sábado, 26 maio 2018
Ardina do Alentejo está em condições de avançar que no final da temporada tauromáquica de 2017, a Tertúlia Tauromáquica de Estremoz (TTE) vai galardoar os triunfadores da centenária Praça de Touros de Estremoz.
 
A confirmação foi dada ao nosso portal de informação por Marco Pernas, Presidente da Direcção da TTE. Para além desta novidade, Marco Pernas assegurou que a TTE vai homenagear o Mestre José Maldonado Cortes, pelos seus 55 anos de alternativa. Nesta breve conversa com o Ardina do Alentejo, Marco Pernas falou sobre a primeira corrida da temporada na Praça de Touros de Estremoz, e ainda sobre os projectos futuros da tertúlia tauromáquica a que preside.
 
Ardina do Alentejo - Confirma que a TTE vai no final da temporada galardoar os triunfadores da Praça de Touros de Estremoz?
Marco Pernas - Confirmo. Em reunião realizada no passado mês de Março, foi aprovado, por unanimidade, que a TTE passaria, a partir desta temporada, a galardoar os triunfadores dos espectáculos realizados em Estremoz, tal como sucede na Moita, em Vila Franca de Xira, em Montemor, etc...
 
Ardina do Alentejo - Quais serão os galardões a ser atribuídos?
Marco Pernas - Serão galardoadas as categorias Cavaleiro Triunfador, Forcado, Toiro mais bravo, Ganadaria mais bem apresentada e Bandarilheiro. 
A par da entrega de galardões poderão acontecer homenagens, podendo adiantar desde já que esta temporada homenagearemos o Mestre José Maldonado Cortes, pelos seus 55 anos de alternativa.
 
Ardina do Alentejo - Já há datas e local para a cerimónia?
Marco Pernas - Será em data e lugar ainda a definir, mas acontecerá em finais de Setembro ou inícios de Outubro.
 
Ardina do Alentejo - Objectivos principais para a realização desta Gala de Triunfadores?
Marco Pernas - O objectivo principal é que, quer os artistas, quer os aficionados, fiquem satisfeitos pelo reconhecimento e que sejam distinguidos e recordados os triunfadores de cada temporada. Estes troféus serão também um incentivo a todos, para que possam dar o seu melhor nos espectáculos realizados em Estremoz.
 
Ardina do Alentejo - Como analisa a primeira corrida da temporada na centenária Praça de Estremoz?
Marco Pernas - A primeira corrida foi um espectáculo muito bem montado, pena o exagerado preço dos bilhetes e todo o "circo" que envolveu o concurso onde foi escolhida a empresa que organizaria os espectáculos tauromáquicos em Estremoz, esta temporada. 
Estremoz teve em praça uma corrida que já esgotou o Campo Pequeno. Em Estremoz não esgotou. Talvez seria boa altura para alguns estremocenses reflectirem que desde o início que a praça foi reinaugurada, uma praça com lotação reduzida, ainda não conseguiu esgotar!
 
Ardina do Alentejo - Para além desta Gala de Triunfadores, há mais projectos para a realização de actividades da TTE? 
Marco Pernas - Sim. Em Março passado, a TTE solicitou as datas disponíveis ao Município de Estremoz para poder utilizar o espaço e o recinto envolvente. Foi-nos respondido que seria com a OPE e com a empresa. Curiosamente, a temporada passada, a OPE respondeu-nos que essa decisão passaria pelo Município. 
A TTE em breve irá fazer parte da Associação Nacional de Tertúlias Taurinas, e seria bom para Estremoz que também se realizassem espectáculos de promoção da tauromaquia, que era a nossa ideia, mas claro que devidamente legalizados, cumprindo todas as normas do IGAC e não como um anunciado para o Carnaval, que a entidade organizadora cancelou porque não quis pagar as licenças. 
Também temos agendada uma visita a uma ganadaria espanhola, e a par disso, os membros da TTE tudo fazem para acompanhar as actuações dos toureiros e forcados com ligações a Estremoz.
Em 2006, o desemprego pregou uma rasteira a João José Pardal do Carmo. Habituado a trabalhar desde sempre, e sobejamente conhecido da população estremocense, o agora empresário não baixou os braços e “foi à luta”. Da possibilidade de aquisição da Papelaria São Cópias ao negócio consumado foi apenas um passo. Desde Março de 2007, que João do Carmo gere um negócio no ramo em que sempre trabalhou. Após alguns anos de funcionamento, a equipa São Cópias viria a ser reforçada, com a “contratação” de Paulo do Carmo, que após a conclusão dos estudos tomou a decisão de, em conjunto com o pai, levar este “barco” a bom porto.
 
