quarta, 17 outubro 2018
Na reunião de executivo da Câmara Municipal de Estremoz, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no passado dia 17 de Julho, a autarquia decidiu, por unanimidade, adquirir o imóvel situado no Largo General Graça, números 31 e 32, em Estremoz, vulgarmente conhecido como o prédio do Luís Campos, onde funcionou em tempos que já lá vão a “Mercearia Campos”, uma importante superfície comercial estremocense e respectivo armazém.
 
O prédio, que será posteriormente convertido em equipamento cultural, era propriedade do Banco Comercial Português e tem um valor patrimonial de 243.265,40 €. A autarquia liderada por Luís Filipe Mourinha vai adquirir este importante e emblemático imóvel da cidade de Estremoz, pelo valor de 80 mil euros. 
Na manhã do passado Sábado, 18 de Julho, o Intermarché de Estremoz entregou cinco equipamentos completos, compostos por bota florestal, luvas, cógula, fato de protecção florestal (calças e dólman), capacete e sweatshirt, aos Bombeiros Voluntários de Estremoz (BVE).
 
A entrega destes equipamentos está integrada na campanha “Juntos vamos equipar os nossos heróis”, que decorreu entre os dias 14 de Maio e 14 de Junho de 2015, e que permitiu angariar 500 equipamentos individuais completos de combate a incêndios florestais.
 
Durante os 31 dias da campanha, milhares de portugueses passaram pelas lojas Intermarché, Bricomarché e Roady e contribuíram para “equipar os nossos heróis” ao comprar um íman no valor de 0,50€ ou os três que formavam um bombeiro completo por 1,50€. O valor angariado reverteu, na totalidade, para a compra de equipamentos individuais de combate a incêndios florestais, contribuindo assim para melhorar a segurança e protecção dos Bombeiros Portugueses.
 
Na cerimónia marcaram presença o Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Estremoz, José Capitão Pardal, o 2º Comandante dos BVE, Januário Coradinho, o Adjundo do Comando dos BVE, Paulo Borralho e o Gerente do Intermarché, Pedro Esperança, para além de vários elementos ligados aos “Soldados da Paz” estremocenses. A fanfarra dos BVE, que recentemente retomou a sua actividade, abrilhantou a cerimónia.
 
Durante a sua intervenção na cerimónia de entrega dos cinco equipamentos, Pedro Esperança salientou “estar muito feliz” pelo facto do Intermarché de Estremoz poder contribuir para melhorar as condições de trabalho dos Soldados da Paz, e garantiu que esta parceria entre o Intermarché e os Bombeiros é para continuar.
 
Na sua alocução, José Capitão Pardal agradeceu mais esta oferta do Intermarché, salientando que “tudo o que nos chega é bem-vindo” visto que “as necessidades são muitas”, tendo apelado aos “particulares e a outras empresas” que sigam o exemplo do Intermarché ajudando os Bombeiros Voluntários de Estremoz.
 
A “Escapist”, publicação anual do grupo “Monocle” e direccionada para o turismo, incluiu no seu último número dois restaurantes nacionais entre a lista dos 50 melhores do Mundo, sendo que um deles é estremocense.
 
Entre as escolhas figuram o "Gambrinus", em Lisboa, classificado em 42º lugar como um restaurante “seguro do seu sucesso” e a "Mercearia Gadanha", em Estremoz, qualificado na 49ª posição como um “paraíso rural”.
 
Sobre o "Gambrinus", os jornalistas da “Escapist” sublinham que “os seus ‘chefs’ têm assumido um compromisso com a boa tradição portuguesa de jantar desde 1936, embora sejam os elevados padrões de serviço e uma decoração clássico-moderna que fazem deste local uma paragem obrigatória para uma grande refeição”.
 
Relativamente à "Mercearia Gadanha", o artigo da conceituada publicação destaca que “a paisagem bucólica da região é o coração agrícola da nação”, acrescentando que na mercearia e no restaurante em causa “as criações culinárias da ‘chef’ Michele Marques estão a escalar novas alturas”.
 
A “Escapist” refere ainda que "os azeites, presuntos, chás e conservas disponíveis no ‘delicatessen’ do restaurante "Mercearia Gadanha" são opções saborosas para levar para casa", enquanto os pratos principais da ‘chef’ Marques “são quase inacreditavelmente irresistíveis”.
 
