quinta, 26 novembro 2020
A centenária Praça de Touros de Estremoz recebe no próximo sábado, 5 de Setembro, pelas 22 horas, a corrida comemorativa dos 25 anos de alternativa do cavaleiro tauromáquico estremocense Francisco Cortes.
 
Nessa noite de sábado serão lidados seis imponentes toiros da emblemática ganadaria Branco Núncio, e estarão em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Francisco Cortes, Miguel Moura, Luís Rouxinol Júnior, o praticante António Ribeiro Telles e o amador Francisco Maldonado Cortes.
 
As pegas estarão a cargo, em solitário, do Grupo de Forcados Amadores de Évora, capitaneados por João Pedro Oliveira, numa encerrona que promete ficar na memória.
 
Foi a 10 de Junho de 1995, na XII Corrida "Despertar" da Rádio Renascença, realizada na Monumental de Santarém, numa organização do saudoso empresário Manuel Gonçalves, que Francisco Cortes recebeu a alternativa.
 
O seu pai José Maldonado Cortes, foi padrinho de alternativa, que foi testemunhada por Paulo Caetano, Joaquim Bastinhas, António Ribeiro Telles, Rui Salvador e Luís Rouxinol, e pelo Grupo de Forcados Amadores de Santarém, à época capitaneado por Carlos Grave. Nesse dia foram lidados toiros de distintas ganadarias em concurso.
 
Na semana que antecede a corrida, Ardina do Alentejo esteve à conversa com Francisco Cortes. As expectativas com que está o cavaleiro estremocense, os 25 anos no mundo da tauromaquia e o partilhar cartel com o seu filho Francisco, foram alguns dos temas abordados com o cavaleiro aniversariante.
 
Ardina do Alentejo – Com que expectativas estás para a corrida do próximo sábado, em que assinalas os teus 25 anos de alternativa?
Francisco Cortes (FC) – A expectativa é de que seja um bom espectáculo, que todos possam triunfar, que o público corresponda nesta manifestação tão profunda da nossa cultura. E no final, que possa dar por bem empregue o tempo que despendeu. 
 
Ardina do Alentejo – Têm sido uns bons 25 anos dentro do mundo da tauromaquia?
FC – Quando fazes o que amas e te preenche, só te podes dar como agradecido à vida. Como em tudo na vida, nem tudo é cor de rosa, as coisas são difíceis. Mas sim, valeu a pena cada instante neste mundo fascinante.
 
Ardina do Alentejo – Partilhar cartel com o teu filho é um sonho tornado realidade? Ou nunca pensaste que ele seguisse as pisadas do pai e do avô?
FC – Sim, mas numa perspectiva diferente. Eu e o meu pai optámos pela dedicação a 100% à tauromaquia enquanto ele, de acordo com a época em que vivemos, sabe que a tauromaquia apenas pode ser vista como uma actividade paralela e nunca como única. Ele viveu este apaixonante ambiente desde sempre e é normal que se enamorasse. Mas para mim, sem dúvida, que é um sonho que ele esteja a meu lado neste dia tão especial.
 
Ardina do Alentejo – Espaço agora para endereçares, na primeira pessoa, o convite a todos aqueles que ainda não compraram bilhete para a corrida de sábado…
FC – Uma corrida de toiros é uma trilogia, entre o toureiro, o toiro e o público. Só quando nasce uma química entre estes três vectores se pode verdadeiramente desfrutar desta fantástica arte no seu máximo esplendor. Era isto que eu gostava que pudesse acontecer nesta noite, com todos aqueles que me são queridos e gostava muito que me acompanhassem nesta noite tão especial para mim.
Dizer ainda que quem vier à corrida estará em segurança, uma vez que para além das desinfecções de todos os locais, será feito o espaçamento de um lugar, de ambos os lados, entre pessoas não pertencentes ao mesmo agregado familiar, ou seja, uma pessoa que comprar apenas um bilhete, não terá ninguém de um lado nem de outro. Se, por exemplo, vier uma família de quatro pessoas, essas sim poderão estar continuadas, mas com a respectiva cadeira vazia de ambos lados. Recordo ainda que para que tudo isto possa acontecer, a lotação da praça será de apenas 50% da lotação total. Haverá ainda a obrigatoriedade do uso de máscara por todos.
Modificado em segunda, 31 agosto 2020 19:27
A suspensão da realização do secular e tradicional Mercado de Sábado, no muito estremocense Rossio Marquês de Pombal, aconteceu no passado dia 13 de Março, como uma das medidas de contenção da pandemia provocada pela doença Covid-19, adoptadas pela autarquia dirigida por Francisco Ramos.
 
Desde essa data, foram seis as manhãs de sábado em que o Rossio Marquês de Pombal esteve despido de gente, quer de visitantes, quer de comerciantes.
 
Mas esta semana, a Câmara Municipal de Estremoz tomou a decisão de fazer regressar o Mercado Tradicional de Estremoz. Respeitando todas as regras e orientações da Direcção-Geral da Saúde, relativas a distâncias de segurança, higiene e protecção individual, o regresso do Mercado Tradicional de Estremoz, acontecerá já no dia de amanhã, feriado nacional, 25 de Abril, no Parque de Feiras e Exposições da cidade branca do Alentejo.
 
Para trás ficam assim seis semanas em que os produtores hortícolas do concelho, e dos concelhos limítrofes, não puderam usar as suas habituais bancas de venda. E como foram essas seis semanas? Como conseguiram os agricultores escoar os seus produtos? E como olham para este regresso do mercado, ainda que noutro espaço e com várias restrições?
 
Para responder a estas e outras questões, o Ardina do Alentejo foi ao encontro de dois dos mais conhecidos vendedores no tradicional e característico mercado de sábado estremocense.
 