No mês em que se assinalam 10 anos enquanto proprietário da Papelaria São Cópias, João do Carmo concede ao Ardina do Alentejo uma breve entrevista, onde nos fala de como tudo começou, em que nos traça um balanço da actividade e de quais os projectos para o futuro. Aproveitando esta oportunidade, e como não poderia deixar de ser, João e Paulo do Carmo, deixam-lhe a si, cliente e amigo desta dupla de sucesso, uma palavra de agradecimento. Para quem não conhece é lançado o desafio de visitar! 
 
Ardina do Alentejo - Como e quando é que a São Cópias passou a ser propriedade de João José Pardal do Carmo?
João do Carmo (JC) - A São Cópias passou a ser propriedade nossa no início do mês de Março de 2007. Decidi envergar neste projecto por culpa de uma partida que a vida me pregou, mas sem baixar os braços, fui à luta e decidi abrir a São Cópias, mesmo sabendo da crise económica mas ficar parado não resolvia nada.
 
Ardina do Alentejo - Têm sido uns bons 10 anos?
JC - De um modo geral têm sido uns 10 anos muito bons. É claro que com esta crise económica que o país e o mundo atravessam, e como se calhar qualquer outra empresa, notamos o impacto da mesma, mas com muito esforço, dedicação e muitas horas de trabalho vamos conseguindo suportar esta maldita crise.
 
Ardina do Alentejo - Há projectos para o futuro?
JC - Por agora não temos nada programado mas nunca se sabe o que o futuro nos reserva, mas vontade de fazer coisas novas existe sempre. É claro que às vezes por motivos burocráticos ou financeiros, infelizmente, não conseguimos concretizar.
 
Ardina do Alentejo - Em 10 anos, o mundo e o país mudou muito... E a vontade de servir e de proporcionar o melhor ao cliente? Continua igual como há 10 anos?
JC - O mundo, o país e a vontade das pessoas mudaram muito e nós tentamos sempre acompanhar essas mudanças. A nossa vontade de agradar e de servir os nossos clientes continua igual ou até cada vez e maior. É grande a vontade de servir e de ver os clientes satisfeitos com os nossos serviços e trabalhos.
 
Ardina do Alentejo - Se pudesse, o que é que melhorava na São Cópias?
JC - Na São Cópias melhorava um pouco mais a localização. Gostaria de estar mais no centro da cidade, mas mesmo o mais importante era melhorar o estacionamento para os clientes, visto que é uma situação complicada aqui na Rua Victor Cordon. Mas tentamos melhorar a cada dia que passa para que os clientes sejam bem servidos. Ainda recentemente fizemos umas remodelações que os clientes gostaram muito.
 
Ardina do Alentejo - A quem for ler esta entrevista, em especial aos seus clientes, que mensagem lhes deixa?
JC - Queríamos, em primeiro lugar, agradecer às pessoas e entidades que nos têm ajudado a crescer, fazendo o nosso melhor sempre, todos os dias, para satisfazer todos os clientes. Depois gostaríamos de deixar um convite a todos os que nos queiram visitar. Estamos ao vosso dispor, com muitos serviços, como por exemplo, o serviço payshop, as fotocópias de grandes e pequenos formatos, raspadinhas e lotarias, material escolar, revistas e jornais, tabaco, e muito mais para servir os nossos clientes e amigos.
 
Estaremos sempre de portas e braços abertos para os receber, a todos, e sempre com muita simpatia.
 
 
 
Lançado no passado dia 3 de Março, “Improvável” marca o regresso de José Gonçalez aos discos. Neste que é o seu 11º trabalho discográfico, o fadista estremocense conta com a participação de alguns dos maiores nomes da música portuguesa para interpretarem temas escritos e compostos por si.
 
Jorge Fernando, Cuca Roseta, Sangre Ibérico, FF, José Cid, Gonçalo Salgueiro, Maria da Fé, Filipa Cardoso e Vitorino, são os artistas que cantam em dueto com o fadista nascido em Estremoz.
 
“Improvável”, que tem o selo da Sony Music Portugal, será apresentado a 31 de Maio, no Salão Preto e Prata, no Casino do Estoril, num espectáculo que contará com a presença de todos aqueles que participaram na elaboração deste que é já considerado um dos melhores discos do ano de 2017.
 

A propósito do lançamento de “Improvável”, José Gonçalez concedeu ao Ardina do Alentejo uma breve entrevista onde nos fala das reacções que tem recebido a este seu novo trabalho, da festa de lançamento no Casino do Estoril e, como não podia deixar de ser, da sua Estremoz natal.
 
Ardina do Alentejo - É este o teu melhor disco?
José Gonçalez (JG) - Para mim, sim. É este, indiscutivelmente, o meu melhor disco.
 
Ardina do Alentejo - Se te pedissem para descreveres "Improvável", como o descreverias?
JG - Exactamente como um disco “Improvável”, que nasceu dum encontro entre mim e a Directora-Geral da Sony Music, cujo objectivo seria eu fazer um disco com letras minhas, em “cama” de músicas de fados tradicionais.
Mas eu decidi ir mais longe, e fui também fazer as músicas. Depois decidi convidar amigos, e cada tema teria que ter a ver com cada um desses convidados.
Eu diria que todo o disco é uma improbabilidade. Desde os temas, aos convidados, aos arranjos, aos músicos, à própria editora. Julgo que o nome não poderia estar mais correcto.
 
