terça, 17 setembro 2019
Pelo segundo ano consecutivo há um português a vencer a Volta ao Alentejo Crédito Agrícola. Este domingo, 24 de Março, João Rodrigues (W52/FC Porto) confirmou o triunfo e inscreveu o nome no palmarés da prova como trigésimo sexto herói da "Alentejana", competição de grandes tradições em Portugal, organizada pela CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e a Podium Events.
É espetacular! Estou orgulhoso e não tenho palavras para descrever o espírito desta equipa que foi fantástica” reconheceu João Rodrigues, em Évora, onde terminou a derradeira etapa no quinto lugar. A viver um momento de cortar a respiração, o corredor azul e branco desvendou a estratégia do colectivo durante estes dias: “Apostaram em mim e no Raúl Alarcón e mesmo no Rafael Reis. Se o Rafael conseguisse passar no Cabeço do Mouro, ele no contrarrelógio é especialista e poderia ganhar vantagem em relação aos outros. Infelizmente ele não conseguiu. Eu e o Raúl andámos sempre na frente, não perdemos tempo em nenhum dia e no contrarrelógio consegui defender-me da melhor maneira. Hoje foi só chegar aqui com o pelotão para não perder tempo”.
Este triunfo do corredor algarvio permitiu à W52/FC Porto a primeira vitória de sempre na geral do Volta ao Alentejo, conseguindo ainda a vitória por equipas pelo segundo ano consecutivo.
 
Na classificação geral da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola, a última etapa não trouxe nenhuma alteração nos lugares da frente. O vencedor da edição anterior, Luís Mendonça (Radio Popular/Boavista), ficou-se pela segunda posição, com três segundos de diferença, mas conseguiu manter a liderança na classificação por pontos, pela regularidade ao longo dos cinco dias de prova, e levou para casa a Camisola Preta KIA. Raúl Alarcón manteve-se a quatro segundos do colega vencedor e garantiu o último lugar do pódio.
Não tendo esta última jornada qualquer contagem de montanha, James Fouche, da formação britânica patrocinada por Bradley Wiggins, assegurou o título de homem mais forte a subir, materializado na Camisola Castanha Delta Cafés, cor que conquistou na terceira etapa em Mora. Da formação norueguesa UNO-X, o sexto classificado no Campeonato do Mundo de sub-23, Tobias Foss, terminou como melhor jovem em prova, envergando a Camisola Branca Fundação INATEL.
 
A consagração azul e branca
Num dia em que o sol decidiu brindar a caravana e o público a uma temperatura que chegou aos 22ºC “beliscados” apenas por um vento ameno, um grupo de oito fugitivos animou boa parte da etapa que começou em Portalegre e durante quase 120 quilómetros esteve na frente. O pelotão atento sabia que conseguia controlar a situação para a 18 quilómetros da meta anular a fuga e depois ser um grupo compacto a lançar-se ao sprint no coração da cidade museu.
O basco Enrique Sanz (Euskadi Basque Country-Murias) que tinha vencido as duas primeiras etapas voltou a fazer história na “Alentejana” ao cruzar o risco de meta no paralelo da majestosa Praça do Giraldo, em Évora, novamente na primeira posição.
 
Modificado em segunda, 25 março 2019 17:02
A chegada a Odemira revelou que o Alentejo é terreno fértil para Enrique Sanz, da Euskadi Basque Country-Murias, que gosta de chegadas explosivas. O último quilómetro da segunda etapa da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola era duro mas para Sanz foi o ideal, com novo triunfo ao sprint. “Foram duas vitórias em duas etapas em que a equipa trabalhou muito bem o dia todo. Foi graças a eles que consegui este remate final”, declarou o espanhol, natural do país basco, admitindo que “ainda há outras etapas, inclusive o contrarrelógio, que se adaptam melhor a outro tipo de corredores, inclusive na minha equipa há quem faça melhor”. O jovem basco, que durante cinco temporadas correu na World Tour Movistar, voltou a sobrepor-se aos principais adversários deixando para trás Raúl Alarcon, da W52-FC Porto e Vicente Garcia de Mateus. A regularidade do corredor da Aviludo-Louletano fá-lo ascender ao segundo lugar da geral, empurrando para a terceira posição Luís Mendonça (Radio Popular-Boavista), ainda que todos estejam empatamos com o mesmo tempo.
 
