sábado, 16 dezembro 2017
O palco que se encontra instalado no interior do Lago do Gadanha, em Estremoz, vai voltar a encher-se de cor, luz, som e movimento, na próxima sexta-feira, dia 10 de Julho, a partir das 22 horas, por ocasião do 23º GinarteDance.
 
Para além das diferentes classes da associação estremocense Ginarte (Lollipop, New Generation, Dream Team e Happy Life), a noite vai contar com a participação de diversos grupos convidados. O Sporting Clube Campomaiorense, o Grupo de Teatro de Amadores de Vila Viçosa, a Akademia EA, os S4D, os Ndance, os Dance4Fun, os Live in Colour, os Dance Kid e os Traquinas & All Star já confirmaram a sua presença neste espectáculo que marca o 33º aniversário do grupo de dança pioneiro na cidade branca do Alentejo.
 
Organizado pela Ginarte, a 23ª edição do GinarteDance conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, da União das Freguesias de Estremoz (Santa Maria e Santo André), do Intermarché de Estremoz e da Florista Bizé.
 
 
À região Alentejo, e no que diz respeito à área de Música, não foi considerado elegível nenhum dos projectos apresentados ao concurso “Apoio Directo Anual e Bienal 2015/2016”, concurso promovido pela Direcção Geral das Artes - DGARTES.
 
A notícia chegou no final do mês de Maio, e caiu que nem uma bomba no seio da direcção da Contemporaneus, associação para a promoção da arte contemporânea, entidade com sede em Estremoz, cuja principal actividade passa pela divulgação, através de inúmeras apresentações e concertos, da música clássica e contemporânea, e que também apresentou um projecto no âmbito deste concurso.
 
Mais que “perplexa” com esta decisão, como explicam num comunicado enviado às redacções e que o “Ardina do Alentejo” publica na íntegra, a direcção da Contemporaneus, associação “continuamente apoiada entre 2007 e 2014 pela DGARTES”, ficou “indignada” com estes resultados, não só porque “a Contemporaneus apresentou um projeto artístico de enorme qualidade e que tinha e tem todas as condições para ser elegível para apoio pela DGARTES”, mas também pelo facto da “região de cultura do Alentejo, que abarca quatro distritos (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal)”, ter ficado sem qualquer apoio directo anual, bienal e quadrienal, na área da música.
 
A Contemporaneus já fez saber que “lutará de todas as formas legais disponíveis para a correção desta situação” nem que para isso tenha “em última instância” de avançar para os tribunais.
 
Comunicado à Imprensa
 
No passado dia 29 de maio foram divulgados às entidades concorrentes os resultados finais homologados, (pela Diretora da Direção Geral das Artes Dr.ª Margarida Veiga), do concurso relativo à atribuição do Apoio Direto Anual e Bienal 2015/2016, área de Música. Resultados esses que se traduziram na atribuição de SETE apoios à região de Lisboa e Vale do Tejo, DOIS apoios à região Norte, DOIS apoios à região Centro, UM apoio à região do Algarve e ZERO APOIOS À REGIÃO DO ALENTEJO.
 
A Contemporaneus, entidade de programação e criação na área da música, continuamente apoiada pela DGARTES entre 2007 e 2014, sedeada na cidade de Estremoz (Alentejo), e concorrente a este concurso, ficou perplexa e INDIGNADA com estes resultados. Esta indignação advém dos seguintes factos:
1º - Com a homologação definitiva destes resultados a região de cultura do Alentejo, que abarca QUATRO DISTRITOS (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal), fica sem qualquer apoio Direto Anual, Bienal e Quadrienal, (na área da música), atribuído aos seus agentes culturais, traduzindo-se esta situação em graves prejuízos culturais, económicos e sociais.
 
Sendo um dos objetivos destes concursos a descentralização cultural, não entendemos como se pode homologar estes resultados, quando os mesmos promovem a seguinte distribuição de apoios às artes a nível nacional:
Alentejo: ZERO APOIOS
Algarve: um apoio bienal; dois apoios quadrienais
Centro: um apoio anual; um apoio bienal; dois apoios quadrienais
Lisboa e Vale do Tejo: sete apoios bienais; sete apoios quadrienais
Norte: dois apoios anuais; cinco apoios quadrienais
 
Num total de 28 apoios, 50 % estão concentrados numa região e uma das regiões tem ZERO APOIOS. Será esta estratégia de descentralização preconizada pelo júri convidado pela DGARTES e ratificada pela Direção desse organismo a mais correta?
 
