domingo, 24 setembro 2017

Borba - Homem morto à paulada em serração

Escrito por sábado, 15 abril 2017 23:34
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve este sábado, 15 de Abril, um homem, de 61 anos, por suspeita de ter matado um outro individuo, de 59 anos, em Borba.
 
Segundo o Capitão Vieira, oficial de relações públicas do Comando Territorial de Évora da GNR, o crime terá sido cometido no dia de ontem, sexta-feira, numa serração de mármores daquela cidade alentejana.
 
O presumível homicida, de nacionalidade marroquina, estava junto ao cadáver da vítima, de nacionalidade italiana, quando um trabalhador da empresa se deslocou à serração. Terá usado um pau nas agressões de que resultou a morte. O suspeito foi detido pelas autoridades e vai ser nas próximas horas presente a um juíz para primeiro interrogatório judicial.

Segundo algumas informações que conseguimos recolher, o alegado homicida era funcionário da empresa borbense, e no final do dia de trabalho de sexta-feira, terá pedido à vítima, proprietário da serração de mármores, algum dinheiro, mais concretamente de salários em atraso.
 
A GNR foi chamada ao local cerca das 17.40 horas.
 
A investigação deste caso passou para a alçada da Polícia Judiciária (PJ).

Nas missas crismais a que presidiram, os bispos portugueses deixaram múltiplas mensagens aos seus presbitérios. Em Évora, D. José Francisco Alves, que faz 76 anos durante este mês de Abril, revelou aos padres e fiéis presentes, que o Papa Francisco lhe pediu para que continuasse em funções para lá da data prevista para a resignação.

O Arcebispo de Évora revelou no dia de ontem, quinta-feira, que vai continuar "mais algum tempo à frente da diocese", apesar de completar 76 anos no próximo dia 20.
 
"O Santo Padre pediu-me para eu continuar mais algum tempo e eu agradeço ao Santo Padre a prova de confiança que ele deposita em mim. Mas, da minha parte, a única atitude só poderia ser essa, dizer que sim, que estou disponível para continuar enquanto as forças me permitirem. E fá-lo-ei com muita alegria e com muito gosto”, disse D. José Francisco Alves ao semanário "A Defesa", no final da Missa Crismal a que presidiu, na Sé de Évora.
 
Ao clero da diocese o Arcebispo afirmou que a decisão lhe chegou "por intermédio do Núncio Apostólico", pedindo o prelado a todos os presentes na Sé de Évora que "rezai para que eu saiba corresponder ao meu ministério”.
 
D. José Francisco Alves está na Arquidiocese de Évora desde 2008. Ao ter completado 75 anos de idade, o Arcebispo eborense ficou obrigado, segundo o número 1 do cânone 401 do Código de Direito Canónico, a apresentar a renúncia do ofício ao Papa.
 
O Arcebispo de Évora explicou ter escolhido a Quinta-feira Santa para fazer o anúncio por se encontrar "reunido o presbitério", assim como os "mais directos colaboradores", afirmando que "queria que o soubessem em primeira mão através da minha pessoa".
 
c/ Agência Ecclesia
A Unlock Boutique Hotels acaba de anunciar a abertura de um novo boutique hotel de luxo no centro histórico de Évora: o The Noble House. Com inauguração marcada para Junho de 2017, a nova unidade vai surgir na antiga Casa dos Condes de Lousã, um edifício que remonta ao século XV/XVI.
 
A propriedade, a escassos 200 metros da Sé/Catedral de Évora, foi adquirida pelos accionistas da Unlock Boutique Hotels e está em recuperação desde Novembro de 2016, dando agora origem a um charmoso boutique hotel, rodeado por uma riqueza monumental que levou a cidade a ser classificada como Património Cultural da Unesco.
 
Com 22 quartos divididos por diferentes tipologias (Standards, Prestige, Noble Room, Suite, Noble Suite e Garden Suite), a renovação da nova unidade está a cargo do arquitecto Fernando Coelho. Autor de vários projectos de referência, nomeadamente do Monverde Wine Experience Hotel, em Amarante, e do Cella Bar, nos Açores, Fernando Coelho foi já distinguido com vários prémios internacionais – destacando-se o Building of the Year 2016, na categoria Hospitality & Architecture, e o Gold Architectural Design & Hospitality 2016, da American Architecture Prize.
 
No epicentro do Alentejo, herdeiro de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo dos séculos, o The Noble House permite sentir a tradição e a história da região, seja através dos seus azulejos do século XVIII, do portal brasonado com cantarias de aresta chanfrada do século XVI, dos tectos abobadados, dos frescos dos quartos ou da famosa muralha romana que atravessa a propriedade.
 
