terça, 21 agosto 2018
Na sequência de um acidente automóvel ocorrido na noite de ontem, dia 1 de Fevereiro, na Estrada Nacional 4, próximo da Academia do Sporting Clube de Portugal, faleceu António Manuel Cardoso, antigo cabo do Grupo de Forcados Amadores de Alcochete e o mais antigo dos empresários taurinos nacionais, actual empresário das praças de toiros de Alcochete, que geria há mais de duas décadas, e de Évora. "Nené", como era carinhosamente tratado e sobejamente conhecido, era também apoderado dos cavaleiros tauromáquicos João Ribeiro Telles e António Prates.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal revelou que o alerta para este acidente, que envolveu três veículos ligeiros e que além de uma vítima mortal provocou ainda dois feridos ligeiros, foi dado pelas 21:33 horas.
 
António Manuel Cardoso "Nené", de 64 anos, regressava de Mourão, onde marcou presença na abertura da temporada tauromáquica em Portugal, por ocasião das Festas em Honra de Nossa Senhora das Candeias.
 
O famoso empresário tauromáquico, e um dos mais respeitados no mundo dos toiros, era o único ocupante do veículo.
 
A circulação foi retomada quando passavam seis minutos das duas da manhã, altura em que ficou concluída a limpeza da via.
 
Responderam ao alerta a esta colisão entre três viaturas, os Bombeiros Voluntários do Montijo e de Alcochete, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), com oito veículos e 18 operacionais.
 
O corpo de António Manuel Cardoso "Nené" vai estar em câmara ardente a partir das 17h30 no Salão Nobre da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 (Banda de Alcochete), mesmo junto à sede dos Forcados Amadores de Alcochete, onde será o velório.
 
Amanhã, sábado, às 13 horas, terá início a marcha fúnebre até à praça de toiros de Alcochete, onde se realizará uma missa, seguindo-se o enterro, às 15:30 horas, no cemitério local, onde será sepultado.
 
Que em paz descanse.

Terra voltou a tremer em Arraiolos

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Um sismo de magnitude 3,1 na escala de Richter foi registado na madrugada desta quinta-feira, dia 1 de Fevereiro, às 04:15 horas, em Arraiolos, segundo o Instituto do Mar e da Atmosfera.
 
Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) adiantou que o sismo foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente e o epicentro localizou-se a cerca de oito quilómetros a Nordeste de Arraiolos.
 
Os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequeno (2,0-2,9), pequeno (3,0-3,9), ligeiro (4,0-4,9), moderado (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grande (7,0-7,9), importante (8,0-8,9), excecional (9,0-9,9) e extremo (superior a 10).
 
"Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III/IV (escala de Mercalli modificada) na região de Arraiolos", indicou o IPMA.
 
De acordo com informação do IPMA, a intensidade III corresponde a Fraco e o IV a Moderado. Neste último caso, "os objectos suspensos baloiçam. A vibração é semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados ou à sensação de pancada duma bola pesada nas paredes. Carros estacionados balançam. Janelas, portas e loiças tremem. Os vidros e loiças chocam ou tilintam. Na parte superior deste grau as paredes e as estruturas de madeira rangem".
 
Recorde-se que a 15 de Janeiro, um sismo de magnitude 4,9 na escala de Richter foi registado nas estações da rede Sísmica do Continente às 11:51 horas, com epicentro a cerca de seis quilómetros a Norte-Nordeste de Arraiolos.
 
O tremor de terra foi sentido em Portugal continental, nomeadamente em vários concelhos do Alentejo.
 
O Instituto recorda que a localização do epicentro de um sismo "é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas", lembrando que "agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes".
 
"Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação", acrescentou.
 
No âmbito das suas competências de fiscalização de segurança alimentar e económica, e através da sua Unidade Regional Sul - Unidade Operacional XI de Évora, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) , desencadeou no passado dia 24 de Janeiro, uma acção inspectiva a uma queijaria, na zona de Rio de Moinhos, concelho de Borba.
 
Em comunicado, a ASAE refere que “a acção visou a verificação dos requisitos legais” em indústria de produtos alimentares, “tendo-se constatado que a mesma se encontrava a laborar em instalações não licenciadas para o efeito e sem NCV - Número de Controlo Veterinário, emitido pela entidade competente, conforme é exigido, por lei, para a actividade de indústrias de produtos de origem animal”.
 
Segundo informações recolhidas pelo Ardina do Alentejo, desta acção resultou a instauração de um processo de contraordenação por Falta de Licenciamento e Falta de Número de Controlo Veterinário, no âmbito do qual foram apreendidos 33.012 queijos e 94.000 rótulos com NCV atribuído a outras instalações daquele operador económico.
 
O valor da apreensão ascende a 20 mil euros.
 