2º - Porque a Contemporaneus apresentou um projeto artístico de enorme qualidade e que tinha e TEM TODAS AS CONDIÇÕES PARA SER ELEGÍVEL PARA APOIO PELA DGARTES, tal como vinha acontecendo desde o ANO DE 2007. Ficámos ainda mais convictos desse facto, após a leitura da apreciação feita pelo júri à nossa candidatura, dado que detetámos inúmeros erros de apreciação por parte do júri, que com a sua correção dariam a esta entidade os pontos suficientes para obterem o APOIO BIENAL.
 
Desses erros destacamos o seguinte: Com a atribuição dos 4 pontos relativos ao FATOR de MAJORAÇÃO da Circulação Internacional do projeto, a nossa candidatura passaria dos 59,3 % para os 62%, logo seria considerada elegível para apoio. O júri alegou como razão para não considerar este Fator de Majoração, e citamos, “O fator relativo à circulação internacional não foi verificado dado que o documento apresentado não menciona qual o projeto a acolher e a data de acolhimento”.
 
O documento apresentado é uma declaração com caráter vinculativo por parte do Conservatório de Música de Almendralejo, Extremadura, Espanha, a declarar que irá ser parceiro do projeto.
 
Realçamos também que não havia no regulamento qualquer menção ao facto de as declarações de parcerias terem de mencionar as datas e locais, porque todas essas informações estavam devidamente inscritas nos formulários da atividade. O júri não viu, porque não analisou o nosso projeto com a devida atenção e assim prejudicou uma entidade artística, colocando em causa o trabalho de trinta artistas, mas sobretudo IMPEDINDO O LIVRE ACESSO À CULTURA (MÚSICA) DE TODA UMA REGIÃO.
 
Todos os erros detetados na análise feita à nossa candidatura, seriam facilmente corrigidos caso a Diretora Geral das Artes não decidisse dispensar a fase de audiência de interessados. Invocando como justificação para a suspensão dessa audiência a necessidade de não atrasar ainda mais a atribuição dos apoios, dado o atraso verificado na avaliação das candidaturas por parte do júri, por forma a não colocar em causa a execução dos projetos. Não se preocupou a Diretora Geral das Artes em explicar os MOTIVOS DO ATRASO NA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS.
 
Reforçou ainda a sua justificação afirmando, e citamos, “..., o Estado através da Direção-Geral das Artes tem por missão a coordenação e execução das políticas de apoio às artes, promovendo e qualificando a criação artística e garantindo a universalidade da sua fruição, e tem com atribuição, entre outras, a promoção da igualdade de acesso às artes, assegurando a diversificação e descentralização da criação (...) e produção artística, bem como incentivando o desenvolvimento de mecanismos que estimulem e facilitem o acesso dos diferentes públicos;...”. Mas não reparou que os resultados que homologou deixaram uma região de Portugal, SEM APOIOS, LOGO SEM OS DIREITOS ACIMA DESCRITOS GARANTIDOS.
 
A Contemporaneus lutará de todas as formas legais disponíveis para a correção desta situação, para tal iremos proceder à reclamação do concurso nos termos do n.º 3 do artigo 191.º do novo Código Processo Administrativo bem como ao recurso hierárquico nos termos do n.º 2 do artigo 193.º do referido código. Apresentaremos ainda queixa junto do Provedor de Justiça, e em última instância iremos avançar para os Tribunais.
 
Procedemos igualmente ao pedido de reuniões com as seguintes entidades: Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Deputados à Assembleia da República dos Distritos de (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal), Primeiro-ministro, Secretário de Estado da Cultura, Diretora Regional de Cultura do Alentejo, Partidos com representação Parlamentar. Procedemos ainda à divulgação desta situação junto das associações de municípios do Alentejo, Presidentes das Autarquias do Alentejo, Comissão Europeia (Cultura).
Estremoz e o Teatro Bernardim Ribeiro vão receber a reposição de um dos maiores sucessos de Raul Solnado. A comédia “Vison Voador”, escrita por John Chapman e Ray Cooney e adaptada por Tozé Martinho e Teresa Wong, sobe ao palco da emblemática sala de espetáculos estremocense, no próximo dia 11 de Julho, quando forem 21.30 horas.
 
Esta comédia passa-se numa zona nobre da cidade. A chique loja de peles “Alasca” e o seu criador Dima vão deparar-se com a atribulada venda de um belíssimo casaco de vison!
 
