sexta, 25 maio 2018
Já se encontra a decorrer o abate e a remoção de azinheiras e sobreiros, numa área total de 8,3 hectares, existentes nos terrenos da futura Zona Industrial dos Arcos, e que correspondem a parte da área que vai ser ocupada pelos lotes industriais e pelas acessibilidades. O abate e a remoção das referidas árvores está a ser efectuado pela Woodbrinca, empresa que adquiriu, em hasta pública realizada em finais de 2014, o lote de azinheiras e sobreiros.
 
Mas se estas árvores são abatidas, outras terão de ser plantadas. O processo de abate das quercíneas foi devidamente autorizado pelo ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, estando sujeito a uma série de medidas compensatórias, nomeadamente à reposição de 6,2 hectares de novas árvores, na zona envolvente à futura Zona Industrial, bem como à beneficiação de 17 hectares que se localizam dentro da área de intervenção do plano, através do desbaste de exemplares jovens e da realização de podas de formação nas azinheiras e sobreiros existentes.
 
Segundo o Município de Estremoz, “após todas as condicionantes negativas que foram colocadas no passado", o abate e a remoção destas árvores "constitui o primeiro passo, no terreno, que permitirá o início da construção da Zona Industrial de Arcos, a qual garantirá mais desenvolvimento, maior captação de investimento, mais emprego e uma maior fixação de população no concelho, contrariando a tendência demográfica negativa dos últimos anos”.
 
c/ Câmara Municipal de Estremoz

D.A.M.A. - Mais um nome confirmado na FIAPE 2015

Escrito por terça, 27 janeiro 2015 18:14
E aí está mais um nome que vai compor o cartaz da FIAPE 2015.
 
A Câmara Municipal de Estremoz informou há poucos minutos que os portugueses D.A.M.A. vão marcar presença na edição número 29 da Feira Internacional Agropecuária de Estremoz, onde vão apresentar o seu álbum de estreia “Uma Questão de Princípio”.
 
A banda revelação da música portuguesa, composta por Francisco Pereira, Miguel Coimbra, e Miguel Cristovinho, sobe ao palco FIAPE no dia 2 de Maio, Sábado.
 
O cartaz de espectáculos da FIAPE 2015, que se vai realizar no Parque de Feiras e Exposições da cidade alentejana, entre os dias 29 de Abril e 3 de Maio, já tem confirmados os nomes de Amor Electro, dia 30 de Abril, e D.A.M.A., dia 2 de Maio. 
 
 
Na sequência de um despiste no final da Ponte Vasco da Gama, antes da saída para o Montijo, um jovem estremocense perdeu a vida. O acidente, que ocorreu cerca das 17.15 horas, provocou ainda ferimentos graves numa jovem de 20 anos, que foi transportada para o Hospital do Barreiro, não sabendo nesta altura pormenores sobre o seu estado de saúde.
 
Pedro Gonçalves, de 23 anos, era ao que tudo indica o condutor da viatura sinistrada.
 
No local do sinistro esteve um helicóptero do INEM, que levou ao corte total da estrada, mas que acabou por não ser o meio de transporte do ferido grave.
 
Para além de vários militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), estiveram no local do acidente uma VMER e várias ambulâncias.
A fila de trânsito na Ponte Vasco da Gama chegou aos cinco quilómetros de extensão.
 
Ao Correio da Manhã, Jorge Santos, militar da GNR, disse que as causas do despiste ainda não são conhecidas mas serão "apuradas no âmbito de uma investigação". 
 
No local estão militares no Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes da GNR.
 
c/ Correio da Manhã
A cientista estremocense Rita Guerreiro é investigadora da University College London e recebeu recentemente, em Paris, o “Prix Européen Jeune Chercheur”, o Prémio Europeu do Jovem Investigador, numa votação levada a cabo por um comité científico europeu.
 
Desde a atribuição do prémio, foram várias as entrevistas dadas pela Rita, quer à imprensa nacional, mas também à imprensa regional e local.
Destacamos esta por ser a última. Numa entrevista assinada por Martha Mendes, e publicada hoje no “Porta351”, uma revista digital de informação geral, que pretende ser “uma porta para comunicar com os portugueses espalhados pelo mundo”, Rita fala do prémio, do trabalho desenvolvido até aqui, de Portugal, da emigração, e como não podia deixar de ser, do “seu” Alentejo.
 