Terra volta a tremer no Alentejo

Escrito por %AM, %24 %373 %2018 %07:%Jan.
Praticamente 10 dias após o sismo registado com uma magnitude de 4.9 na escala de Richter, com epicentro em Arraiolos, e que fez soar o alarme nas gentes alentejanas, em particular, mas também de outras regiões do país, a Terra, embora com menos intensidade, voltou a tremer no Alentejo.
 
Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) adianta que o sismo foi registado às 05:46 horas nas estações da rede sísmica do Continente, com uma magnitude de 3.1 na escala de Richter e com epicentro a nordeste de Almodôvar.
 
Segundo o IPMA, "este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) na região de Beja".
 
A intensidade III na escala de Mercali é considerada fraca, significando que o abalo pode ser sentido dentro de casa, os objetos pendentes baloiçam, sendo a vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados.
 
Os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2.0), muito pequeno (2.0-2.9), pequeno (3.0-3.9), ligeiro (4.0-4.9), moderado (5.0-5.9), forte (6.0-6.9), grande (7.0-7.9), importante (8.0-8.9), excecional (9.0-9.9) e extremo (superior a 10).
 
O Instituto recorda que a localização do epicentro de um sismo "é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas", lembrando que "agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes".
 
"Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação", acrescentou.
 
c/ LUSA
 
A gestão CDU da Câmara Municipal de Évora encontrou, no ano passado, mais cinco milhões de euros de encargos que não estavam registados, o que elevou o valor da “dívida herdada” das gestões do PS para 94,7 milhões de euros.
 
Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia eborense afirmou que “era uma dívida de grande dimensão que não esperávamos encontrar tantos anos depois”.
 
Carlos Pinto de Sá referiu que a Câmara Municipal de Évora registou, em 2017, uma dívida de 1,7 milhões de euros ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e outra de 3,3 milhões à empresa responsável pelo abastecimento de água.
 
Fomos surpreendidos quando, numa reunião com IHRU, nos foi dito que havia uma dívida” relacionada com a compra de 54 fogos situados no Bairro das Corunheiras, disse, indicando que a anterior gestão do PS no município fez o contrato em 2004.
 
Ainda segundo o edil, não existiam registos desta dívida nas contas do município, nem da Habévora, empresa municipal responsável pela gestão do património habitacional público do concelho.
 
Percebemos depois que tinha havido uma decisão da Câmara e da Assembleia Municipal de passar esse compromisso do município para a Habévora e que, apesar de ter havido a deliberação, isso nunca se concretizou, razão pela qual, julgamos nós, não terá sido registado” realçou.
 
Pinto de Sá adiantou que a dívida ao IHRU foi registada, ainda em 2017, e que a empresa municipal Habévora assumiu os encargos, assinalando que, depois de negociações, a Câmara conseguiu reduzir juros e acordar o seu pagamento de forma faseada.
 
O autarca revelou que quanto à dívida de 3,3 milhões de euros à Águas do Vale do Tejo, empresa que absorveu a antiga Águas do Centro Alentejo, a autarquia de Évora também fez “um acordo de pagamento” para pagar o valor ao longo do tempo.
 
Esta obrigação, explicou o autarca eleito pela CDU, está relacionada com juros de dívidas que o município foi condenado a pagar em processos que estavam no Tribunal Administrativo de Beja.
 
Apesar de ter aparecido mais dívida, conseguimos pagar mais do que aquela que apareceu”, frisando que o mais recente apuramento, no final de 2017, aponta para uma dívida orçamental do município na ordem dos 65,7 milhões de euros.
 
O autarca observou que o aparecimento de novas obrigações fez aumentar “a dívida herdada” da anterior gestão do PS no município para os 94,7 milhões de euros.
 
A coligação PCP-PEV renovou a maioria absoluta na câmara da capital de distrito alentejana nas eleições autárquicas de 1 de Outubro de 2017, depois de ter recuperado a gestão da autarquia em 2013. O PS esteve na gestão da Câmara Municipal de Évora durante três mandatos, entre 2001 e 2013.
 
c/ LUSA
Um sismo de magnitude 4,9 na escala de Richter, com epicentro a NE de Arraiolos, foi hoje sentido em Lisboa, Santarém e outros locais de centro e sul do país. O abalo foi registado às 11.51, a uma profundidade de 16 km, segundo dados no site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
 
Nas redes sociais, há relatos de que o sismo foi sentido em Lisboa, Santarém e Faro.
 
Fonte dos bombeiros de Arraiolos, o segundo comandante Hugo Ponte diz que "sentiram tudo a abanar" e que estão a receber muitos telefonemas, mas que por enquanto não têm nenhum relatos de danos materiais ou feridos.
 
