domingo, 19 novembro 2017

FIAPE 2015 já tem data marcada

Escrito por sexta, 16 janeiro 2015 19:49
A Câmara Municipal de Estremoz acaba de anunciar as datas da edição de 2015 da FIAPE – Feira Internacional Agropecuária de Estremoz.
 
Aquele que é considerado por muitos como o maior evento agropecuário a Sul do Tejo, e que alberga a 33ª edição da Feira de Artesanato de Estremoz, realiza-se na cidade branca do Alentejo, no Parque de Feiras e Exposições estremocense, entre os dias 29 de Abril e 3 de Maio.
 
A autarquia liderada por Luís Mourinha anuncia que brevemente haverá mais novidades sobre o certame, que já vai na sua 29ª edição.

Através da realização dos tradicionais corsos carnavalescos no Rossio Marquês de Pombal e ruas adjacentes, a cidade de Estremoz cumpre a tradição e vai festejar o Carnaval 2015.
 
E os mais novos, como habitualmente, abrem o Carnaval da cidade de Estremoz, com o já tradicional Corso de Carnaval das Escolas, que sai à rua, no dia 12 de Fevereiro, quinta-feira. Será um desfile de tema livre, que envolverá cerca de mil alunos do concelho, e que promete encher o circuito do Carnaval com muita cor e alegria, numa organização do Agrupamento de Escolas de Estremoz, com o apoio do Município local.
 
No Domingo e na Terça-feira, dias 15 e 17 de Fevereiro, o circuito do Carnaval está reservado para os foliões e para os Corsos Carnavalescos. À semelhança do que acontece com o Corso de Carnaval das Escolas, também os Corsos Carnavalescos que costumam trazer milhares de pessoas à cidade branca do Alentejo, têm tema livre.
 
Os interessados em participar no “Carnaval Cidade de Estremoz 2015” devem inscrever-se até ao próximo dia 30 de Janeiro de 2015, no Gabinete de Apoio ao Pelouro do Desenvolvimento Cultural da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Esta iniciativa é uma organização do Município de Estremoz, da Sociedade Filarmónica Luzitana, da Sociedade Filarmónica Artística Estremocense e do Orfeão Tomaz Alcaide.
A revista WINE – a Essência do Vinho, publicação especializada em vinho, gastronomia e enoturismo, anunciou hoje, terça-feira, 13 de Janeiro de 2015, os 48 nomeados nas 12 categorias dos prémios “Melhores do Ano 2014”.
E a cidade de Estremoz está nomeada.
 
A cidade estremocense, um dos concelhos com mais adegas e produtores de vinhos do Alentejo, está nomeada na categoria “Destino Gastronómico”. Discutem o troféu com a cidade branca do Alentejo, as localidades de Matosinhos, Ponte de Lima e Lisboa.
 
Mas há mais. O vinho “Dona Maria Reserva 2009”, do produtor estremocense Júlio Bastos, da Sociedade Agrícola Quinta do Carmo, está nomeado na categoria de “Vinho do Ano”.
 
O Alentejo está ainda representado pelas nomeações de Dora Simões, Presidente Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, na categoria “Personalidade do Ano no Vinho”, de Luís Duarte na categoria “Enólogo do Ano”, do Restaurante “Tombalobos”, de Portalegre, na categoria “Restaurante Gastronómico do Ano”. 
 
Segundo Nuno Guedes Vaz Pires, Director-Executivo da WINE – a Essência do Vinho, “estes prémios têm por objectivo reconhecer o trabalho de excelência de diferentes personalidades. Procuramos um equilíbrio entre pessoas e projectos com carreiras há muito consolidadas e novos valores, que também têm contribuído para a cada vez maior notoriedade que o vinho e a gastronomia alcançam no nosso país. Como em qualquer outro exercício do género, selecionar quatro nomeados por cada uma das 12 categorias não foi fácil e mais complexo é o processo que a redacção agora ultima, de eleição dos vencedores”.
 
