quinta, 15 novembro 2018

Estremocenses a favor da saída dos "invasores" do terreno camarário das Quintinhas lançam comunicado

Escrito por  Publicado em Estremoz quarta, 05 setembro 2018 01:53
O Ardina do Alentejo publica, na íntegra, um texto que foi escrito por vários estremocenses O Ardina do Alentejo publica, na íntegra, um texto que foi escrito por vários estremocenses DR
Os recentes incidentes verificados na superfície comercial estremocense “Continente Modelo”, entre famílias de etnia cigana, moradoras na zona das Quintinhas, e a segurança do hipermercado e agentes da PSP de Estremoz, o assalto à empresa Senhora do Pilar, cuja autoria é alegadamente atribuída aos ciganos residentes nas Quintinhas, e os desacatos provocados pelos membros de etnia cigana, contra os bens dos moradores daquela zona da cidade, foram as gotas de água que fizeram transbordar o copo e a paciência de muitos estremocenses.
 
O Ardina do Alentejo publica, na íntegra, um texto que foi escrito por vários estremocenses que defendem a saída daquela comunidade de etnia cigana de um terreno cuja propriedade é da Câmara Municipal de Estremoz. Esta publicação está ilustrada por algumas fotos enviadas pelos autores do referido texto, tiradas junto à zona onde residem aqueles que entendem ser "os invasores (ocupantes) do terreno camarário das Quintinhas".
 
Movimento de estremocenses a favor da saída dos invasores (ocupantes) do terreno camarário das Quintinhas
 

Os factores de instabilidade que vêm afectando os estremocenses ao longo dos anos têm a sua origem num grupo de várias centenas de indivíduos criminosos, de etnia cigana, que se instalaram no local supra citado. Perturbam, roubam, agridem, insultam e comportam-se pior que animais, fazendo as necessidades fisiológicas em lixeiras a céu aberto, como as fotos publicadas ilustram… Aliás, este é um problema de saúde pública que tem a conivência das autoridades que têm conhecimento de tal situação…
 
Necessitam-se decisões políticas urgentes, que façam justiça ao problema que há muito tem vindo a ser negado por parte das autoridades, nomeadamente: Câmara Municipal, que fornece a água sem qualquer custo, bem como o arranjo de caminhos; EDP que fornece a luz a custo zero; a força de segurança PSP, a qual detém a jurisdição do local, e que diz pela boca do Comandante da Esquadra de Estremoz, que “o que se passou foi um desentendimento entre famílias residentes no Bairro das Quintinhas e a segurança do estabelecimento comercial “Continente”. Todos os envolvidos nos desacatos que aconteceram no passado dia 19 de Agosto de 2018, às 21:30 horas, sabem que isto não corresponde à realidade, onde o sucedido é quase diário.
 
A autoridade PSP não tem poderes, nem efectivos, para controlar estes casos bem como outros que acontecem na cidade, e que em muitos dos incidentes as vitimas são demovidas por parte da autoridade a não apresentarem queixa porque não vale a pena os incómodos causados. Falta saber, a fazer fé nas palavras do Comandante da Esquadra de Estremoz, em declarações ao “Ardina do Alentejo”, se tal acontece por sua indicação.
 
Existe compreensível descontentamento e desmotivação, por parte da PSP, potenciados pela falta de perspectiva de resolução do problema existente, aproximando-se de níveis insustentáveis, atingindo pessoal das forças de segurança onde a moral e o normal exercício da função de comando começam a colidir com alguns dos principais valores e institucionais e deontológicos da PSP.
 
Por parte da GNR, o Comando do Posto Territorial de Estremoz, informa que não tem jurisdição sobre o local “Bairro das Quintinhas”, que coabita paredes meias, onde diariamente acontece a queima de cobre (fogo posto), explosões de materiais inflamáveis, música que se chega a ouvir no centro da cidade, entre outros desacatos provocados com os moradores contíguos ao local onde se encontram os indivíduos de etnia cigana.
 
Todos os cidadãos prejudicados pagam impostos, mas não beneficiam da resposta publica a que têm direito, ao contrário dos outros que têm apoios sociais de elevada grandeza, bem como benesses da justiça em função dos direitos e deveres que não querem ter com a sociedade.
 
Em democracia o que deve orientar o ideal é a igualdade de oportunidades e não o privilégio, mesmo o pequeno (grande) privilegio que estes indivíduos têm.
 
Com tudo isto, chama-se a atenção para as consequências imprevisíveis na segurança da população.
 
Até quando teremos que nos sujeitar à falta de respeito, de segurança e de valorização?
 
Queremos medidas admissíveis junto dos órgãos competentes. Esperamos que as mesmas não fiquem só no papel...
 
 

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