Ardina do Alentejo - Apesar de estar à venda há pouco tempo, que feedback tens recebido, não só em termos de vendas, mas também em relação ao que as pessoas que já compraram e ouviram, te dizem deste "Improvável"?
JG - As reacções estão a ser muito boas. Tenho recebido bastantes críticas positivas, de pessoas a quem o disco agrada bastante. As vendas ainda é muito cedo, e isso não passa por mim… Nesta altura não faço a mínima ideia.
 
Ardina do Alentejo - Com tantos duetos e tantas colaborações, consegues destacar deste teu novo disco, o tema que mais gostas?
JG - Não, não consigo. Mas consigo escolher um como o meu tema do disco: é a faixa 10 - “Eu tenho tanta pena… Pai!”. De resto, este disco é dedicado ao meu pai.
 
Ardina do Alentejo - E agora 31 de Maio, é a grande festa de lançamento no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril... Está tudo preparado?
JG - Ainda está tudo a ser preparado. Vai entrar muita gente, há muitos pormenores por acertar, há ensaios, há promoção… Enfim, há um mar imenso de coisas a tratar, mas se Deus quiser, há-de correr bem. Fico também muito feliz porque tenho tido muita gente de Estremoz, e do Alentejo, a mostrar interesse em vir, o que me deixa muito feliz.
 
Ardina do Alentejo - Em Estremoz, a tua terra, há quem espere que aproveites esta oportunidade para lhes deixares uma mensagem...
JG - Deixo um abraço. Espero que estejam todos bem, que também aí na minha terra possam vir a gostar deste meu disco, que é um disco honesto, que deu muito trabalho, que tem a produção do extraordinário Jorge Fernando… Por fim, lamento o facto de saber que, enquanto a edilidade estremocense tiver à frente a actual gestão, é-me impossível apresentar a minha música, já que faço parte dos proscritos do actual presidente da Câmara Municipal de Estremoz, e da sua côrte!
Agradeço, teres-te lembrado de mim uma vez mais.
Abraços e beijinhos para todos.
 
Não se trata de uma biografia, nem de uma investigação jornalística, mas antes é um trabalho académico”. O autor desta frase é o estremocense António Varela, jornalista do jornal desportivo Record, que acaba de escrever um livro sobre o antigo presidente do Sport Lisboa e Benfica, João Vale e Azevedo.
 
O livro “A ascensão mediática de Vale e Azevedo” resulta da dissertação de mestrado do jornalista em Ciências da Comunicação, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, e decorre do interesse do autor em “estudar o modo como em apenas ano e meio, sensivelmente entre Abril de 1996 e Outubro de 1997, Vale e Azevedo passou de cidadão anónimo a presidente do Benfica”.
 
João Pissarra Esteves, professor associado do Departamento de Ciências da Comunicação, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, e Rodrigo Moita de Deus, Director do NewsMuseum, serão os oradores convidados no lançamento do livro autoria de António Varela, “A ascensão mediática de Vale e Azevedo”. O lançamento acontecerá no próximo dia 17 de Fevereiro, sexta-feira, pelas 18.30 horas, no Chiado Café Literário, localizado na Galeria Comercial do Tivoli Forum, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.
 
Ardina do Alentejo esteve à conversa com o jornalista António Varela, que nos falou um pouco mais sobre este livro que tem edição da Chiado Editora, e de quais as expectativas do seu autor.
 
Ardina do Alentejo - Como é que surgiu a ideia de escrever este livro?
António Varela (AV) - O livro resulta da minha dissertação de mestrado em Ciências da Comunicação, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. Interessou-me estudar o modo como em apenas ano e meio, sensivelmente entre abril de 1996 e outubro de 1997, Vale e Azevedo passou de cidadão anónimo a presidente do Benfica. O que se pretende provar é que não fosse o modo como ele construiu uma identidade e se tornou um protagonista obrigatório da agenda dos media jamais teria atingido o objectivo.
 
Ardina do Alentejo - Falou com Vale e Azevedo aquando da elaboração do livro?
AV - Foi feita uma entrevista a Vale e Azevedo em circunstâncias muito particulares e na qual ele explicou as suas duas estratégias na condução das campanhas eleitorais, a primeira com resultados negativos e a segunda inteiramente bem sucedida.
 
Ardina do Alentejo - Com que expectativas está sobre este livro?
AV - Primeiro que tudo, gostaria que ficasse claro que não se trata de uma biografia, nem de uma investigação jornalística, mas antes é um trabalho académico, cujos resultados eu entendo deverem ser de um conhecimento mais alargado, sem ficarem circunscritos às paredes da Universidade. Em causa está a nossa maneira de fazer jornalismo e este estudo de caso mostra-nos o quão difícil se torna fazê-lo nos nossos dias.
 