Quanto ao "Gambrinus", a revista do grupo “Monocle” acrescenta que no respectivo ‘snack bar’ "é possível desfrutar de almoços mais frugais e animados".
 
O vencedor de melhor restaurante do ano foi o “Beard”, em Tóquio, seguindo-se o “The River Café”, em Londres, e o “Pa&Co”, em Estocolmo.
 
A campanha “Juntos vamos equipar os nossos heróis”, que decorreu entre os dias 14 de Maio e 14 de Junho de 2015, permitiu angariar 500 equipamentos individuais completos de combate a incêndios florestais. Os equipamentos, compostos por bota florestal, luvas, cógula, fato de protecção florestal (calças e dólman), capacete e sweatshirt, serão distribuídos por 100 corporações.
 
O Intermarché de Estremoz, no próximo Sábado, quando forem 10 horas da manhã, irá entregar cinco equipamentos completos aos Bombeiros Voluntários de Estremoz.
 
Durante os 31 dias da campanha, milhares de portugueses passaram pelas lojas Intermarché, Bricomarché e Roady e contribuíram para “equipar os nossos heróis” ao comprar um íman no valor de 0,50€ ou os três que formavam um bombeiro completo por 1,50€. O valor angariado reverteu, na totalidade, para a compra de equipamentos individuais de combate a incêndios florestais, contribuindo assim para melhorar a segurança e protecção dos Bombeiros Portugueses.
 
Esta é a segunda campanha conjunta entre o Grupo Os Mosqueteiros e a Liga dos Bombeiros Portugueses com vista a angariação de equipamentos individuais completos de combate a incêndios florestais. No entanto, já entre 2005 e 2007, o Grupo ajudou esta causa através de uma campanha de angariação de fundos, com a qual foi possível entregar cerca de 50 viaturas de combate a incêndio. Em 2014, o Grupo conseguiu entregar 255 equipamentos individuais de combate a incêndios florestais, este ano praticamente duplicaram os resultados.
Os distúrbios causados nas Piscinas Municipais de Estremoz por habitantes de etnia cigana do denominado Bairro das Quintinhas, e os consequentes prejuízos causados naquele espaço de lazer, continuam na ordem do dia e podem mesmo ter desencadeado a tomada de novas medidas por parte da autarquia estremocense em relação à comunidade cigana instalada na entrada norte da cidade de Estremoz.
 
Em declarações à Rádio Campanário, o Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Filipe Mourinha, afirmou que “eles estão ali ocasionalmente… E o comportamento que estão a ter leva a que qualquer dia a Câmara, atendendo aos circunstancialismos de terrorismo puro e duro contra as pessoas, ter que os pôr dali a mexer”. O edil estremocense salienta mesmo que “é o que vai acontecer se eles não tiverem um comportamento em conformidade com a legislação em vigor, que é respeitar o património de cada um”.
 
Quando questionado pela jornalista da estação emissora de Vila Viçosa se a saída da comunidade cigana daquela zona poderá vir mesmo a acontecer, Luís Mourinha é peremptório: “Pode vir a acontecer. Neste momento quem vive à volta daquele bairro tem queixas permanentes, e estamos a ajudar as pessoas a fazer participações criminais contra o vandalismo que se pratica naquela zona”.
 
É já no próximo Sábado, dia 18 de Julho, pelas 11 horas, na Casa de Estremoz, que Joaquim Rosado irá apresentar o seu livro “Episódios da minha Leucemia - Quero Viver”.
 
Para além de poderem ser escutados episódios sobre a leucemia que atingiu Joaquim Rosado, contados na primeira pessoa pelo próprio autor, na apresentação do livro vai também marcar presença Ricardo Catarino, autor do prefácio do livro, e que irá contar aos presentes o que foi assistindo e como foi lidando com a doença do amigo e colega de profissão.
 
Durante a apresentação será entregue, aos Bombeiros Voluntários de Estremoz, um donativo de 10% das receitas da primeira edição do livro.
 
Uma percentagem dos lucros da segunda edição de “Episódios da minha Leucemia - Quero Viver”, que estará à venda na manhã de Sábado, na Casa de Estremoz, será entregue ao Centro Paroquial de Santo André de Estremoz, para compra de cadeiras de rodas.
 
Esta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.

