segunda, 19 fevereiro 2018
A Santa da Misericórdia de Portalegre vai dar início a uma série de actividades de terapia aquática, programadas por vários técnicos especializados, que vão ter lugar no seu equipamento mais recente: o tanque terapêutico concluído com o financiamento atribuído pelo Fundo Rainha D. Leonor.
 
A primeira actividade a iniciar será a adaptação ao meio aquático e destina-se a crianças entre os três e os seis anos de idade que frequentem o Centro Infantil de São Lourenço. Esta actividade irá realizar-se uma vez por semana, sob a orientação do Professor Duarte Alegria, formado em Educação Física com especialização em Natação, e terá uma duração de 45 minutos.
 
Pretende-se com esta iniciativa contribuir para a adaptação ao meio aquático, iniciar as técnicas da natação, promover a autonomia e auto confiança e o desenvolvimento de competências motoras das crianças.
 
Seguem-se as aulas de natação para bebés, abertas à comunidade, e que juntam pais e filhos com o objectivo de promover a segurança dentro de água, fortalecer a relação entre a criança e a mãe, pai ou outro familiar, fazer a adaptação ao meio aquático, ser uma via de articulação entre a comunicação e a socialização e desenvolver competências na criança através do jogo e da música. Estas aulas destinam-se a crianças entre os seis e os 36 meses, realizam-se uma vez por semana, aos sábados de manhã, e são orientadas pela Psicomotricista Emília Salgueiro, especializada em natação para bebés e psicomotricidade em meio aquático na primeira infância. Terão a duração de 30 minutos.
 
Ao longo de 2017 serão também realizadas duas vezes por semana, outras actividades abertas à comunidade sob a orientação das técnicas especializadas da instituição: Inês Vidigal, Fisioterapeuta, e Cristina Sabino, Técnica de Reabilitação Psicomotora, como é o caso das actividades aquáticas para adultos com o objectivo de promover o estado de relaxamento e bem-estar, utilizando as características da água: densidade, flutuação e resistência e também com o objectivo de promover saúde, qualidade de vida e a prática de exercício físico. Serão também realizadas sessões individuais de Hidroterapia destinadas a utentes e à comunidade, com o objectivo de reabilitar e recuperar lesões.
 
As instalações do tanque terapêutico possuem condições específicas para a prática das actividades, pois a água encontra-se a uma temperatura entre 30º a 32º, num ambiente aquecido. Estão equipadas com material didático específico e cadeira hidráulica, para pessoas com mobilidade reduzida. Possuem ainda balneários, dois chuveiros, cacifos, fraldário e uma casa de banho.
 
Os preços das actividades vão desde os 12 aos 35 euros.
 
O facto de as actividades serem específicas e dirigidas a um pequeno grupo de utilizadores, permite tirar o maior proveito das aulas pois não existem actividades a decorrer em simultâneo, beneficiando-se assim de grande privacidade e atenção por parte dos técnicos especializados. 
 
O Tanque Terapêutico
A Santa da Misericórdia de Portalegre recebeu, em 2016, perto de 30.000€ do Fundo Rainha D. Leonor, resultante da aprovação de uma candidatura que teve como objectivo a conclusão do tanque de terapia aquática das suas instalações, no âmbito da obra de remodelação e ampliação do seu edifício sede.
 
Com este contrato de financiamento assinado pelo Provedor da Santa Casa de Portalegre e o Provedor da Santa Casa de Lisboa, foi possível concluir este importante projecto que, irá agora, contribuir para a melhoria da qualidade de vida e saúde da população.
 
Fundo Rainha D. Leonor
O Fundo Rainha Dona Leonor foi criado, em 2014, pela Santa Casa de Lisboa e pela União das Misericórdias Portuguesas para apoiar projectos que estão parados por dificuldades de financiamento.
 
Os contratos de financiamento das Misericórdias que se candidataram ao Fundo, entre elas Portalegre, preveem na maior parte dos casos, obras de reabilitação, remodelação ou finalização de lares para idosos e centros de dia.
O Município de Marvão promove, de 18 de Fevereiro a 5 de Março, a 12ª edição das “Comidas d`Azeite”. Esta quinzena gastronómica dedicada aos comeres do lagar pretende dinamizar a economia local, homenagear os produtores e mostrar a qualidade dos azeites produzidos no concelho.
 
