quarta, 23 agosto 2017
A empresa gestora do Campo Pequeno lançou um passatempo em que dá a possibilidade a um aficionado de conhecer os bastidores de uma corrida de toiros na principal praça do país.
 
Para além de ganhar uma visita guiada à praça, o vencedor deste passatempo receberá ainda um bilhete duplo para a Corrida de Homenagem ao Emigrante, que se realiza no próximo dia 6 de Agosto, pelas 22 horas, e que contará com a presença dos cavaleiros Vítor Ribeiro, Jacobo Botero e Miguel Moura, que lidarão seis magníficos touros da Ganadaria de Maria Guiomar Cortes Moura. Nessa noite, as pegas estarão a cargo dos grupos de forcados amadores do Aposento do Barrete Verde de Alcochete e das Caldas da Rainha.
 
Para participar neste passatempo, basta fazer uma publicação na página do Campo Pequeno na rede social Facebook, em www.facebook.com/CampoPequeno, e dizer porque deve ser o escolhido. Segundo a empresa do Campo Pequeno, os autores das três publicações com mais "gostos" até às 23 horas, do dia 4 de Agosto, ganham uma visita guiada à praça, que se realizará no dia 6 de Agosto, pelas 19 horas, e um bilhete duplo para assistirem à Corrida de Homenagem ao Emigrante.
 
A notícia foi avançada pelo “Farpas Blogue” e já foi confirmada ao “Ardina do Alentejo” pelo próprio Francisco Cortes: Está ultrapassado o diferendo que existia entre o Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Filipe Mourinha, e a família Maldonado Cortes. Segundo uma fonte ligada ao processo, o “cachimbo da paz” foi fumado na casa do também cavaleiro tauromáquico José Luís Cochicho.
 
Sendo assim, o cavaleiro estremocense Francisco Cortes vai poder finalmente actuar na renovada Praça de Touros de Estremoz, precisamente no ano em que comemora os seus 20 anos de alternativa. Esta será a 15ª actuação de Francisco Cortes na "sua" praça, como o próprio já referiu na sua página na rede social Facebook.
 
Francisco Cortes vai integrar o cartel da Corrida das Festas de Setembro, que o “Ardina do Alentejo” pode adiantar tratar-se da “I Grande Corrida do Clube de Caçadores de Estremoz”, e que está agendada para a tarde de Sábado, dia 5 de Setembro. Já assegurada está a presença, como cabeça de cartaz, do Maestro João Moura. O terceiro cavaleiro poderá ser António Ribeiro Telles.
 
Segundo avança o “Farpas Blogue”, Possidónio Matias, pai de Sónia Matias e sócio de João Pedro Bolota, na empresa "Aplaudir", empresa organizadora das corridas de touros na centenária Praça de Estremoz, e Abel Correia, apoderado de João Moura, estiveram reunidos na cidade branca do Alentejo, na tarde de ontem. Ainda segundo o blogue de Miguel Alvarenga, a reunião que serviu para ultimar todos os pormenores desta grande corrida que marca o regresso, 14 anos depois, de Francisco Cortes à praça da sua terra natal, contou com a presença do conhecido aficionado estremocense João Margalho, e Fernando Canto, apoderado de “Kiko” Cortes. 
 
Segundo informações recolhidas pelo “Ardina do Alentejo” não está afastada a possibilidade do Maestro José Maldonado Cortes participar nas cortesias, apadrinhando assim os 20 anos de alternativa do seu filho e comemorando os seus 50 anos de alternativa.

Evoramonte recebe XVI Festival de Folclore

Escrito por sábado, 11 julho 2015 13:22
A Praça dos Aviadores, em Evoramonte, recebe no dia de hoje, 11 de Julho, a partir das 21 horas, a 16ª edição do Festival de Folclore desta freguesia do concelho de Estremoz.
 