Ardina do Alentejo - Se lhe pedissem para definir Vale e Azevedo, como é que o definiria?
AV - Nesta altura, Vale e Azevedo tem uma imagem estigmatizada pelos factos que conhecemos, mas em relação ao objecto do trabalho, a forma como ele se tornou presidente do Benfica, pode dizer-se que é alguém absolutamente determinado na consecução dos seus objetivos.
 
Ardina do Alentejo - Que mensagem deixa a quem for ler esta breve entrevista?
AV - Trata-se de um livro que não interessará a todos, mas quem tiver o jornalismo como uma das suas áreas de eleição deve ver nele um instrumento para reflectir sobre como se constrói a agenda mediática e como nela se inscrevem os seus protagonistas.
Tudo começou há 12 anos atrás, com a animação do espaço envolvente à Barragem do Montinho, numa altura em que muitos estremocenses iam acampar para esta zona do concelho, por ocasião da Páscoa.
 
De 2005 até hoje, muitos foram os eventos que contaram com a chancela da empresa estremocense Cara Linda Produções.
 
Em 2017, vão ser várias as iniciativas integradas nas comemorações da empresa gerida por Flávio Silva. E essas mesmas comemorações vão começar da melhor maneira, com um grande espectáculo, com um cartaz de luxo em que José Cid é a atracção principal. 
 
Para nos fazer um balanço destes 12 anos de actividade e também sobre o evento do dia 4 de Fevereiro, fomos ao encontro de Flávio Silva, que nos concedeu uma breve entrevista. 
 
Ardina do Alentejo - Comecemos pelo princípio… Como é que surgiu a Cara Linda Produções e quais são os serviços que prestam? 
Flávio Silva - A Cara Linda Produções começou devido às muitas iniciativas que eu tinha quando era mais novo e actualmente dispomos de aluguer de som e de luz profissional, ecrã de led’s, balcões em acrílico, paintball, insufláveis, animação com palhaços, pinturas faciais, carrinha de publicidade móvel e estrutura de eventos para o Verão.
 
Ardina do Alentejo - Que balanço fazes destes 12 anos de existência da Cara Linda Produções?
Flávio Silva - o balanço que faço é bastante positivo. Temos crescido ano após ano, mas sempre com os pés bem assentes no chão. Só fazemos investimento quando temos verba para tal.
 
Ardina do Alentejo - Qual o evento ou a produção que mais gozo te deu fazer até hoje?
Flávio Silva - O evento que mais me marcou foi quando comecei, na Barragem do Montinho, local onde iam centenas de pessoas acampar por altura da Páscoa, nos dias que antecediam a chamada segunda-feira do borrego, e nós fazíamos acontecer a animação durante aqueles dias.
 
Ardina do Alentejo - E para comemorares os 12 anos de existência da Cara Linda Produções, vamos ter um grande espectáculo…
Flávio Silva - Sim, vamos comemorar com um grande espectáculo, que tem um cartaz de luxo onde o José Cid é o cabeça de cartaz. Mas vamos ainda contar com a presença do meu amigo José Gonçalez, do Joaquim Silva Project, do Grupo de Cavaquinhos de Estremoz, e vamos terminar a noite com o DJ Nuno Sardo. Vai ser uma noite muito especial, dia 4 de Fevereiro, no Manjar de Estremoz, antigo João do Cantinho.
 
Ardina do Alentejo - Será este espectáculo o ponto mais alto destes 12 anos?
Flávio Silva - Não vai ser o ponto mais alto destes doze anos, mas sim, vai ser um espectáculo muito especial.
 

Sozinho não somos ninguém, todos juntos conseguimos mais e melhor. Enquanto andarmos neste mundo há que olhar para ele de sorriso no rosto, e para isso faz falta diversão, festa e alegria.

Ardina do Alentejo - E vão haver mais iniciativas em 2017 integradas nas comemorações dos 12 anos da Cara Linda Produções?
Flávio Silva - Este ano vamos ter muitas iniciativas. Para além de irmos fazer a animação da Páscoa, no Cerejal, vamos ter um grande evento dedicado às crianças, em que ainda não definimos a data… e muito mais vai acontecer. Não posso contar tudo senão deixo de ter surpresas para apresentar. 
 
Ardina do Alentejo - Faz falta a Estremoz e ao Alentejo, mais gente dinâmica e empreendedora como o Flávio Silva?
Flávio Silva - Sim, acho que nunca é demais haver quem faça acontecer e que defenda o nome de Estremoz e do Alentejo, com seriedade e honestidade.
 