No concelho de Marvão, destino turístico e gastronómico de excelência, ainda existem extensas áreas de olival, de azeitona “galega”, colhida para dar origem a um “néctar dourado”, o azeite, de reconhecida qualidade.
 
Sob a chancela da marca “Marvão Bom Gosto”, ao longo desta quinzena, o turismo alia-se à gastronomia, promovem-se os produtos endógenos do concelho, e as ementas dos treze restaurantes aderentes apresentam pratos tradicionalmente confeccionados com azeite.
 
Nos menus poderá encontrar iguarias como a açorda de poejo com azeite e alho, alhada de cação com azeite e coentros, bacalhau com todos, regado com azeite do lagar, couvada de polvo com azeite cru à portuguesa, migas de coentros com febrinhas do alguidar fritas em azeite, galinha tostada à moda antiga, boleima com azeite, mel e nozes, ou tiborna com azeite e laranja.
 
Dia 19 de Fevereiro, Domingo, pelas 15.30 horas, a 12ª edição das Comidas d’Azeite é apresentada nos Galegos, com uma visita guiada pelo Lagar/Museu Melara Picado Nunes, onde se explicará o processo de extracção e a tradição do azeite alentejano. No final, poderão degustar-se os azeites de Marvão.
 
Para dia 5 de Março, também Domingo, no Porto da Espada, está agendado um Mercado de Produtos Locais, pelas 11 horas e o tradicional almoço convívio de encerramento das Comidas d’Azeite, marcado para as 13 horas, servido no recinto das festas, pela Associação Cultural, Desportiva e Recreativa “Portus Gladii”. A animação musical estará a cargo de Bários & Colarinhos.
 
Da ementa fazem parte, a azeitona galega temperada com azeite, o queijo fresco com azeite e orégãos, as couves com bacalhau do Lagar, as migas de pão com carne de porco frita em azeite, a laranja com mel, azeite e canela, ou a tiborna do Lagar.
 
Quem quiser participar neste almoço convívio, que tem um custo de 14 euros por pessoa, deve efectuar as suas inscrições no Posto de Turismo de Marvão, através do 245 909 131, ou através da Associação Portus Gladii, pelo contacto 966 445 022.

ASAE apreendeu mais de 1700 quilos de queijos de Nisa

Escrito por quarta, 08 fevereiro 2017 21:13
Através da Brigada Especializada de Fiscalização das Indústrias de Produtos de Origem Animal da Unidade Regional do Centro, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu, por falta de requisitos em termos de segurança alimentar, 1.708 quilos de queijo curado, numa unidade industrial do concelho de Nisa.
 
Ao que o Ardina do Alentejo conseguiu apurar, na sequência desta acção de fiscalização a esta empresa do distrito de Portalegre, para além da apreensão do queijo, num valor aproximado de 15.200 euros, foi instaurado um processo de contraordenação.
 
Em protesto contra a falta de auxiliares, os portões da Escola Básica de Santiago Maior, em Beja, foram esta segunda-feira fechados a cadeado por pais de alunos. A falta de auxiliares tem provocado vários problemas, como o aumento de casos de violência.
 
O fecho dos portões da escola, num protesto promovido por pais com o apoio da Associação de Pais e Encarregados de Educação, impediu os alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico de terem aulas no 1.º período da manhã, e os do 2.º e 3.º ciclos de comparecerem às primeiras aulas de segunda-feira. Após a intervenção da PSP, responsáveis da associação de pais retiraram os cadeados e abriram os portões de acesso ao edifício onde funcionam as aulas dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e ao Centro Educativo do 1.º ciclo.
 
Em declarações à agência Lusa, Sofia Monteiro, da associação, explicou que o protesto serviu para “mostrar o mal-estar crescente e denunciar os problemas que pais têm vindo a reportar desde o início do ano lectivo devido à falta de auxiliares” na escola. A falta de vigilância e de acompanhamento de alunos nos intervalos das aulas, o que “vai dando origem a casos de violência” entre alunos, que têm “aumentado”, e de “crianças que acabam por ficar perdidas”, é um dos problemas denunciados por Sofia Monteiro.
 
