domingo, 03 julho 2022

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de SaúdeInfarmed informou no dia de ontem, quarta-feira, 4 de Maio, que a empresa Aristo Pharma GmbHirá proceder à recolha voluntária” de dois lotes do medicamento Ácido Alendrónico + Colecalciferol Aristo e à “suspensão imediata da distribuição” dos mesmos.
 
Segundo uma nota informativa divulgada no site do Infarmed, esta autoridade explica que a medida deve-se à detecção de “resultados fora das especificações (OOS) para a substância activa Colecalciferol”.
 
De acordo com a bula do medicamento, o Ácido Alendrónico + Colecalciferol Aristo “é um comprimido que contém duas substâncias activas, ácido alendrónico (frequentemente chamado Alendronato) e colecalciferol conhecido por Vitamina D3” e é utilizado no tratamento da osteoporose.
 
Os lotes em causa e que são retirados do mercado são o “5717343 - 4 comprimidos Ácido Alendrónico + Colecalciferol Aristo 70 mg + 5600 U.I. 1106052 04/2023” e o “5717327- 4 comprimidos Ácido Alendrónico + Colecalciferol Aristo 70 mg + 2.800 U.I. 1106669 04/2023”.
 
O Infarmed avisa que “as entidades que possuam estes lotes de medicamento em stock não os podem vender, dispensar ou administrar, devendo proceder à sua devolução”.
 
E ainda pede aos “doentes que estejam a utilizar medicamentos pertencentes a estes lotes não devem interromper o tratamento”, devendo contactar “logo que possível” o seu médico “para substituir por outro lote ou um medicamento alternativo”.
 
c/ LUSA
Modificado em quinta, 05 maio 2022 23:26

Ao contrário do que sucedeu no ano passado, a Autoridade Tributária (AT) irá reduzir os prazos de reembolso do IRS em determinados casos.
 
O prazo designado para a entrega da declaração de IRS começa na próxima sexta-feira, dia 1 de Abril, e prolongar-se-á até dia 30 de Junho.
 
É possível entregar a sua declaração pela Internet, podendo optar por fazê-lo de forma manual ou automática: automática se já tiver sido pré-preenchida pelo fisco e manual se for o contribuinte a introduzir os dados.
 
"A expectativa é retomar o prazo de reembolsos pré-pandemia, ou seja, reembolsar todos os contribuintes num prazo médio de 17 dias (no caso do IRS automático pode ser em cerca de 12 dias e nos restantes casos de 19 dias)", disse fonte oficial do Ministério das Finanças ao Dinheiro Vivo.
 
Em 2021, quando foi entregue a declaração referente aos rendimentos de 2020, ano da pandemia, o prazo de reembolso do IRS automático foi de 17 dias e o manual de 32, com a média a ficar nos 27 dias.
 
No dia de hoje, quarta-feira, termina o prazo para reclamar caso não concorde com os montantes das deduções à coleta das despesas comprovadas por factura apuradas pela AT e que aparecem na página pessoal de cada contribuinte. Em causa estão apenas as facturas relacionadas com despesas gerais familiares ou dedução do IVA.
 
c/ Dinheiro Vivo e Sapo24
 
Modificado em quarta, 30 março 2022 02:41
Relógios adiantam uma hora na madrugada de Sábado para Domingo, iniciando-se desta forma o chamado Horário de Verão. Assim, quando o relógio marcar uma hora em Portugal Continental e no arquipélago da Madeira, os ponteiros adiantam uma hora e passam a ser duas horas.
 
Quando for meia-noite no arquipélago dos Açores, os relógios adiantam os mesmos 60 minutos e passa a ser uma hora da madrugada.
 
A Hora de Verão manter-se-á até à madrugada de 30 de Outubro, altura em que os relógios voltam a ser atrasados 60 minutos, entrando-se na denominada Hora de Inverno.
 
Note-se que o actual regime de mudança da hora é regulado por uma lei comunitária, redigida em 2000, que prevê que todos os anos os relógios sejam, respectivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de Março e no último domingo de Outubro, marcando assim o início e o fim da hora de Verão.
 
Mas porque é que a hora muda?
 