Rita Guerreiro é a cientista portuguesa que recebeu recentemente o “Prix Européen Jeune Chercheur” (Prémio Europeu do Jovem Investigador), cuja votação foi feita por um comité científico europeu. Investigadora da University College London, em Londres, Rita saiu de Portugal há oito anos e, para já, não pensa regressar, apesar das saudades “da comida, do bom tempo e, principalmente, da serenidade do Alentejo”. A trabalhar na área das mutações do gene TREM2 – indicado como possível fator de risco da Doença de Alzheimer e de outras doenças degenerativas como a Demência Frontotemporal – Rita vai usar o dinheiro do prémio “para expandir os projetos e estudar mais famílias com formas raras de demências”. Um dos objetivos futuros é “identificar as causas genéticas de doenças neurológicas em famílias Portuguesas”. Em conversa com a Porta351 Rita Guerreiro falou do seu trabalho, das políticas de apoio à investigação científica, do trabalho de equipa, do presente e do futuro. Em cinco respostas.
 
1. Recebeu, recentemente, o “Prix Européen Jeune Chercheur” (Prémio Europeu do Jovem Investigador), cuja votação é feita por um comité científico europeu. Sente-se recompensada pelo seu trabalho?
R.G.: Não sinto que seja tanto uma recompensa, mas mais um reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver. É um prémio individual, mas resulta de um trabalho de equipa, não só do grupo com o qual trabalho diretamente na University College London (UCL), como também dos colaboradores que temos a nível nacional e internacional.
 
2. Pode explicar-nos, resumidamente, o trabalho que tem desenvolvido sobre as mutações do gene TREM2, indicado como possível fator de risco da Doença de Alzheimer e de outras doenças degenerativas?
R.G.: Inicialmente identificámos mutações no gene TREM2 ao estudar famílias de origem turca com formas recessivas de demências. Em três famílias identificámos alterações neste gene que causavam demência frontotemporal. Quando testámos o mesmo gene noutras formas de demência, verificámos que ao compararmos doentes com doença de Alzheimer com controlos saudáveis, o grupo de doentes apresentava um maior número de alterações neste gene. Uma variante em particular (R47H) era significativamente mais frequente nos doentes do que nos controlos. Concluímos, assim, que mutações no gene TREM2 causam formas raras de demência frontotemporal e que uma variante no mesmo gene aumenta o risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
3. Faz parte do Departamento de Neurociência Molecular do Instituto de Neurologia da University College London. Porque é que decidiu emigrar para desenvolver o seu trabalho? Portugal não dá as condições necessárias aos seus investigadores?
R.G.: Vim para Londres após terminar o doutoramento nos EUA, porque tive a oportunidade de vir trabalhar diretamente com um dos maiores nomes internacionais em neurogenética. Esta é uma área muito específica e não existem muitas oportunidades destas. Neste momento é difícil ter financiamento para investigação em qualquer parte do mundo, mas é particularmente difícil em Portugal. O investimento que foi feito há uns anos não teve continuidade e grande parte do dinheiro investido não teve retorno para o país, porque não foram criadas estruturas capazes de atrair muitos dos investigadores que saíram para concluírem ou melhorarem as suas formações.
 
4. Saiu de Portugal em 2006. Como é que descreveria estes anos de emigração? Pensa regressar? Sente falta de Portugal?
R.G.: Saí de Portugal para os Estado Unidos (Washington DC) e, posteriormente, vim para Londres. É sempre muito difícil deixarmos a família e os amigos. Tive a sorte de partilhar este caminho a nível pessoal e profissional com o meu marido [José Miguel Brás divide com Rita Guerreiro a chefia do Departamento de Neurociência Molecular do Instituto de Neurologia da University College London]. Os primeiros anos foram mais complicados, mas neste momento temos financiamento para mantermos o nosso laboratório e podemos seguir as linhas de investigação que consideramos mais importantes, o que seria muito difícil de conseguir em Portugal. Por esta razão não pensamos em regressar num futuro imediato, apesar de sentir muita falta da comida, do bom tempo e, principalmente, da serenidade do Alentejo.
 