Henrique Caldeira, de 70 anos, vende no mercado há sensivelmente 40 anos. Um motivo de orgulho para este agricultor o poder dar continuidade a uma tarefa que tem passado de geração em geração.
 
Ardina do Alentejo – O combate à pandemia Covid-19 obrigou à suspensão temporária da realização do Mercado de Sábado, em Estremoz, o que veio mudar a vida de muitos que dependem daquele espaço para a venda dos seus produtos. Foi um rude golpe?
Henrique Caldeira (HC) – Sim. Principalmente no primeiro sábado que foi cancelado. Para quem está ali semanalmente, todos os sábados, há mais de 40 anos, não foi fácil. 
Ficarmos impossibilitados de vender os nossos produtos, fruto de muito trabalho e principal fonte de rendimento, foi muito difícil. 
É claro que percebemos que foi uma medida necessária para a proteção de todos nós e portanto restou-nos aceitar.
 
Ardina do Alentejo – Como é que está a conseguir escoar os seus produtos?
HC – Nas primeiras duas semanas, muitos dos produtos acabaram por ser comida para os animais. Depois alguns clientes começaram a contactar-nos e a virem buscar. Mais tarde, surgiu a ideia divulgar nas redes sociais e fazer entregas ao domicílio e aí o volume de vendas aumentou um pouco.
 
Ardina do Alentejo – O Mercado Tradicional de Estremoz vai realizar-se no próximo sábado, ainda que em condições diferentes e noutro sítio. Concorda com esta decisão da autarquia? Vai ser benéfico para comerciantes e compradores?
HC – Para nós é uma medida importante, porque é forma de rentabilizar o esforço diário de trabalhar a terra. No entanto, estando ainda o país em estado de emergência, poderiam ter sido encontradas soluções alternativas.
O facto de deslocalizar o mercado para fora da cidade e longe do seu local habitual, deixa-me algumas dúvidas relativamente à adesão das pessoas. Talvez a realização no mercado abastecedor, com as mesmas medidas e o mesmo controlo, fosse uma alternativa mais viável.
 

Outro dos nossos entrevistados foi Adriano Pimentão, de 77 anos, e vendedor no Mercado Tradicional de Estremoz há mais de 10 anos.
 
Ardina do Alentejo – O combate à pandemia Covid-19 obrigou à suspensão temporária da realização do Mercado de Sábado, em Estremoz, o que veio mudar a vida de muitos que dependem daquele espaço para a venda dos seus produtos. Foi um rude golpe?
Adriano Pimentão (AP) – Foi. Preparamos os produtos hortícolas para que nesta altura pudéssemos satisfazer os nossos clientes, com produtos frescos e de qualidade. Uma vez que o Mercado de Sábado era o nosso único ponto de escoamento, ficámos com tudo na horta a estragar-se.
 
Ardina do Alentejo – Como é que está a conseguir escoar os seus produtos?
AP – O meu filho tem ajudado. Através do Facebook e do seu grupo de amigos temos conseguido escoar a maioria dos produtos, mas com muito sacrifício da parte dele pois trabalha no Centro de Saúde e o tempo que lhe sobra não é muito. Mas lá vamos andando.
 
Ardina do Alentejo – O Mercado Tradicional de Estremoz vai realizar-se no próximo sábado, ainda que em condições diferentes e noutro sítio. Concorda com esta decisão da autarquia? Vai ser benéfico para comerciantes e compradores?
AP – De início, e partindo do princípio que o mercado se irá realizar durante algum tempo no Parque de Feiras, a afluência de compradores não será muita. A população local que mais compra nos mercados é uma população já envelhecida e a distância do centro da cidade poderá ser um problema.
Penso que a decisão da autarquia não deve ter sido tomada sem pensar em todas as atenuantes, e que tenha organizado o espaço de maneira a que se cumpram todas as indicações da DGS.
É uma realidade a dificuldade em escoar os produtos, e poderá dar uma ajuda se as pessoas perceberem que, na conjuntura actual, esta solução, embora na minha opinião precipitada, poderá ser uma mais valia para as duas partes.
 
 
 
 
 
Modificado em sábado, 25 abril 2020 18:10
No passado dia 10 de Abril, o canal 1 da Rádio e Televisão de Portugal (RTP) estreou o programa “Em Casa d’Amália”, apresentado pelo estremocense José Gonçalez.
 
Pela primeira vez na história da televisão portuguesa, um estremocense apresentava, em horário nobre, um programa de televisão. Motivo de orgulho para os estremocenses em particular, mas para os alentejanos no geral.
 
José Gonçalez, que também assina a ideia original de “Em Casa d’Amália”, contou na primeira edição do programa transmitido na estação de serviço público nacional, com a presença do compositor, cantor e guitarrista Jorge Fernando, do guitarrista Custódio Castelo, do fadista Ricardo Ribeiro, do cantor Dino d’ Santiago e da fadista Ana Moura.
 
Na sexta-feira seguinte, marcaram presença “Na Casa d’Amália”, para não só recordar mas também recriar as famosas tertúlias feitas na sua habitação pela diva do fado, a fadista Kátia Guerreiro, acompanhada pelos seus guitarristas João Mário Veiga e Pedro de Castro, e os seus amigos Rui Veloso, cantor que dispensa apresentações, e o fadista Hélder Moutinho.
 
Ardina do Alentejo não podia deixar passar esta fase tão positiva na vida do estremocense e este marco histórico na sua carreira passar em claro. Entre as promoções do programa, a promoção do seu álbum comemorativo de 30 anos de carreira, o management de artistas, nomeadamente do André Amaro, e os diversos projectos em que está envolvido, José Gonçalez arranjou um tempinho na sua agenda e esteve à conversa com o nosso portal de informação.
 