A génese está relacionada com a poupança de energia mas hoje já não há grandes poupanças, trata-se de uma questão de comodidade”, afirma o director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), Rui Agostinho, acrescentando que “as pessoas reajustam a sua actividade à hora do Sol mesmo que o relógio marque uma hora diferente”. Ganha-se uma hora de sono e diz-nos o director do OAL que o nosso corpo precisa de cerca de um dia para se reajustar mas “cada caso é um caso”.
 
Esta medida surgiu “na altura da Primeira Guerra Mundial, numa época em que o consumo energético teve de ser redireccionado para o consumo de guerra e a população civil sentiu restrições no aquecimento e na iluminação”, refere o director do OAL -  "Daylight Saving Time" é o nome original atribuído a esta mudança de horário. Entre as pessoas que sugeriram esta mudança de horário estão Benjamin Franklin, nos EUA, William Willett, no Reino Unido, e George Vernon, na Nova Zelândia. A medida era aplicada de forma a poder poupar carvão, velas e ajustar os horários de forma a conseguir obter mais luz solar e mais temperatura.
 
É uma escolha civil que a sociedade acha benéfica”, afirma Rui Agostinho, explicando que antes da União Europeia cada país tinha autonomia para escolher se mudava a hora e quando o fazia, o que gerava alguns problemas de logística. Assim, criou-se uma legislação europeia, reavaliada de cinco em cinco anos, de modo a “harmonizar” este problema, fazendo com que todos os países sejam obrigados a mudar a sua hora “no mesmo dia e no mesmo instante”. Na Europa só a Arménia, a Bielorrússia, a Geórgia e a Rússia não alteram os seus relógios.
 
A não ser por “questões emocionais britânicas”, brinca Rui Agostinho, a GMT (tempo médio de Greenwich) já não existe. O fuso de horário de referência é o UTC – o tempo universal coordenado – que corresponde à hora atómica, isto é, à média dos relógios atómicos. Apesar de a hora mudar em certos países, a hora UTC mantém o seu batimento constante, ao contrário “da hora local civil que parte de questões políticas”, diz Rui Agostinho.
 
O meridiano de Greenwich – uma linha imaginária vertical que se estende de um pólo ao outro do planeta – é, por convenção, aquele em que a longitude corresponde a zero, dividindo o globo terrestre em oriente e ocidente. Esta escolha esteve relacionada com o “maior tráfego de mercadorias em Inglaterra na altura [1884] e à utilização dos almanaques náuticos do Observatório Real de Greenwich”, refere Rui Agostinho, explicando que apesar de se ter deixado de usar a GMT e passado a usar a hora atómica, o meridiano de referência continuou a ser o mesmo.
 
São mais os países que não alteram a sua hora do que aqueles que o fazem. O director do OAL refere que o “ajustamento é mais sentido de acordo com a latitude em que se está”, razão pela qual nas bandas equatoriais não existe diferença na mudança de horário.
 
c/ Público
Modificado em quarta, 23 março 2022 03:56

Os primeiros dias da semana trouxeram-nos temperaturas acima dos 20 graus, mas no dia de hoje, quinta-feira, e amanhã, sexta-feira, vai estar menos calor e a chuva vai regressar.
 
De acordo com a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a partir de hoje, 24 de Fevereiro, vai-se verificar uma descida acentuada da temperatura máxima no Continente, com chuva mais a Sul do país, e com a possibilidade de ocorrência de trovoadas a Sul do conjunto montanhoso Montejunto - Estrela.
 
Cristina Simões, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, adiantou à Lusa que esta chuva não será "uma precipitação muito significativa em relação ao que seria esperado para um retrocesso do estado em que Portugal Continental se encontra". 
 
Apesar dos dois dias de chuva que se avizinha, Cristina Simões explicou que não será suficiente para o retrocesso da seca em que o país se encontra uma vez que "não vai continuar". "No fim de semana já temos céu pouco nublado", concluiu.
 
No dia de hoje será a região Sul aquela que contará com mais chuva, mas na sexta-feira esta precipitação será mais generalizada.
 
Quanto às temperaturas, hoje as máximas irão oscilar entre os 15 e os 22 graus, e na sexta-feira entre os 11 e 21 graus.
 