Ardina do Alentejo - A quem for ler esta entrevista, que mensagem deixas?
Flávio Silva - Gostava de deixar uma palavra de apreço a todos os que acompanham este meio de comunicação. Sozinho não somos ninguém, todos juntos conseguimos mais e melhor.
Enquanto andarmos neste mundo há que olhar para ele de sorriso no rosto, e para isso faz falta diversão, festa e alegria. Dia 4 de Fevereiro, espero por todos nesta festa muito especial... Um bem-haja a todos.
No passado dia 25 de Outubro, em Cluj, na Roménia, o futebol feminino português escreveu a mais importante página da sua história. Com o empate a uma bola alcançado em terras dos balcãs, no segundo jogo do playoff de acesso ao Campeonato da Europa de 2017, as futebolistas nacionais garantiram presença no Europeu, que se disputará na Holanda, entre Julho e Agosto do próximo ano.
 
Entre as heroínas da bola, estava uma estremocense: a camisola 18, Carolina Mendes. De regresso ao seu clube, o Djurgardens, da Suécia, e praticamente uma semana depois da festa do apuramento, a futebolista natural de Estremoz, concedeu ao “Ardina do Alentejo” a sua primeira entrevista após tão importante feito. O concretizar de um sonho, o que sentiu quando viu o golo de Andreia Norton, e o que pode fazer a selecção nacional de futebol feminino no Europeu da Holanda, foram alguns dos temas abordados. Durante esta conversa, espaço ainda para uma mensagem da atleta para os estremocenses e para todos aqueles que enviaram mensagens de incentivo e apoio. 

 
Ardina do Alentejo (AA) - O sonho está concretizado?
Carolina Mendes (CM) - Sim, está concretizado. Falta vivê-lo, e esse será o próximo passo.
 
AA - Quando viste a Andreia Norton marcar o golo, o que é que te passou pela cabeça?
CM - Eu saltei do banco. Na altura já tinha sido substituída e fui directamente festejar para o relvado. Pensei logo que tínhamos conseguido, só voltei a acalmar quando elas empataram, mas nunca duvidei que estaríamos lá.
 
AA - Antes do apito final, passa na transmissão televisiva e depois nas várias peças sobre o jogo, uma imagem em que tu estás a chorar agarrada a um elemento do staff federativo… Foi o momento em que pensaste que “o dever está cumprido”?
CM - Sim, foi exactamente isso que me passou pela cabeça após o apito final. Está cumprido aquilo por que tanto lutámos, nós e outras gerações, que tal como nós ambicionavam estar ali e conquistar isto. Foram muitos anos, de muitas lutas a todos os níveis, e ver tudo isso realizado após aquele apito… Penso que as emoções falaram mais alto.
 
AA - O que pode fazer esta selecção na fase final do Campeonato da Europa?
CM - Temos a noção que ali estão as melhores selecções da Europa. É uma grande conquista para o futebol feminino em Portugal, estar entre as melhores selecções da Europa. Sabemos as dificuldades e o grau de exigência dos jogos, mas por agora vamos preparar-nos para estar ao nível da nossa conquista. Tudo o que for feito vai ser bastante positivo.
 
AA - Agora só falta a convocatória final para o Campeonato da Europa… Confiante na chamada?
CM - Vou trabalhar para isso.
 

Nunca desistam de ir atrás dos vossos sonhos. Nada se consegue por acaso, em tudo na vida é preciso muita persistência e resiliência. Este feito foi a prova disso. Muitas vezes os resultados tardam mas aparecem.

AA - Foram muitas as mensagens de carinho e de apoio que recebeste, quer via redes sociais, quer através de sms… Respondeste a todas? Deu trabalho ou foi com muito orgulho e satisfação que o fizeste?
CM - Enorme orgulho e satisfação. É muito reconfortante receber este carinho e apoio, quer das pessoas que nos estão próximas, quer de pessoas que simplesmente valorizam o nosso trabalho e gostaram daquilo que foi feito. É extremamente gratificante! Eu tentei responder a todos, peço desculpa se alguém ficou por responder.
 
AA - Que mensagem deixas a quem vai ler esta entrevista?
CM - Nunca desistam de ir atrás dos vossos sonhos. Nada se consegue por acaso, em tudo na vida é preciso muita persistência e resiliência. Este feito foi a prova disso. Muitas vezes os resultados tardam mas aparecem. Aproveitar também para agradecer aos estremocenses pelo apoio que me deram.
 
Carolina Ana Trindade Coruche Mendes, nascida a 27 de novembro de 1987, conta com 54 internacionalizações e nove golos marcados, na Selecção A, 21 internacionalizações e 15 golos, na Selecção Sub-19, e 1 internacionalização na Selecção Sub-18.
 
Carolina Mendes já representou o Eléctrico de Ponte Sôr, o Desportivo de Portalegre, o Estrela de Portalegre, o Ponte de Frielas, e o 1º de Dezembro, onde foi campeã nacional por duas vezes e onde conquistou duas taças de Portugal. A estremocense envergou ainda as camisolas do Unió Esportiva Lestartit e do Sporting Comarca Llanos de Olivenza, em Espanha, do ASD Riveira Romagna, em Itália, e do Rossiyanka, na Rússia. Actualmente defende as cores do clube sueco Djurgardens.
 