O Rossio de Arcos vai ser palco de um dos mais importantes eventos destinados à juventude que se realizam no concelho de Estremoz. Durante três dias, a praça da freguesia estremocense vai garantidamente encher-se de cor, luz, som e muita animação, sempre sob o lema “Isto é a minha praia!”.

As actuações de No Maka, Menasso, Coronel Cantiga, Woodhouse, DJ Grouse, DJ Effect-Z, e do Grupo de Teatro Amadores de Vila Viçosa, em conjunto com o V Torneio Alcatrone Street-Fut, a Aula de Zumba e a V Grande Concentração de Motorizadas Antigas, prometem fazer desta edição do “Arcos Jovem” a melhor de sempre.
 
Ardina do Alentejo” esteve à conversa com Marco Cochicho, um dos elementos da ARCA – Associação Recreativa e Cultural de Arcos, a organizadora do “Arcos Jovem 2015”.
 
Ardina do Alentejo - Quais são as novidades do Arcos Jovem 2015?
Marco Cochicho - A 8ª edição da Festa da Juventude de Arcos - “Arcos Jovem 2015” vai seguir a linha de outras edições, isto é, vai trazer à freguesia de Arcos boas bandas, bons Dj´s, actividades desportivas, de lazer e convívio. A localização será, como desde a primeira edição, no rossio de Arcos, bem no centro da freguesia e este ano o recinto irá apresentar umas melhorias.
 
Ardina do Alentejo - Com que expectativas está a organização para esta edição?
Marco Cochicho - As expectativas estão altas…pois é para isso que trabalhamos, para que cada edição seja melhor que a anterior.
 
Ardina do Alentejo - Consideram-se a Festa da Juventude do concelho de Estremoz?
Marco Cochicho - Não nos consideramos a “Festa da Juventude do concelho de Estremoz”… mas após a extinção da “Juvemoz”, sendo que a última edição já foi há quatro anos (2011), digamos que a par com a “Festa do Castelo”, em Veiros, organizada pela “AJOV”, somos os únicos no concelho a realizar este tipo de eventos.
 
Ardina do Alentejo - Vale a pena todo o esforço e toda a dedicação para colocar de pé uma iniciativa destas?
Marco Cochicho - Nunca é demais lembrar que todo o trabalho realizado pelo “pessoal” da ARCA é voluntário, não remunerado e que abdicamos da nossa vida pessoal para podermos colocar de pé todas as actividades ao longo do ano. Quando se tem força de vontade, espirito de iniciativa, trabalho em equipa, gosto por trazer gente à freguesia e dinamizá-la, vale sempre a pena todo o esforço e dedicação, principalmente quando após cada iniciativa que fazemos, vemos no rosto das pessoas ou em palavras o reconhecimento e satisfação dos que nelas participam.  
 
Ardina do Alentejo - Que mensagem deixas a todos aqueles que vão ler esta entrevista?
Marco Cochicho - Quero convidar, em nome da ARCA, todos vocês para que nos dias 17, 18 e 19 de Julho, se juntem a nós no “Arcos Jovem 2015” para bons momentos de diversão, convívio e muita música. É para vocês que trabalhamos...
Aproveitando a oportunidade, gostava de agradecer à Câmara Municipal de Estremoz, ao comércio local, à Junta de Freguesia de Arcos, em especial ao Presidente António Broa, que desde sempre tem sido incansável no apoio à ARCA.
A indignação demonstrada, através das redes sociais, por parte de alguns frequentadores das Piscinas Municipais de Estremoz, que no passado dia 28 de Junho, assistiram à “invasão” e ao não cumprimento das mais elementares regras daquele espaço de lazer, por parte de elementos de etnia cigana, moradores no Bairro das Quintinhas, na zona norte da cidade, bem como a manchete do jornal “Brados do Alentejo”, do dia de ontem, quinta-feira, 9 de Julho, com o título “Entrada Proibida - Câmara veda entrada nas piscinas municipais aos moradores das Quintinhas”, fizeram com que o assunto, ainda que de um modo amiúde, fosse falado na cidade branca do Alentejo.
 