5. O Prémio Europeu do Jovem Investigador tem o valor financeiro de dez mil euros. Já sabe como é que vai aplicar este dinheiro?
R.G.: Vou usar este dinheiro para expandir os projetos que temos a decorrer no laboratório, de forma a conseguirmos estudar mais famílias com formas raras de demências. Temos, neste momento, várias colaborações com grupos em Portugal e espero que este dinheiro nos ajude a identificar as causas genéticas de doenças neurológicas em famílias Portuguesas.
 
c/ Martha Mendes (Porta351)

Amor Electro na FIAPE 2015

Escrito por sexta, 23 janeiro 2015 23:36
E o véu começa-se a levantar sobre os artistas que vão animar musicalmente a FIAPE 2015.
 
Os Amor Electro são o primeiro nome que compõe a programação cultural da FIAPE 2015 avançado pela autarquia de Estremoz.
 
A banda de Marisa Liz sobe ao palco da Feira Internacional Agropecuária de Estremoz no dia 30 de Abril, quinta-feira, véspera de feriado.
No dia de ontem, quarta-feira, 21 de Janeiro, quatro forças políticas com secção em Estremoz, emitiram um comunicado conjunto em que censuram a atitude do Presidente da Câmara Municipal local, Luís Mourinha, que na reunião de câmara do passado dia 7 de Janeiro, terá proibido colaboradores de um jornal local de captarem som e imagens da respectiva reunião.
 
Em comunicado conjunto, PS, PSD, CDS e BE, afirmam que Luís Mourinha “violou o direito” consagrado na Constituição da República de “acesso à informação” ao ter impedido “que os colaboradores de um jornal local fizessem o seu trabalho”. Pode ainda ler-se que esta atitude “arrastou o Executivo para uma situação onde claramente não nos revemos”.
 
As estruturas políticas locais desvinculam-se “totalmente das tomadas de posição que o mesmo entendeu tomar” e afirmam ainda que “a postura do Senhor Presidente da Câmara só o deve responsabilizar a ele próprio”. Chegam mesmo a referir que “esta atitude, representa uma forma de entender e viver a democracia que não se enquadra no pós 25 de abril, muito menos num Estado de Direito Democrático e na qual não nos revemos”.
 
Já durante a tarde de hoje, quinta-feira, 22 de Janeiro, a autarquia liderada por Luís Mourinha reagiu, também emitindo um comunicado em que refere que na reunião de câmara do dia 7 de Janeiro, “dois jornalistas do “Jornal E” efetuaram a montagem de um tripé com uma câmara de vídeo no Salão Nobre, preparando-se para proceder à gravação de som e de imagens vídeo da referida reunião, sem que para tal tivessem solicitado qualquer tipo de autorização ao Presidente da Câmara”.
 
O comunicado salienta que “usando da competência que a Lei lhe confere, pois é a ele que compete dirigir os trabalhos e manter a ordem nas sessões, o Presidente da Câmara informou os jornalistas que não poderiam efetuar gravação de som e imagem vídeo, pois para tal não tinham sido autorizados. Informou ainda que poderiam assistir aos trabalhos, tirar notas e recolher fotografias do andamento dos trabalhos, tendo em conta o facto de a sessão ser pública”.
 
A autarquia afirma que “não se compreende a posição conjunta destas quatro forças políticas” naquilo que a edilidade considera “uma não questão”. O comunicado escrito pela autarquia desmente as forças políticas em relação ao alegado impedimento dos jornalistas em realizarem o seu trabalho e à violação do direito ao acesso à informação. “Tal não corresponde à verdade, pois como já foi referido e consta da ata da sessão, o Presidente da Câmara apenas não autorizou a gravação de som e imagens vídeo, tendo possibilitado outras formas de acesso à informação” pode ler-se.
 
O comunicado culmina com críticas às forças políticas: “Não estando o PSD, o CDS e o BE presentes no local dos acontecimentos, como lhes é possível tomar posição sobre este assunto, na medida em que não têm conhecimento efetivo dos factos? (…) É, por isso, lamentável que os partidos políticos assumam este tipo de posições, em defesa de direitos que renegam quando são poder, sendo certo que agora só o fazem para tentar denegrir a imagem do Presidente da Câmara e do Município de Estremoz”.
Os espanhóis Ignacio Ríos e José Luis Cotan oficializaram o apoderamento em Portugal, Espanha e França, do cavaleiro tauromáquico estremocense João Maria Branco.
 
