sábado, 15 dezembro 2018
Uma violenta colisão rodoviária entre dois veículos ligeiros e um motociclo, ocorrida cerca das 16 horas deste sábado, 18 de Agosto, na Estrada Nacional 251 (EN251), que liga Vimieiro a Pavia, no concelho de Mora, provocou a morte a duas pessoas e ferimentos noutras quatro, sendo que três são feridos ligeiros e um foi considerado ferido em estado grave.
 

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora, o ferido grave foi transportado por um meio aéreo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para uma unidade hospitalar em Lisboa e os três feridos ligeiros encaminhados para o Hospital do Espírito Santo, de Évora.
 
Fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) disse por sua vez que as duas vítimas mortais são do sexo masculino, desconhecendo-se as idades, uma vez que "os corpos encontram-se carbonizados".
 
As operações de socorro deste acidente mobilizaram 39 bombeiros, auxiliados por 16 veículos, um meio aéreo do INEM e militares da GNR.
 
Tal como o Ardina do Alentejo já tinha noticiado na sua página de Facebook, desta colisão resultou um incêndio agrícola, que deflagrou numa das bermas da estrada, e que foi considerado em resolução pelas 17:45 horas, segundo a página de Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil. No combate às chamas estiveram presentes 57 operacionais, auxiliados por 15 viaturas e três meios aéreos.
 
No local estiveram ainda presentes o Presidente da Câmara Municipal de Mora, Luís de Matos, bem como a 2ª Comandante Operacional Distrital.
 
 
Uma colisão entre dois veículos ligeiros de passageiros, ocorrida na madrugada de hoje, dia 12 de Agosto, na Estrada Nacional 120-1, em São Torpes, no concelho de Sines, provocou um morto e cinco feridos ligeiros, informou o CDOS de Setúbal.
 
Ainda segundo a mesma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, o alerta para este acidente foi dado pelas 05:54, tendo o óbito sido registado no local do acidente.
 
Os feridos ligeiros foram transportados para o Hospital do Litoral Alentejano.
 
Ao que o Ardina do Alentejo conseguiu apurar, a vítima mortal deste acidente chama-se Carlos Manuel Servolo, tinha 33 anos de idade e era Bombeiro de 3ª Classe na corporação dos Bombeiros Voluntários de Barcarena, no concelho de Oeiras
 
No local do sinistro estiveram 33 operacionais, dos Bombeiros Voluntários de Sines e dos Bombeiros Voluntários de Santiago do Cacém, apoiados por 14 veículos e pela VMER do Hospital do Litoral Alentejano, para além de militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e elementos da Infraestruturas de Portugal.
 
c/ LUSA
Através do Núcleo de Investigação Criminal de Estremoz, o Comando Territorial de Évora da Guarda Nacional Republicana (GNR) desmantelou na passada segunda-feira, dia 8 de Agosto, uma estufa de cannabis, na localidade do Vimieiro, no concelho de Arraiolos.
 
Este desmantelamento surge no âmbito de uma investigação por tráfico de estupefacientes que decorria há cerca de um mês e meio. Os militares da GNR realizaram uma busca domiciliária, tendo identificado um homem de 23 anos, e apreendido 101 doses de cannabis e diverso material relacionado com a produção de estupefacientes, tais como sistemas de iluminação, ventilação, rega e aquecimento.
D. Francisco Senra Coelho foi nomeado Arcebispo de Évora pelo Papa Francisco, nesta terça-feira, dia 26 de Junho de 2018.
 
A entrada solene de D. Francisco Senra Coelho, de 57 anos, na Arquidiocese de Évora está agendada para o domingo, 2 de Setembro, pelas 17 horas, na Catedral de Évora. Até esse momento, D. José Alves assume funções de administrador apostólico.
 
Francisco José Villas-Boas Senra de Faria Coelho nasceu a 12 de Março de 1961, em Maputo, Moçambique, sendo os pais naturais de Adães, concelho de Barcelos, na Arquidiocese de Braga. O novo Arcebispo de Évora frequentou o Liceu Nacional de Barcelos e o Liceu Sá de Miranda, em Braga, enquanto estava já no Seminário Conciliar da cidade minhota.
 
Em 1980 ingressou no Seminário Maior de Évora, onde concluiu o curso superior de Teologia, sendo posteriormente ordenado a 29 de Junho de 1986, pelo então Arcebispo de Évora, D. Maurílio de Gouveia.
 
Quando foi nomeado Bispo Auxiliar de Braga, em Abril de 2014, Francisco José Senra Coelho era pároco de Nossa Senhora de Fátima e de São Manços, em Évora, e de Nossa Senhora da Consolação, em Arraiolos, além de ser o vigário forâneo da Vigaria de Évora e o moderador da Zona Pastoral Centro/Sul da Arquidiocese de Évora.
 