Nas ilhas, os Açores não contam com chuva no dia de hoje, e na Madeira só é esperada em Porto Santo. Já na sexta-feira, nos Açores só Santa Cruz das Flores será brindada com precipitação e na Madeira voltará a cair chuva em Porto Santo.
 
Recorde-se que o IPMA alertou na passada segunda-feira para o facto de mais de 90% do território estar, a 15 de Fevereiro, em seca severa ou extrema. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera alerta para um novo agravamento da situação de seca meteorológica no país.
 
Perante a situação, o Governo vai destinar cinco milhões de euros do Fundo Ambiental para campanhas de sensibilização e para soluções de contingência, no âmbito da seca que o país atravessa.
 
c/ LUSA
Modificado em quinta, 24 fevereiro 2022 01:57

O Ministério da Administração Interna (MAI) revelou que mais de 3.400 presos e doentes internados inscreveram-se para votar antecipadamente para as eleições legislativas de 30 de Janeiro, o que se traduz num aumento de cerca de 30% em relação às presidenciais de 2021.
 
Segundo os dados provisórios do MAI enviados à Lusa, 3.405 presos e doentes internados inscreveram-se, através da plataforma electrónica, na modalidade de voto antecipado.
 
Apesar de ter terminado na passada segunda-feira o prazo para presos e doentes internados se inscreverem no voto antecipado, fonte do MAI explicou que os dados agora revelados são provisórios porque ainda podem chegar mais algumas inscrições por via postal e e-mail.
 
Segundo o MAI, registaram-se 2.996 eleitores na plataforma electrónica para a modalidade de voto antecipado para presos, mais 545 (22,23%) do que nas eleições presidenciais de 2021.
 
Na modalidade de voto antecipado para doentes internados houve 409 inscrições, mais 233 (132,38%) do que nas eleições presidenciais de 2021, indica ainda o MAI.
 
Segundo a Comissão Nacional de Eleições, entre os dias 17 e 20 de Janeiro, o presidente da Câmara Municipal, ou vereador credenciado, da área do estabelecimento prisional ou hospitalar, desloca-se ao estabelecimento em que se encontram para que seja exercido o direito de voto.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 12 janeiro 2022 02:26

Segundo a actualização da orientação da Direcção-Geral da Saúde (DGS) relativa à utilização de equipamentos culturais, o acesso a eventos culturais é possível mediante a apresentação de Certificado Digital COVID, comprovativo de vacinação ou teste com resultado negativo.
 
A orientação sobre lotação dos espaços culturais, actualizada com data de terça-feira, 28 de Dezembro, e disponível no site oficial da DGS, define que o acesso a “eventos de natureza cultural” está dependente da apresentação “de um dos seguintes documentos: Certificado Digital COVID, comprovativo de vacinação que ateste o esquema vacinal completo há pelo menos 14 dias, comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.
 
Esta actualização difere do que ficou decidido na semana passada em reunião de Conselho de Ministros.
 
A 21 de Dezembro, o Primeiro-Ministro António Costa anunciou que o acesso a eventos culturais e desportivos passava a depender da apresentação de teste negativo à Covid-19, desde as 00 horas de sábado e até 9 de Janeiro, independentemente do número de espectadores.
 
A resolução do Conselho de Ministros definia que o acesso a estes eventos dependia “da apresentação de Certificado Digital COVID da UE nas modalidades de certificado de teste ou de recuperação” ou “da apresentação de outro comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.
 
A orientação 028 da DGS, de 28 de Maio do ano passado, cuja nova revisão foi divulgada esta terça-feira, prevê que o acesso às “salas de exposição cinematográfica” poderá também acontecer mediante “a realização de teste rápido de antigénio na modalidade de autoteste (colheita nasal) com resultado negativo”, caso o espectador não tenha Certificado Digital COVID, comprovativo de vacinação ou comprativo da realização de teste laboratorial com resultado negativo.
 
Esta orientação define ainda que, até 9 de Janeiro, “é proibida a ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas de exposição cinematográfica, sendo obrigatória a utilização de máscara facial”.
 