Para além do anfitrião, o Grupo Folclórico “A Convenção”, o XVI Festival de Folclore de Evoramonte contará com a presença do Rancho Típico Sambrasense, de São Brás de Alportel, do Rancho Folclórico Camponeses, de Montessão, do Rancho Folclórico de S. Martinho do Bispo, de Coimbra, do Rancho Folclórico da Juventude Atalaiense, da Atalaia e do Rancho Folclórico da Bela Vista, de Gáfete.
 
Este festival é uma organização do Grupo Folclórico “A Convenção”, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz e da Junta de Freguesia de Evoramonte.
 
O palco que se encontra instalado no interior do Lago do Gadanha, em Estremoz, vai voltar a encher-se de cor, luz, som e movimento, na próxima sexta-feira, dia 10 de Julho, a partir das 22 horas, por ocasião do 23º GinarteDance.
 
Para além das diferentes classes da associação estremocense Ginarte (Lollipop, New Generation, Dream Team e Happy Life), a noite vai contar com a participação de diversos grupos convidados. O Sporting Clube Campomaiorense, o Grupo de Teatro de Amadores de Vila Viçosa, a Akademia EA, os S4D, os Ndance, os Dance4Fun, os Live in Colour, os Dance Kid e os Traquinas & All Star já confirmaram a sua presença neste espectáculo que marca o 33º aniversário do grupo de dança pioneiro na cidade branca do Alentejo.
 
Organizado pela Ginarte, a 23ª edição do GinarteDance conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, da União das Freguesias de Estremoz (Santa Maria e Santo André), do Intermarché de Estremoz e da Florista Bizé.
 
 
À região Alentejo, e no que diz respeito à área de Música, não foi considerado elegível nenhum dos projectos apresentados ao concurso “Apoio Directo Anual e Bienal 2015/2016”, concurso promovido pela Direcção Geral das Artes - DGARTES.
 
A notícia chegou no final do mês de Maio, e caiu que nem uma bomba no seio da direcção da Contemporaneus, associação para a promoção da arte contemporânea, entidade com sede em Estremoz, cuja principal actividade passa pela divulgação, através de inúmeras apresentações e concertos, da música clássica e contemporânea, e que também apresentou um projecto no âmbito deste concurso.
 
Mais que “perplexa” com esta decisão, como explicam num comunicado enviado às redacções e que o “Ardina do Alentejo” publica na íntegra, a direcção da Contemporaneus, associação “continuamente apoiada entre 2007 e 2014 pela DGARTES”, ficou “indignada” com estes resultados, não só porque “a Contemporaneus apresentou um projeto artístico de enorme qualidade e que tinha e tem todas as condições para ser elegível para apoio pela DGARTES”, mas também pelo facto da “região de cultura do Alentejo, que abarca quatro distritos (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal)”, ter ficado sem qualquer apoio directo anual, bienal e quadrienal, na área da música.
 
A Contemporaneus já fez saber que “lutará de todas as formas legais disponíveis para a correção desta situação” nem que para isso tenha “em última instância” de avançar para os tribunais.
 
Comunicado à Imprensa
 
No passado dia 29 de maio foram divulgados às entidades concorrentes os resultados finais homologados, (pela Diretora da Direção Geral das Artes Dr.ª Margarida Veiga), do concurso relativo à atribuição do Apoio Direto Anual e Bienal 2015/2016, área de Música. Resultados esses que se traduziram na atribuição de SETE apoios à região de Lisboa e Vale do Tejo, DOIS apoios à região Norte, DOIS apoios à região Centro, UM apoio à região do Algarve e ZERO APOIOS À REGIÃO DO ALENTEJO.
 
