segunda, 03 agosto 2020
Através do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), o Comando Territorial de Portalegre da Guarda Nacional Republicana (GNR), deteve na passada quinta-feira, dia 30 de Julho, no concelho de Borba, um homem, de 47 anos, pelo crime de violência doméstica.
 
Segundo a força de segurança, esta detenção ocorreu “no âmbito de uma investigação por violência doméstica”, tendo os militares da GNR apurado que “o suspeito agredia física e psicologicamente a sua ex-companheira, de 37 anos”.
 
Na sequência dessa investigação, foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária, que culminou na detenção do agressor e na apreensão de três armas de ar comprimido, 28 cartuchos, dois zagalotes, três sabres e uma espada.
 
O homem foi detido e presente ao Tribunal Judicial de Vila Viçosa, na passada sexta-feira, 31 de Julho, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de Termo de Identidade e Residência, proibição de contacto com a vítima por qualquer forma, proibição de se deslocar e permanecer na residência da vítima, bem como do local de trabalho da mesma num raio de 300 metros e proibição de deter ou adquirir armas de fogo.
Modificado em sábado, 01 agosto 2020 17:21
Após a divulgação dos mais recentes dados relativos a Portugal, teve início a já habitual conferência de imprensa de actualização de informação relativa à infecção pelo Covid-19, que contou esta sexta-feira com a presença da Ministra da Saúde, Marta Temido, e da Directora-Geral da Saúde, Graça Freitas.
 
De acordo com os dados divulgados pela Ministra da Saúde, “Portugal tem 194 surtos activos”, menos dois do que os que se verificavam no final da semana passada, e que se distribuem da seguinte forma: 47 na região Norte, 12 na região Centro, 106 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 14 na região Alentejo (são mais quatro surtos activos em relação aos que estavam registados no final da semana passada) e 15 na região Algarve.
 
Segundo Marta Temido, “considera-se que um surto está activo ainda que tenham passados vários dias sobre o último caso confirmado. Só consideramos um surto extinto, um surto fechado, quando passaram dois períodos de incubação, ou seja, 28 dias, sobre o último caso confirmado”.
Modificado em sexta, 31 julho 2020 16:43
Segundo informação veiculada pelo Serviço Municipal de Protecção Civil de Moura, um homem de 85 anos é a primeira vítima mortal do surto de Covid-19 na Póvoa de São Miguel, freguesia do concelho do distrito de Beja.
 
A mesma fonte referiu à LUSA que o idoso morreu na manhã desta sexta-feira, 31 de Julho, na sua residência, na aldeia da Póvoa de São Miguel, sendo o primeiro óbito por Covid-19 registado no concelho alentejano de Moura.
 
Permanecem activos neste concelho do Baixo Alentejo, 46 casos de Covid-19, 30 dos quais na Póvoa de São Miguel, 10 em Amareleja e seis em Moura.
 
No Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, continuam internadas três pessoas, duas delas de Amareleja e uma relacionada com o surto na Póvoa de São Miguel.
 
Os primeiros quatro casos positivos na Póvoa de São Miguel foram detectados há cerca de duas semanas, mas os testes realizados durante a última semana elevaram para 31 o total de infetados na aldeia, número que desceu, agora, para 30, após o primeiro óbito.
Modificado em sexta, 31 julho 2020 15:50
Na tarde desta quinta-feira, dia 30 de Julho, um homem, de 73 anos, ficou ferido com gravidade quando tentava apagar um incêndio num terreno agrícola no concelho de Serpa, no distrito de Beja, disse à LUSA fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
Ainda segundo a mesma fonte, a vítima, que sofreu queimaduras várias, foi transportada para o Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou que o alerta para este fogo, que deflagrou na Quinta dos Anjos de Portugal, na freguesia de Pias, foi dado às 14:48 horas, tendo sido mobilizados para o local diversos bombeiros da corporação de Serpa, além de vários militares da GNR.
Modificado em quinta, 30 julho 2020 20:37
De acordo com a informação avançada pelo Presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, o concelho raiano regista nas últimas 24 horas, o surgimento de novos sete casos de infecção por Covid-19.
 
Ao que o Ardina do Alentejo conseguiu apurar, dois dos sete casos hoje registados, têm ligação directa com o caso identificado no dia de ontem.
 
