domingo, 24 setembro 2017

Festas do Povo de Campo Maior regressam em 2015

Escrito por sexta, 02 janeiro 2015 09:46
Tendo como principal objectivo debater sobre a realização das Festas do Povo de Campo Maior no ano de 2015, realizou-se no passado dia 30 de Dezembro, no Centro Cultural daquela vila alentejana, uma reunião de trabalho, onde estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, o presidente da Assembleia Municipal, Pedro Morcela, a vereadora Isabel Raminhas, o Comendador Rui Nabeiro e o seu filho João Manuel Nabeiro, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, Armando Varela, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, e o presidente da Associação das Festas do Povo, João Rosinha.
 
Uma parceria entre a Câmara Municipal de Campo Maior, a Delta Cafés, a Associação das Festas do Povo, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo foi o resultado principal desta reunião. Este conjunto de entidades assumem a realização das festividades, faltando agora auscultar a população, o que deverá acontecer durante as primeiras semanas do ano de 2015.
 
Devido ao facto de estar a ser preparado um dossier de candidatura das Festas do Povo de Campo Maior a Património Cultural Imaterial da Humanidade, onde é realçada a mestria de um povo que tem conseguido manter as características únicas de promoção, divulgação de uma região, catapultando a vertente económica, esta iniciativa representa agora uma importância acrescida.
 
c/ Rádio Campanário
 
A Estradas de Portugal S.A. informou o Município de Reguengos de Monsaraz que o projeto “EN 256 Variante a Albardão” está contemplado no seu Plano de Proximidade 2015-2019 e que tem lançamento previsto no próximo ano. Segundo é referido pela empresa no ofício de resposta à Moção que lhe foi enviada há cerca de seis meses pela Assembleia Municipal de Reguengos de Monsaraz, “trata-se de um investimento de cerca de três milhões de euros e corresponde a cerca de 17 por cento do total do investimento da Estradas de Portugal para o distrito de Évora”.
 
Numa cerimónia que decorreu em Reguengos de Monsaraz, em Maio de 2010, as obras da variante à Ponte do Albardão, que inclui a ponte sobre o Rio Degebe, já haviam sido anunciadas pelo então Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos. O projeto apresentado contemplava a construção da variante com a extensão de 2,7 quilómetros e a nova ponte sobre o Rio Degebe, de 117,5 metros de extensão, com o objetivo de retirar o trânsito da ponte, que é demasiado estreita e não permite o atravessamento automóvel em simultâneo nos dois sentidos da estrada.
 
Nessa altura estava também previsto avançar a construção da variante a Reguengos de Monsaraz, um projeto que integrava uma variante com 5,7 quilómetros de extensão e cinco rotundas de acesso a Reguengos de Monsaraz e às estradas que ligam a localidade a Redondo (ER 381), Alandroal (ER 255), S. Pedro do Corval (EM 514), Mourão (EN 256) e Évora (EN 256). 
 
Em Agosto de 2011, mais de um ano após o anúncio oficial, a Estradas de Portugal informou a autarquia que a “EN 256 Variante à Ponte do Albardão, incluindo Ponte sobre o Rio Degebe”, estava em fase de adjudicação e o início das obras previsto para o final desse ano. De acordo com esse ofício da Estradas de Portugal, a construção da variante à cidade de Reguengos de Monsaraz ainda não se encontrava calendarizada.
 
No dia 30 de Junho deste ano, a Assembleia Municipal de Reguengos de Monsaraz aprovou por unanimidade a Moção “Pelo início das obras na EN256 – variantes à cidade de Reguengos de Monsaraz e à Ponte do Albardão”. No documento enviado à Estradas de Portugal manifestava-se o “total descontentamento e desacordo pelo atraso nas obras na Estrada Nacional N.º 256 – nas variantes à cidade de Reguengos de Monsaraz e, principalmente, à Ponte de Albardão, no Rio Degebe (obra já há muito adjudicada) e exigir que, em nome da melhoria das condições de segurança rodoviária e de acessibilidades ao concelho de Reguengos de Monsaraz, sejam iniciadas muito em breve as referidas obras”.
 