"O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que no dia 15 de Janeiro de 2018, pelas 11:51 horas, foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, um sismo de magnitude 4.9 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 8 km a Norte-Nordeste de Arraiolos", pode ler-se no comunicado enviado pelo IPMA.
Em 2018, Évora e Beja serão as cidades alentejanas que irão receber concertos integrados no Festival Montepio Às Vezes O Amor.
 
Raquel Tavares, em Évora, e Mafalda Veiga, em Beja, ambas no dia 10 de Fevereiro, serão as “alentejanas” de serviço.
 
O programa do Festival Montepio Às Vezes O Amor, que se realiza em 11 cidades portuguesas, patrocinado pelo Dia de São Valentim, engloba ainda concertos com Luísa Sobral, Resistência, Sara Tavares e HMB, entre outros.
 
De acordo com a organização, o festival acontecerá nos dias 10 e 14 de Fevereiro, com 11 concertos em outras tantas "capitais do amor": Aveiro, Évora, Beja, Castelo Branco, Faro, Lagoa, Leiria, Lisboa, Porto, Viana do Castelo e Vila do Conde.
 
Nesta quarta edição, Manuela Azevedo e Bruno Nogueira levam o espectáculo "Deixem o pimba em paz" a Castelo Branco, os Resistência atuam no Porto, Sara Tavares apresenta-se em Faro, Tiago Bettencourt ruma a Aveiro e Os Azeitonas vão a Viana do Castelo.
 
Os Amor Electro tocam em Lisboa, Diogo Piçarra, em Lagoa, os HMB, em Leiria, e Luísa Sobral, em Vila do Conde.
 
O Festival Às Vezes O Amor foi criado em 2015, congregando, na altura, oito cidades com concertos em simultâneo, com o objectivo de aumentar a oferta de espectáculos de música portuguesa fora do circuito de festivais de Verão.
 
Do cartaz de 2018 há artistas que regressam ao festival, depois de terem participado em edições anteriores, como Sara Tavares, Luísa Sobral, Amor Electro e o espectáculo "Deixem o pimba em paz".
Um casal de idosos foi encontrado morto esta terça-feira, dia 9 de Janeiro, na sua residência, no centro histórico de Évora. A polícia suspeita tratar-se de um caso de homicídio seguido de suicídio, segundo fontes dos Bombeiros e da Polícia de Segurança Pública (PSP).
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora indicou que o alegado homicídio seguido de suicídio ocorreu na habitação em que o casal residia, na Rua da Mouraria.
 
Os dois corpos foram encontrados no interior da casa, depois do alerta dado aos bombeiros, às 11:54 horas, por uma filha do casal que não estava a conseguir entrar em casa.
 
O homem de 84 anos terá morto a mulher de 82 com uma arma branca e, depois, ter-se-á enforcado, precisou fonte dos Bombeiros Voluntários de Évora.
 
Chamada ao local, a Polícia Judiciária recusou-se a adiantar pormenores sobre este caso que provocou a perplexidade dos vizinhos. "O senhor esteve cá ontem à tarde. Estivemos a brincar uns com os outros e não houve absolutamente nada que fizesse suspeitar que uma coisa dessas pudesse acontecer", adiantou o proprietário de um estabelecimento comercial numa rua vizinha.
 
A mulher estava acamada há algum tempo, sendo que o casal, segundo o mesmo vizinho, "tinha o acompanhamento diário da única filha, que costumava passar as tardes com eles".
 
O indivíduo não terá dado quaisquer sinais de depressão, cansaço ou de qualquer tipo de desavença familiar, segundo outra vizinha. "Era uma pessoa super calma, costumava passar à minha porta quando ia fazer compras", descreve, admitindo que a motivação para o alegado homicídio passasse por poupar a mulher a mais sofrimento. "Ela tinha problemas depressivos e trancava-se em casa. Por fim, já estava acamada", descreveu.
 
As operações de socorro envolveram quatro bombeiros da corporação de Évora, além da PSP e da PJ, tendo estado também no local uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER).
 
c/ Público
No próximo dia 10 de Janeiro, quarta-feira, pelas 15 horas, o Município de Campo Maior irá proceder ao lançamento da primeira pedra da obra que irá reabilitar, para posterior arrendamento, um edifício no número 20 da Rua Direita da Comissão.
 
Depois da cerimónia de lançamento da primeira pedra da Obra de Reabilitação do Edifício da Rua Direita da Comissão irá ser realizada, no Museu Aberto, uma sessão de esclarecimento sobre as várias soluções de apoio à reabilitação urbana disponíveis, bem como a apresentação do projecto da obra, para além da apresentação da Linha de Financiamento do IHRU - Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana para o programa Reabilitar para Arrendar, a apresentação do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas 2020 (IFRRU 2020) e a apresentação dos Benefícios em ARU.
 
A reabilitação do imóvel sito na Rua Direita da Comissão, nº 20 A em Campo Maior integra o Programa Reabilitar para Arrendar do IHRU - Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana.
 

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