Em relação a este caso verificado na passada quarta-feira, já foram testadas cerca de 40 pessoas, entre contactos profissionais e pessoais. Segundo as mais recentes informações, as pessoas que lidaram de perto com estes dois novos casos, vão agora ser contactadas e monitorizadas pelas autoridades de saúde.
 
Os restantes cinco infectados referem-se a um novo foco familiar. Esta família terá contraído o vírus depois de ter estado em contacto com um familiar, não residente no concelho de Elvas, mas que recentemente se deslocou à cidade, e que testou positivo.
 
Estão activos no concelho de Elvas oito casos de Covid-19. Por precaução, e devido à persistência de sintomas, um dos doentes encontra-se hospitalizado.
 
c/ Rádio Elvas
Modificado em quinta, 30 julho 2020 19:29
Através de uma nota enviada à comunicação social, o Serviço Municipal de Protecção Civil de Alandroal informa que receberam no dia de hoje, 30 de Julho, “a informação oficial da existência de um caso positivo confirmado de Covid-19” no concelho.
 
A autarquia liderada por João Grilo confirma tratar-se de “uma situação controlada, em confinamento domiciliário, e a ser acompanhada” quer pela Autoridade de Saúde Pública, quer pela autoridade de segurança, neste caso, a Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
Na mesma informação, “e em consequência deste caso”, é confirmada a “vigilância activa no domicílio, por contacto direto com o caso confirmado” de duas pessoas.
 
O Municipio de Alandroal refere ainda que “actualizará a informação sempre que houver comunicação oficial de alteração da situação”, apelando “à população para que se mantenha informada através de fontes oficiais, que não alimente boatos ou informações não confirmadas, que siga todas as recomendações e adopte comportamentos em linha com a situação que vivemos no concelho, na região e no país”.
 
Praticamente no final da sua comunicação, a autarquia do distrito de Évora relembra que “a existência de um caso no concelho em nada deve alterar os comportamentos e medidas de protecção individual e colectiva já postos em prática. Ou seja, não existe qualquer motivo para alarme ou mudança de actuação para quem já cumpre as recomendações das autoridades”.
Modificado em quinta, 30 julho 2020 18:54
Na passada sexta-feira, o Partido Socialista (PS) e o Partido Social Democrata (PSD) aprovaram sozinhos, o diploma que prevê que os presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) passem a ser eleitos por presidentes de câmara, vereadores e deputados municipais. Mas a aprovação deste diploma comporta um recuo por parte de Rui Rio, recuo esse que merece críticas de alguns sociais-democratas.
 
Um dos sociais-democratas muito crítico com esta tomada de posição por parte do líder do PSD é António Costa da Silva, deputado laranja na anterior legislatura, eleito pelo Círculo Eleitoral do distrito de Évora.
 
Em declarações à Sábado, Costa da Silva diz que "há no PSD muita gente com dúvidas, e sobretudo, muitos autarcas com dúvidas". O ex-deputado acompanhou na anterior legislatura o processo legislativo e confessa agora não entender o recuo do seu partido numa matéria que entende que irá dar maior poder regional ao PS sem aumentar a descentralização de competências.
 
"Não faz sentido nenhum" afirma Costa da Silva, que viu com agrado o pedido de apreciação parlamentar ao diploma, feito pelo PSD, a 17 de Junho, e que “poucos dias depois” foi surpreendido com uma mudança de posição do seu partido.
 
Nesse pedido de apreciação parlamentar, o PSD questionava a forma como os presidentes das CCDR, passando a ser eleitos pelos autarcas da região em vez de nomeados pelo Governo, pudessem ser destituídos pelo executivo. "Pareceu-me muito bem", comenta António Costa da Silva, que acha que o modelo proposto pelo PS – e que foi aprovado com a ajuda do PSD – faz com que na prática os presidentes daqueles organismos não ganhem independência em relação ao Governo.
 
Costa da Silva nota ainda que neste modelo, para além da questão da destituição, "o presidente da CCDR responde às directrizes e organigramas do Governo e não tem autonomia nenhuma, nomeadamente na gestão dos fundos europeus".
 
O actual Vereador do PSD na Câmara Municipal de Évora, lamenta que isto não traga “novas competências à CCDR, fica tudo igual. Não se descentraliza nada. Estamos a fazer algo para que tudo fique na mesma".
 
Mas há outro ponto em que o PSD cedeu e que causa estranheza ao ex-deputado social-democrata: Rio aceita agora que a eleição para as CCDR se realize em Outubro deste ano, a um ano das eleições que mudarão o mapa autárquico.
 