Com a integração do projeto “EN 256 Variante a Albardão” no Plano de Proximidade da Estradas de Portugal, que segundo a empresa foi “desenvolvido com base em objetivos estratégicos que passam pela melhoria dos níveis de serviço e de eficiência da rede rodoviária, bem como pelo apoio ao desenvolvimento económico das regiões”, José Calixto, Presidente da Câmara Municipal, afirma que “é com muita satisfação que recebo esta informação e espero que as obras da variante à Ponte do Albardão e a construção da nova ponte avancem de facto em 2015. A correcção deste traçado e a nova ponte são obras muito importantes para o concelho, pois neste troço tem havido graves acidentes que já custaram muitas vidas e é por isso fundamental melhorar as condições de segurança na circulação automóvel”.
 
O autarca diz ainda que “caso se confirme esta informação e a obra de facto avance em 2015, este é mais um exemplo de que vale a pena lutar por aquilo em que acreditamos e que neste caso é fundamental para a qualidade de vida e para a segurança das nossas populações”.
 
c/ Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz
 

Em Borba, acidente provoca um morto e um ferido ligeiro

Escrito por sábado, 27 dezembro 2014 00:16
Na manhã de ontem, sexta-feira, cerca das 12.49 horas, uma colisão entre dois automóveis, ocorrida na Estrada Nacional 4 (EN4), no cruzamento para a freguesia de Orada, perto da cidade de Borba, provocou um morto e um ferido.
 
A vítima mortal, um homem com 82 anos, que residia em Borba, foi ainda transportado para o Hospital do Espirito Santo (HESE), em Évora, onde foi declarado o óbito. O ferido ligeiro, o Professor de História na Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz, Carlos Luna, de 58 anos, foi igualmente transportado para o HESE, depois de passagem pelo Serviço de Urgência de Estremoz, tendo-lhe sido diagnosticada a fractura do metatarso.
 
Através da sua página na rede social Facebook, Carlos Luna mostrou-se muito abalado, depois de ter tido conhecimento, em Évora, da morte do octogenário. “Não me sinto culpado do acidente, e a família do senhor disse-me que tinha consciência de que eu nada podia ter feito. Mas, meus amigos... a ideia de que faleceu alguém numa situação de acidente em que eu estive envolvido incomoda-me. Muito mais do que pensei...” escreveu o docente. Carlos Luna acrescentou ainda que “só me vem à cabeça que podia ter dado um volta diferente, ou que podia ter escolhido outro dia... Enfim, sinto-me perturbado, deprimido, de alguma forma culpado”.
 
Segundo fonte do CDOS, prestaram assistência a este aparatoso acidente, oito operacionais dos Bombeiros Voluntários de Borba, apoiados por quatro veículos da mesma corporação, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER), de Évora, uma viatura suporte imediato de vida (SIV), de Estremoz, para além de vários efectivos da Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
c/ Rádio Campanário
A Câmara Municipal de Monforte, considerando a vocação das missões que estão confiadas à ABVM - Associação dos Bombeiros Voluntários de Monforte, particularmente relevantes para a população que serve, entendeu distinguir essa associação de entre os restantes organismos subsidiados através do Regulamento para Atribuição de Auxílios Financeiros às Coletividades, apoiando-a ao abrigo de um protocolo específico, que é oficializado todos os anos entre as duas partes, por ocasião da Festa de Natal dos Bombeiros, seus familiares e amigos.
 
E mais um ano assim aconteceu. No passado dia 20 de Dezembro, nas instalações da ABVM, Gonçalo Lagem, o Presidente do Município, e António Medalhas, Presidente da Direção da associação, formalizaram o protocolo referente ao auxílio para 2015, pelo qual se fundamenta a concessão de 70 mil euros. Regista-se assim um aumento de 10 mil euros em relação ao valor atribuído anteriormente.
 
Segundo declarações de Gonçalo Lagem, “a decisão que tomámos é inquestionável, pois temos a obrigação de não desamparar os nossos Bombeiros, sobretudo numa altura marcada por circunstâncias cada vez mais adversas à sua atividade, e que resultaram das políticas de austeridade, extremamente erradas, adotadas por quem nos governa a partir de Lisboa e que, afinal, se têm repercutido apenas em falhanços desastrosos”.
 