Os dois programas já emitidos, as audiências, as reacções da estrutura da RTP e o próximo programa foram alguns dos temas da conversa.
 
Ardina do Alentejo – No passado dia 10 de Abril estreou o teu “Em Casa d’Amália”. Um dia inesquecível?
José Gonçalez (JG) – Sim. Um dia feliz, de sentimento de dever cumprido. Já andamos a gravar o programa há quatro meses, que era para ir para o ar mais tarde, mais perto do aniversário de Amália, mas esta realidade, o facto de não haver conteúdos novos nas televisões e a cultura estar toda parada, precipitou o arranque do programa. Por um lado, ainda bem, ao menos assim as pessoas têm um bocadinho em que não se prendem só ao mal e ao vírus. E, para mim, será uma marca para toda a vida. Jamais esquecerei a estreia do meu primeiro programa em televisão.
 
Ardina do Alentejo – As audiências ditam regras no mundo da televisão. Tens algum feedback sobre como foram as audiências dos dois primeiros programas?
José Gonçalez (JG) – Sim, e muitas vezes é uma pena. Há projectos maravilhosos, de enorme qualidade, mas as pessoas não os veem e acabam por terminar. Sabes que o horário da noite é fortemente marcado pelas novelas. A SIC e a TVI têm duas, três novelas seguidas. E o público português aprecia muito esses conteúdos. Mas o programa, até agora, os dois tiveram resultados praticamente iguais, entre os 9 e os 12%, obteve resultados excelentes. Em média 10% de share, era algo impensável, mesmo por nós. 
Este sábado, a imprensa espanhola, num dos seus jornais de referência, fez uma crítica absolutamente inacreditável ao programa e à RTP. Comparando mesmo o excelente produto de qualidade que a RTP estava a dar aos portugueses com as televisões espanholas. E mais que isso, salienta a dignidade e qualidade do programa num tempo de “telebasura” e mediocridade televisiva. Todo o artigo está nas minhas redes sociais podem ir lá ler.
 
Ardina do Alentejo – Quando fazemos alguma coisa que nos enche de orgulho, gostamos de saber o que pensam os nossos patrões… Alguém da RTP já falou contigo sobre a estreia do programa?
José Gonçalez (JG) – Claro. Logo no fim do programa, o Director de Programas da RTP, José Fragoso, ligou-me a dar os parabéns e a dizer que tinha corrido muito bem. No dia seguinte voltou a falar comigo, a dizer que as audiências tinham sido excelentes, e mandou-me o gráfico das audiências. Entretanto este sábado, voltou a incentivar-nos, mostrando a sua enorme satisfação com o projecto e foi ele que me enviou o artigo do jornal espanhol que elogia o programa e o formato.
 
Ardina do Alentejo – Através das mensagens deixadas nas redes sociais e através das, certamente inúmeras, mensagens e inúmeros telefonemas que foste recebendo, sentiste que os teus amigos, em particular, e os estremocenses no geral, te acompanharam no programa de estreia? Sentiste que Estremoz estava contigo? 
José Gonçalez (JG) – Sim, claro. Sem dúvida nenhuma!
A grande maioria das mensagens e dos incentivos que recebi vieram da comunidade artística e cultural portuguesa, e dos meus conterrâneos. Confesso que algumas mensagens que recebi não estava nada à espera, mas fiquei muito feliz. Como sempre o disse, podemos andar por onde andarmos, mas os nossos serão sempre os nossos e sentirão sempre as coisas de forma diferente. E é também muito diferente a avaliação. Aprovação ou crítica, de quem nos conhece, do que a de quem não nos conhece de lado nenhum. E muitas vezes, só por ressabiamento, maldade ou infelicidade pessoal o fazem.
 
Ardina do Alentejo – E para que fiquemos já a saber com o que contar, no programa do próximo dia 24, quem é que vai estar “Em Casa d’Amália”?
José Gonçalez (JG) – Dia 24 é um dos programas que gostei mais de gravar. Porque é tudo rapaziada nova apadrinhada pelo FF. É o mostrarmos que o fado, a música portuguesa, está bem de saúde e recomenda-se. Todos não terão mais de 22 anos. E é um programa cheio de juventude, logo de graça e irreverência. Tem momentos incríveis de alegria e boa disposição. É uma tertúlia muito bem-disposta e cheia de qualidade musical. Acreditem que será engraçadíssima. Participam para além do FF, que já referi, o José Geadas (quem é que aí não o conhece!!??), o Buba Espinho, um miúdo de Beja que acaba de ser lançado pela Warner, a incrível Maria Emília, também acabada de lançar pela Valentim de Carvalho, a Maura Airez, filha do Mauro Airez, que jogou no Benfica, e o Tiago Correia, figura maior de muitos dos musicais de Filipe Lá Féria. Vejam que vai ser muito giro.
Modificado em sábado, 25 abril 2020 18:21
De há uns anos a esta parte que a prática do exercício físico faz parte da vida de milhares portugueses, não só pela manutenção da boa forma física, como por fazer parte intrínseca de quem segue um estilo de vida saudável, mas também muitas das vezes para aliviar o stress e combater as rotinas do dia-a-dia.
 
O combate ao novo coronavírus como que veio revolucionar a nossa vida, mudar hábitos e impor regras.
 
Mas o exercício físico, esse, continua a fazer-se. 
 
Olhando para as redes sociais como um novo espaço de treino, Débora Casimiro e Alexandre Casimiro, proprietários do Vybe Health Club, em conjunto com a sua equipa, deram largas à imaginação, e idealizaram novas metodologias para que a sua “família” de clientes pudesse continuar a fazer exercício físico e a marcarem presença, ao vivo, nas aulas de Yoga, Bikes, Penalty Box, WOD, Step localizada, HIIT, GAP, Tabata e Zumba, para apenas enumerar algumas das aulas ministradas neste ginásio estremocense.
 
