terça, 21 agosto 2018

Luzitana celebra chegada da Primavera com concerto

Escrito por %PM, %14 %611 %2016 %14:%Abr.
O Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte recebe, no próximo dia 16 de Abril, pelas 21.30 horas, um Concerto de Primavera pela Sociedade Filarmónica Luzitana.
 
Tendo como objectivo celebrar a chegada da estação das flores, a Luzitana preparou um grande concerto para receber este período em que a natureza fica mais bela.  
 
Esta iniciativa é uma organização da Sociedade Filarmónica Luzitana com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 
E é já amanhã, Sábado, dia 9 de Abril, pelas 21.30 horas, que o actor estremocense Cláudio Henriques, acompanhado por Miguel Santos e Sara Felício, vai pisar o palco do "seu" Teatro Bernardim Ribeiro, para apresentar o espectáculo “Uma Rua em St. Louis”.
 
Eugene, um escritor reconhecido e louvado, quer pela sua fluência de linguagem, quer pelo carácter implacavelmente autobiográfico das suas narrativas, prepara-se para escrever sobre o episódio de infância em que perdeu o seu irmão Grover. Obcecado com os pormenores dessa perda, numa breve estadia em St. Louis - outrora uma cidade encantada à beira-rio - convoca a mãe e o seu outro irmão, Robert, para uma travessia por um território, físico e íntimo, que se afigura demasiado grande para que se consiga agarrar, segurar, dar forma. Eis o desafio de Eugene: reconstituir o passado, como quem regressa a um lugar familiar sabendo que não deveria ter regressado.
 
"Uma Rua em Saint Louis" é a adaptação para teatro da novela "The Lost Boy", de Thomas Wolfe, um dos principais escritores norte-americanos da primeira metade do século XX, cuja morte precoce e uma posterior crítica literária, algo negligente, o lançaram numa espécie de obscuridade literária.
 
Com adaptação e encenação de Paulo Tavares, assistência de Hugo Magro, produção de Rosa Azevedo, "Uma Rua em Saint Louis" conta com interpretações de Cláudio Henriques, Miguel Santos e Sara Felício.
 
Este espectáculo, cujo preço dos bilhetes é de 7 euros, é uma produção do Colectivo Prisma e da Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para "Uma Rua em Saint Louis", devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
No próximo Sábado, dia 2 de Abril, pelas 21.30 horas, a Contemporaneus apresenta no Teatro Bernardim Ribeiro, “Trio”, um espectáculo de música de câmara.
 
Tendo por base a sonoridade do clarinete, violino e piano, inúmeros compositores ao longo dos últimos 100 anos escreveram obras para esta formação.
 
Neste concerto será possível escutar obras de Igor Stravinsky, Béla Bártok, Aram Khachaturian e Theo Jamieson.
 
O concerto inicia-se com a suite de “L'Histoire du Soldat”, de I. Stravinsky. Esta obra foi na sua versão original composta para um bailarino, três actores e sete instrumentos, a partir de um conto tradicional russo. A suite para violino, clarinete e piano foi composta em 1919, um ano após a estreia da versão original, e é uma selecção de cinco andamentos a partir dos treze da versão original.
 
Aram Khachaturian era um pilar da criação musical soviética, com ideais que defendiam que a arte devia ser acessível a todos de forma a integrar as minorias nacionais em toda a União Soviética. O “Trio” apresentado neste concerto foi composto em 1932, quando ele ainda estudava no conservatório de Moscovo. 
 
O compositor húngaro Béla Bartók foi altamente influenciado pela música folclórica do seu país. “Contrasts” foi escrito para clarinete, violino e piano em 1938 e é baseado em melodias de dança húngara e romena. Bartók escreveu a obra em resposta a uma carta do violinista Joseph Szigeti, embora tenha sido o clarinetista Benny Goodman que a encomendou oficialmente.
 
A interpretação destas obras estará a cargo de Rúben Marques Jacinto (Clarinete), Vera Batista (Piano) e David Montes (Violino).
 