A DGS definiu também a lotação de eventos culturais que aconteçam em recintos provisórios ou improvisados, cobertos ou ao ar livre, que “deve ser objecto de determinação conjunta entre a entidade licenciadora da lotação, a Autoridade de Saúde territorialmente competente e as forças de segurança – PSP ou GNR – do território, não devendo exceder, entre os dias 25 de dezembro de 2021 e 9 de janeiro de 2022, a ocupação máxima indicativa de 0,20 pessoas por metro quadrado de área”.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 29 dezembro 2021 00:30

Abriu esta terça-feira, dia 28 de Dezembro, o agendamento para vacinação contra a Covid-19 das crianças a partir dos 7 anos, dia em que a "casa aberta" começou a aceitar utentes a partir dos 40 anos para o reforço da vacina Janssen.
 
Segundo a Direcção-Geral da Saúde, a partir deste dia, “as pessoas com 40 ou mais anos, que foram vacinadas com a vacina da Janssen há 90 ou mais dias, podem recorrer aos centros de vacinação em regime 'casa aberta'”.
 
A DGS acrescenta ainda que está também em funcionamento a modalidade "casa aberta" para reforço de vacinação de todas as pessoas com 60 ou mais anos contra a Covid-19 e/ou contra a gripe.
 
As autoridades de saúde alertam os utentes que devem consultar os horários antes de se dirigirem a um centro de vacinação, lembrando que os períodos da tarde “têm geralmente menos afluência”.
 
Também hoje passou a ser possível fazer o agendamento, no site da DGS, para a vacinação das crianças entre os 7 e os 11 anos para os últimos quatro dias antes do regresso à escola, ou seja, entre 6 e 9 de Janeiro. No fim de semana de 15 e 16 de Janeiro será a vez das crianças com 6 e 7 anos, e entre os dias 22 e 23 de Janeiro as crianças de 5 anos.
 
 
Modificado em terça, 28 dezembro 2021 19:41

Na manhã desta terça-feira, dia 16 de Novembro, e segundo um documento distribuído na Concertação Social, o Governo apresentou aos parceiros sociais uma proposta de aumento do salário mínimo nacional de 40 euros, para 705 euros, no próximo ano.
 
"Para 2022, o Governo apresentou aos parceiros sociais uma proposta de aumento da RMMG [Remuneração Mínima Mensal Garantida] para 705 euros", pode ler-se no documento apresentado aos parceiros sociais.
 
O valor já tinha sido sinalizado pelo Executivo liderado por António Costa e foi hoje proposto formalmente às confederações patronais e centrais sindicais com assento na Concertação Social.
 
"Com o aumento da RMMG para este valor atinge-se, em 2022, uma subida de 200 euros desde 2015, ou de 39,6% - o equivalente a 2.800 euros anuais, que compara com um aumento de apenas 20 euros no ciclo governativo anterior", destaca o Governo.
 
O salário mínimo nacional é actualmente de 665 euros.
Modificado em terça, 16 novembro 2021 11:41

 
A composição do próximo cartaz da Olá está a votos. A conhecida marca de gelados convocou os fãs para elegerem qual o clássico que poderá voltar a comer no Verão de 2022. E são três as opções: , Fizz ou Feast!
 
As votações arrancaram na passada segunda-feira, 8 de Novembro, e os fãs da Olá têm até esta sexta-feira, 12 de Novembro, para decidirem qual o gelado das nossas memórias que vai voltar a estar disponível. De forma a defenderem o seu gelado preferido, a Olá convocou três conhecidos radialistas da Rádio Comercial: Vasco Palmeirim, que defende o regresso do Feast, Nuno Markl, que torce pelo regresso do Fizz, e Pedro Ribeiro, que quer que o regressado seja o Pé.
 
A votação é muito simples de fazer e cada pessoa só pode votar uma vez. Basta aceder ao Instagram da marca, e comentar na publicação da votação com o emoji correspondente à sua preferência. Um limão, uma barra de chocolate e um pé são as imagens que pode usar. O gelado mais votado é aquele que regressa ao cartaz da Olá durante o próximo ano.
 
Nenhum dos três gelados que se encontra a votos está neste momento disponível em formato individual nos cartazes espalhados pelo país. Ainda assim, o Feast e o Fizz podem ser encontrados em packs na zona dos congelados dos supermercados.
 
Porque a tradição ainda é o que era, a oferta da Olá em 2021 voltou a ter outro clássico à venda: o Super Maxi.
 
 
 
 
 
 
Modificado em quarta, 10 novembro 2021 00:51

PUB