Na muito curta nota de imprensa enviada às redacções, os apoderados do cavaleiro estremocense informam que “o rejoneador lusitano conta com uma excelente quadra de cavalos para fazer face a este projecto”. Adiantam ainda que o acordo foi selado por “tempo indefinido”.
 
Ignacio Rios é um empresário que, embora jovem, de apenas 38 anos, tem já uma dilatada experiência na gestão de espectáculos taurinos em praças como Berlanga de Duero (Sória), Valdilecha (Madrid) e Ateca, Ariza, Maella ou Maria de Huerva, na província de Saragoça. Independente e sem pertencer a nenhum grupo empresarial, é proprietário da empresa "Espectáculos Taurinos Rios" e gere actualmente a praça de toiros de Calatayud.
 
José Luis Cotan é um taurino que conhece bem o meio português, por ter sido muitos anos peão de confiança de Pablo Hermoso de Mendoza e por cá o ter acompanhado em inúmeras ocasiões. Depois de se despedir das arenas, prosseguiu ligado ao meio como apoderado, entre outros, do rejoneador Pedro Calero, e vedor de toiros, tendo integrado a equipa de João Moura Júnior quando este foi apoderado por José Cutiño.
 
De recordar que em Agosto de 2014, em plena época taurina, João Maria Branco anunciou que a sua relação de apoderamento com Rui Bento Vasques tinha terminado.
 
c/ Farpas Blogue
 
Através do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Estremoz, a Guarda Nacional Republicana, recuperou na zona de Lisboa, durante o último fim-de-semana, oito bovinos que haviam sido furtados no passado dia 14 de Janeiro, numa propriedade no concelho de Arraiolos.
 
Segundo a força de segurança, os animais encontravam-se em propriedades localizadas nos concelhos de Sobral de Monte Agraço e Sintra.
A operação, que se desenrolou durante o último fim-de-semana, contou com a colaboração de militares do Comando Territorial de Lisboa, nomeadamente dos Destacamentos Territoriais de Torres Vedras, Mafra e Sintra e apoiados por militares do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente.
 
Da operação resultou a recuperação dos oito bovinos furtados, tendo ainda sido identificados e constituídos arguidos três cidadãos de nacionalidade portuguesa, com idades entre os 40 e 60 anos e residentes nos concelhos referidos, por suspeitas da prática dos crimes de furto e de recetação.
 
O Núcleo de Protecção Ambiental do Destacamento Territorial de Torres Vedras  elaborou ainda diversos autos de contra-ordenação, ao local onde os animais foram recuperados, relativos ao incumprimento das normas de bem-estar animal.
 
c/ Correio da Manhã
No mais recente número da “Jamie Magazine”, uma publicação cujo director é o conceituado chef britânico Jamie Oliver, Estremoz e o seu concelho merecem amplo destaque.
 
Na edição de Janeiro da “Jamie Magazine”, Kevin Gould assina “The Good Life”, uma reportagem sobre o Alentejo. Da sua passagem pelo concelho de Estremoz, o cronista destaca o castelo de Evoramonte e o Mercado Tradicional de Sábado.
 
As sugestivas imagens que surgem na publicação sobre estes dois ícones estremocenses saltam à vista. Acerca de Evoramonte é referido tratar-se de “uma pequena aldeia muralhada no alto de uma colina, de cujo castelo se avistam os campos a muitas milhas de distância em toda a volta. Quando os raios de sol dissolvem a neblina matinal, sentimos os pulmões encherem-se de ar fresco e limpo”. O artigo refere depois Estremoz e o seu mercado tradicional de Sábado: “uma elegante cidade de 9.000 almas”, à qual “as pessoas afluem ao movimentado mercado para comprar e vender um tesouro de prazeres. Há coelhos selvagens e velharias, as tradicionais ameixas de Elvas mesmo ao cimo da rua, azeite do lagar tradicional do outro lado da praça, queijos alentejanos, frescos e curados, maçãs com uma intoxicante fragrância que enche o ar da manhã, bouquets de piripiri e cordões de cabeças de alhos, empadas de galinha com molho, olaria cor de caramelo, candeeiros de cristal, chouriços, farturas quentes com canela”. 
 
Kevin Gould culmina no artigo a sua passagem pela cidade branca do Alentejo, com uma frase que descreve bem a beleza deste concelho: “Viemos embora carregados e felizes”.
 
c/ Município de Estremoz
 

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