O Ardina do Alentejo falou com o Alex e a Débora. Quisemos saber mais sobre estas novas formas de treino, como a pandemia “virou” a vida de quem fazia a sua rotina diária fora de casa e agora tem de estar confinado ao seu lar, de como reagiram os clientes do Vybe, a família Vybe, a estas novas ofertas de treino e de como podem todos aqueles que não são clientes do ginásio localizado em Estremoz seguirem as aulas propostas.
 
Ardina do Alentejo – A pandemia Covid-19 mudou a vida dos portugueses. Para quem faz do exercício físico um modo de vida, este foi um rude golpe?
Vybe Health Club (VHC) – Sim, sem margem para dúvidas que o COVID-19 mudou completamente o ritmo de vida das pessoas. Em relação à prática de exercício físico nos ginásios e health club’s teve que haver uma rápida readaptação para podermos todos continuar activos e a praticar exercício físico de forma regular.
 
Ardina do Alentejo – Mas o Ginásio Vybe como que deu “a volta por cima”… Que medidas foram tomadas pelo Ginásio Vybe para que os seus clientes se mantenham em forma?
VHC – Na verdade, assim que o Estado decretou o encerramento, nós já tínhamos um "plano B", para dar resposta aos nossos clientes, o qual pusemos de imediato em prática.
Nesse sentido, criámos duas plataformas de treino online, exclusiva para os clientes Vybe, bem como uma aplicação de nutrição com receitas e dicas de alimentação. Nas plataformas de treino é possível realizar mais de 400 aulas, desde Yoga, Pilates, HIIT, Penalty Box, Step, Bikes, 3B, Zumba e muitas outras. Temos semanalmente um horário exclusivo para os nossos clientes com WOD's, challenges, aulas live, aulas gravadas, etc. Continuamos a realizar treinos personalizados para as pessoas poderem fazer em casa de acordo com o material que têm. Tomámos também a iniciativa de emprestar o material aos nossos clientes para assim poderem fazer as nossas aulas online, em casa, nomeadamente bikes de spinning, steps, elásticos, halteres, etc.
Foi desta forma que conseguimos continuar a manter o Vybe vivo e super activo para toda a família Vybe.
 
Ardina do Alentejo – A medida de empréstimo de equipamento do ginásio aos vossos clientes revelou-se um verdadeiro sucesso. Estavam à espera desta adesão massiva?
VHC – O Vybe tem como primeira instância poder proporcionar a todos um estilo de vida saudável, através da prática de exercício físico, orientado por profissionais de excelência. É este o cunho que queremos deixar. Existe um espaço físico, o Vybe, onde podemos proporcionar todas essas experiências e que, momentaneamente, foi forçosamente encerrado. Nesse sentido, a pergunta que nós colocámos foi: "Como conseguiremos estar com os nossos clientes e poder dentro da conjuntura continuar a proporcionar boas práticas desportivas?"... 
Muitas vezes, para pôr essa ideia em prática e para poderem realizar as nossas aulas, o material era limitativo, e nesse sentido, a resposta foi clara. Decidimos então emprestar o material a todos aqueles que desejarem.
 

 Pretendemos dar o melhor aos nossos clientes, trabalhando com excelentes profissionais desde fisioterapeutas, nutricionistas, osteopatas, personal trainers, etc. Não pretendemos ser os mais baratos porque tudo o que tem qualidade e marca a diferença tem um preço, e nós queremos o melhor para o nosso cliente porque a sua saúde para nós não tem preço.

 
E devo dizer que muito nos surpreendeu pela positiva, não só a adesão das pessoas, como também todas as mensagens de agradecimento, de alegria por poder fazer aulas das quais tinham saudades, de partilhar connosco as fotos a treinar em casa, etc.
Sentimento de bem-estar enorme, alegria, emoção ao cumprir mais uma vez uma das grandes máximas do Vybe, "...POR E PARA VOCÊS, SEMPRE...".
 
Ardina do Alentejo – Qual foi aquela iniciativa, aquela ideia tomada nesta época de Covid-19 que suplantou as vossas expectativas?
VHC – Não posso dizer que tenha sido uma, mas um conjunto. Mas sem dúvida que a mais marcante, foi o agradecimento, a alegria, a boa Vybe que se criou com a adesão das pessoas ao empréstimo do material, o sentido de entreajuda, de humildade, de alegria, de compreensão, de partilha… o que fez com que os nossos clientes, e não só, reconhecessem o nosso esforço. Devo dizer que para nós foi muito gratificante.
 
Ardina do Alentejo – As redes sociais têm sido uns verdadeiros aliados do Ginásio Vybe. Sentimento de dever cumprido ao ver, ainda que de forma virtual, os vossos clientes a fazerem exercício e a partilharem as vossas actividades nas redes sociais?
VHC – Sem dúvida nenhuma que as redes sociais foram os nossos aliados. Mas mais que isso, os nossos verdadeiros aliados são, foram e serão sempre, os nossos clientes e seguidores que, através das redes sociais, depositaram confiança em toda a equipa Vybe e decidiram seguir-nos e acompanhar todo o nosso trabalho on-line e, por isso, ESTAMOS MUITO AGRADECIDOS.
 