Artur, o simpático e mulherengo sócio de Dima, pretende oferecer o belo casaco de vison à sua querida Zazá, mas quer que este seja comprado pelo seu marido Baguinha.
 
O que Artur não sabe é que a sua bela mulher, durante uma viagem de negócios, tornou-se amiga íntima do marido da sua amante.
 
Será fácil a Zazá ir para casa com o belo casaco de vison? Ou terá de recorrer a meios persuasivos e sedutores para o conseguir?
 
“Vison Voador” conta com interpretações de Tozé Martinho, Carla Janeiro, Paulo Matos, que assina a Direção Cénica, Rita Simões, Vítor Emanuel, Ana Paiva e Daniel Garcia.
 
Para mais informações ou reserva de bilhetes (de 10€ cada), devem os interessados contactar o 268 339 216 (Serviços Culturais), o 268 339 222 (Teatro Bernardim Ribeiro), o 268 339 227 (Posto de Turismo) ou o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .
 
Esta é uma produção da Aplaude Sucesso Produções, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
O Grupo de Teatro da CERCIEstremoz – “O Chocalho” apresenta no próximo dia 13 de Junho, a partir das 21.30 horas, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, a peça “Os 5 Elementos”.
 
A peça traduz-se na evolução do ser humano, no conhecimento do outro, do mundo, da natureza e dos seus elementos, da importância do amor como elemento aglutinador e essencial para a preservação da biodiversidade e, sobretudo, pela paz e respeito pela diferença.
 
Segundo a CERCIEstremoz, o grupo “O Chocalho” pretende “chocalhar” consciências e despertar sensibilidades. A peça “Os 5 elementos” será representada pelos actores Ana Raquel Gomes, Catarina Pereiros, Cátia Ferreira, Fernando Grilo, Fábio Cardoso, João Oliveira, Jorge Humberto Filipe, Luiseta Mira, Nelson Batanete, Paulo Carvalho, Pedro Cotovio, Raquel Marmelo, Roberto Ourelo e Teresa Albardeiro, estando a encenação e argumento a cargo de Paulo Alves Pereira, que também assina a dramaturgia, em colaboração com Maria Luísa Carraça.
 
Esta iniciativa é uma produção da CERCIEstremoz, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, da Universidade de Évora e do Instituto Nacional de Reabilitação. Os bilhetes já se encontram à venda nas bilheteiras do Teatro Bernardim Ribeiro, e têm um custo de 2 euros.
A barristica estremocense perdeu uma das suas grandes referências. Faleceu, na madrugada de hoje, Domingo, 7 de Junho, em Coimbra, aos 81 anos, Maria Luísa Conceição.
 
A artesã estremocense participava na XIII Feira de Artesanato de Coimbra, que decorria na cidade dos estudantes, no Parque Verde do Mondego.
 
Depois de se ter sentido indisposta, Maria Luísa foi transportada até uma unidade hospitalar da cidade, onde acabaria por ficar internada. Uma paragem cardiorrespiratória sofrida na passada madrugada foi a causa da morte daquela que era tida por muitos como a mais fiel barrista estremocense.
 
O corpo da artesã encontra-se na Capela do Anjo da Guarda, em frente à estação dos CTT, em Estremoz, de onde sairá o funeral, pelas 10 horas de amanhã, segunda-feira, dia 8,  para o cemitério de Estremoz.
 
Maria Luísa da Conceição nasceu na cidade de Estremoz em 1934. Desde o seu nascimento que tomou contacto directo com o barro, já que seu pai era neto do fundador da Olaria Alfacinha (1868-1995), Caetano Augusto da Conceição. Seu pai, mestre Mariano da Conceição, além de um exímio oleiro, foi quem fez renascer os bonecos de Estremoz, por intermédio de Sá Lemos, director da Escola de Artes e Ofícios de Estremoz, obtendo os conhecimentos para tal de uma velha bonequeira chamada Ana das Peles.
 
Depois da morte de seu pai (1959), foi sua tia Sabina Santos quem tomou nas mãos a continuidade da tradição bonequeira, e sua mãe, Liberdade da Conceição, um ano depois, decide também ela começar a modelar. Foi aos 6 anos de idade que Maria Luísa ajudou pela primeira vez sua mãe a pintar, quando esta preparava um conjunto de bonecos para irem para a Exposição do Mundo Português, em 1940.
 
