domingo, 25 agosto 2019
terça, 30 julho 2019 20:27

Alcáçovas já tem uma exposição permanente dedicada ao Fabrico de Chocalhos

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A exposição, que ocupa o 1º piso do Paço dos Henriques, está dividida em três partes A exposição, que ocupa o 1º piso do Paço dos Henriques, está dividida em três partes DR
Foi inaugurada no passado dia 26 de Julho, no Paço dos Henriques, em Alcáçovas, a exposição permanente dedicada ao Fabrico de Chocalhos, manifestação inscrita pela UNESCO como Património Mundial em 2015.
 
Presentes na cerimónia, para além do Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Bengalinha Pinto, estiveram ainda Paulo Lima, Coordenador do Projecto PAGUS, Rafael Alfenim, da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, e João Cavaleiro Ferreira, da Turismo do Alentejo e Ribatejo ERT.
 
Para Bengalinha Pinto, o projecto Museografia do PAGUS constitui mais um “veículo de divulgação, conservação e valorização do Fabrico de Chocalhos e dos mestres chocalheiros”. O autarca considera ainda tratar-se de um veículo importante também na “divulgação da nossa identidade cultural e do nosso património quer material, quer imaterial, não só deste concelho e da freguesia de Alcáçovas, em particular, mas também do nosso Alentejo e do nosso país”.
 
Para o Coordenador do Projecto, Paulo Lima, a exposição procura responder a uma série de questões que explicassem, nomeadamente “a história do edifício, o que é o chocalho, para que serve, quem o fez e faz, e o que é o património imaterial”. 
 
A exposição, que ocupa o 1º piso do Paço dos Henriques, está dividida em três partes: a primeira sala é dedicada ao fabrico de chocalhos, a segunda à paisagem sonora e sensorial que os chocalhos produzem e, a terceira sala, aos mestres chocalheiros. A exposição permanente contempla ainda três outras salas dedicadas ao conjunto artístico-arquitectónico, ao património e à memória oral, onde o visitante é convidado a depositar uma história biográfica.
 
Os espaços religiosos do Horto foram intervencionados de modo a melhorar a visita, tendo sido ainda colocada informação histórica no exterior.
 
De salientar que o projecto é suportado por uma plataforma digital, www.pagus.pt, cujos conteúdos estão dispersos, de forma autónoma, pela exposição em mesas digitais ou em QR-Codes (código de barras) no exterior. Esta plataforma é suportada por uma base de dados que aloja cerca de 30 mil registos de diferentes tipologias patrimoniais: natural, cultural (imóveis, objectos e imateriais) e documental.
Modificado em terça, 30 julho 2019 23:44

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