Fuga morreu na praia
Se na etapa inaugural apenas um corredor encostou a bicicleta, apesar dos muitos episódios de queda registados no pelotão, nesta segunda etapa a lista de participantes perdeu mais seis elementos antes mesmo do arranque. De Mértola saíram 117 corredores a caminho do litoral alentejano, um percurso marcado por uma fuga longa de três elementos que começou com o suíço Cyrille Thiery (Swiss Racing Academy) a quem se juntou o espanhol Ibai Azurmendi (Euskadi) e o norte-americano da formação angolana BAI Sicasal Petro Luanda, Timothy Rugg. O pelotão encabeçado pela atenta formação do Camisola Amarela, a Euskadi Basque Country-Murias, anulou a fuga a cerca de 20 quilómetros da meta onde o suíço foi o último sobrevivente. A corrida passava no momento por Vila Nova de Milfontes.
Nem a investida da W52-FC Porto, a nove quilómetros da meta e em concreto de Raúl Alarcón já na aproximação à meta, foi capaz de travar Enrique Sanz que mantém a Camisola Amarela Crédito Agrícola e continua a comandar
também a classificação por pontos, Camisola Preta Kia.
Numa etapa sem qualquer prémio de montanha, a cerimónia de pódio também repetiu os protagonistas anteriores na classificação da montanha e da juventude, ambos do bloco Euskadi. O espanhol Antonio Soto é rei dos
trepadores, Camisola Castanha Delta Cafés, e o colombiano Sergio Higuita, lidera entre os mais jovens, Camisola Branca Fundação INATEL.
 
Romaria ao Alto Alentejo
A terceira etapa da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola despede-se do Litoral Alentejano esta sexta-feira, a partir de Santiago do Cacém, de onde os corredores partem com destino a Mora. As Metas Volantes estão em Grândola, Vendas Novas e Arraiolos, e há duas contagens para o Prémio de Montanha, a primeira em Alcácer do Sal e depois em Montemor-o-Novo, ambas de 4ª categoria. O terceiro dia de competição cumpre-se após 176,5 km com chegada prevista, pelo melhor horário, às 15:48 horas.
 
Modificado em segunda, 25 março 2019 10:51
O basco Enrique Sanz, da Euskadi Basque Country-Murias, de 29 anos, “driblou” pela esquerda os adversários e venceu o sprint da etapa inaugural da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola, após uns longos 208,1 quilómetros percorridos, esta quarta-feira, entre Montemor-o-Novo e Moura. “Já estávamos a contar com uma chegada ao sprint.  O objectivo era trabalharmos o mais tarde possível e assim fizemos. A equipa esteve perfeita e eu consegui rematar. Hoje desfruto da Amarela mas estou já a pensar no dia de amanhã. Temos de ser exigentes para conseguirmos sair daqui vencedores”, explicou o corredor natural de Orcoyen, na província basca de Navarro, que corre pela primeira vez a “Alentejana”. Luís Mendonça (Radio Popular/Boavista) e Vicente Garcia de Mateos (Aviludo-Louletano) foram os principais adversários do basco na recta da meta e terminaram imediatamente atrás. Os primeiros trinta e dois corredores foram cronometrados com o mesmo tempo do vencedor, Enrique Sanz. Por não haver bonificações, o espanhol parte para o segundo dia de competição de Amarelo mas sem qualquer vantagem temporal.
 
