terça, 24 abril 2018
É já no dia 22 de Setembro, sexta-feira, que Viana do Alentejo acolhe mais uma edição da centenária Feira D’Aires, um certame que, durante quatro dias, pretende ser um espaço privilegiado para a mostra de actividades económicas, nomeadamente do tecido empresarial da região.
 
Organizado pelo Município de Viana do Alentejo, com o apoio das juntas de freguesia do concelho, a Feira D’Aires comemora nesta edição 266 anos de história.
 
Participam no certame 70 expositores dos mais variados sectores de actividade (serviços, artesanato, indústria, lazer, queijos, doçaria, olaria, etc.). A par das actividades económicas que vão ficar instaladas no pavilhão de exposições/actividades económicas, a feira tem ainda mais dois pavilhões, um dedicado à gastronomia e um outro para os espectáculos. Pelo palco principal vão passar nomes como Matias Damásio, dia 22, às 22 horas, Anselmo Ralph, dia 23, igualmente às 22 horas, o VIII Festival de Folclore Feira D’Aires, dia 24, às 18 horas e a fadista Ana Moura, dia 25, às 22 horas.
 
Pela tenda da gastronomia vão passar a dança, o cante alentejano, o IV Festival de Acordeão, organizado pela Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Viana do Alentejo e o III Encontro de Música Popular “Alentejo é nossa terra”, realizado pela Associação Seara Nova.
 
Destaque ainda para o 17º Grande Prémio de Atletismo Feira D’Aires Memorial Luís Filipe Branco, que decorre no domingo, a partir das 8.15 horas, no recinto da feira e na malha urbana da vila, promovido pelo Município de Viana do Alentejo, Clube da Natureza de Alvito e Sporting Clube de Viana do Alentejo.
 
Para os aficionados da festa brava, destaque ainda para a Corrida de Toiros realizada pela Associação Equestre de Viana do Alentejo, no domingo, a partir das 16 horas. Em praça vão estar os cavaleiros Luís Rouxinol, Sónia Matias e Manuel Telles Bastos e os Grupos de Forcados Amadores de Évora, São Manços e Moura.
 
Para além do programa cultural e desportivo, o destaque vai também para o cariz religioso do certame, cujo ponto alto é a procissão em torno do Santuário no domingo, à tarde.
A equipa de Cardiologia do Hospital do Espírito Santo de Évora implantou, na passada quinta-feira, dia 14 de Setembro, pela primeira vez na região Alentejo, o pacemaker mais pequeno do mundo e que não necessita de electrocatéter (“PM sem fios”). Esta cápsula cardíaca mede apenas 2,5 cm e é colocada no coração através de um catéter inserido na veia femoral. O mini dispositivo é fixado às paredes do coração através de pequenos ganchos, fornecendo impulsos eléctricos que estabelecem o ritmo cardíaco.
 
Pedro Dionísio, cardiologista que lidera a equipa de Pacing e Arritmologia do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) explica que “o dispositivo, inserido directamente no coração através de um procedimento percutâneo assinala uma nova etapa no tratamento das arritmias cardíacas, visto que não necessita de uma incisão cirúrgica no tórax, o que reduz o risco de infecções e o tempo de recuperação dos doentes”. Para além disto é indicado especialmente em doentes sem os acessos venosos habituais, como era o caso desta doente, uma senhora de 70 anos, com bloqueio aurículo ventricular completo e insuficiência renal crónica, em hemodiálise. Apesar do seu tamanho reduzido, o dispositivo responde aos níveis de actividade do doente, ajustando-se automaticamente ao seu ritmo. Permite também que o paciente tenha acesso aos meios de diagnóstico mais avançados, uma vez que é compatível com aparelhos de ressonância magnética. Já a sua bateria, está preparada para durar, em média, dez anos.
 
A colocação de um pacemaker é o procedimento mais utilizado para o tratamento da bradicardia, uma perturbação do ritmo cardíaco caracterizada por um batimento lento. A partir de agora, e à semelhança de outros centros hospitalares do país, o HESE passa a disponibilizar este novo dispositivo aos doentes do Alentejo.
 
Na sequência de um brutal despiste, ocorrido na madrugada desta quinta-feira, dia 14 de Setembro, na Estrada Nacional 254 (EN254), via que liga Bencatel à vila de Redondo, uma mulher de 27 anos, natural desta freguesia do concelho de Vila Viçosa, perdeu a vida.
 
O alerta para este acidente foi dado cerca das 05:45 horas.
 
O corpo da vítima mortal, única ocupante do veículo ligeiro de passageiros, foi transportado para o Instituto de Medicina Legal de Évora.
 
Segundo informações que conseguimos recolher, a jovem de 27 anos, era vice-presidente da Associação Bencatel Jovem.
 