O autarca monfortense, dirigindo-se a todos os presentes, em particular aos membros da Direção e bombeiros, deixou, ainda, uma mensagem de incentivo para que, aproveitando a generosidade que a população sempre demonstrou pelos bombeiros, desenvolvam uma maior dinâmica para angariação de outros fundos. 
 
António Medalhas reconheceu que “os apoios concedidos pelo Município, para além das verbas consignadas ao abrigo destes protocolos, têm sido determinantes na sobrevivência da nossa Corporação. Se assim não fosse, estou convicto que já tínhamos fechado as portas ou, então, estaríamos impossibilitados de assumir muitas das responsabilidades que nos estão confiadas”.
 
c/ Câmara Municipal de Monforte
Se há região que está a pôr Portugal no mapa da gastronomia e a “ajudar a mudar a percepção internacional sobre a comida portuguesa” é o Alentejo.
 
Quem o diz é a editora internacional de viagens Rough Guides, que escolheu dez cidades, dez países e dez destinos com melhor relação qualidade-preço e que merecem uma visita no próximo ano. É no último top que entra o Alentejo, com a sua gastronomia e "paisagem rude".
 
O Guia Internacional de Viagens avança que visitar a região do sul do país é, “pelo menos por agora”, “tão barato quanto batatas fritas” (um trocadilho que funciona melhor em inglês: “as cheap as chips”).
 
Segundo a Rough Guides, há então que rumar ao Alentejo para provar “marisco super fresco, azeitonas sublimes, carne, vinho e queijo”. E depois ficar a mirar a “paisagem rude” que, comparam, “fica a um mundo de distância do que quer que se possa encontrar no turístico Algarve”.
 
Para o guia internacional de viagens, o Alentejo é o sétimo destino com melhor relação qualidade-preço para o ano de 2015. Kosovo lidera o top, seguido de Peak District (Reino Unido), Canárias (Espanha), Karnataka (Índia), Irlanda do Norte (Reino Unido) e Delta do Mekong (Vietname). No final do ranking dos “best value destinations” há ainda lugar para o noroeste da China, Oaxaca (México) e Queens (Nova Iorque, EUA).
 
O Rough Guide para 2015 contempla também uma lista das dez melhores cidades para visitar, a saber: Joanesburgo (África do Sul), Málaga (Espanha), Nova Orleães (Estados Unidos), Hamburgo (Alemanha), Nizwa (Oman), Wellington (Nova Zelândia), Belgrado (Sérvia), Salta (Argentina), Birmingham (Inglaterra), e Yangon (Myanmar).
 
E ainda uma vintena de países para conhecer no próximo ano, com alguns destinos repetidos entre os dez escolhidos pelos responsáveis da editora de viagens - Irão, Bangladesh, Haiti, Grécia, Egipto, Zambia, Uruguai, Reino Unido, Malásia e Canadá - e os dez mais votados pelo público - Reino Unido, Grécia, Islândia, Indonésia, Japão, Chile, Etiópia, Turquia, Estados Unidos e Irlanda.
 
c/ Público
Programa de reintrodução do lince ibérico em Portugal entra em fase decisiva, com dois animais soltos numa grande área cercada, onde permanecerão durante algumas semanas.
 
Depois de anos de esforços e de avanços e recuos, os primeiros linces ibéricos criados em cativeiro a serem reintroduzidos em Portugal deverão ser libertados dentro de uma semana, no concelho de Mértola. É o primeiro passo de um plano para soltar oito animais em território nacional, de onde o lince tinha praticamente desaparecido ao longo do século XX.
 
A espécie Lynx pardinus é endémica da Península Ibérica – ou seja, só existe em Portugal e Espanha e em mais lugar nenhum do mundo. Mas a sua população foi minguando até restarem pouco mais de uma centena em Espanha e quase nenhum em Portugal no princípio década passada. É um animal considerado em “perigo crítico” de extinção, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza.
 

