sábado, 16 dezembro 2017

Cante Alentejano é Património Cultural Imaterial da Humanidade há três anos

Escrito por  Publicado em Cultura terça, 21 novembro 2017 01:48
No dia 27 de Novembro celebram-se precisamente três anos desde a inscrição do Cante Alentejano na lista do Património Mundial da Humanidade No dia 27 de Novembro celebram-se precisamente três anos desde a inscrição do Cante Alentejano na lista do Património Mundial da Humanidade DR
A Câmara Municipal de Beja e o Centro UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Beja, celebram os três anos da classificação do Cante Alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade com um debate, diversas actuações e a exibição do filme "Os Cantadores de Paris".
 
No dia 26 de Novembro, domingo, pelas 18 horas, terá lugar no Teatro Pax Julia, a exibição do filme “Os Cantadores de Paris”, seguido de uma conversa com o realizador Tiago Pereira e uma actuação dos Cantadores do Desassossego. A entrada é livre.
 
No dia 27 de Novembro celebram-se precisamente três anos desde a inscrição do Cante Alentejano na lista do Património Mundial da Humanidade. As vozes que já chegavam ao céu a partir do Alentejo foram reconhecidas como bem universal. É um tempo curto que ainda dista deste dia memorável em Paris, mas não será cedo para começar a perceber o impacto que este reconhecimento estará a ter.
 
O Centro UNESCO em Beja, recebe a partir das 21:30 horas da próxima segunda-feira, uma sessão subordinada ao tema “O Cante e os Caminhos da Patrimonialização”. 
 
Janita Salomé, um dos homens do Cante, Ana Paula Amendoeira, Directora Regional de Cultura do Alentejo, Salwa Castelo-Branco, uma das coordenadoras da candidatura, e José Orta, Professor no Instituto Politécnico de Beja, que há muito participa deste mundo do Cante, são os convidados com os quais se vai pensar todo este processo e traçar ideias para o futuro.
 
O Centro UNESCO em Beja, no que toca ao Cante, assume o seu papel de preservação deste património numa base contínua, em estreita relação com os grupos corais, os verdadeiros agentes e guardiães deste património e em diálogo aberto com a comunidade. Esta sessão, que conta ainda com as actuações dos Mineiros de Aljustrel e do Grupo de Cantadores de Beringel, é mais um passo nesse sentido. 

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