Mais tarde, já nos anos 80, após sua tia Sabina se reformar, Maria Luísa da Conceição ocupa a antiga oficina desta na Rua Brito Capelo, deixando de fazer os bonecos na sua cozinha, como até aí tinha feito. Começa, então, de forma mais sistemática, a reproduzir os bonecos que tinha visto gerações da sua família fazerem.
 
A qualidade do seu trabalho foi reconhecido em Vila do Conde, no ano de 1991, com o 1º Prémio para melhor peça de artesanato, e em Janeiro de 2007 o 1º prémio para melhor peça na Exposição de Presépios, promovida pelo Museu de Viana do Castelo.
 
Deste 2007 que possuía a Carta de Reconhecimento de Artesãos do Concelho de Estremoz.
 
Em Agosto de 2008, recebeu a Medalha Prata de Mérito Municipal, da parte da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Era mãe de Jorge da Conceição, também ele barrista e vencedor do Prémio FIA - Feira Internacional de Artesanato 2014.

Faleceu o fadista João Braza

Escrito por quinta, 04 junho 2015 12:20

O conhecido fadista eborense João Braza, faleceu, aos 62 anos, no Hospital do Espirito Santo, em Évora, na noite de ontem, 3 de Junho, após um período de doença prolongada.
 
Considerado por muitos como o rei do improviso no mundo do fado, João Braza gravou vários discos e teve maior sucesso nas décadas de 80 e 90.
 
A morte já foi confirmada por familiares. O corpo do fadista está em câmara ardente na Igreja de Santiago, em Évora, estando o funeral marcado para esta sexta-feira, pelas 16 horas, para o Cemitério do Espinheiro.

Domingo há Corrida de Touros em Santa Eulália

Escrito por quarta, 03 junho 2015 23:32
A Praça de Touros de Santa Eulália, no concelho de Elvas, recebe no próximo Domingo, 7 de Junho, a partir das 17.30 horas, uma grandiosa Corrida de Touros de Gala à Antiga Portuguesa, comemorativa dos 120 anos da praça e cujas receitas revertem a favor da Associação Humanitária de Santa Eulália
 
O cortejo evocativo das touradas reais do Século XVIII conta com a participação da Banda 14 de Janeiro, de Elvas.
 
Na centenária praça do concelho de Elvas irão estar os cavaleiros João Moura, Joaquim Bastinhas, Rui Salvador, Sónia Matias, Pedro Salvador e Marcos Tenório Bastinhas.
 
Serão lidados seis touros da ganadaria de Santa Maria, que serão pegados pelos Amadores de Évora, pelos Académicos de Elvas e pelos Amadores de Monsaraz.
 
Esta corrida de touros é uma organização da Junta de Freguesia de Santa Eulália. Os bilhetes, cujo valor mínimo é de 15 euros, encontram-se à venda na secretaria da junta de freguesia local e no dia da corrida, nas bilheteiras da praça.
 
O Teatro Bernardim Ribeiro vai receber no próximo Sábado, dia 30 de Maio, a partir das 21.30 horas, a festa comemorativa do 31º aniversário da Rádio Despertar – Voz de Estremoz.
 
Pelo palco da mais emblemática sala de espectáculos estremocense, a convite da estação emissora estremocense, vão passar os artistas Sons do Minho, Iran Costa, Pedro Miguel, Grupo Pedrinhas de Arronches, e Traquinas & All Star.
 
Para mais informações e reservas de bilhetes, devem os interessados contactar a secretaria da Rádio Despertar, através do 268339454.
 
Esta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz
 
A organização do Festival do Crato 2015 acaba de confirmar as presenças de Soja e Carlão no cartaz.
 
Soja, a banda fenómeno do reggae americano, e Carlão, que virá a terras alentejanas apresentar o novo álbum "Quarenta", são as mais recentes confirmações do Festival do Crato 2015, fazendo companhia aos já anunciados James Arthur, Selah Sue, Linda Martini, D.A.M.A., Guano Apes e Carminho.
 
“Ardina do Alentejo” apresenta-lhe de seguida os nomes e as datas dos concertos já anunciados:
26 de Agosto - Carlão + Soja
27 de Agosto - Carminho + Selah Sue + James Arthur
28 de Agosto - D.A.M.A.
29 de Agosto - Linda Martini + Guano Apes
 
Entre os dias 26 e 29 de Agosto, a vila alentejana do distrito de Portalegre, alia um festival de música, nacional e internacional, ao artesanato e à gastronomia. A organização já anunciou que nesta edição do Festival do Crato haverá mais espaço e muito mais animação.
 

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