As operações de socorro mobilizaram 17 operacionais dos Bombeiros Voluntários de Vila Viçosa, da Guarda Nacional Republicana (GNR), e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Évora, indicou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora.
O centro comercial Évora Shopping, espaço que representa um investimento de mais 35 milhões de euros e que está a ser construído na periferia da capital do Alto Alentejo, já tem data de inauguração.
 
Segundo conseguimos apurar, o dia 16 de Novembro foi a data escolhida pela Ares Capital, empresa detentora do projecto.
 
Segundo Maximilian Herget, o centro comercial vai ter “cerca de 70 lojas” e “cinco salas de cinema”, para além de supermercado, zona de restauração e estacionamentos. O director de investimentos da Ares Capital adiantou já estar assegurada “a operadora de cinema que é líder em Portugal”.
 
Acrescentou ainda ter havido “um bom progresso em relação às lojas mais pequenas, tanto com empresas locais, como nacionais e internacionais” e as lojas de média dimensão, com uma área que ronda os 400 a 500 metros quadrados, têm tido “muita procura”.
 
O Évora Shopping, que pertencia à EVRET - Investimentos e Projectos Imobiliários, SA, uma “joint-venture” entre a Imorendimento e a Madford Developments, começou a ser construído em 2011 e estava previsto abrir em 2013, mas as obras estiveram paradas mais de dois anos, tendo o projeto passado para as “mãos” do Novo Banco.
 
No ano passado, em Março, a Ares Capital, uma empresa privada detida por uma família do Dubai e que investe no sector imobiliário, comprou o centro comercial ao Novo Banco, para concluir o projecto, e as obras foram retomadas em Junho de 2016. 
 
Não tem sido um ‘passeio no parque’ e nunca ninguém esperou que fosse fácil, mas, ainda assim, estou muito satisfeito e acho que vamos conseguir criar um ‘mix’ equilibrado de retalhistas, que vá ao encontro dos grupos-alvo e dos gostos regionais e nacionais”, argumentou Maximilian Herget. 
 
Com uma área de construção de 20 mil metros quadrados, dos quais 16.400 são área bruta locável, em dois pisos, o centro comercial quer chegar a um universo de cerca de 300 mil pessoas: “Queremos servir o Alentejo e atrair alguns clientes espanhóis”, assumiu Maximilian Herget.
 
c/ LUSA

Vai produzir-se canábis no Alqueva

Escrito por domingo, 27 agosto 2017 11:00
São três os ministérios (Negócios Estrangeiros, Agricultura e Saúde) que aguardam autorização do Infarmed para aprovarem dois projectos de produção de canábis para fins medicinais em Portugal.
 
A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias, que explicita que os projectos foram apresentados por dois investidores, um canadiano e outro israelita. O JN adianta que um dos projectos irá ficar na zona de Cantanhede, enquanto que o semanário Expresso confirma que há um projecto que se candidata à zona do Alqueva, onde já existe uma produção autorizada de papoila de ópio, para fins medicinais.
 
Os projectos incluem unidades agrícolas de cultivo – um deles em estufas – e a construção de uma unidade industrial de transformação e purificação de canábis. Fonte do Infarmed, a Autoridade Nacional do Medicamento, que terá de dar luz verde a estes investimentos, disse ao Jornal de Notícias que está “a aguardar a formalização” dos dossiês.
 
Recorde-se que Portugal não permite a prescrição directa de canábis para fins terapêuticos, podendo ser apenas ser utilizada através de produtos derivados, os canabinoides.
 
A Prospect Time Internacional Investiment (Portugal) Lda., uma empresa de investidores com capitais chineses, sedeada em Hong Kong, e o Município de Elvas, assinaram hoje, quinta-feira, dia 24 de Agosto, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Elvas, um Memorando de Cooperação, que visa a concretização do projecto "European Global Commodity Services Centre": explorar o modelo e a zona de demonstração denominada “A Plataforma Portugal Global” seguindo o modelo de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas (“Plataforma Portugal”).
 
A assinatura deste memorando foi efectuada entre o Presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, e o sócio gerente da Prospect Time International Investiment (Portugal) Lda., Chen Chunsheng.
 
Este memorando, que estará em vigor até ao dia 31 de Dezembro de 2020, inclui a cooperação mútua e o estudo do desenvolvimento de Elvas através das áreas de capital, recursos humanos e produção, com foco, entre outras, na agricultura, quintas vinícolas, produção de artigos típicos da região e projectos de turismo e de lazer.
 
De acordo com o Presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, “um dos pontos onde este projecto vai assentar” no concelho de Elvas, “é a área ocupada pelo antigo Centro Educativo de Vila Fernando”, com cerca de 1100 hectares. O autarca sublinhou que “o espaço está degradado, praticamente há mais de dez anos, e agora é necessário requalificar toda a zona e aí colocar um conjunto de serviços e empresas”.
 