A cerimónia de anúncio e entrega dos prémios “Melhores do Ano 2014” vai realizar-se no próximo dia 30 de Janeiro, no espaço BH Foz, na cidade do Porto.
Os últimos dias do ano trouxeram a Teresa Russo, directora do colégio ‘Os Traquinas’, e aos seus familiares directos, uma desagradável surpresa, em forma de panfleto anónimo, com diversas acusações a Teresa, à sua mãe e ao seu marido, colocado debaixo das portas do comércio tradicional da cidade de Estremoz. Numa entrevista dada ao "Brados do Alentejo", publicada na edição número 849, que se encontra nas bancas desde o passado dia 8 de Janeiro, e que reproduzimos com a devida vénia e autorização, a empresária defende-se de todas as acusações de que foi alvo.
 
Uma tentativa de destruir o sonho de uma vida!”. É desta forma que Teresa Russo, directora do colégio ‘Os Traquinas’, em Estremoz, classifica o atentado de que foi alvo e que visou infringir danos num projecto que, em breve, se deverá tornar numa realidade, ‘O Externato D. Quixote’.
 
Pela calada da noite de 29 e madrugada de 30 de Dezembro, foram deixados em inúmeros estabelecimentos do comércio tradicional da cidade papéis contendo acusações dirigidas, não só ao futuro externato e a Teresa Russo, mas também aos seus familiares directos, mãe e marido.
 
No documento, deixado, na maioria dos casos, debaixo das portas, podia ler-se inscrições como “o Externato D. Quixote foi construído com lavagem de dinheiro, fuga ao fisco e outras situações similares”, “as crianças passam fome, um frango dá para mais de 30 crianças”, “o marido da Teresa bate nas crianças” ou “o pessoal é constantemente ameaçado com tribunal se transmitir algo para o exterior”. Instada pelo Brados do Alentejo acerca das acusações, Teresa Russo foi contundente na sua resposta: “são falsas e não passam de calúnias!”. E prosseguiu: “estou completamente tranquila em relação a tudo isso e não há uma única verdade em nenhuma dessas linhas!”.
 
Embora, desta vez, o ‘modus operandis’ seja novo, Teresa Russo garantiu ao nosso jornal que esta não foi a primeira vez que foi alvo de situações desta natureza, tendo também, já por diversas ocasiões, recebido a visita inesperada de inspectores da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), da Segurança Social e da Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares. As visitas aos dois níveis de ensino do colégio ‘Os Traquinas’ (creche, na Rua Batalha do Ameixial, e Jardim de Infância, na Avenida Tomás Alcaide) foram baseadas em denúncias anónimas, realçou a directora, acrescentando que estas incursões surpresa nunca “deram em nada”.
 
Teme, no entanto, que as palavras inscritas no documento possam, de alguma forma, prejudicar a imagem de um negócio e de um ramo de actividade pelo qual enveredou por paixão há mais de uma década. “As famílias que passaram por nós não acreditaram, mas há sempre aquele receio e quem não nos conhece pode ficar na dúvida!”, lamentou.
 
Se, no passado, o proprietário de um estabelecimento concorrente foi identificado como o responsável pelas denúncias anónimas apresentadas junto das diversas entidades, desta vez, com a concorrência já muito reduzida, as suspeitas recaem sob “alguém que, em dada altura, esteve próximo”. “Alguém que poderia gostar de estar no meu lugar e, como não conseguiu, poderá estar a tentar destruir-me por isso!”, apontou Teresa Russo.
 
Na sequência da distribuição do papel que correu os estabelecimentos comercias e comunidade estremocense, a directora apresentou queixa junto da Polícia de Segurança Publica de Estremoz e espera que o autor do documento possa ser identificado e, sobretudo, punido.
 
Peço que continuem a acreditar em nós e no nosso trabalho, pois estou de consciência tranquila em relação a tudo o que é mencionado e a prova disso é a forma como somos acarinhados e abordados pelas crianças e famílias. Que ninguém melhor que as crianças para se manifestar se alguma coisa estivesse mal”, concluiu.
 
Brados do Alentejo - Jorge Manuel Pereira 
O Pavilhão A do Parque de Feiras e Exposições Eng. André de Brito Tavares, em Estremoz, vai receber entre os dias 30 de Janeiro e 1 de Fevereiro, mais uma edição da feira “Saldos de Stocks”, na sua versão de Inverno.
 
