terça, 12 novembro 2019
O Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte irá receber, de 20 de Setembro a 6 de Dezembro, uma Formação sobre Técnicas de Produção de Bonecos de Estremoz.
 
O curso, que tem a duração de 150 horas, será leccionado 5ªs e 6ªs feiras, das 18 às 22 horas, e sábados, das 09 às 17 horas. De nível QNQ 2, esta formação tem vagas limitadas a 16 formandos, e destina-se a todas as pessoas, sendo necessário efectuar uma inscrição, gratuita, para o Museu Municipal de Estremoz, através do telefone 268 339 219, ou pelo email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
 
No plano curricular constam disciplinas como Introdução à História da Cerâmica, Técnicas de Conformação Manual, Técnicas de Acabamento - Cerâmica, Execução de Projectos Criativos - Formas Tradicionais e Decoração de Projectos Simples de Cerâmica, administradas pelos formadores Hugo Guerreiro, Luís Parente, Isabel Borda de Água e Jorge da Conceição Palmela.
 
Esta iniciativa é uma parceria entre o CEARTE - Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património e o Município de Estremoz, tendo como principal objectivo dar formação de qualidade a quem quiser aprender tudo, sobre os Bonecos de Estremoz, Património Cultural Imaterial da Humanidade.
Modificado em quarta, 10 julho 2019 02:30
Devido ao facto de se irem realizar trabalhos de pintura e de conservação da Porta de Santo António, o Município de Estremoz informa que esta artéria de saída da cidade estará encerrada ao trânsito nos dias 10, 11 e 12 (quarta a sexta-feira), e dia 15 de julho (segunda-feira).
 
Como alternativa os automóveis ligeiros, saindo do centro da cidade pela Rua Victor Cordon, poderão seguir pelo Largo de São José e pela Avenida Dr. Marques Crespo. Já os autocarros e viaturas pesadas terão como alternativa de saída do centro da cidade a Avenida 25 de Abril.
 
Agradecendo a colaboração de todos, o Município de Estremoz pede desculpa pelo transtorno que este encerramento ao trânsito possa causar. 
 
Faltavam poucos minutos para as 14 horas, do dia de ontem, 08 de Julho, quando o alerta chegou ao Quartel dos Bombeiros Voluntários de Estremoz: uma parturiente, residente em Estremoz, queixava-se de contracções e necessitava de assistência.
 
De imediato foi enviada uma ambulância para o local. Quando o Subchefe da corporação estremocense Manuel Parreira, e o Bombeiro de 2ª Fábio Godinho chegaram à Urbanização do Monte da Razão, a situação já tinha evoluído de umas normais contracções para um parto eminente.
 
Auxiliados pelo 2º Comandante dos Bombeiros Voluntários de Estremoz, Januário Coradinho, e pelo Bombeiro de 3ª Afonso Coradinho, vizinhos da parturiente, os quatro homens cumpriram a sua missão, e ajudaram a trazer ao mundo a pequena Alice.
 
Manuel Parreira contou à nossa equipa de reportagem que apesar da situação “surpreendente devido à urgência da menina em querer nascer”, porque quando “recebemos a chamada a indicação era de que se tratava de uma senhora com contracções, e não estávamos à espera de encontrar no local uma situação de parto eminente, não houve nervosismo da nossa parte, correu tudo bem”. 
 
O subchefe revelou ainda que, depois de concluído o parto, “que correu dentro da normalidade, e sem grandes atribulações”, mãe e recém-nascida foram conduzidas pelos bombeiros estremocenses à maternidade do Hospital do Espírito Santo (HESE), em Évora, onde “foram observadas, verificando-se que estava tudo bem com as duas”. A pequena Alice Fonseca, que à semelhança da sua mãe, ainda se encontra internada no HESE, nasceu com 3,650 quilos.
 
Esta foi a primeira vez que estes quatro bombeiros estremocenses prestaram assistência a um parto, numa situação cada vez mais frequente no interior do país. “Cada vez se veem mais casos destes, porque os hospitais estão distantes e por vezes o acompanhamento não é o correcto ou é tardio” salientou Manuel Parreira. 
 