Ardina do Alentejo – De que forma é que quem não é vosso cliente, mas que agora tem mais “tempo livre”, vos pode acompanhar e fazer exercício?
VHC – Qualquer pessoa pode, na verdade, seguir-nos. Basta enviar mensagem privada e com muito gosto explicamos todas as condições de adesão e mais valias de entrar nesta FAMILIA VYBE, que neste momento são únicas, devo dizer. Pretendemos dar o melhor aos nossos clientes, trabalhando com excelentes profissionais desde fisioterapeutas, nutricionistas, osteopatas, personal trainers, etc. Não pretendemos ser os mais baratos porque tudo o que tem qualidade e marca a diferença tem um preço, e nós queremos o melhor para o nosso cliente porque a sua saúde para nós não tem preço.
 
Ardina do Alentejo – A última pergunta da praxe… Que mensagem deixam a quem for ler esta entrevista?
VHC – Queremos deixar um forte abraço a todos, deixando claro que estamos disponíveis para ajudar no que for preciso, sendo ou não nosso cliente. Continuem a treinar e a “usar” o exercício físico para cuidar da vossa saúde física e mental.
ESTAMOS JUNTOS, POR E PARA VOCÊS, ONTEM, HOJE E AMANHÃ…
YES, WE VYBE… 
 
 
Modificado em terça, 21 abril 2020 12:17
Decorria o ano de 2011, quando a cidade de Estremoz foi representada pela primeira vez no programa de caça talentos “Got Talent Portugal”. Transmitido na estação televisiva SIC, o programa apresentado por Bárbara Guimarães e ainda com o nome de “Portugal Tem Talento” contou com a participação do grupo de dança estremocense “Dance 4 Fun”, onde o pequeno Eric, então com 3 anos, era a estrela da companhia. No ano em que foram apresentadas mais de seis mil propostas de talento, os “Dance 4 Fun” ficaram entre os 80 últimos seleccionados.
 
Seis anos volvidos e mais um estremocense pisou o palco do “Got Talent Portugal”. Em 2017, o beatboxer estremocense Tiago Cardona apresentou o seu talento no programa transmitido, tal como hoje, no canal estatal RTP1, e apresentado na altura por Pedro Fernandes. Com os “sim” de Pedro Tochas e de Cuca Roseta, o jovem alentejano passou à segunda fase. O “não” de Manuel Moura dos Santos, foi como que “uma pedra no sapato” do jovem, com então 15 anos. No final dos seus primeiros 114 segundos de fama, Tiago Cardona disse que “o meu objectivo na próxima fase é mesmo conquistar o Manuel”. E deixou uma garantia: “e vou conseguir”. Mas não conseguiu. Tiago Cardona não passou a fase seguinte da competição.
 
E 2020 marca o regresso dos estremocenses ao palco de um dos programas de maior sucesso na televisão nacional.
 
Quis o destino que ambos, embora em anos diferentes, deixassem a cidade branca do Alentejo e partissem até Lisboa, para integrarem o Chapitô, a famosa Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo. O esforço do treino, a dedicação à arte, a vontade de singrarem no mundo do espectáculo e a qualidade que possuem fê-los apresentarem-se no programa de caça talentos da RTP1, apresentado nesta temporada por Sílvia Alberto.
 
João Pataco e Miguel Tira-Picos, a dupla Pataco/Tira-Picos realizou um número de aéreos, ao som do tema “Adeus Tristeza”, na versão dos Amor Electro, e desde logo conquistou o júri composto por Pedro Tochas, Cuca Roseta, Sofia Escobar e Manuel Moura dos Santos. Para a cantora Sofia Escobar “foi um privilégio assistir à vossa estreia. Tenho a certeza que é o início de algo muito grande e muito bonito. Foi alucinante. Muito obrigado por terem trazido algo tão especial”. O comediante Pedro Tochas afirmou que foi um número “em crescendo com tensão. Circo é isto, é tensão constante, em crescendo. É arriscar e dar tudo e vocês deram tudo. Foi um prazer ver e quero ver mais. Isto começou agora”. A fadista Cuca Roseta salientou nunca ter assistido a “um número aéreo com tanto sentimento, porque há uma história, há uma expressão… Foi magnifico”. Para Manuel Moura dos Santos a actuação da dupla de estremocenses foi “fantástica. Vocês quiseram mostrar tudo. E fizeram bem, porque vieram aqui para isso, dar tudo. Fantástico. Pataco e Tira-Picos, categoria!
 
Mas não foram só os jurados que ficaram rendidos a este número da dupla alentejana. A apresentadora Sílvia Alberto fez questão de dizer aos próprios que este tinha sido um número “lindo, de uma virilidade incrível. Parabéns”.
 
Ardina do Alentejo esteve à conversa com Miguel Tira-Picos, de 27 anos, e João Pataco, de 20 anos. A ideia de participarem no "Got Talent Portugal", como vai ser a segunda audição, o futuro da dupla e a cidade natal, Estremoz, foram alguns dos temas abordados.
 
Ardina do Alentejo - Como é que surgiu esta ideia de participarem em conjunto no Got Talent Portugal?
Miguel Tira-Picos (MTP) - A ideia surgiu por convite do João. Já há algum tempo que queríamos trabalhar juntos e arriscámos participar no Got Talent Portugal. 
João Pataco (JP) - Esta ideia surgiu desde o ponto em que eu já há muito tempo que queria trabalhar com o Miguel. A ideia de participar no Got Talent veio a calhar pois a vontade de pegar em algo e transformá-la naquilo que mais gostamos era muito significativo para ambos. Por isso quisemos arriscar.
 
Ardina do Alentejo - Até onde pode ir a dupla Pataco/Tira-Picos neste programa?
MTP - Em relação ao programa, o nosso principal objectivo é promover e partilhar o nosso trabalho. É o único programa televisivo que nos dá essa oportunidade. Claro que gostaríamos de ganhar e queremos acreditar que temos talento para tal. 
JP - Não criei muitas expectativas para o programa, apenas quis focar-me e mostrar realmente aquilo que gosto de fazer. Claro que quero dar mais e mais.
 