Era também, na altura, assistente religioso dos estúdios da Rádio Renascença e da Rádio Sim, em Évora, assistente diocesano do Movimento da Mensagem de Fátima, da Associação dos Missionários de Cristo Sacerdote, do Movimento dos Cursos de Cristandade e membro do Conselho Presbiteral e do Cabido da Basílica Metropolitana de Évora, na qualidade de cónego capitular, assumindo as funções de tesoureiro-mor.
 
Entre 1986 e 1988 foi vigário paroquial das paróquias de Nossa Senhora da Saúde e Nossa Senhora de Fátima, em Évora, redactor religioso e cultural da Rádio Renascença – Voz do Alentejo, e assistente diocesano das Obras Missionárias Pontifícias, além de capelão do Estabelecimento Prisional de Évora. De 1990 a 2000 Francisco José Senra Coelho foi director e editor do boletim "Igreja Eborense, Vida e Cultura da Arquidiocese de Évora".
 
A nível académico, o sacerdote que agora regressa à sua casa, no Alentejo, é doutorado em História pela Universidade Internacional de Phoenix, tendo como tema da tese a vida do Arcebispo de Évora, D. Augusto Eduardo Nunes, no contexto da Primeira República em Portugal. Actualmente lecciona a disciplina de História da Igreja no Instituto Superior de Teologia de Évora e é membro da sociedade científica da Universidade Católica Portuguesa e do Conselho Científico do Centro de Estudos de História Religiosa da mesma universidade.
 
O novo arcebispo de Évora tem como lema episcopal “Illum oportet crescere me autem minui” (Para que Ele cresça e eu diminua) (Jo 3, 30).
 
c/ Rosário Silva - RR
Teve lugar ontem, dia 25 de Junho, no Salão Nobre dos Paços do concelho de Borba, a Cerimónia de Assinatura do contrato de Adjudicação da obra de construção da nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Rio de Moinhos, obra que se prevê pronta daqui a dois anos.
 
Na cerimónia, que contou com a presença do Presidente do Conselho de Administração da EPAL - Águas de Portugal, José Sardinha, o Presidente da Câmara Municipal de Borba, António Anselmo referiu ser este “um dia muito importante para o concelho de Borba e para a freguesia de Rio de Moinhos”.
 

 
A ETAR de Rio de Moinhos é uma velha aspiração da freguesia e do concelho, com mais de 30 anos, e representa um investimento inicial de 1.114.368,32€. Prevista para uma população de 3.500 habitantes, esta obra vai fazer o tratamento das águas residuais provenientes de Rio de Moinhos, Barro Branco e Talisca, através de “lagunagem”, isto é, a construção de duas linhas de lagoas independentes.
 
Está também previsto um investimento de mais um milhão de euros para a construção de duas estações elevatórias e condutas entre cada sector, nomeadamente no Barro Branco no recinto da antiga ETAR de Rio de Moinhos.
 
A obra, que arranca ainda este ano, foi adjudicada ao Consórcio “Espina e Delfin”, tendo a apresentação de toda a intervenção e trabalhos a realizar a cargo do Administrador da EPAL, Barnabé Pisco, natural de São Tiago de Rio de Moinhos. 
 
 
 
 
Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas na sequência de uma violenta colisão entre dois automóveis ligeiros ocorrida este domingo, dia 10 de Junho, na Estrada Nacional 18, a cerca de oito quilómetros de Beja.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou que os três feridos graves foram transportados para o Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja. Os corpos das vítimas mortais, um homem, com idade compreendida entre os 25 e os 30 anos, e uma mulher, foram transportados para a unidade hospitalar bejense. Em ambos os casos, as vítimas seguiam no chamado lugar do "pendura". Ainda segundo a mesma fonte, o acidente, cujo alerta foi dado às 21:33 horas, ocorreu perto de Penedo Gordo, tendo a estrada que liga Beja a Aljustrel sido cortada no local, nos dois sentidos.
 
Ao que conseguimos apurar, um dos veículos terá entrado em despiste, acabando por colidir na viatura que seguia em sentido contrário. 
 
Nas operações de socorro a este sinistro estiveram os Bombeiros Voluntários de Beja e de Odemira, com quatro ambulâncias e uma viatura de desencarceramento, o INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica, com a VMER – Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Beja e um helicóptero, e ainda a GNRGuarda Nacional Republicana, num total de 33 elementos.
 
O Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação da GNR vai agora procurar perceber as causas do violento acidente. 
A antiga Fortaleza de Juromenha, no concelho de Alandroal, vai ser integrada na segunda fase do programa Revive.
 