A Contemporaneus, entidade de programação e criação na área da música, continuamente apoiada pela DGARTES entre 2007 e 2014, sedeada na cidade de Estremoz (Alentejo), e concorrente a este concurso, ficou perplexa e INDIGNADA com estes resultados. Esta indignação advém dos seguintes factos:
1º - Com a homologação definitiva destes resultados a região de cultura do Alentejo, que abarca QUATRO DISTRITOS (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal), fica sem qualquer apoio Direto Anual, Bienal e Quadrienal, (na área da música), atribuído aos seus agentes culturais, traduzindo-se esta situação em graves prejuízos culturais, económicos e sociais.
 
Sendo um dos objetivos destes concursos a descentralização cultural, não entendemos como se pode homologar estes resultados, quando os mesmos promovem a seguinte distribuição de apoios às artes a nível nacional:
Alentejo: ZERO APOIOS
Algarve: um apoio bienal; dois apoios quadrienais
Centro: um apoio anual; um apoio bienal; dois apoios quadrienais
Lisboa e Vale do Tejo: sete apoios bienais; sete apoios quadrienais
Norte: dois apoios anuais; cinco apoios quadrienais
 
Num total de 28 apoios, 50 % estão concentrados numa região e uma das regiões tem ZERO APOIOS. Será esta estratégia de descentralização preconizada pelo júri convidado pela DGARTES e ratificada pela Direção desse organismo a mais correta?
 
2º - Porque a Contemporaneus apresentou um projeto artístico de enorme qualidade e que tinha e TEM TODAS AS CONDIÇÕES PARA SER ELEGÍVEL PARA APOIO PELA DGARTES, tal como vinha acontecendo desde o ANO DE 2007. Ficámos ainda mais convictos desse facto, após a leitura da apreciação feita pelo júri à nossa candidatura, dado que detetámos inúmeros erros de apreciação por parte do júri, que com a sua correção dariam a esta entidade os pontos suficientes para obterem o APOIO BIENAL.
 
Desses erros destacamos o seguinte: Com a atribuição dos 4 pontos relativos ao FATOR de MAJORAÇÃO da Circulação Internacional do projeto, a nossa candidatura passaria dos 59,3 % para os 62%, logo seria considerada elegível para apoio. O júri alegou como razão para não considerar este Fator de Majoração, e citamos, “O fator relativo à circulação internacional não foi verificado dado que o documento apresentado não menciona qual o projeto a acolher e a data de acolhimento”.
 
O documento apresentado é uma declaração com caráter vinculativo por parte do Conservatório de Música de Almendralejo, Extremadura, Espanha, a declarar que irá ser parceiro do projeto.
 
Realçamos também que não havia no regulamento qualquer menção ao facto de as declarações de parcerias terem de mencionar as datas e locais, porque todas essas informações estavam devidamente inscritas nos formulários da atividade. O júri não viu, porque não analisou o nosso projeto com a devida atenção e assim prejudicou uma entidade artística, colocando em causa o trabalho de trinta artistas, mas sobretudo IMPEDINDO O LIVRE ACESSO À CULTURA (MÚSICA) DE TODA UMA REGIÃO.
 
Todos os erros detetados na análise feita à nossa candidatura, seriam facilmente corrigidos caso a Diretora Geral das Artes não decidisse dispensar a fase de audiência de interessados. Invocando como justificação para a suspensão dessa audiência a necessidade de não atrasar ainda mais a atribuição dos apoios, dado o atraso verificado na avaliação das candidaturas por parte do júri, por forma a não colocar em causa a execução dos projetos. Não se preocupou a Diretora Geral das Artes em explicar os MOTIVOS DO ATRASO NA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS.
 
Reforçou ainda a sua justificação afirmando, e citamos, “..., o Estado através da Direção-Geral das Artes tem por missão a coordenação e execução das políticas de apoio às artes, promovendo e qualificando a criação artística e garantindo a universalidade da sua fruição, e tem com atribuição, entre outras, a promoção da igualdade de acesso às artes, assegurando a diversificação e descentralização da criação (...) e produção artística, bem como incentivando o desenvolvimento de mecanismos que estimulem e facilitem o acesso dos diferentes públicos;...”. Mas não reparou que os resultados que homologou deixaram uma região de Portugal, SEM APOIOS, LOGO SEM OS DIREITOS ACIMA DESCRITOS GARANTIDOS.
 