Mas a notícia divulgada hoje pela agência LUSA, amplamente divulgada por vários órgãos de comunicação social nacional, e com declarações de Luís Filipe Mourinha, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, e de José Falcão, do Movimento SOS Racismo, fez com que fossem muitas as partilhas da notícia da agência noticiosa nacional. Os comentários, quer nos sites dos jornais e rádios nacionais, bem como nas diversas páginas que repartiram a informação, são mesmo sem conta…
 

A autarquia, que fala em prejuízos causados por distúrbios, justifica a medida porque "houve pessoas que entraram vestidas nas piscinas e outras que fizeram as necessidades fisiológicas na água". O movimento SOS Racismo diz que a medida "completamente ilegal".

Ao que o “Ardina do Alentejo” conseguiu apurar, os ciganos que estão proibidos de entrar nas piscinas municipais pertencem ao Bairro das Quintinhas. "Há outras pessoas também ciganas, residentes noutras zonas da cidade, que cumprem o regulamento e estão a entrar nas piscinas", explica Luís Mourinha, o presidente da Câmara Municipal de Estremoz, que alega que a autarquia "não tomou esta medida por estar contra a comunidade cigana".
 
Segundo Luís Mourinha, "houve pessoas que entraram vestidas nas piscinas e outras fizeram as necessidades fisiológicas na água e não cumpriram com o regulamento. Por este motivo, fomos obrigados a esvaziar as piscinas para limpeza e desinfestação". O autarca adianta ainda que "o município aguarda o relatório da PSP, com a identificação das pessoas, para pagarem os prejuízos provocados nas instalações".
 
Luís Mourinha garante que "enquanto não forem identificadas as pessoas que provocaram distúrbios e vandalismo e causaram prejuízos ao Município nas piscinas, os moradores do Bairro das Quintinhas não podem entrar".
 
Quem já reagiu a esta proibição foi o movimento SOS Racismo. O movimento afirma que uma denúncia da situação foi enviada para a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial para que "possa actuar em conformidade".
 
José Falcão, do movimento SOS Racismo, considera a medida "completamente ilegal". Em comunicado, o movimento acrescenta que "seguramente em Estremoz não serão apenas elementos da comunidade cigana a provocar distúrbios". O mesmo documento refere ainda que "e, mesmo que assim fosse, é criminoso decidir que toda uma comunidade deve pagar por qualquer coisa que este ou aquele elemento possa ter feito".
 
No comunicado, o SOS Racismo interroga o presidente do município alentejano sobre os distúrbios, considerando que "se houve, que se averigue as responsabilidades e a justiça que actue em conformidade".
 
Sobre o comunicado do movimento, o autarca responde afirmando que o "SOS Racismo deveria ter ouvido o presidente da câmara primeiro, para se informar da situação, antes de acusar o município". Luís Mourinha queixa-se mesmo de que "o comunicado do SOS Racismo é também uma forma de racismo contra o presidente da câmara”.
 
Redacção c/ LUSA
Ex-líbris da vila de Veiros, o Castelo vai ganhar nova vida entre os dias 10, 11 e 12 de Julho, com a realização de mais uma "Festa do Castelo e da Juventude". O mesmo espaço que viu nascer D. Afonso, iniciador da poderosa Casa de Bragança vai agora conquistar o público, através de um cartaz alternativo ao qual é proibido faltar. 
 
A Associação de Jovens Veirenses (AJOV), entidade organizadora do evento, estima vender cerca de 800 entradas e espera a presença de público com idades compreendidas entre os 8 e os 80 anos de idade. "O evento tem crescido de ano para ano e vai ganhando o seu espaço entre as denominadas festa de Verão. Estão criadas as condições para que as pessoas desfrutem e se divirtam. Quem vem acaba por regressar no ano seguinte", refere um membro da organização.
 
Sexta-Feira - 10 Julho
The Cousins Band - banda reggae /pop rock /pop
DJ Deelight - melhor DJ da noite algarvia
 
Sábado - 11 Julho 
Soversion - banda alentejana com mais internacionalizações
Heartbreakerz - melhor dupla de DJ´s nacionais feminina
 
Domingo - 12 Julho
Sunset com DJ S Silva
 
No local da festa estará patente a exposição "Klecksographie", projecção freudiana em mancha de café, de Pedro Severo Gomes.
 
A "Festa do Castelo e da Juventude" é uma organização da AJOV, com os apoios do Instituto Português da Juventude, Câmara Municipal de Estremoz, Junta de Freguesia de Veiros, Supermercado Amanhecer (Monforte) e Atelier 56.