A feira “Saldos de Stocks” é uma oportunidade única para a aquisição de produtos a preços reduzidos, num certame que integra um leque diversificado de comerciantes locais. 
 
Esta organização do Município de Estremoz e do comércio local participante, tem como objetivo principal o de estimular o desenvolvimento económico do concelho, mas também fazer escoar stocks existentes nas lojas do concelho.
 
Para mais informações e inscrições, que estão a decorrer até ao dia 14 de Janeiro, consulte o site da autarquia estremocense em www.cm-estremoz.pt.
 

Condutor apanhado em contramão na A6

Escrito por quarta, 07 janeiro 2015 16:30
Foi detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR), na madrugada desta quarta-feira, dia 07 de Janeiro, cerca das 02.20 horas, um cidadão de nacionalidade estrangeira, que foi detectado a circular em contramão na Autoestrada 6 (A6).
 
Segundo informação recolhida, os elementos do Posto de Trânsito de Estremoz do Comando Territorial da GNR de Évora detiveram o homem ao quilómetro 148 da A6, junto a Estremoz, pelo crime de condução perigosa de veículo rodoviário.
 
O condutor, de 63 anos, que conduzia a sua viatura em contramão no sentido Portugal/Espanha, ainda parou o veículo na faixa da esquerda para inverter o sentido de marcha. Após ter sido abordado pela patrulha da GNR, o condutor em incumprimento quase que ia provocando um acidente com um pesado de mercadorias, que conseguiu ainda assim evitar a colisão.
 
A patrulha da GNR só conseguiu imobilizar a viatura e deter o prevaricador já na EN373, após ter saído no nó de Campo Maior. A perigosidade de intercepção da viatura foi bastante elevada devido à forte nebulosidade que se fazia sentir no local àquela hora da madrugada. 
 
O detido foi constituído arguido e notificado para comparecer no Tribunal de Elvas, hoje, dia 7 de Janeiro, pelas 14 horas.
 
c/ Rádio Campanário
 
Estremoz e a Serra d’Ossa podem estar na rota da exploração de gás de xisto em Portugal. Uma recente reportagem emitida pela RTP, referia que Portugal é um dos países com reservas de gás de xisto, estando identificada a zona da Serra d’Ossa, como uma das zonas de estudo para identificação de uma possível reserva e consequente exploração deste gás nesta zona do Alto Alentejo. Caso se verifiquem grandes quantidades de reservas deste gás, Portugal poderá tornar-se energéticamente independente.
 
Os Estados Unidos são o maior produtor de gás de xisto, mas a atenção vira-se agora para a Europa, e Portugal faz parte dos países com reservas deste gás.
 
Para Teresa Ponte Leão, Presidente do Conselho Directivo do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a exploração de gás de xisto trata-se de “um investimento de capital intensivo, portanto temos de ter investidores que estejam apostados em investir em Portugal, que vejam que o investimento lhes vai trazer uma mais-valia económica no final”.
 
Entre as zonas em estudo, está a bacia Lusitaniana, em particular Bombarral, Cadaval e Alenquer, mas também o Alto Alentejo, onde se destaca a Serra d’Ossa, e a bacia do Algarve. Ainda não se conhece o potencial comercial do gás de xisto no nosso país, mas os especialistas enumeram as vantagens económicas da exploração deste recurso.
 
Um dos especialistas em Portugal mais defensor da exploração e consequente comercialização deste recurso é António Costa Silva, Presidente da Partex Oil and Gas. À reportagem da RTP referiu que “ou se é pragmático e se usa todos os mecanismos para desenvolver os recursos, compatibilizar com a preservação ambiental e gerar polos de desenvolvimento económico ou se ignora isso. É por isso que a Europa está na situação desolada e triste em que está hoje”. Concluiu salientando que “a economia americana está a crescer, está-se a reindustralizar. Há um processo de gaseificação da economia americana, não só na geração eléctrica e térmica, mas também no sistema de transportes”.
 