A Contemporaneus lutará de todas as formas legais disponíveis para a correção desta situação, para tal iremos proceder à reclamação do concurso nos termos do n.º 3 do artigo 191.º do novo Código Processo Administrativo bem como ao recurso hierárquico nos termos do n.º 2 do artigo 193.º do referido código. Apresentaremos ainda queixa junto do Provedor de Justiça, e em última instância iremos avançar para os Tribunais.
 
Procedemos igualmente ao pedido de reuniões com as seguintes entidades: Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Deputados à Assembleia da República dos Distritos de (Beja, Évora, Portalegre e Setúbal), Primeiro-ministro, Secretário de Estado da Cultura, Diretora Regional de Cultura do Alentejo, Partidos com representação Parlamentar. Procedemos ainda à divulgação desta situação junto das associações de municípios do Alentejo, Presidentes das Autarquias do Alentejo, Comissão Europeia (Cultura).
Estremoz e o Teatro Bernardim Ribeiro vão receber a reposição de um dos maiores sucessos de Raul Solnado. A comédia “Vison Voador”, escrita por John Chapman e Ray Cooney e adaptada por Tozé Martinho e Teresa Wong, sobe ao palco da emblemática sala de espetáculos estremocense, no próximo dia 11 de Julho, quando forem 21.30 horas.
 
Esta comédia passa-se numa zona nobre da cidade. A chique loja de peles “Alasca” e o seu criador Dima vão deparar-se com a atribulada venda de um belíssimo casaco de vison!
 
Artur, o simpático e mulherengo sócio de Dima, pretende oferecer o belo casaco de vison à sua querida Zazá, mas quer que este seja comprado pelo seu marido Baguinha.
 
O que Artur não sabe é que a sua bela mulher, durante uma viagem de negócios, tornou-se amiga íntima do marido da sua amante.
 
Será fácil a Zazá ir para casa com o belo casaco de vison? Ou terá de recorrer a meios persuasivos e sedutores para o conseguir?
 
“Vison Voador” conta com interpretações de Tozé Martinho, Carla Janeiro, Paulo Matos, que assina a Direção Cénica, Rita Simões, Vítor Emanuel, Ana Paiva e Daniel Garcia.
 
Para mais informações ou reserva de bilhetes (de 10€ cada), devem os interessados contactar o 268 339 216 (Serviços Culturais), o 268 339 222 (Teatro Bernardim Ribeiro), o 268 339 227 (Posto de Turismo) ou o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .
 
Esta é uma produção da Aplaude Sucesso Produções, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
O Grupo de Teatro da CERCIEstremoz – “O Chocalho” apresenta no próximo dia 13 de Junho, a partir das 21.30 horas, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, a peça “Os 5 Elementos”.
 
A peça traduz-se na evolução do ser humano, no conhecimento do outro, do mundo, da natureza e dos seus elementos, da importância do amor como elemento aglutinador e essencial para a preservação da biodiversidade e, sobretudo, pela paz e respeito pela diferença.
 
Segundo a CERCIEstremoz, o grupo “O Chocalho” pretende “chocalhar” consciências e despertar sensibilidades. A peça “Os 5 elementos” será representada pelos actores Ana Raquel Gomes, Catarina Pereiros, Cátia Ferreira, Fernando Grilo, Fábio Cardoso, João Oliveira, Jorge Humberto Filipe, Luiseta Mira, Nelson Batanete, Paulo Carvalho, Pedro Cotovio, Raquel Marmelo, Roberto Ourelo e Teresa Albardeiro, estando a encenação e argumento a cargo de Paulo Alves Pereira, que também assina a dramaturgia, em colaboração com Maria Luísa Carraça.
 