Nos últimos anos, vários linces criados em cativeiro em Espanha e Portugal foram libertados em território espanhol. Agora é a vez de Portugal, que pela primeira vez o fará em solo nacional. Se tudo correr como o previsto, no próximo dia 16 de Dezembro, terça-feira, dois linces serão alvo de uma “soltura branda”, ou seja, serão libertados numa zona cercada, com cerca de dois hectares.
 
Aí permanecerão durante algumas semanas, para se adaptarem à vida selvagem. Quando os técnicos que os irão monitorizar estiverem seguros de que os animais estão prontos para uma vida completamente independente, então serão por fim soltos na natureza.
 
O principal elemento necessário para o sucesso da reintrodução do lince é o coelho bravo, o seu principal alimento. Uma variante da doença hemorrágica viral, que afecta ciclicamente os coelhos, provocou drástica redução da sua população nos últimos anos. Sem coelhos, não há hipótese de os linces se fixarem em território nacional.
 
O Ministério do Ambiente sempre garantiu que os linces só seriam libertados quando a situação dos coelhos fosse comprovadamente favorável. O PÚBLICO solicitou mais detalhes, mas o ministério remeteu quaisquer esclarecimentos para um momento mais próximo do dia da libertação, argumentando que a data poderia ser alterada.
 
Em Mértola, porém, há sinais de que a situação melhorou. “A percepção que temos é a de que houve uma ligeira recuperação em relação ao ano passado”, afirma António Paula Soares, presidente da Associação Nacional de Proprietários Rurais, Gestão Cinegética e Biodiversidade, que representa os donos de zonas de caça.
 
Quercus pede "justificação técnica"
Em 2013, praticamente não houve caça ao coelho na região. A doença hemorrágica viral dizimou os animais. Mas este ano tem havido uma maior actividade cinegética, embora a população de coelho bravo esteja ainda longe dos números de há dois anos. António Soares acredita que “as coisas estão bem encaminhadas”.
 
A associação ambientalista Quercus estranha que a libertação ocorra agora. “Gostaríamos de conhecer a justificação técnica”, afirma Paulo Lucas, dirigente da Quercus. “Estava prevista para Janeiro ou Fevereiro, estranhamos a pressa”, completa.
 
O que mais preocupa a Quercus é haver poucos incentivos para que os proprietários melhorarem o habitat do lince. Os prémios anuais de 10 a 100 euros por hectare, conforme o tamanho da propriedade, não são atractivos, segundo a associação. “A libertação em si do lince é um fogacho. A reintrodução de uma espécie é uma corrida de longo prazo”, diz Paulo Lucas.
 
Outras associações têm manifestado preocupações quanto à libertação dos linces. Em Julho, a Federação Portuguesa de Caça e a Confederação Nacional de Caçadores Portugueses criticaram vários aspectos do processo, manifestando o temor de que haja uma espécie de competição com o lince pelo coelho bravo e maior ingerência do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) em matérias de gestão que estão hoje na esfera dos gestores cinegéticos.
 
O período de caça ao coelho termina no final do ano. O Ministério do Ambiente, segundo António Soares, comprometeu-se a avançar com a libertação dos linces apenas após o fim do período das montarias, que se estende até Fevereiro. Isto significa que os primeiros linces deverão permanecer dois meses na área cercada, que fica numa zona de caça turística de Mértola.
 
A Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza garantiu dois mil hectares de terrenos favoráveis para os linces, através de contratos com proprietários da região. Foi também lançado um “pacto” para a preservação da espécie, envolvendo gestores de caça, investigadores, organizações não-governamentais, representantes da agricultura e instituições oficiais, no qual diz-se que “a presença do lince ibérico não implicará a criação de limitações ou proibições” nos sectores cinegético, agrícola e florestal.
 
Texto integral Público
 

Hospital de Évora considerada unidade de excelência

Escrito por quarta, 10 dezembro 2014 08:15
O Hospital do Espirito Santo, em Évora, foi considerada uma das cinco unidades hospitalares de excelência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2013.
 