Carolina Mendes nasceu em Estremoz. Numa cidade onde o hóquei em patins é a modalidade rainha, e tendo o seu pai como treinador de um dos desportos mais acarinhados no nosso país, a vida desportiva da atleta estremocense não ficaria completa se não jogasse hóquei em patins. Foi atleta do Externato de São Filipe e chegou mesmo a ser convocada para a selecção nacional. Quando foi convocada para estágios em simultâneo no futebol e no hóquei em patins, Carolina Mendes optou pelo estágio do futebol e o hóquei em patins nunca mais a chamou.
 
Agora, o futebol dá-lhe a possibilidade de representar Portugal, envergando a camisola das quinas, na fase final do Campeonato da Europa – Holanda 2017.
É já amanhã, dia 27 de Outubro, a partir das 21.30 horas, que o palco do Cine Atlântico, na Vila-Alice, em Luanda, recebe a segunda edição do Festival Caixa Luanda.
 
Dando continuidade à edição anterior, que se realizou em Dezembro de 2015, o Festival Caixa Luanda afirma-se como uma referência de prestígio no calendário cultural angolano e ajuda a difundir a amizade e o vínculo cultural entre Angola e Portugal.
 
Nesta edição, o cartaz do evento conta com a presença de reputados intérpretes do fado, género musical Património Imaterial da Humanidade, entre os quais Ana Moura, Gisela João, Raquel Tavares, Maria Ana Bobone, Marco Rodrigues e José Gonçalez. No que se refere aos ritmos angolanos, a cantora Ary será a sua grande representante no palco do Festival.
 
O fadista estremocense José Gonçalez é, para além de uma das vozes que se vai fazer ouvir por terras angolanas, o programador do Festival Caixa Luanda 2016. Numa breve entrevista ao “Ardina do Alentejo”, José Gonçalez falou-nos sobre este convite, feito directamente por Luís Montez, homem forte da produtora “Música no Coração”, responsável pela realização deste festival. Gonçalez falou-nos ainda sobre os seus projectos para o futuro e sobre a fase que atravessa profissionalmente, que o mesmo considera poder ser a melhor da sua carreira.
 
Ardina do Alentejo (AA) - Como é que surgiu este convite para participares no Caixa Luanda 2016?
José Gonçalez (JG) - O Caixa Luanda insere-se na mesma filosofia, e tem a mesma organização dos Festivais “Caixa” em Portugal, Lisboa e Porto. Desde o primeiro “Caixa” que a entidade organizadora, “Música no Coração”, me convidou para participar. Este convite directo do Luís Montez veio nessa linha.
 – “Vamos fazer o Festival Caixa Luanda, e tu para além de programares o festival, ficas a saber que também tens de ir cantar. Queremos-te lá como artista também!” E pronto foi isto. E eu fiquei muito feliz, naturalmente!
 
AA - Ao início, pode parecer um pouco estranho um festival de fado em Luanda, em África... Mas sendo o fado pertença do mundo, acreditas que fazia toda a lógica este festival?
JG - Claro que sim. Felizmente que hoje em dia já há festivais de fado um pouco por todo o mundo. Ora Luanda fala a nossa língua, e como sabemos são muitos os países de África que falam a nossa língua. Logo não é só uma questão de língua. É de tradição e de alma. Portanto Angola é um dos melhores sítios do mundo para um festival de fado. E a “Caixa” está também implantada com enorme força em Angola, portanto, está tudo certo!
 
AA - Esta é a melhor fase da tua carreira?
JG - Talvez possa dizer que sim. Não tanto em termos de espectáculos, porque desde que assumi a direcção artística e a programação dos Festivais Caixa, deixei de assumir a maioria dos convites que me chegam para cantar, passei a fazer apenas três ou quatro coisas por ano. Na Rádio Amália também passei de um programa diário de quatro horas, para um semanal de três horas, mais quatro horas ao Sábado, e duas ao Domingo. 
Mas canto sempre que posso, à Sexta e ao Sábado, no Dom Leitão, onde sou também o responsável artístico, e vou fazendo os meus discos. Já gravei 10, e estarei provavelmente a gravar o disco da minha vida. Também nunca tinha tido condições tão boas, e tive a sorte de ter uma das maiores editoras do mundo a acreditar em mim. É um projecto muito especial, vamos ver!
A minha prioridade nesta altura é de facto a responsabilidade artística e de programação dos Festivais “Caixa”. Mesmo o Grande Prémio Nacional do Fado, a meu pedido, vai sofrer um interregno de um ano. Para o ano, provavelmente voltaremos.
 