Esta iniciativa é uma produção da CERCIEstremoz, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, da Universidade de Évora e do Instituto Nacional de Reabilitação. Os bilhetes já se encontram à venda nas bilheteiras do Teatro Bernardim Ribeiro, e têm um custo de 2 euros.
A barristica estremocense perdeu uma das suas grandes referências. Faleceu, na madrugada de hoje, Domingo, 7 de Junho, em Coimbra, aos 81 anos, Maria Luísa Conceição.
 
A artesã estremocense participava na XIII Feira de Artesanato de Coimbra, que decorria na cidade dos estudantes, no Parque Verde do Mondego.
 
Depois de se ter sentido indisposta, Maria Luísa foi transportada até uma unidade hospitalar da cidade, onde acabaria por ficar internada. Uma paragem cardiorrespiratória sofrida na passada madrugada foi a causa da morte daquela que era tida por muitos como a mais fiel barrista estremocense.
 
O corpo da artesã encontra-se na Capela do Anjo da Guarda, em frente à estação dos CTT, em Estremoz, de onde sairá o funeral, pelas 10 horas de amanhã, segunda-feira, dia 8,  para o cemitério de Estremoz.
 
Maria Luísa da Conceição nasceu na cidade de Estremoz em 1934. Desde o seu nascimento que tomou contacto directo com o barro, já que seu pai era neto do fundador da Olaria Alfacinha (1868-1995), Caetano Augusto da Conceição. Seu pai, mestre Mariano da Conceição, além de um exímio oleiro, foi quem fez renascer os bonecos de Estremoz, por intermédio de Sá Lemos, director da Escola de Artes e Ofícios de Estremoz, obtendo os conhecimentos para tal de uma velha bonequeira chamada Ana das Peles.
 
Depois da morte de seu pai (1959), foi sua tia Sabina Santos quem tomou nas mãos a continuidade da tradição bonequeira, e sua mãe, Liberdade da Conceição, um ano depois, decide também ela começar a modelar. Foi aos 6 anos de idade que Maria Luísa ajudou pela primeira vez sua mãe a pintar, quando esta preparava um conjunto de bonecos para irem para a Exposição do Mundo Português, em 1940.
 
Mais tarde, já nos anos 80, após sua tia Sabina se reformar, Maria Luísa da Conceição ocupa a antiga oficina desta na Rua Brito Capelo, deixando de fazer os bonecos na sua cozinha, como até aí tinha feito. Começa, então, de forma mais sistemática, a reproduzir os bonecos que tinha visto gerações da sua família fazerem.
 
A qualidade do seu trabalho foi reconhecido em Vila do Conde, no ano de 1991, com o 1º Prémio para melhor peça de artesanato, e em Janeiro de 2007 o 1º prémio para melhor peça na Exposição de Presépios, promovida pelo Museu de Viana do Castelo.
 
Deste 2007 que possuía a Carta de Reconhecimento de Artesãos do Concelho de Estremoz.
 
Em Agosto de 2008, recebeu a Medalha Prata de Mérito Municipal, da parte da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Era mãe de Jorge da Conceição, também ele barrista e vencedor do Prémio FIA - Feira Internacional de Artesanato 2014.

Faleceu o fadista João Braza

Escrito por quinta, 04 junho 2015 12:20

O conhecido fadista eborense João Braza, faleceu, aos 62 anos, no Hospital do Espirito Santo, em Évora, na noite de ontem, 3 de Junho, após um período de doença prolongada.
 
Considerado por muitos como o rei do improviso no mundo do fado, João Braza gravou vários discos e teve maior sucesso nas décadas de 80 e 90.
 
A morte já foi confirmada por familiares. O corpo do fadista está em câmara ardente na Igreja de Santiago, em Évora, estando o funeral marcado para esta sexta-feira, pelas 16 horas, para o Cemitério do Espinheiro.

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