Pernoitar no The Noble House é ter a oportunidade de reviver a história em cada um dos seus elementos que foram cuidadosamente reabilitados em pleno coração de Évora. Integrando todo o misticismo da região, a unidade terá uma das maiores suites do distrito, com uma parede que apresenta a muralha romana, bem como um jardim com uma harmonia de beleza rara e até um poço que antigamente era usado para consumo caseiro. 
 
O novo The Noble House vai ser gerido por Margarida Monsanto, uma arquitecta que depois de terminar um MBA decidiu dedicar-se ao sector do turismo, que julgamos ser a escolha perfeita para o management de uma unidade com tanta história e detalhes arquitectónicos”, destaca Miguel Velez, CEO da Unlock Boutique Hotels, acrescentando: “Depois de uma formação de topo em gestão hoteleira e de percorrer vários hotéis da Unlock, sabemos que vai marcar a diferença no serviço de excelência oferecemos”.
 
A unidade encontra-se em plena fase de recrutamento procurando talentos para prestar um serviço premium, aliado à vontade de servir e uma orientação para o sector do turismo. 
 
A The Noble House é a primeira unidade detida pela Unlock Boutique Hotels, um investimento que vem reforçar o trabalho da hotel management company como asset owner – embora se mantenha a forte aposta na expansão do cluster de hotéis em gestão e em soft brand”, sublinha Miguel Velez. 
 
Com apenas 10 meses de actividade, a Unlock Boutique Hotels é responsável pela gestão de unidades de norte a sul do país (nomeadamente, a Casa Melo Alvim, em Viana do Castelo, o Hotel da Estrela, em Lisboa, e o Monverde Wine Experience Hotel, em Amarante), detendo também dois boutique hotels em regime de soft brand (o Design & Wine Hotel, em Caminha, e o Marina Club Lagos Resort).
 
 
Sobre a Unlock Boutique Hotels:
A Unlock Boutique Hotels é uma management hotel company especializada em hotéis de pequena e média dimensão, entre 20 e 120 quartos, com um carácter exclusivo, que oferecem experiências únicas aos hóspedes, pela sua hospitalidade de excelência e autenticidade cultural.
 
A equipa da empresa, combina mais de 40 anos de expertise e é fortemente orientada para os resultados, emergindo de um processo restrito e exigente de recrutamento que procura os melhores talentos.
 
A Unlock Boutique Hotels beneficia das tecnologias RateGain, que disponibiliza soluções de gestão unificada de receitas, gestão de tarifas, optimização de preços, sistemas eficazes de distribuição electrónica e gestão da reputação de marcas online.
 
Para mais informações visite: www.unlockhotels.pt.

Só encerra um balcão da CGD no Alentejo

Escrito por segunda, 03 abril 2017 01:57
Segundo a última lista actualizada enviada à Comissão Parlamentar de Recapitalização e Gestão do banco público pelo Presidente de Administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Rui Vilar, a CGD vai encerrar 61 agências, maioritariamente na região metropolitana de Lisboa.
 
No Alentejo, a única agência a encerrar é a que se encontra situada na Rua Alexandre Herculano, em Portalegre. A capital de distrito fica assim apenas com o balcão localizado na Rua de Elvas.
 
Olhando pormenorizadamente para a lista, o pedido do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, de haver pelo menos um balcão por concelho, será cumprido.

O estremocense João Manoel Moura dos Reis é o novo presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).

O médico encontrava-se a presidir ao Conselho Directivo da Administração Regional de Saúde do Algarve (ARSA), desde 1 de Novembro de 2013.

A nomeação foi aprovada pelo Governo, na passada quinta-feira, em Conselho de Ministros, tendo aprovado ainda a nomeação de Vera Maria Escoto, Joaquim Duarte Araújo, Ana Amélia Ceia da Silva e Artur Manuel Caretas Lopes, como vogais executivos do Conselho de Administração da ULSNA.

O Conselho de Ministros aprovou ainda a nomeação de Maria da Conceição Lopes Baptista Margalha como presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA). José Aníbal Fernandes Soares, José Manuel Lourenço Mestre, António Sousa Duarte e Joaquim Manuel Brissos foram nomeados vogais executivos do Conselho de Administração da ULSBA.

Luís Manuel de Sousa Matias foi nomeado presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA). Horácio Carlos de Figueiredo Santos Feiteiro, Alda Maria Figueiredo Machado Pinto Dinis da Fonseca, Miguel Ângelo Madeira Rodrigues e Amaro Silva Pinto, foram nomeados vogais executivos do Conselho de Administração da ULSLA.