Uma fuga quase tão grande como a etapa
Alinharam à partida, em Montemor-o-Novo, 124 corredores em representação de 18 equipas. Percorridos apenas cinco quilómetros, formou-se uma fuga de quatro elementos, pouco depois reduzida a James Fouche (Team Wiggins Lecol) e Antonio Soto (Equipo Euskadi) que se mantiveram na frente chegando a ter mais de sete minutos de vantagem.
Após a passagem no único prémio de montanha do dia, no concelho de Portel, onde foi o primeiro a passar, o espanhol abdicou da fuga e Fouche assumiu sozinho a frente de corrida totalizando 172 quilómetros na frente. O neozelandês de 20 anos da equipa Wiggins foi alcançado a pouco mais de 30 quilómetros da meta.
Para além da Camisola Amarela Crédito Agrícola, Enrique Sanz garantiu ainda na chegada a Moura a Camisola Preta KIA da classificação por pontos.
Camisola Branca Fundação INATEL, símbolo da juventude, e a Camisola Castanha Delta Cafés, símbolo de liderança na montanha, foram ganhas por Sergio Higuita e Antonio Soto, ambos da Equipo Euskadi.
 
Litoral à vista
Da vila raiana de Mértola partirá o segundo dia da “Alentejana” que vai conduzir o pelotão à Costa Alentejana, sem vislumbrar qualquer montanha. Os 182,2 km serão “animados” por três Metas Volantes – Castro Verde, Aljustrel e Porto Covo – até alcançar Odemira, perto das 16 horas.
 
Modificado em segunda, 25 março 2019 11:32
Com mais de 70% dos municípios alentejanos envolvidos, a 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola promete um itinerário que, entre 20 e 24 de Março, cruza o Alto e o Baixo Alentejo com o Litoral Alentejano e o Alentejo Central.
 
Este ano, a CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, que delega a organização técnica na Podium Events, desafia o pelotão, composto por 126 atletas em representação de 18 equipas, a partir de Montemor-o-Novo para percorrer pouco mais de 800 quilómetros de imponentes planícies, pejadas de oliveiras e sobreiros, interrompidas a espaços pelos suaves e ondulantes montes alentejanos, até culminar na cidade museu de Évora – onde será coroado pela 23ª vez o vencedor da “Alentejana”.
 
O contrarrelógio, que incrementou no ano passado o formato da “Alentejana”, veio para ficar. “Apesar de desfrutarmos de cerca de 30 mil quilómetros quadrados numa das mais belas regiões do país, o Alentejo, manifestamente plano - salvo no norte alentejano onde só estaremos um dia - acaba por necessitar, para incutir mais competitividade à prova, de um contrarrelógio individual” é a convicção do Director de Prova, Joaquim Gomes.
 
O MAPA DA EPOPEIA A PEDAL
A 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola começa por desafiar a resistência dos corredores nas três primeiras etapas, depois convida os trepadores a ultrapassar a mais íngreme das subidas, o Cabeço do Mouro, em Portalegre, para em seguida tirar as teimas num contrarrelógio individual, em Castelo de Vide, que antecede a etapa de consagração.
 
1ª Etapa – 20 de Março (quarta-feira) - Montemor-o-Novo/Moura – 208,1 km 
A edição de 2019 da “Alentejana” inaugura-se em Montemor-o-Novo, cidade castelar que só uma vez na história deu princípio à prova, na 11ª edição, em 1993. A etapa mais longa desta edição cruza o Alentejo Central, a caminho de Moura, nesta edição a porta de entrada do Baixo Alentejo, onde vão terminar os 208,1 km da etapa. Com três metas volantes – Viana do Alentejo, Vidigueira e Reguengos de Monsaraz – e uma montanha de 4ª categoria no concelho de Portel, a conclusão da etapa acontece perto das 15:55 horas.
 
 
2ª Etapa – 21 de Março (quinta-feira) - Mértola/Odemira – 182,8 km
Da vila raiana de Mértola partirá o segundo dia de competição que conduz o pelotão à Costa Alentejana, sem vislumbrar qualquer montanha. Os 182,2 km serão “animados” por três Metas Volantes – Castro Verde, Aljustrel e Porto Covo – até alcançar Odemira, perto das 16 horas.
 
