quarta, 23 agosto 2017
Segundo foi revelado recentemente pela Câmara Municipal de Mora, a autarquia alentejana atribuiu, no ano passado, 21 mil euros em subsídios de apoio à natalidade, uma verba correspondente ao nascimento de 22 bebés no concelho.
 
O concelho de Mora assistiu, em 2014, ao nascimento de 22 bebés, correspondendo a subsídios no valor de 21 mil euros, conforme a política de apoio à natalidade” disse a câmara.
 
Segundo a autarquia do distrito de Évora, no ano passado, nasceram no concelho sete primeiros e 10 segundos filhos, a que se juntam quatro terceiros e um quarto filho.
 
No global, desde Outubro de 2004, ano em que lançou a sua política de apoio à natalidade, e até Dezembro de 2014, a Câmara de Mora já apoiou o nascimento de 235 bebés, com um valor global de subsídios de 181.500 euros.
 
Destes 235 novos habitantes, 137 foram primeiros filhos, 68 segundos filhos, 22 terceiros filhos, seis quartos filhos e dois quintos filhos.
 
A câmara municipal subsidia os nascimentos no concelho com 500 euros para o primeiro filho, mil euros para o segundo e 1500 euros a partir do terceiro.
 
A câmara considera que, apesar destes subsídios aos nascimentos, “a fixação das pessoas no concelho deve-se, sobretudo, às condições de desenvolvimento sustentado que a região atravessa”.
 
O Município precisou ainda que, para além das medidas camarárias de apoio à habitação jovem, a consolidação da pequena indústria e o incremento do turismo, são alguns desses factores favoráveis.
 
O aumento dos postos de trabalho no comércio e restauração, a que a abertura do Fluviário não é alheia, é outro sinal para a fixação da população e também para a imigração de concelhos vizinhos”, acrescentou a autarquia.
 
O incentivo de apoio à natalidade ao longo destes 10 anos
 
No primeiro ano da implementação dos incentivos à natalidade, recordou o município, foram atribuídos quatro mil euros (de Outubro a Dezembro), correspondentes a seis nascimentos.
 
No ano seguinte, o montante subiu para 11 mil euros (14 bebés), passando para 15 mil euros em 2006 (24).
 
O nascimento de 17 bebés, em 2007, valeu 10.500 euros em incentivos e, em 2008, 13.500 euros foram destinados aos 18 novos bebés do concelho
 
Os números continuaram a subir em 2009, com 20 mil euros, relativos a 24 pequenos novos habitantes, atingindo o recorde em 2010, o ano de “maior natalidade”, com 31 nascimentos, correspondentes a 25.500 euros de apoios.
 
Em 2011, registaram-se 27 nascimentos, num total de 21.000 euros em subsídios, montante igual ao atribuído em 2012 (25 bebés).
 
Já em 2013, aconteceram 26 nascimentos, o que representou 19 mil euros de apoio.
 
c/ LUSA
 
Normalmente, o virar de página para um novo ano faz-nos olhar para trás e fazer um balanço do que foi o ano que passou. E foi isso mesmo que fez a Agência de Promoção Turística do Alentejo (APTA).
 
A APTA anunciou recentemente que o Alentejo bateu, em 2014, os recordes de receitas e dormidas, tendo a actividade turística na região gerado uma receita a rondar os 250 milhões de euros.
 
Segundo a Agência de Promoção Turística do Alentejo, no ano que há dias findou, os proveitos globais dos alojamentos na região (excluindo Turismo Rural, Pousadas da Juventude e Parques de Campismo) rondaram os 62 milhões de euros.
 
A agência responsável pela promoção externa da região alentejana estimou que a actividade turística, no ano passado, e atendendo a que “os gastos com o alojamento significam 24% dos gastos totais efectuados pelos turistas”, tenha “gerado uma receita a rondar os 250 milhões de euros”.
 
Quanto aos proveitos globais dos alojamentos (excluindo Turismo Rural, Pousadas da Juventude e Parques de Campismo), anunciou ainda a mesma entidade, a receita foi “cerca de 9% superior”, o que permitiu “um encaixe directo nas unidades de mais cinco milhões de euros” e, para a região, “uma receita acrescida de mais 20 milhões de euros”.
 
A APTA, e no que diz respeito às dormidas, disse prever que a região tenha totalizado “460 mil noites de estrangeiros”.
 
Este número, a confirmar-se, representa “um aumento de dormidas de estrangeiros a rondar os 25%” e ao qual corresponderá “uma receita gerada nas unidades, pela presença de turistas estrangeiros, na ordem dos quase 22 milhões de euros”.
 