Os quatro bombeiros envolvidos neste parto, assim como todos os elementos da corporação estremocense, e a equipa do Ardina do Alentejo, desejam à pequena e "apressada" Alice, aos seus pais, e ao seu irmão, as maiores felicidades.
Modificado em terça, 09 julho 2019 10:33

Sábado há Mercado do Lago em Estremoz

quinta, 04 julho 2019 12:21
No próximo sábado, dia 6 de Julho, o artesanato urbano vai estar em foco em Estremoz, com a realização da nona edição do “Mercado do Lago”, feira organizada pelo Município de Estremoz, que conta com a participação de mais de uma dezena de expositores e que pretende dinamizar o centro da cidade, mais concretamente a zona envolvente ao Lago do Gadanha, um monumento do período barroco e um dos ex-libris da cidade branca do Alentejo, mas também dar ao tradicional e secular mercado de sábado e à feira de antiguidades e velharias, que se realizam aos sábados, mais um motivo de interesse.
 
A organização quer também dar a conhecer um artesanato “mais utilitário e mais contemporâneo, que se desvie do artesanato tradicional, constituído por peças que podem ser utilizadas no dia-a-dia”.
 
Neste evento, os visitantes vão poder encontrar artigos de bijutaria e objectos decorativos e utilitários, entre outros.
 
Para além da exposição e venda de artesanato, o “Mercado do Lago”, que decorre das 10 às 24 horas, inclui no programa a actuação dos grupos de dança Ginarte, Traquinas & All Star e Dance 4 Fun, durante a manhã, pelas 10:15 horas, e dois desfiles de moda, à noite, a partir das 21:30 horas.
Modificado em quinta, 04 julho 2019 12:29
A DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor denunciou no dia de ontem, terça-feira, que as perdas de água em Portugal rondam os 180 milhões de metros cúbicos por ano e correspondem a um desperdício na ordem dos 90 milhões de euros.
 
Globalmente, perdem-se, por ano, 179.722.877 metros cúbicos de água em 258 municípios”, divulgou a DECO, com base em dados que deixam de fora mais “20 municípios que desconhecem o volume desperdiçado”.
 
Segundo a associação refere em comunicado, o valor apurado corresponde “a 197 piscinas olímpicas”, mas, estimando o valor não contabilizado nos municípios que não forneceram dados, as perdas deverão chegar, anualmente a “mais de 180 milhões de metros cúbicos de água, o que corresponde a deitar fora cerca de 90 milhões de euros”.
 
As perdas são provocadas por problemas ao nível “do armazenamento, do transporte e na distribuição” de água e, segundo a DECO, “o pior caso ao nível nacional” regista-se em Macedo de Cavaleiros, com “642 litros de água perdidos por ramal e por dia”, o que equivale a 2,35 milhões de metros cúbicos (m3) por ano.
 
Os melhores exemplos identificados foram os de Santo Tirso e da Trofa, ambos no distrito do Porto, com 13 litros perdidos, por ramal e por dia.
 
A DECO revelou a lista dos 17 municípios do país com maiores perdas de água, tendo por base a análise de dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR).
 
A Macedo de Cavaleiros segue-se Peso da Régua, com 520 litros perdidos por ramal e por dia (1,24 milhões de m3 por ano) e Anadia, com 463 litros por dia (2,40 milhões de m3 por ano).
 
Arruda dos Vinhos, com perdas de 452 litros por dia e por ramal (752 mil m3 por ano), e Silves, com 448 litros por dia e por ramal (2,33 milhões de m3 por ano), completam o top cinco dos maiores perdedores de água revelados pela associação.
 
Da lista fazem também parte Cabeceiras de Basto (com 390 litros por dia e 1,10 milhões de m3 por ano); Loures e Odivelas (383 mil litros por dia e 6,92 milhões de m3 por ano); Amadora e Oeiras (com 372 litros por dia e 4,85 milhões de m3 por ano); Estremoz (com 371 litros por dia e 1,21 milhões de m3 por ano) e Castelo de Paiva (com 364 litros por dia e 781 mil m3 por ano).
 
De entre os 17 com maiores perdas, seguem-se Moimenta da Beira (com 364 litros por dia e 900 mil m3 por ano); Lousã (com 352 litros por dia e 900 mil m3 por ano); Sesimbra (com 340 litros por dia e 2,47 milhões de m3 por ano); São Brás de Alportel (com 333 litros por dia e 689 mil m3 por ano) e Santa Marta de Penaguião (com 332 litros por dia e 528 mil m3 por ano).
 