Para Nuno Mocinha, a localização de Elvas torna a cidade “estratégica para este tipo de investimento, que promove o desenvolvimento industrial, cultural, turístico, científico e financeiro”.
 
Ainda segundo o edil elvense, estão em causa investimentos de “vários milhões de euros” que vão tornar este projecto “num dos maiores efectuados em Portugal”.
 
As duas entidades assumem, com este documento, o objetivo de cooperar mutuamente com vista a que surjam, benefícios mútuos e ganhos para toda a população, impulsionando o desenvolvimento, estimulando a polivalência económica moderada e o desenvolvimento sustentável.
 
O memorando visa a construção, em conjunto e em conformidade com o Plano Diretor Municipal de Elvas, do European Global Commodity Services Centre e do Parque Natural de Zonas Húmidas, a construção de um Parque Industrial e Tecnológico e uma Zona de Criatividade Cultural, concentrando os recursos e explorando produtos culturais, como as artes visuais e produções televisivas televisivas e cinematográficas, e um Centro Internacional de Conferências e Exposições, assim como o desenvolvimento das pequenas e médias empresas.
 
Município de Estremoz e a Prospect Time Internacional Investiment (Portugal) Lda. assinaram acordo em Março de 2017
 
De recordar que, em 16 de Março deste ano, o Município de Estremoz e a Prospect Time Internacional Investiment (Portugal) Lda., assinaram um acordo de colaboração que tem por objectivo estabelecer uma estrutura de mecanismos de cooperação entre as partes, em que o Município disponibilizará lotes na Zona Industrial de Arcos, devidamente infraestruturados e ao preço de 5,00 € por metro quadrado, para a instalação de fábricas ou unidades industriais que desenvolvam a sua actividade na área das tecnologias, ambiente, pesquisa cientifica, energias renováveis e outras, desde que as mesmas contribuam para o desenvolvimento económico do concelho de Estremoz e promovam a criação de emprego. Com este acordo, ratificado por unanimidade em reunião de câmara realizada a 5 de Abril, a empresa Prospect Time International Investment Limited fica obrigada a sondar potenciais investidores para instalação de empresas na Zona Industrial de Arcos, desde que as mesmas desenvolvam a sua actividade nas áreas específicas das tecnologias, ambiente, pesquisa científica, energias renováveis e outras, que concorram inegavelmente para o desenvolvimento sustentado do concelho de Estremoz.
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) acusou o Comandante do Destacamento Territorial de Beja da Guarda Nacional Republicana (GNR) de não cumprir a lei ao cortar folgas a militares alegando falta de efectivo e a realização de uma feira.
 
Num comunicado, a Delegação Sul da Associação dos Profissionais da Guarda refere que o Comandante, "alegando falta de efectivo", decidiu "suprimir" o gozo dos descansos complementares e compensatórios dos militares do destacamento entre sexta-feira e domingo e os dias 31 deste mês e 4 de Setembro.
 
"Não fosse isso suficiente", determinou-se também que "fossem suprimidos os descansos semanais e complementares" dos militares do Posto Territorial de Cuba, que faz parte do Destacamento Territorial de Beja, entre os dias 30 deste mês e 5 de Setembro, "argumentando-se" com a realização da Feira Anual de Cuba deste ano, que vai decorrer entre os dias 31 deste mês e 4 de Setembro.
 
A APG/GNR considera a situação "insólita", porque "aqueles que têm de fazer cumprir a lei devem, em primeiro lugar, respeitá-la e não torná-la tão maleável quanto a sua vontade pessoal ou a interpretação deturpada que têm daquilo que é a missão primária da GNR, a segurança pública".
 
"Apenas motivos de força maior, devidamente justificados, deveriam gerar a supressão de descansos, o que não nos parece, de todo, ser o caso", defende a associação, notando que "estão em causa situações de policiamento a festividades".
 
Segundo a associação, "sendo óbvio" que não se trata de uma questão de ordem pública, o serviço de policiamento da feira "deveria ser requisitado pela entidade promotora e prestado em regime de gratificado, sendo concedido ou não consoante o efectivo disponível".
 
"É que a missão nuclear da GNR é a segurança das populações e não o policiamento a festividades", frisa a APG/GNR, exigindo ao Comando da GNR "a correção imediata" das duas situações, que "passam uma péssima imagem da instituição, já para não referir a profunda e justa indignação que os profissionais da GNR estão a sentir".
 