Os bilhetes já se encontram à venda e têm os seguintes preços:
Compra antecipada (até dia 1 de Abril) - 7 euros (bilhete normal) e 6 euros (bilhete desconto para menores de 18 anos e maiores de 65 anos)
Compra no dia do concerto - 8 euros (bilhete normal) e 7 euros (bilhete desconto para menores de 18 anos e maiores de 65 anos)
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para este espectáculo de música de câmara, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
 
SOBRE A CONTEMPORANEUS, ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA
A Contemporaneus, associação para a promoção da arte contemporânea, criada em 2005, surgiu do trabalho desenvolvido pelos músicos fundadores do "Ensemble Contemporaneus" com o objectivo de criar uma estrutura que o dirigisse administrativa e artisticamente e, simultaneamente, permitisse o desenvolvimento de um projecto artístico mais amplo e diversificado que a exclusiva actividade musical do ensemble. Desde então, a associação tem funcionado como fonte de criação artística, divulgando e dinamizando a música contemporânea portuguesa e trabalhando, sobretudo, na criação de hábitos regulares de fruição artística junto do público, para que o direito e livre acesso à cultura descritos na Constituição seja uma realidade para todos. Assim, e com o objectivo de promover a arte e os artistas contemporâneos, a associação tem realizado trabalho junto de autarquias, teatros, escolas, associações e outros agentes culturais, desenvolvendo e estimulando a prática musical. Através dos seus projectos, a Contemporaneus pretende então ser um espaço do conhecimento, da prática e da actualidade artística, com uma programação cultural dinâmica, regular e diversificada.

Festival Taurino em Monforte no Domingo de Páscoa

Escrito por %PM, %19 %568 %2016 %12:%Mar.
No Domingo de Páscoa, dia 27 de Março, todos os caminhos da tauromaquia vão dar à Praça de Touros João Moura Pai, em Monforte, onde terá lugar, a partir das 16 horas, um grandioso Festival Taurino organizado pelo grupo de forcados local, e que contará com a presença dos cavaleiros Luís Rouxinol, António Brito Paes, Marcos Bastinhas, Duarte Pinto, João Maria Branco e Jacobo Botero, que lidarão seis imponentes toiros das ganadarias Pinto Barreiros e São Torcato.
 
As pegas estarão a cargo dos Grupos de Forcados Amadores de Portalegre, Arronches e Monforte.
 
O festival será abrilhantado pela banda da Sociedade Filarmónica Estremocense - União.
 
Os bilhetes para este festival taurino já se encontram à venda no Posto de Turismo de Monforte.

Há Baile da Pinha na Glória

Escrito por %PM, %10 %945 %2016 %21:%Mar.
A associação “Glória Jovem”, na expectativa de ir ao encontro de um dos objectivos primordiais pela qual se rege, o reavivar de tradições e costumes junto da população jovem de forma a que estas não se percam no tempo, tendo como base a criação de um elo de ligação entre as várias gerações que constituem a sua comunidade, promove no próximo dia 19 de Março, pelas 22 horas, no salão da Junta de Freguesia de Glória, o tradicional Baile da Pinha.
 
A animação vai estar a cargo do trio “Os ARA”.
 
Esta é uma iniciativa que conta com os apoios da Junta de Freguesia de Glória, da Câmara Municipal de Estremoz, de diverso comércio, do jornal “Brados do Alentejo” e do portal de informação “Ardina do Alentejo”. 
Já está praticamente fechado o cartel da tradicional Corrida de Touros integrada na FIAPE – Feira Internacional Agropecuária de Estremoz.
 
Segundo avança o site taurino “Touro e Ouro”, no dia 30 de Abril, marcam presença na centenária Praça de Touros de Estremoz, os cavaleiros Luís Rouxinol, João Moura Caetano e Marcos Tenório Bastinhas.
 
Por definir estão apenas os três grupos de forcados que serão responsáveis pelas pegas a um imponente curro de touros de Sommer d’Andrade. O site da responsabilidade de Solange Pinto adianta que os homens das jaquetas das ramagens serão alentejanos.

Ana Moura dá concerto em Elvas

Escrito por %AM, %25 %135 %2016 %02:%Fev.
O Coliseu Comendador Rondão de Almeida, em Elvas, vai receber no próximo dia 19 de Março, a partir das 22 horas, um concerto da fadista ribatejana Ana Moura.
 
Ana Moura, que é natural de Coruche, regressa assim ao Alentejo para apresentar as canções do seu sexto álbum, editado em Portugal em Novembro de 2015 e que inclui temas como “Dia de Folga”, que já conta com mais de um milhão de visualizações no canal online da artista no You Tube, e “Tens os Olhos de Deus”, tema composto por Pedro Abrunhosa e cujo vídeo estreia no canal Vevo da fadista, a 3 de Março.
 
"Moura", que dá título ao CD é também o título da canção que encerra o disco, com letra do escritor José Eduardo Agualusa e música do artista angolano Toty Sa'Med.
 