O gás de xisto é um produto menos poluente, mas com algumas reservas quanto ao método de exploração.
 
Para Joaquim Góis, Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), “o gás de xisto, e em particular o gás, é dos combustíveis fosseis o menos poluente, o mais versátil, o mais eficiente… É o gás de xisto também, na sua fase de exploração, aquele que levanta problemas ambientais”.
 
Sobre as questões dos eventuais problemas ambientais da exploração do gás de xisto, Teresa Ponte Leão refere que “para extrair esse gás, é preciso partir a rocha, o que vai criar microssismos. Por outro lado, há outros impactos, por exemplo, ao nível dos níveis freáticos, dos aquíferos”. Conclui salientando que “é preciso sabermos de antemão, que não vamos com as nossas medidas para perfurar o solo e partir a rocha para extrair o gás, não vamos atingir esses aquíferos”.
 
Na Europa este mercado está a crescer. Os peritos pedem agora mais estudos e que se mantenha a discussão pública.
 
c/ Daniela Fernandes, Manuel Salselas e Guilherme Terra - RTP
 
Um homem, utente de um centro de dia num lar de idosos de Estremoz, está desaparecido desde segunda-feira passada, disseram hoje à LUSA fontes dos Bombeiros e da Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
Segundo foi revelado pelas mesmas fontes, têm vindo a decorrer buscas para tentar encontrar o idoso, de 83 anos, envolvendo elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP) e da GNR. No dia de hoje, domingo, decorreu uma operação "mais alargada", que integrou também operacionais dos Bombeiros, mas que se manifestou infrutífera.
 
Fonte dos Bombeiros Voluntários de Estremoz indicou que a operação envolveu 18 operacionais e quatro equipas de bombeiros com cães daquela corporação, cinco operacionais da Força Especial de Bombeiros, de Estremoz, e elementos da PSP e da GNR.
 
O idoso reside na freguesia estremocense de São Bento do Ameixial, e a participação do seu desaparecimento foi feita na esquadra da PSP de Estremoz.
 
c/ LUSA
O início do julgamento de Francisco Borda d’Água, o homem que está acusado de ter assassinado a advogada Natália de Sousa, em Maio deste ano, em Estremoz, já tem data marcada.
 
Segundo fontes judiciais, o julgamento decorrerá no Tribunal de Évora, a partir do dia 17 de Março de 2015.
O sobejamente conhecido comerciante de frutas de Estremoz, está acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de homicídio qualificado, incorrendo na pena máxima de 25 anos de prisão.
 
Francisco Borda d’Água, que terá assassinado a advogada Natália de Sousa, de 50 anos, ao embater várias vezes com a sua cabeça no chão, aguarda julgamento em prisão preventiva no Hospital Prisional de S. João de Deus, em Caxias.
 
No despacho de acusação, a que a LUSA teve acesso, vem referido que o alegado autor do crime iniciou uma discussão com Natália de Sousa por causa do pagamento da pensão de alimentos à sua cliente e ex-mulher do arguido, na sequência de um processo de divórcio.
 
"Sem que nada o fizesse prever, o arguido fez uma rasteira à vítima, lançando-a ao chão. Agarrou-a pelo pescoço e embateu com a cabeça da mesma por mais de 14 vezes contra o mosaico do chão do escritório", pode ler-se na acusação.
 
Segundo o Ministério Público, o homem posteriormente abandonou a vítima no escritório, prostrada no chão e esvaída em sangue, e, já na rua, foi agarrado por uma pessoa que não o deixou sair do local até à chegada de um carro patrulha da PSP.
 
Para o Ministério Público, Francisco Borda D'Água atuou com a intenção de matar a vítima, como aconteceu, e de surpresa para que a advogada não se pudesse defender.
 
"O arguido agiu com prazer de lhe causar sofrimento, sabendo que o meio era especialmente cruel", assinala o MP na acusação.
 
O documento conclui que o alegado homicida "agiu deliberada e consistentemente ciente que a sua conduta era proibida e penalmente punida, e bem sabendo que aquela conduta era adequada a causar a morte".
 
De recordar que este caso remonta a 6 de Maio de 2014.
 
c/ LUSA

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