O Presidente da Agência de Promoção, Vítor Silva, congratulou-se com estes valores: “Indicam-nos que estamos no bom caminho e deixam pistas para a estratégia a seguir nos próximos anos”.
 
Contudo, o responsável chamou a atenção para o valor médio por noite, nos alojamentos turísticos.
 
Em 2014, registámos um valor médio por noite de 47,5 euros, claramente inferior ao verificado em 2013 (49,8 euros), revelando a necessidade de os empresários adaptarem os seus preços ao contexto de dificuldades económicas que continuam a existir”, alertou.
 
c/ Jornal I
Segundo é avançado pela Rádio Portalegre, através da sua página online, o Comandante do Centro de Formação de Portalegre (CFP) da GNR, o Tenente Coronel Miguel Nunes Marcelino, suicidou-se no dia de ontem, quinta feira, 1 de Janeiro, com um tiro de arma de fogo na cabeça.
 
Segundo adianta a estação emissora de Portalegre, Miguel Nunes Marcelino, que tinha tomado posse do cargo de Comandante do CFP da GNR a 11 de Novembro de 2014, terá posto fim à vida na sua própria residência.
 
O funeral realizou-se no passado dia 7 de Janeiro. O corpo esteve em câmara ardente na Igreja da Boa Nova, Galiza-Estoril, tendo depois de realizada a missa, seguido para o cemitério de Barcarena.
De acordo com a informação divulgada pela Administração Central do Sistema de Saúde, 1941 médicos iniciam no dia de hoje, sexta-feira, 2 de Janeiro, no território nacional e nas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o ano comum e a formação da especialidade do internato médico.
 
Destes médicos, 201 (10,35%) são portugueses licenciados em países terceiros, na sua maioria Espanha (131) e República Checa (48), e 58 têm nacionalidade estrangeira.
 
Estes clínicos irão ser distribuídos por instituições da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte (685), da ARS do Centro (334), da ARS de Lisboa e Vale do Tejo (667), da ARS do Alentejo (71), da ARS do Algarve (93).
 
No mesmo dia iniciarão o primeiro ano da especialidade do internato médico 1526 profissionais, dos quais 64 são estrangeiros e 152 (9,9%) são portugueses licenciados em países terceiros, na sua maioria Espanha (77) e República Checa (48).
 
Estes médicos serão distribuídos por instituições da ARS do Norte (553), da ARS do Centro (244), da ARS de Lisboa e Vale do Tejo (579), da ARS do Alentejo (51), da ARS do Algarve (52), da Região Autónoma da Madeira (24) e da Região Autónoma dos Açores (23).
 
Contas feitas, ingressam na ARS Alentejo, 122 médicos, 71 a cumprir o ano comum e a formação da especialidade do internato médico, e 51 a iniciar o primeiro ano da especialidade do internato médico.
 
c/ Rádio Campanário
 

Festas do Povo de Campo Maior regressam em 2015

Escrito por sexta, 02 janeiro 2015 09:46
Tendo como principal objectivo debater sobre a realização das Festas do Povo de Campo Maior no ano de 2015, realizou-se no passado dia 30 de Dezembro, no Centro Cultural daquela vila alentejana, uma reunião de trabalho, onde estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, o presidente da Assembleia Municipal, Pedro Morcela, a vereadora Isabel Raminhas, o Comendador Rui Nabeiro e o seu filho João Manuel Nabeiro, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, Armando Varela, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, e o presidente da Associação das Festas do Povo, João Rosinha.
 
Uma parceria entre a Câmara Municipal de Campo Maior, a Delta Cafés, a Associação das Festas do Povo, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo foi o resultado principal desta reunião. Este conjunto de entidades assumem a realização das festividades, faltando agora auscultar a população, o que deverá acontecer durante as primeiras semanas do ano de 2015.
 
Devido ao facto de estar a ser preparado um dossier de candidatura das Festas do Povo de Campo Maior a Património Cultural Imaterial da Humanidade, onde é realçada a mestria de um povo que tem conseguido manter as características únicas de promoção, divulgação de uma região, catapultando a vertente económica, esta iniciativa representa agora uma importância acrescida.
 
c/ Rádio Campanário
 
A Estradas de Portugal S.A. informou o Município de Reguengos de Monsaraz que o projeto “EN 256 Variante a Albardão” está contemplado no seu Plano de Proximidade 2015-2019 e que tem lançamento previsto no próximo ano. Segundo é referido pela empresa no ofício de resposta à Moção que lhe foi enviada há cerca de seis meses pela Assembleia Municipal de Reguengos de Monsaraz, “trata-se de um investimento de cerca de três milhões de euros e corresponde a cerca de 17 por cento do total do investimento da Estradas de Portugal para o distrito de Évora”.
 