Nesta digressão, que para além de Elvas irá passar também pela cidade alentejana de Évora, a 1 de Abril, Ana Moura é acompanhada pelos músicos Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola), André Moreira (baixo), João Gomes (teclados), Mário Costa (bateria) e Mário Barreiros (guitarra elétrica).
 
Os bilhetes para o concerto, cujos valores são de 20 euros para a plateia, 15 euros para o primeiro anel e 10 euros para o segundo anel já se encontram à venda no Posto de Turismo de Elvas, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas.
 
E nos locais habituais: www.ticketline.sapo.pt, FNAC, Agência de Viagens Abreu, Worten, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Comercial Dolce Vita, Centro Comercial Mundicenter, El Corte Inglês e Supercor, Galeria do Campo Pequeno, MM Ticket, U Ticketline, C.C.B, Time Out Mercado da Ribeira, Shopping Cidade do Porto, Fórum Aveiro e Ask Me Lisboa.
 
No dia do espectáculo, e como habitualmente, haverá bilhetes à venda nas bilheteiras do Coliseu.

Recital de Guitarra no Teatro Bernardim Ribeiro

Escrito por %AM, %24 %110 %2016 %01:%Fev.
Produzido pela Contemporaneus, e contando com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, realiza-se no próximo dia 27 de Fevereiro, a partir das 21.30 horas, na mais emblemática sala de espectáculos da cidade estremocense, o Teatro Bernardim Ribeiro, um Recital de Guitarra pelos Solistas do Ensemble.
 
Ricardo Batista integra, desde 2013, o Ensemble Contemporaneus. Neste recital de guitarra solo interpretará obras de Mauro Giuliani, Napoléon Coste, Joaquín Turina, Astor Piazzolla e Jacques Hétu. Um repertório diversificado que abarca diferentes géneros e épocas da história da música, desde o classicismo com as obras de Mauro Giuliani, (compositor italiano considerado um dos grandes virtuosos da guitarra) e de Napoléon Coste, à música do século XX de Nikita Koshkin e Roland Dyens.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para este Recital de Guitarra, cujo preço é de 6 euros, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.

Concerto inesquecível de José Cid em Estremoz

Escrito por %AM, %21 %095 %2016 %01:%Fev.
74. 105. 500.
 
Estes são três números que marcam definitivamente o espectáculo de José Cid, ontem, dia 19 de Fevereiro, em Estremoz, numa organização da empresa Cara Linda Produções, propriedade de Flávio Silva.
 
Aos 74 anos de idade, aquele que é considerado por muitos um dos maiores cantautores de sempre da música portuguesa esteve 105 minutos, uma hora e quarenta e cinco minutos, em cima do palco, de pé, a tocar êxitos da sua já longa carreira e alguns inéditos, perante a admiração e o entusiasmo das cerca de 500 pessoas que marcaram presença no espaço SelRest, e que não quiseram perder a oportunidade de assistir ao concerto do único artista nacional, a cantar a solo, que atravessa gerações. José Cid elogiou várias vezes o público estremocense durante o concerto, dizendo ter sido o “melhor público que teve em 2016”.
 
A Cabana junto à Praia”, “Um grande, grande amor”, “Vem viver a vida amor”, “Como o macaco gosta de banana”, “Menino Prodígio” e “No dia em que o rei fez anos” foram alguns dos temas interpretados por José Cid. Pelo meio, e antes da despedida ao som do inevitável “Nasci prá música”, o Tio Cid chamou ao palco o estremocense José Gonçalez para com ele cantar dois temas, “Brazões de Portugal” e “Também já fui menino”, este último musicado por José Cid, para o álbum “Voz do meu país”, que foi editado pelo fadista em 2006.
 
 
"Estremoz tem sido das cidades mais importantes ao longo de toda a minha vida como cantor" - JOSÉ CID
 
Antes de subir ao palco, José Cid esteve à conversa com o “Ardina do Alentejo”, num rigoroso exclusivo.
 
Ardina do Alentejo - Como é que vê este seu regresso a Estremoz, alguns anos depois?
José Cid - É sempre bom voltar. A última vez que estive aqui foi nas Festas da Cidade, onde fui extraordinariamente bem recebido. É um público que gosta de me ouvir cantar e que me tem acompanhado ao longo da minha vida. Estremoz tem sido sempre das primeiras e das mais importantes cidades ao longo de toda a minha vida como cantor.
 