Ardina do Alentejo - Os jurados querem sempre ver mais e melhor na 2ª actuação do que na 1ª. A fasquia vai ter de subir... Preparados para essa subida? 
MTP - Vamos sempre dar o nosso melhor. Fazemos questão de levar esta nova aventura com muita seriedade. Esperamos surpreender o público, os jurados e, acima de tudo, representar a nossa cidade da melhor forma. 
JP - Com trabalho e dedicação tudo se consegue. Uma coisa é certa: daremos tudo de nós enquanto tivermos em palco.
 
Ardina do Alentejo - E Estremoz? Quando é que a vossa terra natal vos vai poder ver ao vivo?
MTP - Estremoz será sempre o nosso palco de eleição e onde nos sentimos em casa. Tenho toda a certeza que irá surgir a oportunidade de mostrar o nosso talento na nossa terra Mãe. 
JP - Estremoz é uma terra unida e garanto que o apoio deles será muito visível durante o programa.
Modificado em sábado, 16 maio 2020 18:27
No dia de hoje, 4 de janeiro, o Teatro Bernardim Ribeiro recebe um Concerto de Ano Novo, com que se inicia a programação cultural do ano de 2020 na mais emblemática sala de espetáculos da cidade de Estremoz.
 
Na noite deste sábado, a partir das 21:30 horas, sobe ao palco do Bernardim Ribeiro a Light Music Orchestra, dirigida por um filho da terra, Artur Rouquina.
 
Em declarações ao Ardina do Alentejo, o Maestro estremocense revela que “apesar de já o ter feito enquanto Maestro da União”, e que “na altura já foi um momento marcante”, o dirigir uma orquestra no teatro da sua terra é sempre “um sonho tornado realidade”.
 
A poucas horas de um concerto que se espera memorável, Artur Rouquina confessa sentir já “um nervoso miudinho” mas que até se sente bem com esse sentimento porque o obriga a “estar focado”.
 
Questionado sobre com o que poderá contar quem se deslocar ao Teatro Bernardim Ribeiro para assistir ao concerto da Light Music Orchestra, o Maestro “abre a pauta”, e revela que “podem contar com um espectáculo cheio de emoções fortes, muitas surpresas, boa disposição e, sobretudo, excelente música…”.
 
A Light Music Orchestra surge com o objetivo de aproximar as populações da orquestra enquanto agrupamento musical, desmitificando o facto de esta formação ser única e exclusivamente associada à música erudita (dita “clássica”) e a toda à sua formalidade envolvente.
 
Nesse sentido, a Light Music Orchestra tenta diminuir o preconceito existente em torno de um género musical, mas também apresentar a orquestra noutros contextos.
 
Constituída por cerca de 30 músicos (cordas, sopros, percussão e cantores), a orquestra interpreta, para além das obras de referência da música “clássica” de compositores como Bizet, Puccini, Strauss ou Verdi, também outros estilos musicais de diversos compositores.
 
Este concerto é uma organização da Câmara Municipal de Estremoz, com entrada livre (sujeita à lotação do teatro), sendo no entanto necessária a apresentação de bilhete.
 
Mas nesta breve conversa com Artur Rouquina, não se falou só da Light Music Orchestra e do concerto de hoje à noite. Falou-se também da Banda de Música da Força Aérea Portuguesa e do futuro.
 
Em meados de Novembro, o Maestro estremocense dirigiu pela primeira vez a Banda de Música da Força Aérea Portuguesa. E seria esse um dos objectivos traçados pelo músico quando deixou Estremoz? Rouquina refere que apenas “deixou Estremoz fisicamente. A cidade está sempre no meu coração e pensamento, e dou por mim muitas vezes a pensar na melhor forma de contribuir culturalmente para o seu enriquecimento”. Acrescenta ainda que “não posso dizer que não estivesse no cantinho dos meus planos, mas não era uma obsessão ser Maestro da Banda da Força Aérea. Estudei para tal, abriu concurso e as coisas acabaram por se proporcionar”. Revelando uma humildade acima da média, Artur assevera ao Ardina do Alentejo que vê o cargo apenas “como mais um passo na minha carreira de músico e militar”.
 
E o futuro? “É difícil prever o futuro, mas sem trabalho e persistência, nada se consegue. O importante para mim é fazer bem e com seriedade, e sobretudo, sem passar por cima de ninguém”.
Modificado em sábado, 04 janeiro 2020 01:14
A Patine – Antiques e Vintage, loja onde se pode encontrar velharias, antiguidades, peças dedicadas aos amantes do coleccionismo e muitas curiosidades, abriu as suas portas no dia 10 de Março do ano de 2018, em Estremoz, no Largo General Graça. Porém, a necessidade de crescer enquanto loja, aliada ao sonho de criar um espaço diferente na cidade branca do Alentejo, fizeram com que Carlos Rosa e Helena Baptista, os rostos da Patine, olhassem para o futuro, realizassem um investimento e mudassem de instalações.
 
A nova Patine – Café e Loja Vintage está a nascer igualmente no Largo General Graça, nas antigas instalações do Zé's Pub, o primeiro bar de Estremoz, que era propriedade de José Lameiras, e abre as suas portas a 12 de Outubro.
 
Ardina do Alentejo quis saber mais e esteve à conversa com Carlos Rosa, que nos falou sobre este novo projecto, das diferenças entre esta e a antiga Patine, tendo mesmo lançando um repto a todos aqueles que forem ler esta entrevista.
 
Ardina do Alentejo – Que obras é que estão a acontecer no espaço onde outrora funcionou o mítico Zé’s Pub, o primeiro bar estremocense, e o que é que vai agora surgir?
Carlos Rosa (CR) – Fizemos todo o tipo de melhoramentos necessários porque o bar era já muito antigo. A configuração permanece mas todo o espaço vai ser aproveitado para exposição/venda de antiguidade, velharias e artigos vintage, com uma cafetaria de apoio.
 