AA - Com que expectativas estás em relação ao Caixa Luanda 2016?
JG - Com as melhores. Já no ano passado se realizou lá uma experiência, tipo teste, e correu muitíssimo bem. Julgo, e para que entendam, que o festival já está esgotado. São duas noites em que cantarei. No primeiro dia no Cine Atlântico, e no segundo na “Fortaleza”. Sei que os angolanos gostam muito de fado, e sei que há lá muitos portugueses também. Portanto acredito que vão ser duas grandes noites, e será um grande festival, até porque é bom lembrar que o cartaz, para além de mim, que sou uma gota no oceano, tem algumas das melhores vozes do fado da actualidade: Ana Moura, Gisela João, Marco Rodrigues, Raquel Tavares e Maria Ana Bobone.
 
AA - Sendo tu um homem que não pára, há mais projectos na manga?
JG - Julgo que já te respondi. Estão aqui praticamente todos os projectos da minha vida na actualidade. Só falta acrescentar que tive a honra de receber da Sony Music o convite para o management dos extraordinários “Sangre Ibérico”, e que estou nesta altura envolvido em tudo o que tem a ver com o grupo, nomeadamente a gravação do primeiro disco que já está a decorrer…é isto! 
E muito obrigado pelo teu convite, e por te lembrares de mim!
3,8 quilómetros a nadar, 180 quilómetros de bicicleta e 42 quilómetros a correr. Estas são as distâncias a percorrer nas provas de TriatloIronMan” e no próximo Sábado, dia 15 de Outubro, há um estremocense que vai participar pela primeira vez numa prova com este grau de exigência: a “IberMan”, que tem partida e chegada na cidade espanhola de Ayamonte.
 
Em representação do Kainágua - Clube de Natação e Triatlo do Alentejo, o estremocense Henrique Fernandes, e mais dois colegas de profissão, pertencentes ao Comando Territorial de Évora da Guarda Nacional Republicana, vão rumar até terras de “nuestros hermanos” para competirem nesta duríssima prova.
 
Prestes a completar 40 anos de idade, preparado para envergar o dorsal número 153 e participar pela primeira vez numa prova desta natureza, o triatleta Henrique Fernandes concedeu uma breve entrevista ao Ardina do Alentejo, onde nos falou de qual a preparação que realizou para se lançar na aventura “IberMan 2016”, quais os objectivos já traçados para a competição e se a participação nesta prova era como que um sonho tornado realidade.
 
Ardina do Alentejo (AdA) - Para quem não conhece, o que é a prova de triatlo Iberman?
Henrique Fernandes (HF) - Iberman é, digamos, a marca, ou seja, é quem organiza. Neste caso, Iberman é um clube desportivo de Espanha.
A distância a cumprir são as distâncias “Ironman”, que são 3,8 quilómetros a nadar, 180 quilómetros de bicicleta e 42 quilómetros de corrida. 
Esta prova “Iberman” é única no mundo porque atravessa dois países, e é um pouco diferente também porque tem muita altimetria, 2000 metros de acumulado no segmento de bicicleta. Ou seja é durinha. 
Partida e chegada de Ayamonte, com transição para a corrida em Vila Real de Santo António. Isto é, nadamos 3,8 quilómetros na Praia de Moral, em Espanha, montamos na bicicleta e fazemos 180 quilómetros, e depois transição para corrida em Vila Real de Santo António e chegada a Ayamonte.
 
AdA - Esta é uma prova que não está ao alcance de todos… Como é que te preparaste para esta competição?
HF - Foi praticamente um ano de preparação, pois é a minha primeira prova nesta distância.
No final do ano passado, um amigo meu desafiou-me para fazer esta prova e eu aceitei. Federei-me em Triatlo, arranjei treinador e fiz algumas provas. Mas foram muitos meses de sacrifício pois o tempo que tinha disponível era pouco para treinar, treinava praticamente duas modalidades por dia. 
Realmente não foi fácil conseguir conjugar vida profissional, pessoal e os treinos. Mas com sacrifício e dedicação tudo se consegue. 
 
AdA - A participação nesta prova era para ti um sonho?
HF - O Triatlo foi uma modalidade que sempre gostei, porque tem os desportos que mais admiro. Na minha opinião, uma prova como o “Ironman” é o topo da competição desportiva. Fazeres três modalidades diferentes, com distâncias destas, num só dia é realmente uma prova única. 
Posso dizer que sempre foi um sonho porque sempre pratiquei desporto, e ter a oportunidade de fazer esta prova deixa-me muito feliz e realizado a nível desportivo.
 
AdA - Quais é que são os teus objectivos nesta prova? O que seria para ti um bom resultado?
HF - Bem, o meu principal objectivo será terminar. É a primeira vez que vou entrar numa competição deste género, não tenho tempos de referência para poder comparar, mas sei daquilo que sou capaz e penso que será uma prova para fazer dentro das 12 horas, mais ou menos. Mas como já disse, o principal objectivo é terminar e divertir-me acima de tudo. 
 