As outras unidades hospitalares que fazem parte do top cinco são o Hospital de Santa Maria Maior, em Barcelos, os Centros Hospitalares de Entre o Douro e Vouga, em Santa Maria da Feira, e o de Santo António, no Porto, e a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.
 
A distinção foi atribuída pela empresa IASIST, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Saúde, Paulo Macedo.
 
Para chegar ao top cinco foram analisados vários critérios como a qualidade da assistência prestada ou a eficiência de 41 unidades, repartidas por cinco grupos.
 
Na apresentação das conclusões, Manuel Delgado, diretor-geral da IASIST, realçou a "má notícia" que representa o facto de o "serviço de urgência continuar a ser o modo de internamento" predominante.
 
A cerimónia ficou marcada pelo discurso de agradecimento de Maria Matos, da ULS Litoral Alentejano, que apontou a "falta de médicos" como uma das principais dificuldades na unidade.
 
c/ Correio da Manhã
Segundo anunciou a associação Além Guadiana, oitenta habitantes de Olivença adquiriram recentemente a nacionalidade portuguesa, tendo sido entregues mais 90 pedidos junto do Estado português para obter a dupla nacionalidade.
 
Uma vez que tem como missão “divulgar e preservar” naquele território, que considera “singular e bicultural”, o património e a cultura portuguesa, a associação tem sido a entidade “canalizadora” deste processo.
 
Eduardo Machado, um dos fundadores da Além Guadina, explicou que “além de outros oliventinos que possam ter adquirido a nacionalidade portuguesa por outras vias, há 80 pessoas com dupla nacionalidade. E já estão solicitados mais 90 pedidos para obter a nacionalidade portuguesa".
 
De acordo com o responsável, que falava à margem da apresentação dos resultados obtidos com esta iniciativa, numa unidade hoteleira em Olivença, “muitos destes novos pedidos” que estão em curso são de descendentes de oliventinos (naturais de Olivença, historicamente disputada entre Portugal e Espanha) que já adquiriram a nacionalidade portuguesa.
 
Os cidadãos que já obtiveram a dupla nacionalidade possuem ascendência portuguesa, sendo a associação um “veículo” que contribui para que todo o processo seja concluído com sucesso.
 
Aliás, uma das actividades “mais importantes” da associação, formada em 2008, tem sido o acompanhamento do processo de adquisição da nacionalidade portuguesa para os oliventinos que o desejarem.
 
Nós fomos uns meros canalizadores desta vontade popular”, sublinhou.
 
Eduardo Machado explicou que o processo burocrático junto do Estado português, apesar de longo, “não é complicado”.
 
Em Olivença fala-se, desde a Idade Média, o oliventino, um subdialecto do português, embora o seu uso se encontre hoje reduzido às camadas mais idosas, quando estão em “ambiente familiar”.
 
A presença portuguesa em Olivença é evidente em vários locais, sendo um dos maiores exemplos a igreja de Santa Maria da Madalena, o único espaço religioso espanhol de estilo manuelino.
 
O templo, obra da arquitectura portuguesa do século XVI, rico na talha dourada, na azulejaria e nos elementos marítimos, é visitado diariamente por centenas de turistas.
 
Olivença está localizada na margem esquerda do rio Guadiana, a 23 quilómetros da cidade portuguesa de Elvas e a 24 quilómetros de Badajoz (Espanha).
 
c/ Café Portugal e Agência LUSA
 
Hoje, Sábado, 22 de Novembro, um homem de 54 anos foi encontrado sem vida na sua casa, em Évora.
 
As suspeitas de crime foram afastadas de imediato por parte das autoridades. Segundo os Bombeiros Voluntários de Évora, o corpo já se encontrava em avançado estado de decomposição. A mesma fonte acrescentou que "estava perto da porta principal e deverá ter falecido há três ou quatro dias". A vítima residia sozinha na pequena habitação situada na Rua do Capado, no centro histórico da cidade. O alerta foi dado às autoridades por uma irmã.
 
O corpo foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Évora para a morgue local.
 
c/ Alexandre M. Silva - Correio da Manhã

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