 
3ª Etapa – 22 de Março (sexta-feira) - Santiago do Cacém/ Mora – 176,5 km 
A terceira etapa despede-se do Litoral Alentejano a partir de Santiago do Cacém, de onde os corredores saem com destino a Mora. As Metas Volantes estão em Grândola, Vendas Novas e Arraiolos, e há duas contagens para o Prémio de Montanha, a primeira em Alcácer do Sal e a seguinte em Montemor-o-Novo, ambas de 4ª categoria. O terceiro dia de competição cumpre-se após 176,5 km com chegada prevista à linha de meta pelo melhor horário às 15:48 horas.
 
 
4ª Etapa – 23 de Março (sábado) - Ponte de Sor/Portalegre – 74,3 km 
O fim-de-semana começa em Ponte de Sor, que regressa ao convívio da “Alentejana” após 26 anos de ausência. O quarto dia de prova começa com uma etapa relativamente pequena mas com a exigência de duas montanhas, uma de 4ª categoria no Crato, e a 5,4 km da meta uma contagem de 2ª categoria, no Cabeço do Mouro. Antes da chegada a Portalegre, perto das 12:20 horas, os corredores ainda têm a Meta Volante de Alter do Chão.
 
 
5ª Etapa – 23 de Março (sábado) - Castelo de Vide/Castelo de Vide – 8,4 km
A jornada dupla de sábado tem no período da tarde o contrarrelógio de Castelo de Vide. A pitoresca vila, colocada no alto de um monte com muralhas medievais, proporciona uma muito decisiva luta contra o cronómetro de 8,4 km. À semelhança de 2018, arranca da variante à N246-1 para ascender à Ermida da Senhora da Penha, vencida a Serra de S. Paulo, para terminar junto ao Parque João José da Luz, no centro urbano.
 
 
6ª Etapa – 24 de Março - Portalegre/Évora – 152 km 
As derradeiras emoções da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola vivem-se a partir de Portalegre, de onde o pelotão parte para os 152 km finais, com Metas Volantes em Monforte, Borba e Redondo. A chegada e a entrega das camisolas, definitivos símbolos de líder, e do último Chapéu Alentejano acontece pelo quarto ano consecutivo na Praça do Giraldo, em Évora.
O autarca eborense Carlos Pinto de Sá sublinha que “neste ano em que arranca a 37ª edição da Volta ao Alentejo, a cidade de Évora prepara-se para um momento singular na sua existência, marcado pela afirmação da sua candidatura a Capital Europeia de Cultura”. “Esta candidatura, à semelhança da Alentejana, pretende ligar e congregar o Alentejo em torno dos grandes desígnios que fazem desta, uma região única no Mundo”, acrescenta o também presidente da CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central.
 
 
ÚLTIMOS VENCEDORES DA VOLTA AO ALENTEJO
2018Luís Mendonça (Aviludo/Louletano/ULI)
2017Carlos Barbero (Movistar Team)
2016Enric Mas (Klein Constantia)
2015Pawel Bernas (Activejet Team)
2014Carlos Barbero (Euskadi)
 
EQUIPAS NA 37ª VOLTA AO ALENTEJO CRÉDITO AGRÍCOLA
Para cumprir o desígnio de levar mais longe o território alentejano através da visibilidade mediática proporcionada pela prova e seus participantes, a 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola tem inscritas 18 equipas de diversas geografias. Neste lote estão todos os conjuntos profissionais portugueses e outras tantas formações vindas de fora.
 
