sábado, 23 setembro 2017

Ao Estado a que chegamos!

Escrito por  Publicado em António Costa da Silva domingo, 16 julho 2017 00:36
O Estado falhou. Esta é uma conclusão que se tira com toda a facilidade. O nosso País está gravemente ferido nos seus pilares fundamentais: a segurança, proteção e a defesa das pessoas e dos bens, e no pilar social, na saúde, educação e transportes. O Estado falhou gravemente. O Estado falhou sem que se tenham verdadeiramente assumido os seus principais responsáveis. Não há responsáveis para nada!
 
As falhas do SIRESP e falta de liderança na tragédia dos incêndios de Pedrógão Grande, mas também o assalto à Base Aérea de Tancos, são os exemplos mais flagrantes da degradação do Estado. Isso é incontestável!
 
É fácil constatar que estamos perante um País desorientado, com uma liderança extremamente frágil. Os nossos governantes não conseguem por ordem nas suas áreas de influência. 
 

Um Primeiro-ministro que deserta (de férias para a praia numa das ilhas espanholas) num dos momentos mais críticos na governação da geringonça, só nos pode deixar extremamente preocupados. Estamos claramente perante um País com uma liderança muito frágil e com o Governo num processo de degradação bastante avançado. Este Governo está a colapsar e encontra-se a perder a autoridade todos os dias.

Vivemos num País com medo, sem um Governo para os proteger. Um País onde o seu Primeiro-ministro apenas se preocupa com os índices de popularidade, logo após a ocorrência de um dos maiores desastres que conhecemos. Um Primeiro-ministro que se preocupa em criar um focus group para testar a sua popularidade, depois de morrerem dezenas de portugueses e muitos outros gravemente feridos, não nos pode merecer grande crédito. 

 
Um Primeiro-ministro que deserta (de férias para a praia numa das ilhas espanholas) num dos momentos mais críticos na governação da geringonça, só nos pode deixar extremamente preocupados.
 
Estamos claramente perante um País com uma liderança muito frágil e com o Governo num processo de degradação bastante avançado. Este Governo está a colapsar e encontra-se a perder a autoridade todos os dias.
 
Foi um ano de falhas graves: falta de assistentes operacionais nas Escolas; Escolas que encerraram; Escolas mais degradadas; desinvestimento no setor da saúde; piores condições para os médicos e enfermeiros; falta de investimento na área social; faturas adiadas; Estradas mais degradadas; Transportes públicos em piores condições; etc, etc, etc.
 
São muitas as razões que nos levam a desconfiar desta governação. Um ano cheio de cortes para justificar muitas outras despesas do Estado. A falta de transparência nas contas públicas. 
 
É um Estado das aparências. Pouco mais do que isso.
* Deputado António Costa da Silva

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