A garantia foi dada ontem, terça-feira, dia 5 de Junho, pelo Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, no Parlamento, após uma pergunta da deputada do CDS-PP, Vânia Dias da Silva.
 
O imóvel “não só não foi incluído no programa Revive, como nada aconteceu e, agora, ruiu uma torre. O que é que vai fazer e o que é que está pensado para a Fortaleza de Juromenha”, afirmou a parlamentar centrista.
 
Na resposta, o Ministro revelou que foi realizada uma reunião sobre o tema, em Dezembro do ano passado, com a Secretária de Estado do Turismo, a Câmara Municipal de Alandroal e a CCDRA - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo.
 
Está preparado o dossier para o conjunto ser incluído na segunda fase do programa Revive”, anunciou.
 
Para tal suceder, é necessário regularizar com a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças a cedência à Câmara Municipal de Alandroal, actualizar o plano de salvaguarda já elaborado e fazer uma estimativa da recuperação das muralhas para se incluir na reprogramação do 2020”, acrescentou.
 
Luís Filipe Castro Mendes notou que o que ruiu recentemente “não foi bem uma torre”, mas sim “uma estrutura de contenção” da torre, que “foi feita há relativamente poucos anos”.
 
Tudo isso será atendido quando os fundos forem programados ainda neste ciclo de 2017-2020”, frisou.
 
Quem não gostou da resposta do Ministro da Cultura foi o deputado do PSD, eleito pelo círculo eleitoral de Évora, António Costa da Silva.
 
Foi chocante a forma como falou da Fortaleza de Juromenha. De facto, para um Ministro da Cultura é completamente inadmissível ou demonstra falta de conhecimento. Fiquei chocado com a forma como falou da ruína de uma das torres do castelo medieval”, disse.
 
Costa da Silva considerou que “há medidas urgentes que têm que ser tomadas” e sublinhou que o Ministro “não anunciou nenhuma”.
 
Se a solução é deixar andar, chego à conclusão que o senhor Ministro também é Centeno, porque estamos perante uma ruína de uma torre e corremos o risco daquela fortaleza ruir toda”, criticou.
 
O programa Revive permite que imóveis do Estado sejam concessionados a investidores privados.
 
c/ Diana FM
Com o intuito de cativar privados a investirem no imóvel, a Câmara Municipal de Alandroal quer avançar com obras de conservação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, que já sofreram várias derrocadas.
 
"Temos a intenção de intervir na conservação e restauro das muralhas, se nos forem atribuídos fundos comunitários e autorização", afirmou à LUSA o presidente do Município, João Grilo.
 
O autarca de Alandroal realçou que a câmara "assumiu a responsabilidade de desenvolver os estudos necessários e apresentar uma candidatura a fundos comunitários", que permitam realizar obras nas muralhas para que, depois, "a fortaleza possa ser integrada no programa Revive".
 
"Como é um imóvel de grandes dimensões, exige um investimento muito avultado e tem de haver uma concertação de esforços para que seja atractivo até para os privados", frisou, esperando que, a curto prazo, se possa "inverter a tendência de abandono".
 
João Grilo adiantou que existe "uma estimativa inicial de 4,5 milhões de euros" para consolidar toda a estrutura da muralha, salientando que a candidatura do Município a fundos da União Europeia "depende da reprogramação" do Portugal 2020.
 
"Estamos a falar de conservação para dinamização e valorização económica e gerar desenvolvimento e riqueza na região, que precisa destes projectos para ser sustentável e ter um desenvolvimento equilibrado", notou.
 
Segundo o presidente do município, a antiga Fortaleza de Juromenha sofreu "algumas derrocadas" na zona da muralha medieval e na envolvente setecentista, as quais ocorreram, no início de Abril, alegadamente devido ao mau tempo.
 
"Esta situação está a ser acompanhada pela Câmara Municipal e pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo", acrescentou.
 
No ano passado, a Assembleia da República aprovou um projecto de resolução do PSD que pedia a inclusão da antiga Fortaleza de Juromenha na lista de imóveis a concessionar a investidores privados, no âmbito do programa Revive.
 
Antes, em 2008, foi anunciada a recuperação da antiga Fortaleza de Juromenha, com um projecto turístico numa parceria público privada e com apoios de fundos da União Europeia, num investimento de 20 milhões de euros, mas o projecto não se concretizou.
 
As primeiras muralhas de Juromenha datam do período da ocupação romana, tendo sido erguidas em 44 antes de Cristo por ordem de Júlio César.
 
Em 1167 foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques, tendo ocupado um lugar de relevo na defesa da nacionalidade portuguesa.
 
Actualmente, a fortaleza da povoação está classificada como Imóvel de Interesse Público.
 