Equipas participantes
Aviludo – Louletano (Portugal), Efapel (Portugal), LA Alumínios-LA Sport (Portugal), Miranda – Mortágua (Portugal), Rádio Popular – Boavista (Portugal), Sporting – Tavira (Portugal), UD Oliveirense- Inoutbuild (Portugal), Vito - Feirense - PNB (Portugal), Bai-Sicasal-Petro (Angola), Fundacion Euskadi (Espanha), Lokosphinx (Rússia), Differdange Geba (Luxemburgo), UNO X (Noruega), SRA (Suíça), e Team Wiggins (Reino Unido), todas do escalão Continental, W52-FC Porto (Portugal) e Euskadi Basque Country - Murias (Espanha), ambas do escalão Continental Profissional, e a Selecção U23 Great Britain (Reino Unido), a única equipa do escalão de Sub-23.
 
A competição é uma organização conjunta da CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e da Podium Events.
Modificado em quarta, 20 março 2019 16:57
O Departamento de Recrutamento do Sporting Clube de Portugal decidiu chamar os atletas Dinis Banha, Rafael Coelho e Levi Batista, todos do Clube de Futebol de Estremoz, e Tomás Tainhas, do Sporting Clube Arcoense, para comparecerem no próximo domingo, dia 13 de Janeiro, na Academia do clube verde e branco, em Alcochete, para efectuarem um jogo-treino de observação.
 
Os quatro atletas “convocados” pelo Departamento de Recrutamento do clube de Alvalade competem no escalão de Traquinas.
 
A mensagem dos clubes do concelho de Estremoz para os seus atletas é coincidente: desejos de “Boa sorte”, esperando que os jovens futebolistas “desfrutem desta oportunidade” mas acima de tudo que “se divirtam”. 
Modificado em quinta, 10 janeiro 2019 15:28
A poucos dias de iniciar mais uma Baja Portalegre 500, e que lhe poderá dar, desde já, o quarto título nacional absoluto de todo-o-terreno, António Maio anunciou que em 2019 estará presente no Rali Dakar, aquele que é ainda considerado por muitos, apesar de já não pisar solo africano, o maior evento de todo-o-terreno do mundo.
 
Esta será a estreia do piloto da Yamaha na mítica prova de todo-o-terreno, um projecto para o qual se tem vindo a preparar desde o ano passado, quando se estreou com sucesso no Merzouga Rally, uma prova que serve de ‘wild card’ para o Dakar.
 
Desde então, o piloto natural de São Tiago Rio de Moinhos, no concelho de Borba, tem participado de forma muito positiva em provas de navegação do Campeonato Nacional de Rally Raid, onde tem evoluído bastante na navegação.
 
O piloto, tricampeão nacional de TT, e que aos 32 anos divide a competição com uma carreira na GNR, vai participar no Dakar aos comandos de uma Yamaha WR 450 Rally.
 
Estou muito feliz por finalmente poder dar este passo rumo a um sonho que tinha já há alguns anos. Chegou finalmente a hora de participar na prova rainha do todo-o-terreno mundial e quero em primeiro lugar agradecer a todos os que de alguma forma contribuíram para tornar este sonho uma realidade. Irei dar o meu melhor sabendo que levo comigo para o Peru a força de todos os que torcem por mim”, afirmou António Maio em comunicado.
 
A 41ª edição do Rali Dakar vai decorrer de 6 a 17 de Janeiro de 2019, e contará com um total de 10 etapas (duas das quais maratona), todas disputadas integralmente no Peru. A cidade de Lima, será palco da partida e da chegada desta edição que terá um total de cinco mil quilómetros, três mil dos quais cronometrados.
 
Esta é a primeira vez, desde 2009, que o Dakar não vai contar com a Argentina no seu itinerário.
Modificado em sexta, 26 outubro 2018 01:10
No próximo sábado, dia 29 de setembro, a partir das 14:30 horas, no Campo Artur Jorge, em Arcos, o Sporting Clube Arcoense faz a apresentação das suas equipas jovens, nos escalões de Infantis, Traquinas e Benjamins.
 
Neste dia dedicado aos escalões de formação, e que se pretende de festa e convívio entre os mais jovens, o Arcoense contará com a presença do Calipolense, Terena e Estrela de Portalegre, nos três escalões.
 