Ardina do Alentejo - Como é que analisa o facto de já ter 60 anos de carreira, e conseguir albergar nos seus espectáculos várias gerações de espectadores?
José Cid - É simples: as minhas músicas são sempre escritas um bocadinho à frente. Também porque preservei a minha voz, e a minha rebeldia, mesmo com mais de 70 anos. E depois há a condição física, onde procuro descansar muito antes dos concertos, para estar em forma em cima do palco, e entregar-me, e dar tudo por tudo, e isso é uma forma de estar que o público compreende, percebe que a minha entrega foi completamente total, que eu sou deles. É como se o mundo acabasse amanhã e eu não pudesse mais cantar e isso é uma coisa que o público respeita muito em mim.
 
Ardina do Alentejo - Ao fim de tantos anos no mundo da música, arrepende-se de alguma coisa que tenha feito, dentro desse mesmo mundo?
José Cid - Não, não. Ainda agora, com este meu ultimo álbum, “O Menino Prodígio”, eu bati com a porta à editora onde estava, a Farol, e vim gravar o álbum que eu queria. E parece que eu tinha razão porque a Sociedade Portuguesa de Autores, que é preenchida por pessoas que toda a vida estiveram na música, na poesia, na cultura, nomearam o álbum como o melhor álbum do ano de 2015 na música portuguesa, prémio que vou receber na quarta-feira. E eu também acho que sim, “O Menino Prodígio” é um grande álbum. E aconteceu mais uma vez, tal como aconteceu com o “10 mil anos depois”, que quando eu gravei ninguém lhe ligou nenhuma, é um grande álbum em qualquer parte do mundo.
 

No meu próximo álbum, que sai em Setembro, vou cantar um tema que tem poema do nosso amigo José Gonçalez, que se chama “Deitei contas à vida”.

Ardina do Alentejo - Qual é o segredo do sucesso?
José Cid - É eu cantar as canções que sempre escrevi, não fazer frete nenhum em as cantar, canto-as porque gosto e porque sei que estou a dar prazer ao público que as escuta. E temos de continuar a escrever. Já está na calha o meu próximo álbum, que sairá em Setembro, e que se vai chamar “O Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid” e onde eu vou cantar um tema que tem poema do nosso amigo José Gonçalez, que se chama “Deitei contas à vida”. É um álbum do qual eu espero imenso, que acho até que ainda é melhor do que “O Menino Prodígio”, mas isso depois se verá…
 
Ardina do Alentejo - Que mensagem deixa a quem vai ler esta entrevista? 
José Cid - Estremoz é uma terra que gosta de música. É uma terra com muitos fadistas, gente que canta bem fado. E para além do fado, as pessoas gostam muito de música. 
Digo a todos aqueles que cantam, que não desistam, apostem naquilo que mais querem e procurem a originalidade e a grande poesia, porque é muito importante cantar grande poesia. E encontramo-nos por aí porque eu ando por aí também.
 
 
"Está concretizado o sonho e quem ficou a ganhar foi Estremoz" - FLÁVIO SILVA
 
Ainda decorria o concerto de José Cid quando estivemos à conversa com um visivelmente satisfeito Flávio Silva, proprietário da Cara Linda Produções, o grande responsável pelo regresso do cantor natural da Chamusca a Estremoz.
 
Ardina do Alentejo - Está concretizado o sonho?
Flávio Silva - É um sonho de há muitos anos. É o meu ídolo número um e eu sou o fã número um dele. Foi um prazer trazer José Cid a Estremoz, facto que muito agradeço ao meu amigo José Gonçalez, que esteve envolvido neste projecto também. Não é todos os dias que contratamos uma pessoa com 74 anos e que dá um espectáculo de quase duas horas. Acho que faz ver aos novos.
 

A empresa Cara Linda Produções contratou um dos melhores autores, um dos melhores músicos portugueses, que aos 74 anos, dá um concerto de quase duas horas. Fabuloso. Estou orgulhoso e super contente.

Ardina do Alentejo - Foi um risco que correste, mas que estava calculado?
Flávio Silva - O risco não era muito grande, visto que a nível de cachet foi feito um cachet de amizade. O que conta aqui é que quem ficou a ganhar foi Estremoz, porque Estremoz provavelmente recebeu o evento do ano. A empresa Cara Linda Produções contratou um dos melhores autores, um dos melhores músicos portugueses, que aos 74 anos, dá um concerto de quase duas horas. Fabuloso. Estou orgulhoso e super contente.
 
Ardina do Alentejo - E projectos para o futuro?
Flávio Silva - Nós estamos sempre em projectos, a nossa vida é mexer com as pessoas e animar a nossa cidade. Projectos há sempre, mas este era um projecto especial.
 
A animação prosseguiu pela noite dentro, ao som do muito animado e sempre bem disposto DJ Parrana.
 

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