Contactado pela LUSA, o Comando Territorial de Beja da GNR, através do oficial de relações públicas, escusou-se a pronunciar-se sobre as acusações da APG/GNR.
 
c/ LUSA
O Município de Viana do Alentejo realiza no próximo sábado, dia 26 Agosto, na Quinta da Joana, em Viana do Alentejo, a terceira edição da “Festa da Minha Terra”, uma iniciativa que visa acolher os cidadãos nascidos neste concelho que se encontram a residir no estrangeiro e/ou noutras localidades do país e que, nesta altura do ano, regressam à sua terra natal.
 
A recepção aos visitantes está marcada para as 12 horas, seguindo-se o piquenique com a oferta de porco no espeto por parte do Município. A tarde será dedicada aos sons tradicionais com as actuações da Tuna da Universidade Sénior de Viana do Alentejo, Grupo Coral Moços da Vila, Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo, Grupo Coral Malha Vacas, Grupo de Cavaquinhos da Associação Cantares Populares Seara Nova, Grupo De Moda em Moda e ainda um baile com Jorge Nunes.
 
No Domingo, dia 27 de Agosto, todos os participantes têm acesso gratuito, mediante inscrição, às piscinas municipais de Alcáçovas ou Viana do Alentejo.
 
A Festa da Minha Terra é organizada pelo Município de Viana do Alentejo e as Juntas de Freguesia de Aguiar, Alcáçovas e Viana do Alentejo. 
 
 
Numa peça assinada pelo jornalista Abílio Ferreira, o jornal Expresso avança que o banqueiro luso-angolano Fernando Teles, aliado de Isabel dos Santos no universo BIC, construiu sem autorização duas barragens na Herdade de Canelas, propriedade com 1500 hectares, nas Alcáçovas, em Viana do Alentejo, uma de quatro herdades que o banqueiro comprou no Alentejo.
 
Alegando que estava a reconstruir, o banqueiro primeiro instalou, e apenas depois entregou o pedido de licenciamento, que foi indeferido pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). A empresa do presidente do BIC Angola e administrador do EuroBIC já recebeu a notificação de que as barragens terão de ser demolidas e tem agora 10 dias para contestar. O luso-angolano confia que tem argumentos que sustentam a legalização das obras.
 
Segundo a publicação semanal, uma das barragens, a Tripeças, interfere com a linha de água que abastece a albufeira pública de Pego do Altar, que serve 300 regantes e 6 mil hectares de regadio. Celestino Matos, presidente da Associação de Regantes, disse que “a posição que transmitimos à APA é que a construção é ilegal e afecta a água pública”.
 
Nesta altura, e em resultado de “três anos de seca severa”, a barragem pública está a 14% da sua capacidade.
 
A outra barragem, a de Javalis, está no centro de uma disputa de águas com a herdade vizinha de Vale da Arca, do empresário Manuel Magalhães.
 
Ainda segundo o artigo do Expresso, Magalhães entregou no tribunal, há cerca de um ano, um procedimento cautelar para que o talude da barragem fosse demolido e “restabelecido o normal curso de água da ribeira”, alegando que a escassez de água na sua barragem gerava “perdas avultadas” na produção de azeite. O juiz indeferiu o pedido e preferiu esperar pela decisão da APA.
 
A Telesgest, a empresa com sede em Arouca que explora a Herdade de Canelas, alegou que se limitara a “consolidar os taludes e evitar a degradação” de uma barragem já existente quando em 2013 comprou a propriedade. E que a água é para dar de beber às mil cabeças de gado. A herdade de Canelas fica, em grande parte, em Rede Natura. Na frente judicial, a Telesgest “já ganhou duas vezes: a providência cautelar e o recurso do seu arquivamento”, comenta a empresa.
 
Esta semana, a Telesgest recebeu a “proposta de decisão” em que a APA dá conta da intenção de mandar demolir. “Vamos responder às questões levantadas e contestar o indeferimento”, responde a empresa, que considera que a iniciativa da APA “faz parte do processo de licenciamento”. Se o argumentário não fizer vencimento “há sempre o recurso à via judicial”.
 
Contactada pelo jornal do grupo Impresa, a APA diz que o “processo de contraordenação” ficou dependente do resultado da audiência prévia, no âmbito do pedido de licenciamento, entretanto, apresentado pela sociedade. Com o parecer desfavorável do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), ficou concluído o circuito do licenciamento. O chumbo leva “à demolição (total ou parcial) das barragens ilegais”, diz a APA. Nestes casos, cabe ao infractor proceder às demolições, mas se não o fizer a agência pode executar os trabalhos e enviar a factura ao prevaricador.
 
Em Viana do Alentejo, o banqueiro conta ainda com as herdades de Banhas, com 1000 hectares, e da Venda, de 300 hectares. Na Bacia do Guadiana, fica a da Rendeira, totalizando mais de 4300 hectares no Alentejo.

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