Mas como os mais “velhos” não podem também passar sem a bola, o dia culmina com um jogo de veteranos entre a formação do Sporting Clube Arcoense e os algarvios do Grupo Desportivo de Lagoa, a realizar a partir das 18 horas.
 
Modificado em terça, 25 setembro 2018 12:37

Festa da Malha regressa a Évora

sexta, 14 setembro 2018 00:16
A Festa da Malha, evento cultural, social e desportivo que junta gerações em torno de uma actividade ancestral e bem enraizada nas tradições rurais alentejanas, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), está de regresso a Évora, realizando-se a sua 26ª edição, no próximo domingo, dia 16 de Setembro, no Rossio de S. Brás.
 
Recorde-se que foi em 1993 que se realizou pela primeira vez, em Évora, a Festa da Malha, na altura dinamizada pela extinta Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE). Desde então, a Festa da Malha, embora apresente um quadro competitivo, tem-se tornado no grande ponto de encontro dos amantes desta modalidade, em que a participação e o convívio são os factores mais importantes.
 
A Festa da Malha, que conta sempre com o apoio do município anfitrião e restantes concelhos da CIMAC, representa a afirmação de um jogo popular que é uma referência histórica entre as populações mais idosas e um verdadeiro ponto de encontro entre gerações do distrito de Évora.
 
Em Évora, o início das “hostilidades” está agendado para as 09:30 horas, depois da recepção de todas as comitivas. Os jogos desenrolam-se ao longo do dia e a cerimónia de entrega de prémios está prevista para as 17:30 horas.
 
A Festa da Malha, que ao longo das 25 edições anteriores já reuniu mais de 10 mil praticantes, surgiu da necessidade de envolver o maior número possível de praticantes deste jogo com grande tradição no Alentejo.
 
A malha tem origem remota e já se praticava na Grécia Antiga, tendo sido os romanos a introduzir esta prática na Península Ibérica.
 
O jogo, habitualmente, desenrola-se nos largos e praças das vilas e aldeias, em chão de terra batida, e ganhou grande popularidade no Alentejo, sendo praticado por homens, na esmagadora maioria, e por mulheres, de diversas idades.
 
Sem necessidade de árbitro, na malha são os jogadores que fazem cumprir regras antigas e as dúvidas resolvem-nas no diálogo, junto ao "xito".
Modificado em sexta, 14 setembro 2018 00:39
Realizou-se na passada sexta-feira, dia 10 de Agosto, na sede da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), o sorteio da primeira eliminatória da Taça de Portugal Placard, cujos jogos estão agendados para o dia 9 de Setembro.
 
O sorteio ditou que o Redondense Futebol Clube tenha de fazer uma deslocação às ilhas, mais concretamente aos Açores, para defrontar o Praiense, numa partida entre equipas que disputam o Campeonato de Portugal.
 
Ainda do distrito de Évora, ambas as formações defrontam equipas que disputam o Campeonato de Portugal. O Lusitano de Évora vai até Albufeira, onde irá defrontar o Ferreiras, o Juventude de Évora vai a Armação de Pêra para defrontar o Armacenenses, enquanto o União de Montemor recebe, vindo do litoral alentejano, o Vasco da Gama de Sines.
 
Em relação às equipas do distrito de Portalegre, e à semelhança do que acontece com as equipas do distrito eborense, ambas as formações defrontam equipas que disputam o Campeonato de Portugal. O CD Portalegrense 1925 desloca-se até Loures, e o GDR Gafetense recebe o CF Santa Iria, no Estádio Municipal de Gáfete.
 
As equipas do distrito de Beja vão fazer como que uma cimeira com equipas algarvias. O Moura vai até Loulé, defrontar o distrital Almancilense, enquanto o Aljustrelense recebe o Praia Milfontes, num jogo entre equipas dos campeonatos distritais.
 
Participam nesta ronda 112 clubes: 71 do Campeonato de Portugal e 41 dos campeonatos distritais.
Modificado em domingo, 12 agosto 2018 22:20