Ardina do Alentejo – Como é que surgiu esta oportunidade de negócio?
CR – O negócio já existia bem perto, umas portas abaixo, só com a vertente loja (Patine) e neste novo local estão reunidas as condições para crescer como loja e juntar um serviço de cafetaria, esplanada onde iremos servir pequenos almoços, lanches e tapas com produtos típicos de Estremoz.
 
Ardina do Alentejo – Quando é que as obras estão concluídas e para quando a abertura do Café e Loja Vintage Patine?
CR – A Patine abre portas dia 12 de Outubro, sábado, com o horário das 9 às 20 horas.
 
Ardina do Alentejo – Já fazia falta em Estremoz um espaço com estas características… É um sonho tornado realidade ou é um investimento com risco calculado?
CR – É  sempre um investimento mas é o acreditar que num espaço que queremos diferente conseguimos reunir vários temas que tanto agradará aos estremocenses como a todos aqueles que nos visitam. Também é verdade que idealizávamos este espaço há muito e como o sonho comanda a vida…
 
Ardina do Alentejo – Para quem vai ler esta entrevista, que mensagem lhes queres deixar?
CR – Em primeiro lugar - Não deitem nada fora!!! Compramos, vendemos e trocamos antiguidades, velharias e artigos vintage. Como alguém disse: ”O lixo de uns é o tesouro de outros”. Se não quiser fazer nenhum negócio venha apreciar uma “exposição” permanente de peças do tempo dos nossos avós enquanto toma uma bebida ou come uma tapa alentejana.
Modificado em quinta, 03 outubro 2019 12:26
Faz no próximo sábado, dia 5 de Outubro, seis meses desde que a cozinha do terraço da Pollux, em Lisboa, está entregue à estremocense Neide Dias.
 
Este é o segundo espaço do grupo Pollux cuja cozinha está nas mãos da jovem cozinheira alentejana, visto que a Chef Neide Dias gere, há mais de três anos, o restaurante Pollux Tejo, em Vila Franca de Xira.
 
Situada em plena baixa, a loja da marca não conta apenas com vários pisos dedicados a artigos para o lar, também oferece uma vista desafogada sobre a cidade a quem se atrever a subir ao oitavo andar, e degustar os petiscos sugeridos pela Chef, todos eles focados na cozinha tradicional portuguesa mas com um toque de sofisticação.
 
Tapas, petiscos, saladas, pratos de carne e peixe fazem parte do menu. Algumas das propostas são Tataki de novilho, Lombinho de porco preto com húmus de beterraba, Carne de borrego com espargos, Bacalhau à brás com azeitonas desidratadas, Lombo de bacalhau com crumble de broa e Polvo à lagareiro.
 
Neide Dias acredita que o menu do Pollux Terrace tem feito “sucesso e marcado a diferença na zona da baixa de Lisboa, onde os clientes, visitantes da loja ou até mesmo turistas, têm apreciado pratos da nossa cozinha tradicional ao qual juntámos um toque de sofisticação”.
 
Ardina do Alentejo esteve à conversa com a Chef Neide Dias, que nos falou destes dois novos projectos, do seu gosto pela cozinha e de aquilo que o futuro lhe pode ainda proporcionar.
 
Ardina do Alentejo – Depois de ter gerido o restaurante “A Talha”, em Estremoz, por onde andou a Neide?
Neide Dias (ND) – Tenho estado a trabalhar em Lisboa, sempre na área da restauração e catering, tendo estado em duas das maiores empresas de Lisboa na área.
 
Ardina do Alentejo – Quando é que aparece na Neide este gosto pela cozinha e pela restauração?
Neide Dias (ND) – O gosto começa ainda nova, no café que o meu pai explorava em Estremoz.  Mais tarde volta a acentuar-se quando a falta de trabalho me faz abrir um restaurante, onde tive que aprender com a família e com pessoas formadas na área.
 
Ardina do Alentejo – Como é que surgiu o convite para gerir a cozinha primeiro do Pollux Tejo, em Vila Franca de Xira, e agora do Pollux Terrace, em plena capital do país?
Neide Dias (ND) – O convite surge através de uma das empresas que falei anteriormente, onde trabalhava, tendo a mesma ficado encarregue de explorar e inaugurar o Pollux Tejo e aceitei o desafio de ficar à frente da cozinha do espaço. O Pollux Terrace surgiu depois de quase três anos a comandar o Pollux Tejo e deste já estar na exploração da administração das lojas Pollux e Robalo S.A.
 
Ardina do Alentejo – Presumo que estejam a ser dias muito cansativos, mas que no final vale a pena o esforço…
Neide Dias (ND) – Vale muito a pena sim! Não é fácil, há muitas pessoas que pensam que ser chef é uma moda, mas não, acreditem que temos dias em que trabalhamos mais de 12 horas sem parar, semanas sem folgar, stress... Mas o gosto e a paixão pelo que se cria faz nos esquecer tudo isso e faz-nos ainda querer fazer mais e melhor.
 
Ardina do Alentejo – E o que é que o futuro ainda reserva à Chef Neide Dias?
Neide Dias (ND) – O futuro reserva-me tudo aquilo a que eu esteja disposta a lutar para alcançar.
 
Ardina do Alentejo – Para quem for ler esta entrevista, em especial para todos os estremocenses, que mensagem lhes deixa?
Neide Dias (ND) – A mensagem que deixo é a mesma que passo sempre à minha filha: Nada é impossível, basta acreditar e lutar pelos sonhos, sem deixar nunca que nos barrem o caminho. Quando se fechar uma porta vai haver sempre uma janela aberta. Sejam felizes.
Modificado em quarta, 02 outubro 2019 17:21
Muito por culpa das actividades propostas para este fim de semana pelo Vybe Health Club, o Ardina do Alentejo quis saber mais sobre este ginásio estremocense.
 