Além destes 17 municípios, segundo a DECO, “91 têm perdas acima do aceitável” e em 200 “a reabilitação de condutas com mais de dez anos é insatisfatória”.
 
No comunicado, a DECO defende que “uma quantia tão elevada [de perdas] não deve repercutir-se na factura cobrada ao consumidor” e alerta que a falta de manutenção “poderá levar ao colapso” das condutas, dando origem a avarias e a perdas de água da rede.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 26 junho 2019 00:06
No âmbito da 12.ª edição da Frota Solidária, a Fundação Montepio prepara-se para oferecer uma viatura adaptada à Fundação do Asilo Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, instituição sedeada em Veiros, no concelho de Estremoz. A cerimónia realiza-se em Leiria, mais concretamente no Largo 5 de Outubro, no próximo dia 28 de Junho, pelas 11 horas, numa cerimónia que garantirá a oferta de 20 viaturas adaptadas a 20 instituições de todo o país.
 
Para além da instituição estremocense, vão ser contempladas com viaturas adaptadas no distrito de Évora, a Santa Casa da Misericórdia de Évora e a CERCIMORCooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados, de Montemor-o-Novo.
 
O projecto Frota Solidária, lançado em 2008, resulta dos montantes que, a cada ano, os contribuintes portugueses atribuem à Fundação Montepio através da consignação fiscal e que esta Fundação devolve à sociedade civil através da aquisição de viaturas transformadas e adaptadas, que são oferecidas a instituições de solidariedade social de todo o país.
 
Esta iniciativa permitirá, este ano, apoiar 20 instituições com igual número de viaturas e responder, assim, às necessidades de mobilidade de quem mais necessita. Note-se que, em 11 anos de existência, o projecto Frota Solidária garantiu a devolução à sociedade civil de 4,2 milhões de euros, consignados via IRS, apoiando mais de 200 instituições de solidariedade social de todo o país.
 
A missão da Frota Solidária é resolver problemas associados à mobilidade, assim como contribuir para uma sociedade mais inclusiva. Desde 2008, candidataram-se 3516 instituições de solidariedade social.
 
A Fundação Montepio volta a dar resposta a centenas de cidadãos que se encontram vulneráveis devido a dificuldades de mobilidade. A cada edição pretendemos chegar a mais instituições e fomentar boas práticas de cidadania e solidariedade”, adianta António Tomás Correia, Presidente da Fundação Montepio e do Grupo Montepio.
 
Modificado em terça, 25 junho 2019 18:47

CERCIEstremoz promove sardinhada

terça, 25 junho 2019 17:13
A Quinta de Santo Antão, sede da CERCIEstremoz, recebe no próximo dia 5 de Julho, sexta-feira, a partir das 20 horas, a já tradicional Sardinhada da CERCIEstremoz.
 
A animação musical deste evento estará a cargo de Ricardo Santos, numa noite que promete muita folia, alegria e diversão, onde não faltarão as apetitosas sardinhas, as saborosas febras, o delicioso frango assado, o bom vinho da região, a fresca cerveja, e muito mais.
 
Tendo como objectivo principal a divulgação da sua sardinhada pelo maior número de pessoas possível, a CERCIEstremoz, através da sua página oficial na rede social Facebook, que pode aceder aqui, lançou um desafio que consiste na criação de uma quadra alusiva aos Santos Populares com a utilização das palavras CERCIEstremoz e Sardinhada!
 
O autor da quadra mais criativa terá direito a uma dose de sardinhas gratuitas, com o respectivo acompanhamento, na sardinhada agendada para o dia 5 de Julho.
 
As quadras deverão ser publicadas como comentário. O resultado da quadra vencedora será anunciado no dia 4 de Julho, quinta-feira.
Modificado em terça, 25 junho 2019 17:35
A Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz, através de um grupo de alunos de várias turmas daquele estabelecimento de ensino, concorreu ao Prémio Escolar Ano Europeu do Património CulturalAEPC 2019.
 