Segundo a responsável, devido à falta de auxiliares, há problemas de higiene e limpeza dos espaços, na portaria e “caos no refeitório” do Centro Educativo do 1.º ciclo, porque “não há funcionários suficientes para apoiarem as crianças na hora das refeições e algumas acabam por não comer em condições”. Sofia Monteiro denunciou também casos de alunos com necessidades educativas especiais, como o seu filho, de 10 anos, com deficiência, que “não têm direito a intervalo e têm de ficar nas salas de aula porque não há funcionários para os acompanhar”.
 
Segundo Sofia Monteiro, desde o início do ano lectivo que a Associação de Pais tem reportado os problemas à direcção do Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja, do qual a Escola Básica de Santiago Maior faz parte, e aos serviços do Alentejo da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE). No entanto, “a reposta tem sido sempre a mesma: o Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja cumpre o rácio de pessoal não docente e não há mais auxiliares para colocar”, lamentou, referindo ter sido esta a informação que a Associação de Pais recebeu na semana passada do director dos serviços do Alentejo da DGEstE.
 
Por isso, alguns pais organizaram-se, de “forma espontânea”, e com o apoio da Associação de Pais e Encarregados de Educação fizeram o protesto de hoje e “provavelmente iremos fazer outros se não houver uma resposta satisfatória às nossas exigências”. Em declarações à agência Lusa, o subdirector do Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja, José Ferro, disse que a direcção do agrupamento está “preocupada” com a situação e “compreende a posição dos pais”, mas “não tem capacidade de resposta”.
 
Para os pais, o actual número de auxiliares da Escola Básica de Santiago Maior “é um problema”, mas para o Ministério da Educação e Ciência, o Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja “cumpre o rácio e até ultrapassa em três o número de funcionários que devia ter de acordo com a lei”, disse José Ferro.
 
O agrupamento faz o que pode. De acordo com o rácio, há três auxiliares a mais no agrupamento, mas a realidade é que não tem capacidade para dar resposta às necessidades”, disse José Ferro. Segundo José Ferro, a direcção do agrupamento “não pode transferir mais funcionários” para a Escola Básica de Santiago Maior, porque “o cobertor é curto e quando tenta tapar a cabeça destapa os pés e quando tenta tapar os pés destapa a cabeça”.
 
c/ LUSA
Actualmente, já são cerca de 300 os residentes no concelho de Monforte portadores do “Cartão abem” que, ao abrigo de um protocolo estabelecido, em Setembro do ano transacto, entre a Câmara Municipal local e a Associação Dignitude, podem, agora, adquirir gratuitamente todos os medicamentos comparticipados que lhes sejam prescritos por receita médica.
 
Recorde-se que o Município de Monforte foi um dos seis escolhidos para integrar um projecto-piloto, lançado por essa instituição particular de solidariedade social, que nasceu da parceria entre o sector social (Cáritas Portuguesa e Plataforma Saúde em Diálogo) e o sector da saúde (Associação Nacional das Farmácias e Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) e que é responsável pelo desenvolvimento, operacionalização e gestão do “Programa abem - Rede Solidária do Medicamento”, o primeiro programa solidário dinamizado por essa instituição, através do qual foi criado e está a ser dinamizado o “Cartão abem”.
 
Os beneficiários monfortenses são cidadãos referenciados no âmbito da aplicação das medidas abrangidas pela iniciativa "Cartão Municipal do Idoso", que a autarquia tem vindo a implementar de modo a materializar diferentes formas de apoio a idosos mais carenciados economicamente e que, assim, cumprem também os requisitos para usufruir das condições muito mais vantajosas que lhes são oferecidas através da referida rede.
 
Recentemente, o Vice-Presidente e a Vereadora do executivo monfortense, Fernando Saião e Mariana Mota, acompanhados pela responsável pelo Serviço Municipal de Acção Social, Ana Paula Maçôas, procederam à entrega dos cartões a alguns dos últimos beneficiários abrangidos.
 
Em declarações, Gonçalo Lagem, o Presidente do executivo, afirmou que “se, por um lado, devo sentir-me bastante satisfeito pelos efeitos extremamente proveitosos que esta parceria já produziu, por outro, tenho que lastimar que, num concelho como o nosso, com uma população de 3.300 habitantes, o número de idosos que se encontram nessa situação de insuficiência económica seja proporcionalmente tão elevado. Lamentavelmente, esta é uma realidade que se verifica por todo o país, ocorrendo com maior incidência nos centros urbanos, onde muitos cidadãos integrados em grupos sociais mais vulneráveis estão mais desprotegidos. Contudo, se este auxílio não fosse facultado pelo Município, muitos dos nossos idosos doentes, conforme alguns desabafaram quando receberam o seu cartão, não poderiam aviar as suas receitas médicas”.
 