Enquanto a nossa equipa de reportagem esteve à conversa com Alexandre Casimiro, de 41 anos, Director Técnico deste espaço de boas vibrações, ficámos a saber como é que surgiu o Vybe Health Club e quais as principais alterações sofridas recentemente nas instalações do Vybe, para além de nos ter sido feita uma descrição, ao pormenor, de um espaço de eleição para muitos estremocenses, e habitantes da região.
 
Ardina do Alentejo - Comecemos pelas caras do Vybe Health Club... Quem são o Alexandre e a Débora?
Alexandre Casimiro (AC) - Bom, na verdade, o Alexandre e a Débora são apenas parte da estrutura deste Health Club. Costumam chamar-me “O BOSS” (risos), mas efectivamente eu não mando nada, mas não digam a ninguém, aliás, com uma equipa maioritariamente de mulheres o que é que se podia esperar…(risos).
Bom, mas adiante e mais a sério, a minha esposa Débora é a responsável por toda a logística das aulas de grupo, e a nossa equipa de comerciais são os responsáveis por toda a parte de retenção, acompanhamento e assistência aos nossos cliente e amigos. Devo realçar que na verdade o sucesso do Vybe se deve a toda esta equipa fantástica que temos, desde os instrutores de sala, aos instrutores das aulas passando pelas comerciais e assistente de limpeza.
 
Ardina do Alentejo - E como é que tudo surgiu... Como é que nasceu o Vybe Health Club?
AC - O Vybe Health Club nasceu de um sonho que começou até antes de me licenciar em Educação Física e Desporto. Amadureceu durante a Universidade e até se concretizar demorou algum tempo.
Até ser uma realidade efectiva fui ganhando experiência como instrutor de sala de treino de força, de Body Combat, Pump, Localizada, HITT, Personal Trainer. Passei também pela área comercial, dentro e fora do país, sempre em ginásios, o que me ajudou também a crescer e a ganhar algum “know how”.
E foi aqui, em Estremoz, em Outubro de 2016, que o sonho se tornou realidade…
 
Ardina do Alentejo - Já depois de terem adquirido o ginásio, aconteceu uma grande mudança... Concretamente, o que é que se passou?
AC - Sim, na verdade demos uma nova cara ao Vybe Health Club. Aumentámos a nossa área de 600m2, para mais de 1000m2, com direito a tudo o que os nossos clientes merecem: bar, gabinete de fisioterapia, osteopatia, massagens, consultas de nutrição desportiva, sala de musculação, uma grande aposta nas aulas de grupo onde criamos três estúdios para aulas, (Estúdio de Crossfit, Estúdio de Spinning e Estúdio Principal para as restantes aulas). 
Realmente a panóplia de oferta para os nossos clientes foi uma das grandes apostas.
Naturalmente que o sucesso se deve não só a estas alterações, mas realmente à boa Vybe que se vive neste Health Club, proporcionada por todos os nossos clientes a quem chamamos na realidade de “Familia Vybe”. Estamos por eles, e para eles, de alma e coração e são eles a nossa cara na realidade, sendo eles o verdadeiro espelho do bom ambiente que se vive no Vybe Health Club. Profissionalismo e boa Vybe são dois pilares deste ginásio.
 
Ardina do Alentejo - A festa de inauguração do novo espaço foi um verdadeiro sucesso...
AC - Foi um verdadeiro sucesso. Na verdade, nunca esperámos vir a receber 500 pessoas só num dia. O ambiente foi muito bom, grande variedade de aulas nesse dia, o buffet estava divinal, ambiente fantástico, tudo cinco estrelas.
 
Ardina do Alentejo - Para quem ainda não conhece o Vybe Health Club, como é que descreverias o ginásio?... O que é que essas mesmas pessoas vão poder encontrar?
AC - Simplicidade, muito profissionalismo, muito boa Vybe, ambiente tranquilo e amplo. Grande variedade de aulas com uma equipa super motivada. A nível de treino, na sala de musculação, um atendimento bastante personalizado, com uma equipa de PT’s cinco estrelas, com treinos adaptados aos objectivos dos clientes, preparação para provas para as diferentes forças de intervenção (PSP, GNR, Bombeiros, Militares, etc).
Temos também uma zona especifica para o Treino Personalizado, treino funcional, cross training, gabinete de massagens, fisioterapia, osteopatia, etc.
Na zona de lazer, um espaço para as crianças, e o bar, onde se podem deliciar com um simples café gourmet, um batido de proteína, um chá, etc. Tudo isto na companhia de toda a equipa Vybe e do bom ambiente promovido pelos nossos clientes.
 
Ardina do Alentejo - Que mensagem deixas a quem for ler esta entrevista?
AC - A actividade física dirigida tem efeitos claros na melhoria da qualidade de vida do ser humano. Queremos contribuir para esse bem-estar. Estamos de coração aberto para vos receber num espaço criado a pensar em vocês, onde o bom ambiente, a vontade de ver o cliente feliz e satisfeito são uma prioridade. Venham fazer-nos uma visita e desfrutar deste espaço. Vão ficar agradavelmente surpreendidos.
 
A EQUIPA VYBE
Alexandre Casimiro
Débora Miriam
Margarida Salabert
Vanessa Barriga
Pedro Cravo
Margarida Coelho
Patrícia Fernandes
João Paulo Garcia
Vânia Correia
Tiago Fonseca
André Mendes
Modificado em sábado, 14 setembro 2019 19:12