O trabalho a concurso apresentado pelos alunos da escola estremocense reflecte um trabalho desenvolvido em parceria com o Museu Municipal de Estremoz – Professor Joaquim Vermelho, trabalho esse que surgiu no âmbito de um projecto de barrística, desenvolvido na Escola Secundária de Estremoz, desde o ano lectivo de 2016/2017, e cujo tema são os Bonecos de Estremoz. Este trabalho foi desenvolvido com alunos das turmas de artes do ensino secundário, com coordenação da professora de Educação Especial, Madalena Rola, em articulação com os docentes do Conselho de Turma e com a Biblioteca Escolar Almeida Garrett, e com sessões dinamizadas pela Técnica do Museu, Isabel Borda de Água.
 
A edição de 2019 do Prémio Escolar AEPC pretende, no seguimento das celebrações do Ano Europeu do Património Cultural de 2018, continuar a dar relevo à divulgação do Património Cultural Europeu nas escolas. Trata-se uma iniciativa do Coordenador Nacional do AEPC 2018, em parceria com o Centro de Investigação para as Tecnologias Interativas (CITI-UNL) e com o Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que conta com a participação do Ministério da Educação, do Ministério da Cultura, da Fundação Calouste Gulbenkian, do Plano Nacional de Leitura (PNL), da Rede de Bibliotecas Escolares e da representação da Comissão Europeia em Portugal.
 
A iniciativa visa promover nas novas gerações, o conhecimento do património cultural europeu nas suas múltiplas dimensões, a compreensão de que o património cultural se encontra em permanente mutação, a co-responsabilização de todos na identificação e superação de riscos que o possam ameaçar, o desenvolvimento de dinâmicas criativas que garantam a sua sustentabilidade e o sua evolução, em permanente diálogo com outras realidades culturais.
 
O prémio inclui duas categorias, o Prémio Escolar AEPC 2019 – 3º Ciclo do Ensino Básico e o Prémio Escolar AEPC 2019 – Ensino Secundário (Cursos Científico-humanísticos e Cursos Profissionais).
 
O prémio propõe aos docentes do 3º Ciclo do Ensino Básico e dos Ensinos Secundário e Profissional que realizem com os seus alunos actividades pedagógicas de pesquisa, selecção e análise de aspectos do Património Cultural Europeu (material ou imaterial) que os levem a produzir duas apresentações em formato digital: uma apresentação de um/a aspecto/vertente do património cultural da sua comunidade local ou do património cultural português; uma apresentação de um/a aspecto/vertente do património cultural europeu.
 
As apresentações deverão destacar as características mais relevantes dos aspectos/vertentes escolhidos e o seu valor enquanto herança cultural. Poderão ainda enunciar medidas ou comportamentos dos cidadãos que possam proteger, valorizar ou desenvolver os domínios focados no trabalho.
 
As apresentações serão avaliadas por um grupo de especialistas nas diferentes áreas.
 
O júri que atribuirá o Prémio Escolar AEPC 2019 – 3º Ciclo do Ensino Básico e o Prémio AEPC 2019 – Ensino Secundário e Profissional será presidido pelo Coordenador Nacional do AEPC e integrará um elemento da DGE, um elemento da DGPC, um elemento da Fundação Calouste Gulbenkian, um elemento do PNL e um elemento da Rede de Bibliotecas Escolares.
 
Haverá ainda lugar à participação do público na apreciação dos trabalhos divulgados na plataforma digital do prémio, que pode consultar aqui, mediante a introdução de menções positivas, os denominados “Likes” do Facebook.
 
Para votar no trabalho apresentado pela Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz, deve aceder a esta página, e colocar o seu “Like”.
 
Os prémios das escolas vencedoras, atribuído ao grupo de alunos, e respectivo professor acompanhante, quer sejam distinguidos pelo júri do prémio quer sejam aqueles que apresentarem o trabalho com maior número de menções positivas da parte do público, será uma viagem a Bruxelas
 
As escolas premiadas serão convidadas a apresentar pessoalmente os seus trabalhos na cerimónia pública de entrega dos prémios, a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, na próxima sexta-feira, dia 14 de Junho. 
Modificado em quinta, 13 junho 2019 15:09

Já está em fase de resolução o incêndio agrícola que começou a lavrar na Herdade da Defesa, em São Bento de Ana Loura.

Segundo dados da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), este incêndio, que se iniciou pelas 18:11 horas, chegou a ser combatido por 54 operacionais, auxiliados por 15 viaturas e um meio aéreo (helicóptero).

Modificado em quarta, 12 junho 2019 22:27