Apesar de tudo”, concluiu o edil, “apraz-me constatar que, desde que intensificámos estes apoios sociais, o número de interessados duplicou rapidamente, facto que vem confirmar que o esforço financeiro que temos realizado nesta área tem sido bastante recompensado. Refira-se que a Câmara Municipal comparticipa cada cartão com 80,00€, representando actualmente um investimento de 24.000€, mas este é, talvez, o investimento mais gratificante que temos estado a aplicar, uma vez que estamos a contribuir para o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida desses idosos. Sei também que, enquanto autarca, e já o afirmei várias vezes, as minhas responsabilidades sociais são acrescidas. Portanto, esta iniciativa serviu igualmente para agitar consciências e se notarmos que, a cada dia que passa, recebemos mais uma candidatura, temos que concluir que efectivamente se trata de uma medida de grande utilidade e importância”.

Sogro mata genro com facada no coração

Escrito por domingo, 05 fevereiro 2017 16:56
Com o recurso a uma faca, um homem de 49 anos matou o namorado da filha, de 23 anos.
 
Segundo é avançado pelo diário Correio da Manhã, o crime ocorreu na noite do passado Sábado, em Évora, mais precisamente na Rua da Esperança, no Bairro da Comenda, na sequência de uma violenta discussão dentro da casa onde todos viviam. 
 
Tudo indica que o rapaz foi atacado à traição, tendo a facada atingido o coração.
 
Ao que foi referido por várias testemunhas, as discussões entre sogro e genro eram recorrentes.
 
Após desferido o golpe que se viria a revelar fatal, o agressor atirou a faca para uma ribeira existente junto do Bairro da Comenda. Foi nesse preciso momento que chegaram os agentes da PSP e o homem foi detido. 
 
O suspeito já confessou o homicídio às autoridades policiais, não havendo ainda informações sobre os motivos que o levaram a cometer o crime.
 
A PSP entregou o suspeito à Polícia Judiciária, que está a investigar o crime.
 
Segundo ainda informações recolhidas no local, a filha do homicida está grávida e vai ter uma menina nas próximas semanas. 
 
A vítima mortal foi transportada para a morgue de Évora.
 
O agressor vai ser amanhã, segunda-feira, presente ao juiz de instrução do Tribunal de Évora, para primeiro interrogatório judicial e aplicação de eventuais medidas de coação.
 
Contactado pela Lusa, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora indicou apenas que recebeu o alerta para esta ocorrência cerca das 22 horas de sábado.
 
Foram mobilizados para o local, de acordo com o CDOS, operacionais e veículos dos Bombeiros Voluntários de Évora, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) e a PSP.
O projecto para a criação de um Centro Interpretativo e de Acolhimento Turístico, no edifício histórico do antigo Café Central, em Reguengos de Monsaraz, foi apresentado no passado dia 24 de Janeiro, no Palácio D. Manuel, em Évora. Nesta sessão foram igualmente apresentadas as propostas que vão ser desenvolvidas em Évora e Montemor-o-Novo e que também integram o projecto promovido pela CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, denominado “Centros de Acolhimento Turístico e Interpretativos de Évora e Alentejo Central”.
 
José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, explicou a estratégia da autarquia na área da promoção e do desenvolvimento turístico, abordando o aumento de turistas na vila medieval de Monsaraz, o sector do vinho, que produz quase 30 milhões de litros por ano, o crescimento dos enoturismos da região, que superaram as 60 mil visitas no ano passado, a olaria e o artesanato, o astroturismo, o Cante Alentejano e o Lago Alqueva, mas também a Cidade Europeia do Vinho 2015, que “trouxe notoriedade para o concelho e impulsionou a criação da marca territorial Capital dos Vinhos de Portugal, que a partir deste ano vamos promover no nosso país e nos principais mercados internacionais”. 
 
Nesta sessão organizada pela CIMAC, o autarca referiu ainda que “pretendemos estimular e aumentar o fluxo turístico que vem de Espanha, nomeadamente da Estremadura e da Andaluzia, duas regiões espanholas com uma população semelhante à de Portugal e que estamos a trabalhar com intensidade através da comunicação social e da nossa presença em feiras de turismo no sul do país vizinho e em Madrid, como aconteceu recentemente na FITUR”. 
 