AdA - Embora não participando, há duas pessoas que vão estar sempre contigo em prova… A tua esposa e a tua filha são o teu grande apoio? 
HF - Sim, sem dúvida, a minha esposa e a minha filha são e serão sempre o meu grande apoio. Elas e a minha família vão estar sempre no meu pensamento a cada segundo e tenho a certeza que isso me irá ajudar durante a prova.
Quero também deixar uma mensagem à minha filha e a outros jovens que, com esforço, sacrifício, dedicação e disciplina tudo se pode alcançar.
 
AdA - Que mensagem deixas a quem for ler esta breve entrevista?
HF - A mensagem que deixo é mesmo essa, e utilizando um provérbio chinês, “a persistência realiza o impossível”.
 
 

A cidade branca do Alentejo vai receber, entre os dias 9 e 11 de Setembro, o 45º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau. O compadre Francisco Ramos, Presidente da Academia do Bacalhau de Estremoz, esteve à conversa com o “Ardina do Alentejo” para nos falar sobre este “evento inédito” em Estremoz, e que “não se repetirá certamente”, como ele próprio referiu.
 
Ardina do Alentejo - Concretamente, o que é que vai acontecer em Estremoz, entre os dias 9 e 11 de Setembro?
Francisco Ramos (FR) - Vai acontecer um evento inédito que não se repetirá certamente. 
Trata-se da organização pela Academia do Bacalhau de Estremoz, do Congresso Mundial das Academias do Bacalhau. 
Dizemos que não se repetirá porque os Congressos são anuais, rotativos por Continentes e por idade das Academias, logo, uma vez que já existem cinquenta e sete, e outras irão provavelmente nascer, só daqui a várias dezenas de anos poderá acontecer.
 
Ardina do Alentejo - Como é que surgiu esta possibilidade do Congresso Mundial das Academias do Bacalhau se realizar em Estremoz?
FR - Exactamente pelo que expliquei atrás, porque por norma, os Congressos devem ser organizados rotativamente, assim é por direito que cabe à nossa Academia a organização.
 
Ardina do Alentejo - Quando assumiu a presidência da Academia do Bacalhau de Estremoz, ter o Congresso Mundial das Academias do Bacalhau na sua terra, no seu concelho, era um objectivo?
FR - Era, o que jamais pensei é que seria presidente dezasseis anos consecutivos, coisa que em meu entender não é bom para a academia. Sempre tenho defendido que deve haver rotatividade na direcção.
 

Uma mensagem de esperança, que percebam a nobreza do movimento Academias do Bacalhau, que procurem saber as razões da sua existência, que se trata da maior associação de solidariedade exclusivamente portuguesa fora de Portugal, que congrega muitos milhares de pessoas (Comadres e Compadres) contando com cinquenta e sete Academias espalhadas pelos cinco Continentes

 
Ardina do Alentejo - São esperadas quantas pessoas na cidade branca do Alentejo?
FR - Quanto iniciámos o processo de organização, após o congresso de 2015, considerando que habitualmente os congressos no continente português são muito concorridos, uma vez que muitos compatriotas aproveitam para visitar a família e o país, estimámos 600/700 compadres, mas com a situação da Venezuela já perdemos pelo menos 100/150, pelo que esperamos na ordem de 500.
 
Ardina do Alentejo - Esta iniciativa conta com o apoio de que entidades?
FR - Para já contamos com o apoio do Município de Estremoz, do Município de Viana do Alentejo, da Região de Turismo do Alentejo, do João Portugal Ramos, do Tiago Cabaço, da SICA, da Herdade das Servas, das Encostas de Estremoz, da Quinta de Dona Maria e da Porta de Santa Catarina.
Mas aguardamos ainda algumas respostas, temos esperança que sejam positivas, nomeadamente do Ministro dos Negócios Estrangeiros e do Secretário de Estado das Comunidades, que habitualmente têm apoiado os Congressos. 
Devo dizer que não é fácil obter apoios, por exemplo o grupo Amorim e a Caixa Geral de Depósitos recusaram qualquer colaboração.
 
Ardina do Alentejo - Para quem vai ler esta breve entrevista que mensagem lhes deixa?
FR - Uma mensagem de esperança, que percebam a nobreza do movimento Academias do Bacalhau, que procurem saber as razões da sua existência, que se trata da maior associação de solidariedade exclusivamente portuguesa fora de Portugal, que congrega muitos milhares de pessoas (Comadres e Compadres) contando com cinquenta e sete Academias espalhadas pelos cinco Continentes e cujos príncipios e objectivos são: Solidariedade, Fraternidade, Defesa das nossas Tradições da Língua e dos Valores Pátrios.
Dizer ainda que se trata de uma Tertúlia de Amigos, onde todos somos iguais, não existem títulos ou posições privilegiadas.

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