Numa cerimónia que decorreu em Reguengos de Monsaraz, em Maio de 2010, as obras da variante à Ponte do Albardão, que inclui a ponte sobre o Rio Degebe, já haviam sido anunciadas pelo então Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos. O projeto apresentado contemplava a construção da variante com a extensão de 2,7 quilómetros e a nova ponte sobre o Rio Degebe, de 117,5 metros de extensão, com o objetivo de retirar o trânsito da ponte, que é demasiado estreita e não permite o atravessamento automóvel em simultâneo nos dois sentidos da estrada.
 
Nessa altura estava também previsto avançar a construção da variante a Reguengos de Monsaraz, um projeto que integrava uma variante com 5,7 quilómetros de extensão e cinco rotundas de acesso a Reguengos de Monsaraz e às estradas que ligam a localidade a Redondo (ER 381), Alandroal (ER 255), S. Pedro do Corval (EM 514), Mourão (EN 256) e Évora (EN 256). 
 
Em Agosto de 2011, mais de um ano após o anúncio oficial, a Estradas de Portugal informou a autarquia que a “EN 256 Variante à Ponte do Albardão, incluindo Ponte sobre o Rio Degebe”, estava em fase de adjudicação e o início das obras previsto para o final desse ano. De acordo com esse ofício da Estradas de Portugal, a construção da variante à cidade de Reguengos de Monsaraz ainda não se encontrava calendarizada.
 
No dia 30 de Junho deste ano, a Assembleia Municipal de Reguengos de Monsaraz aprovou por unanimidade a Moção “Pelo início das obras na EN256 – variantes à cidade de Reguengos de Monsaraz e à Ponte do Albardão”. No documento enviado à Estradas de Portugal manifestava-se o “total descontentamento e desacordo pelo atraso nas obras na Estrada Nacional N.º 256 – nas variantes à cidade de Reguengos de Monsaraz e, principalmente, à Ponte de Albardão, no Rio Degebe (obra já há muito adjudicada) e exigir que, em nome da melhoria das condições de segurança rodoviária e de acessibilidades ao concelho de Reguengos de Monsaraz, sejam iniciadas muito em breve as referidas obras”.
 
Com a integração do projeto “EN 256 Variante a Albardão” no Plano de Proximidade da Estradas de Portugal, que segundo a empresa foi “desenvolvido com base em objetivos estratégicos que passam pela melhoria dos níveis de serviço e de eficiência da rede rodoviária, bem como pelo apoio ao desenvolvimento económico das regiões”, José Calixto, Presidente da Câmara Municipal, afirma que “é com muita satisfação que recebo esta informação e espero que as obras da variante à Ponte do Albardão e a construção da nova ponte avancem de facto em 2015. A correcção deste traçado e a nova ponte são obras muito importantes para o concelho, pois neste troço tem havido graves acidentes que já custaram muitas vidas e é por isso fundamental melhorar as condições de segurança na circulação automóvel”.
 
O autarca diz ainda que “caso se confirme esta informação e a obra de facto avance em 2015, este é mais um exemplo de que vale a pena lutar por aquilo em que acreditamos e que neste caso é fundamental para a qualidade de vida e para a segurança das nossas populações”.
 
c/ Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz
 

Em Borba, acidente provoca um morto e um ferido ligeiro

Escrito por sábado, 27 dezembro 2014 00:16
Na manhã de ontem, sexta-feira, cerca das 12.49 horas, uma colisão entre dois automóveis, ocorrida na Estrada Nacional 4 (EN4), no cruzamento para a freguesia de Orada, perto da cidade de Borba, provocou um morto e um ferido.
 
A vítima mortal, um homem com 82 anos, que residia em Borba, foi ainda transportado para o Hospital do Espirito Santo (HESE), em Évora, onde foi declarado o óbito. O ferido ligeiro, o Professor de História na Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz, Carlos Luna, de 58 anos, foi igualmente transportado para o HESE, depois de passagem pelo Serviço de Urgência de Estremoz, tendo-lhe sido diagnosticada a fractura do metatarso.
 
Através da sua página na rede social Facebook, Carlos Luna mostrou-se muito abalado, depois de ter tido conhecimento, em Évora, da morte do octogenário. “Não me sinto culpado do acidente, e a família do senhor disse-me que tinha consciência de que eu nada podia ter feito. Mas, meus amigos... a ideia de que faleceu alguém numa situação de acidente em que eu estive envolvido incomoda-me. Muito mais do que pensei...” escreveu o docente. Carlos Luna acrescentou ainda que “só me vem à cabeça que podia ter dado um volta diferente, ou que podia ter escolhido outro dia... Enfim, sinto-me perturbado, deprimido, de alguma forma culpado”.
 