Sobre o Centro Interpretativo e de Acolhimento Turístico, José Calixto sublinhou que “é um projecto de requalificação de um edifício emblemático de Reguengos de Monsaraz, inaugurado há 140 anos, está enquadrado numa estratégia de valorização do centro da cidade e vai regenerar o imóvel com uma nova vida e com capacidade para receber e acolher devidamente os turistas, transmitindo-lhes tudo o que podem visitar no concelho, em conjunto com uma simpatia que lhes dê vontade de prolongar a sua estadia”. 
 
O Centro Interpretativo e de Acolhimento Turístico, projecto da autoria do arquitecto da autarquia Miguel Singéis, prevê uma zona de atendimento turístico, mas também uma área de exposição, degustação e venda de produtos locais e regionais aos munícipes e turistas. Neste espaço ficará concentrada toda a oferta do concelho disponibilizada aos turistas, como o vinho, a gastronomia, os azeites, a olaria, os enchidos, os queijos, as mantas alentejanas, as ervas aromáticas, o pão, entre outros.
 
O projecto “Centros de Acolhimento Turístico e Interpretativos de Évora e Alentejo Central”, que integra a estrutura de acolhimento proposta por Reguengos de Monsaraz, foi candidatado pela CIMAC aos fundos comunitários através da prioridade de investimento “Conservação, Protecção, Promoção e Desenvolvimento do Património Natural e Cultural – Alentejo 2020”.
 
O Café Central foi projectado pelo arquitecto António José Dias da Silva, autor também da Igreja Matriz de Reguengos de Monsaraz e da Praça de Toiros do Campo Pequeno. Inaugurado em 1877, o Café Central encerrou no ano passado e era um dos cafés centrais em funcionamento há mais tempo no país.
Terminou o processo de desmontagem do reservatório de água da Praça da República, em Beja, que deu lugar a um conjunto de estruturas arqueológicas do período romano cujo estado de conservação e a grande volumetria constituem elementos fundamentais para a compreensão e valorização daquele espaço arqueológico e para a promoção do património da cidade bejense.
 
O valor científico daquelas construções do fórum (a praça principal) da cidade de Pax Iulia e o estado de conservação em que se mantêm ultrapassa largamente aquilo que era espectável, constituindo uma verdadeira e boa surpresa quer para especialistas em arqueologia, quer para profissionais do património, tanto à escala nacional como internacional. A cidade de Beja, a colónia romana de Pax Iulia tem agora visível um exclusivo conjunto patrimonial (três templos, um tanque) que demonstram bem a grande importância da cidade em época romana e acrescem ao batistério paleo-cristão, à casa de moeda, às casas islâmicas, inegável interesse científico, e proporcionam elevado potencial para atracção de fluxos de turismo sobretudo de turismo que procura qualidade cultural.
 
O que agora se confirma e abre um novo e elevado motivo de interesse para a cidade e para quem a visita, é que a decisão da Câmara Municipal foi tomada sobretudo a pensar na estratégia de futuro e de promoção e valorização do centro histórico de Beja.
 
As escavações vão ainda continuar, de modo a deixar apresentáveis as estruturas arqueológicas e a articulá-las com o edifício que se está a reabilitar.
O Município de Borba já dispõe de uma aplicação para smartphone, tablet e PC, que poderá ser descarregada para os sistemas operativos Android, IOS e Windows Phone.
 
Com esta ferramenta, os munícipes da mais nova cidade do Alentejo passam a contar com um conjunto de serviços e funcionalidades que os aproximam do Município. 
 
Com um simples “click” poderá consultar a agenda, notícias, farmácias de serviço e contactos úteis, receber notificações, informações meteorológicas e da Protecção Civil, ao mesmo tempo que poderá informar a autarquia das leituras de água, solicitar audiências ao executivo e a recolha de monos, ou informar a autarquia de ocorrências, como roturas de água, quedas de árvores, entre outras, de forma mais rápida, ou até mesmo o envio de sugestões.
 
Para quem pretenda visitar o concelho, a aplicação disponibiliza informação turística do concelho, como património, gastronomia, onde comer e dormir e o que visitar, além de contactos úteis que o podem ajudar numa visita.
 
O download e registo na aplicação é gratuito, podendo assim usufruir de todos os serviços disponibilizados.

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