manuel Pires, vereador de Marvão, que acredita ser possível uma candidatura em 2018.
 
c/ Diário de Notícias

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