domingo, 17 dezembro 2017

Repostas as quatro turmas de 5º ano na Escola Básica 2,3 Sebastião da Gama

Escrito por  Publicado em Estremoz segunda, 25 setembro 2017 21:41
Para que esta situação seja definitiva, falta apenas a aprovação do Conselho Pedagógico do Agrupamento Para que esta situação seja definitiva, falta apenas a aprovação do Conselho Pedagógico do Agrupamento DR
A luta desencadeada pela Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Estremoz e as reivindicações dos pais e alunos da Escola Básica 2,3 Sebastião da Gama surtiram efeito.
 
Já passava das 20 horas quando a Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Estremoz (APAEE) recebeu um despacho assinado pela Directora Geral dos Estabelecimentos Escolares, datado de 22 de Setembro, referindo que o 5º ano da Escola Básica 2,3 Sebastião da Gama deverá regressar a ter quatro turmas.
 
Para que esta situação seja definitiva, falta apenas a aprovação do Conselho Pedagógico do Agrupamento, que segundo a convicção de Luís Eustáquio, Presidente da Direcção da APAEE, “não irão inverter a situação que foi corrigida pelo Ministério da Educação”. 
 
Na página oficial da APAEE na rede social Facebook, e na publicação que trouxe a boa nova, Luís Eustáquio chama a atenção à direcção do Agrupamento para a forma “como irá fazer o enquadramento dos alunos com necessidades educativas especiais”.
 
O Presidente da Direcção da APAEE termina esta publicação agradecendo “a solidariedade de professores, auxiliares e autarquia”.
 
Eram 07:30 horas desta segunda-feira, 25 de Setembro, e por iniciativa dos encarregados de educação e da respectiva associação, que a escola foi encerrada com um cadeado, como forma de protesto pela ilegalidade que, segundo os pais, aconteceu na elaboração das turmas do 5º ano.
 
Segundo conseguimos apurar, em Julho, antes do início do ano lectivo, foram aprovadas quatro turmas do 5º ano, mas escassos dias antes do arranque das aulas, essas quatro turmas foram reduzidas para apenas três, o que originou a que existissem turmas com um elevado número de alunos.
 
Os protestos recaiam essencialmente na turma do 5º A, que para além de ter três crianças com necessidades educativas especiais e outras três crianças que não falam português, o que a obriga a ficar sob protecção de uma alínea do Ministério da Educação, era composta por 29 alunos, o que fazia desta turma uma turma ilegal.
 
Depois de chamada a Polícia de Segurança Pública (PSP) e os Bombeiros Voluntários de Estremoz, que arrombaram o cadeado por volta das 09:30 horas, a normalidade voltou à escola, tendo o dia de aulas prosseguido com normalidade.

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