"Não faz sentido nenhum", ataca, lembrando que está previsto que no próximo mandato a eleição destes órgãos passe a ser feita 60 dias depois das autárquicas.
 
Costa da Silva observa que "de repente tudo foi alterado na posição do PSD, não percebo porquê". A perplexidade do ex-deputado é partilhada com os autarcas do seu partido: "Todos ou quase todos os autarcas com quem tenho falado não percebem este processo".
 
Para o também cronista do Ardina do Alentejo, o diploma agora aprovado por PS e PSD "vem gerar muito desequilíbrio entre quem está no Governo e os autarcas (presidentes de câmara, vereadores e deputados municipais)", porque segundo Costa da Silva “dificilmente os eleitos locais irão contra candidatos que sejam apoiados pelas estruturas nacionais do partido no Governo”.
 
"O meu receio é que vão aparecer, não candidatos espontâneos, mas os candidatos dos partidos. Consta que no Alentejo o PS vai apresentar um candidato oficial. Duvido que alguém queira ir contra António Costa no PS", comenta, explicando que isso poderá vir a significar mudanças na CCDR do Alentejo.
 
O social-democrata conta que "o presidente da CCDR Alentejo [ndr: Roberto Grilo] era do PSD e gerava algum equilíbrio. Os autarcas respeitam-no e desde que é presidente nunca mais apareceu em nada do partido, foi sempre muito discreto". Costa da Silva receia que a CCDR Alentejo passe agora para as mãos de um socialista, fazendo o PS ganhar ainda mais peso na região.
 
"O PCP discorda, e por isso, não apresenta candidatos. Não apresentando, o desequilibro é maior. O PS não está à vontade, está à vontadinha", critica.
 
com Margarida Davim (Sábado)
Modificado em quarta, 29 julho 2020 16:37
Através do Destacamento Territorial de Reguengos de Monsaraz, o Comando Territorial de Évora da Guarda Nacional Republicana (GNR), deteve no dia de ontem, 28 de Julho, um homem e uma mulher, de 31 e 48 anos respectivamente, pelo crime de cultivo e tráfico de estupefacientes.
 
Segundo a força de segurança explicou em comunicado, “as detenções, ocorridas em Alandroal, foram realizadas no âmbito da operação "Ouro Verde", numa investigação que durou cerca de um mês e que culminou no cumprimento de um mandado de busca domiciliária”.
 
Nessa busca domiciliária foi apreendido o seguinte material:
33 pés de cannabis; 15 frascos e 12 embalagens com folhas de cannabis, totalizando 6,680 quilos de produto; sete recipientes com líquidos derivados de cannabis; dois computadores portáteis; dois telemóveis; duas balanças; um tablet; diverso material laboratorial; 1500 euros em dinheiro.
 
As plantas de cannabis e outros produtos derivados têm um valor estimado superior a 100 mil euros.
 
A operação levada a cabo pelo Posto Territorial de Alandroal e pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Reguengos de Monsaraz contou com o empenhamento de 44 militares, 12 viaturas, uma embarcação e três canídeos.
 
Os detidos serão presentes ao Tribunal Judicial de Redondo, hoje, dia 29 de Julho.
 
Modificado em quarta, 29 julho 2020 12:52
Após a divulgação dos mais recentes dados relativos a Portugal, teve início a já habitual conferência de imprensa de actualização de informação relativa à infecção pelo Covid-19, que contou esta segunda-feira com a presença da Ministra da Saúde, Marta Temido, e da Directora-Geral da Saúde, Graça Freitas.
 
De acordo com os dados divulgados pela Ministra da Saúde, “Portugal tem 196 surtos activos”, menos dois do que os que se verificavam no final da semana passada, e que se distribuem da seguinte forma: 41 na região Norte, 13 na região Centro, 119 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 10 na região Alentejo e 13 na região Algarve.
 
De acordo com os dados apurados a partir da aplicação “Trace Covid”, a maior percentagem de casos activos do novo coronavírus encontra-se na região de Lisboa e Vale do Tejo - com 67% do total - seguindo-se a região Norte, depois a região Centro e, em seguida, a região Alentejo e a região Algarve.
 
Segundo Marta Temido, este “é um padrão que se pode considerar normal face àquilo que é a situação actual da pandemia” em Portugal.
Modificado em segunda, 27 julho 2020 23:12