De destacar que estas nomeações para as Unidades Locais de Saúde são feitas ao abrigo do Regime Jurídico e os Estatutos aplicáveis às unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde, tendo passado um dos vogais a ser proposto pela respectiva Comunidade Intermunicipal.

Parece ser uma escolha unânime: o Alentejo é a região portuguesa mais provável para a Tesla instalar a sua gigafábrica. Se Elon Musk vier a escolher Portugal para instalar uma nova fábrica na Europa, a região sul do país é a que reúne mais condições para acolher a unidade que produz os carros eléctricos da marca norte-americana.
 
A conclusão é dos estudos realizados pelo movimento "Bring Tesla Gigafactory to Portugal", um movimento "agregador da sociedade civil" que nasceu espontaneamente no Facebook em Novembro, após a Tesla ter abordado vários países europeus com o objectivo de procurar uma localização para uma segunda fábrica na Europa. Portugal foi um dos países que recebeu uma comitiva da Tesla, conforme avançou o Ministério da Economia em Novembro.
 
A gigafábrica em Portugal "dificilmente será noutro sítio que não o Alentejo", disse Rui Miguel Coelho, co-fundador deste movimento que não tem ligações nem à Tesla, nem a entidades oficiais e cujo objectivo é apenas tentar chamar a atenção de Elon Musk para escolher Portugal para instalar a sua gigafábrica.
 
Há um total de 120 pessoas envolvidas neste projecto e que estão a trabalhar pro bono, ou seja, sem receber nada em troca. O estudo já mereceu o interesse do próprio Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
 
"Todos os estudos técnicos que os nossos engenheiros e equipa de trabalho fez, apontam claramente que seja no Alentejo. É muito improvável que seja noutro sítio que não o Alentejo", afirmou numa apresentação realizada na escola de negócios AESE, em Lisboa, que serviu para apresentar o estudo levado a cabo pelo movimento. 
 
Esta escolha do Alentejo, segundo as conclusões preliminares do estudo, está suportada em cinco factores:
Espaço – Uma fábrica de baterias da Tesla necessita de pelo menos de uma área de pelo menos 12 quilómetros quadrados. O Alentejo é considerado o melhor local por isso e por também estar próximo do Porto de Sines, que pode beneficiar de fundos comunitários que permitam criar uma plataforma logística e de mercadorias para produção e exportação de veículos da marca norte-americana;
 
Apoio japonês – Vários responsáveis das autoridades japonesas têm estado a acompanhar os oito grupos de trabalho constituído pelo movimento de apoio ao investimento da Tesla. Poderão sensibilizar a Panasonic, uma das principais investidoras da Tesla e que é “líder na investigação da sustentabilidade e longevidade de baterias”; 
 
Reconhecimento norte-americano – A startup portuguesa InoCrowd, que resolve os problemas das empresas através de uma espécie de rede social da inovação, é uma das principais apoiantes do movimento que quer atrair o investimento da Tesla para Portugal. Depois de ter recebido investimento da Cisco, tem “dado nas vistas nos EUA e criou uma alavanca adicional de reconhecimento da excelência das competências dos engenheiros portugueses, o que importa, e muito, a Elon Musk”; 
 
Portugalidade – O movimento de apoio à Tesla acredita que há uma forte ligação entre a cultura portuguesa e a cultura de desenvolvimento da Tesla. Criou, por isso, o acrónimo IDEA Factor, que junta inovação, disrupção, exploração e adaptação + acção. “Mais do que apenas critérios financeiros e fiscais, o CEO da Tesla move-se por critérios igualmente emocionais, o que dá vantagem adicional a Portugal”; 
 
Apoio do Governo – A UMM foi a última marca automóvel 100% portuguesa de referência. Inicialmente uma desvantagem, “a falta de uma grande empresa nesta indústria pode facilitar o apoio governamental a uma marca como a Tesla. Todos os outros países candidatos têm marcas automóveis nacionais que podem por em causa o comprometimento anterior de fundos e políticas públicas”. 
 
No início de Novembro, o líder da Tesla, Elon Musk, revelou que a companhia estava a planear instalar uma fábrica na Europa e que o país seria escolhido no próximo ano.
 
Vários países europeus, como Espanha, Holanda e França, chegaram-se à frente para atrair o investimento da Tesla. Em Fevereiro, a Tesla anunciou que iria anunciar as localizações das suas próximas três gigafábricas ainda este ano, não detalhando se alguma vai ser na Europa.
 
c/ Dinheiro Vivo e Jornal de Negócios
Na madrugada da passada terça-feira, em Santiago do Cacém, concelho do litoral alentejano pertencente ao distrito de Setúbal, foi assaltada uma caixa Multibanco, localizada num posto de abastecimento de combustíveis, numa das principais avenidas da cidade, a escassos metros do quartel dos bombeiros.
 