Segundo fonte do CDOS, prestaram assistência a este aparatoso acidente, oito operacionais dos Bombeiros Voluntários de Borba, apoiados por quatro veículos da mesma corporação, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER), de Évora, uma viatura suporte imediato de vida (SIV), de Estremoz, para além de vários efectivos da Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
c/ Rádio Campanário
A Câmara Municipal de Monforte, considerando a vocação das missões que estão confiadas à ABVM - Associação dos Bombeiros Voluntários de Monforte, particularmente relevantes para a população que serve, entendeu distinguir essa associação de entre os restantes organismos subsidiados através do Regulamento para Atribuição de Auxílios Financeiros às Coletividades, apoiando-a ao abrigo de um protocolo específico, que é oficializado todos os anos entre as duas partes, por ocasião da Festa de Natal dos Bombeiros, seus familiares e amigos.
 
E mais um ano assim aconteceu. No passado dia 20 de Dezembro, nas instalações da ABVM, Gonçalo Lagem, o Presidente do Município, e António Medalhas, Presidente da Direção da associação, formalizaram o protocolo referente ao auxílio para 2015, pelo qual se fundamenta a concessão de 70 mil euros. Regista-se assim um aumento de 10 mil euros em relação ao valor atribuído anteriormente.
 
Segundo declarações de Gonçalo Lagem, “a decisão que tomámos é inquestionável, pois temos a obrigação de não desamparar os nossos Bombeiros, sobretudo numa altura marcada por circunstâncias cada vez mais adversas à sua atividade, e que resultaram das políticas de austeridade, extremamente erradas, adotadas por quem nos governa a partir de Lisboa e que, afinal, se têm repercutido apenas em falhanços desastrosos”.
 
O autarca monfortense, dirigindo-se a todos os presentes, em particular aos membros da Direção e bombeiros, deixou, ainda, uma mensagem de incentivo para que, aproveitando a generosidade que a população sempre demonstrou pelos bombeiros, desenvolvam uma maior dinâmica para angariação de outros fundos. 
 
António Medalhas reconheceu que “os apoios concedidos pelo Município, para além das verbas consignadas ao abrigo destes protocolos, têm sido determinantes na sobrevivência da nossa Corporação. Se assim não fosse, estou convicto que já tínhamos fechado as portas ou, então, estaríamos impossibilitados de assumir muitas das responsabilidades que nos estão confiadas”.
 
c/ Câmara Municipal de Monforte
Se há região que está a pôr Portugal no mapa da gastronomia e a “ajudar a mudar a percepção internacional sobre a comida portuguesa” é o Alentejo.
 
Quem o diz é a editora internacional de viagens Rough Guides, que escolheu dez cidades, dez países e dez destinos com melhor relação qualidade-preço e que merecem uma visita no próximo ano. É no último top que entra o Alentejo, com a sua gastronomia e "paisagem rude".
 
O Guia Internacional de Viagens avança que visitar a região do sul do país é, “pelo menos por agora”, “tão barato quanto batatas fritas” (um trocadilho que funciona melhor em inglês: “as cheap as chips”).
 
Segundo a Rough Guides, há então que rumar ao Alentejo para provar “marisco super fresco, azeitonas sublimes, carne, vinho e queijo”. E depois ficar a mirar a “paisagem rude” que, comparam, “fica a um mundo de distância do que quer que se possa encontrar no turístico Algarve”.
 
Para o guia internacional de viagens, o Alentejo é o sétimo destino com melhor relação qualidade-preço para o ano de 2015. Kosovo lidera o top, seguido de Peak District (Reino Unido), Canárias (Espanha), Karnataka (Índia), Irlanda do Norte (Reino Unido) e Delta do Mekong (Vietname). No final do ranking dos “best value destinations” há ainda lugar para o noroeste da China, Oaxaca (México) e Queens (Nova Iorque, EUA).
 
O Rough Guide para 2015 contempla também uma lista das dez melhores cidades para visitar, a saber: Joanesburgo (África do Sul), Málaga (Espanha), Nova Orleães (Estados Unidos), Hamburgo (Alemanha), Nizwa (Oman), Wellington (Nova Zelândia), Belgrado (Sérvia), Salta (Argentina), Birmingham (Inglaterra), e Yangon (Myanmar).
 
E ainda uma vintena de países para conhecer no próximo ano, com alguns destinos repetidos entre os dez escolhidos pelos responsáveis da editora de viagens - Irão, Bangladesh, Haiti, Grécia, Egipto, Zambia, Uruguai, Reino Unido, Malásia e Canadá - e os dez mais votados pelo público - Reino Unido, Grécia, Islândia, Indonésia, Japão, Chile, Etiópia, Turquia, Estados Unidos e Irlanda.
 
c/ Público

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