A fortificação acolhe no seu interior um conjunto de edificações em estado de ruína, das quais se destacam as igrejas da Misericórdia e Matriz, a cadeia e os antigos paços do concelho.
 
c/ LUSA
A figura frágil pode enganar, mas a artista Esther Mahlangu, de uma tribo sul-africana, é uma trabalhadora incansável que, depois de colaborar com museus e pintar automóveis de marcas internacionais, assina agora um mural em Évora.
 
Não posso esquecer Évora. Há muitos lugares no meu coração e vou juntar este também”, disse à LUSA a artista, de 82 anos, na língua da comunidade Ndebele, a que pertence, mas fazendo-se entender com a ajuda de um intérprete.
 
Esther Mahlangu está na cidade há algumas semanas, a convite do Festival Évora África, iniciado na passada sexta-feira e promovido pela Casa Cadaval, Palácio de Cadaval e Power Nation, levando a Évora, até 25 de Agosto, a “festa da cultura africana”, com exposições, música, conferências e performances.
 
A pintura mural criada pela artista está no Palácio de Cadaval, a poucos metros do templo romano da cidade que é Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
 
Ficaram inspirados pelo meu trabalho, foi por isso que me chamaram para vir cá. Também me sinto inspirada e adoro estar em Portugal”, conta, acrescentando que só pinta porque “faz parte da cultura” a que pertence e é o seu “dia-a-dia, nada mais”.
 
Pintada numa estrutura, a obra atrai de imediato os olhares e ocupa uma das paredes do pátio do palácio, zona aberta a visitas e onde também funciona um restaurante.
 
As cores, como o amarelo, rosa e azul, e as figuras geométricas assinadas por Esther, umas maiores e mais centrais, outras mais pequenas, contrastam com o branco caiado nas paredes em volta.
 
Sentada numa cadeira no pátio e embrulhada numa manta de riscas também coloridas, presa com um alfinete, a artista, vestida com colares e pulseiras, nos braços e nas pernas, de missangas ou de bronze e ouro, tradicionais da sua tribo, até parece pequena e frágil, mas é a grande divulgadora pelo mundo do património artístico dos Ndebele.
 
A Esther foi um marco muito especial” dentro da comunidade Ndebele, no norte de Pretória, “porque tem uma contemporaneidade bastante extraordinária” e o seu trabalho “marcou diferentemente as outras pinturas da sua tribo”, disse Alexandra de Cadaval, directora do Festival Évora África.
 
Nesta tribo, conta Alexandra de Cadaval, o património artístico é transmitido de mãe para filha e, quando uma jovem chega à puberdade, aprende os padrões de missangas Ndebele e as pinturas decorativas nas casas, executadas só pelas mulheres.
 
Quem a descobriu, há 35 anos, foi o curador [do festival] André Magnin. Foi à procura dela nas aldeias e descobriu, vendo a casa dela, que ela realmente tinha uma visão diferente”, pela sua “maneira de pintar e utilização de cores”, refere.
 
Com penas de galinhas como pincéis, Mahlangu transportou para telas, pratos e potes a sua arte, desenhada à mão livre, sem medições prévias, e foi através de uma exposição no Centro Georges Pompidou, em Paris, em 1989, que o mundo a descobriu.
 
A partir daí, foi convidada mundialmente para fazer trabalhos”, afirma Alexandra de Cadaval, orgulhosa do mural do palácio, que deve ser “o maior a nível mundial” da autoria da artista, que pintou ainda zonas do restaurante e peças de barro do centro oleiro de S. Pedro do Corval para serem vendidas na loja do festival: “A Esther não pára de trabalhar”.
 
A artista, que começou a pintar com 10 anos, ensinada pela avó e pela mãe, alude, com ar divertido e risos pelo meio, aos automóveis pintados para a BMW e para a Fiat, ao avião para a British Airways e aos países que já visitou e onde expôs, tudo graças à sua arte.
 
Nem sequer pensei nisso, de viajar por todo o mundo através do meu trabalho”, reconhece, confessando ser “apenas uma pessoa com um sonho”, o de “construir uma escola de artes” na sua aldeia, para poder ensinar a arte Ndebele “a rapazes e raparigas” e manter “viva” a tradição.
 
Mesmo longe, a sua comunidade está sempre por perto, graças às novas tecnologias. Alexandra de Cadaval confirma-o. Neste período passado em Évora, a artista falou, “todos os dias” com a sua gente, graças ao WhatsApp.
 
Ela é uma princesa” na tribo “e é ela que mantém a comunidade toda, portanto, todos os dias, é aqui uma alegria porque toda a gente da aldeia quer falar com ela”, relata Alexandra, frisando: “Graças a Deus que existe o WhatsApp para ela poder falar com toda a gente”.
 
c/ LUSA