Segundo as imagens de videovigilância já exibidas pelas estações de televisão, o assalto ocorreu cerca das 03:30 horas, não durou mais de cinco minutos, e terá sido levado a cabo a por três ou quatro indivíduos, que se colocaram em fuga num veículo ligeiro.
 
Segundo as últimas informações divulgadas, o alerta para a GNR, que chegou ao local 36 minutos depois dos assaltantes, terá sido dado por um bombeiro que se encontrava de serviço. 
 
Fonte da GNR adiantou que os assaltantes terão conseguido apoderar-se "do dinheiro todo" que estava no terminal de Multibanco, numa quantia cujo valor está ainda por determinar.
 
O assalto ocorreu através do método de explosão, com injecção de gás na caixa Multibanco.
 
A investigação está agora a cargo da Polícia Judiciária.
 
c/ TVI24

Elvas vai ter complexo de padel ainda este ano

Escrito por terça, 28 março 2017 23:44
Foi apresentado ontem, terça-feira, dia 28 de Março, numa conferência de imprensa que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Elvas e dos dois administradores da empresa Europadel, o projecto de implantação de campos de padel “EuroPadel”.
 
O complexo de padel, cuja construção já se iniciou, vai ficar localizado na urbanização da Quinta do Paraíso, em frente à entrada da zona de estacionamento do Estádio Municipal de Atletismo, em Elvas. A previsão para conclusão das obras é meados de Julho, num investimento superior a um milhão de euros.
 

Para Álvaro Antunes, administrador da empresa, “o projecto que vamos realizar é um projecto pioneiro e inovador, e acreditamos que não vai passar despercebido. Tem a componente desportiva e turística. Vai dinamizar a cidade e todo o património”.
 
Do complexo fazem parte cinco campos de padel cobertos, bicicletas eléctricas, uma pista polidesportiva para futebol e basquetebol e cafetaria.
 
Pretendemos trazer pessoas de outras cidades para praticarem desporto e assim dinamizarmos a cidade de Elvas”, explicou o também administrador da empresa Europadel, Agustin Marquez Felipe.
 
Nuno Mocinha, presidente da Câmara Municipal de Elvas, referiu durante a sua intervenção estar “muito satisfeito” com a realização deste projecto. E explicou que “é um equipamento que não existe, é inovador e tem uma envolvência turística para dinamizar a cidade”. Concluiu mostrando-se muito ansioso para ver o resultado do projecto: “Espero que os meses passem rápido para em Julho estarmos aqui a inaugurar este projecto e assim dotarmos Elvas de um Complexo de Padel".
 
São números para deixar qualquer um de boca aberta. O Bugatti Chiron vai dos 0 aos 100 km/h em 2,5 segundos, dos 0 aos 200 km/h em 6,5 segundos e dos 0 aos 300 km/h em apenas 13,6 segundos. A Bugatti garante que a rodar à velocidade máxima de 420 km/h (limitada electrónicamente), o Chiron esvazia o depósito de 100 litros em… nove minutos.
 
Portugal foi o palco escolhido para a apresentação dinâmica a um número muito restrito de jornalistas e clientes deste verdadeiro “monstro do asfalto”, que extrai algo como 1500 cavalos de potência de um motor W16 (sim, 16 cilindros) de 8.0 litros com quatro turbocompressores.
 
Cidades como Lisboa e Sintra receberam os testes, em estrada aberta. Na capital de distrito do Alentejo, Évora, foi mesmo fechado um troço da estrada nacional para que fossem soltas as rédeas aos bólides.
 
Entre as publicações eleitas encontra-se a britânica “Evo”, que aproveitou para partilhar na sua página oficial do Facebook, um vídeo onde se pode ver um Chiron a explorar, sem limites, os seus 1500 cavalos. É possível ver a rapidez com que este Bugatti, cujo valor de venda ao comum mortal ronda os 2,4 milhões de euros, antes de impostos, chega aos 350 km/h em apenas 21,51 segundos.
 
De referir que a velocidade máxima do Chiron está limitada a 380 km/h, mas uma chave “mágica” desbloqueia o limitador para alcançar os 420 km/h, igualmente limitada. A Bugatti já admitiu que, sem limitador, o Chiron é capaz de superar os 450 km/h. Haja estrada…
 
Apenas serão fabricados 500 exemplares, sendo que mais de metade já estão vendidos.
 
c/ TVI24

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