terça, 21 novembro 2017

Festa Campera na Herdade das Barbas

Escrito por quarta, 03 fevereiro 2016 00:36
É já no próximo Sábado, dia 6 de Fevereiro, que a partir das 14.30 horas, se realiza no Centro Equestre Maldonado Cortes, uma grande Festa Campera.
 
Francisco Cortes abre as portas da sua Herdade das Barbas, em Estremoz, e convida todos a estarem presentes, para que possam desfrutar de um magnífico dia de campo em contacto com a natureza.
 
Esta Festa Campera, onde serão lidadas três bravíssimas reses,  contará com a participação do anfitrião Francisco Cortes, e dos jovens António Jesus Ribeiro Telles e José Maria Cortes. Presença igualmente assegurada dos Forcados Juvenis de Monforte.

O voltar a pisar o palco do Teatro Bernardim Ribeiro, agora acompanhado pelos seus colegas da companhia “Armazém 13”, era um sonho e um projecto antigo do jovem estremocense Miguel Tira-Picos.

O sonho de vir mostrar o seu trabalho na cidade que o viu nascer tornou-se realidade no passado dia 23 de Janeiro, com duas apresentações de “7 Pecados do Espectáculo”, uma performance cuja assinatura da encenação lhe pertence.
 
“Um dos melhores espectáculos que já passou por este teatro”, “Muito bom”, “Extraordinário”, “Valeu a pena” e “Eles são muito bons” foram alguns dos comentários que a equipa de reportagem do “Ardina do Alentejo” foi ouvindo por parte dos espectadores que assistiram a “7 Pecados do Espectáculo”.
 
Depois da sessão da noite, que esgotou a mais emblemática sala de espectáculos estremocense, "Ardina do Alentejo" esteve à conversa com um muito radiante Miguel Tira-Picos. 
 
Ardina do Alentejo - Que balanço fazes destas duas apresentações do “7 Pecados do Espectáculo” em Estremoz?
Miguel Tira-Picos (MT) - Foi dar o tupo por tudo. Foi com muita garra, com muita energia, uma óptima energia, tanto nossa em palco, como do público, que nos deu uma grande recepção.
Saio de alma cheia, de coração cheio, saio muito feliz, porque para além de uma responsabilidade é sempre uma honra e um prazer pisar o palco do Bernardim Ribeiro.
 
Ardina do Alentejo - Sendo tu um filho da terra, sentiste um orgulho muito grande ao ver este belíssimo teatro completamente cheio…
MT - Sinto que é bom… Passado alguns anos de ter saído de Estremoz, e voltar e conseguir ter uma casa cheia, ver que as pessoas querem ver o meu trabalho e o trabalho dos meus colegas, é inexplicável, é um misto de emoções.
Ver tantas caras que já não vejo há tanto tempo, ouvir todos os comentários que as pessoas fazem, o espectáculo é bom ou é mau, e tendo em conta que ainda ninguém disse que era mau, graças a Deus (risos).
Mas saio mesmo muito de coração cheio.
 
Ardina do Alentejo - E projectos para o futuro? Continuar os “7 Pecados do Espectáculo”… Há mais espectáculos na companhia?
MT - Na companhia continuamos com os nossos espectáculos. Os “7 Pecados do Espectáculo” estão em modo de rampa de lançamento. Tivemos o Armazém 13, tivemos o Tivoli, tivemos o Bernardim Ribeiro, esperamos agora ter novas propostas. Posso adiantar que temos algumas propostas em vista, mas ainda nada certo.
 
Ardina do Alentejo - A quem veio ao Teatro Bernardim Ribeiro ver os “7 Pecados do Espectáculo” e a quem vai ler esta tua entrevista, que palavra lhes diriges?
MT - Apoiem a cultura, apoiem os velhos, dando oportunidade aos novos. Não tenham medo de deixar de comprar um par de calças para poderem vir ver um espectáculo. A cultura veste-nos muito mais do que roupa, a cultura faz de nós melhores pessoas. Apoiem sempre a cultura. 
 
O Núcleo de Teatro Independente do Alandroal vai apresentar no próximo Sábado, dia 30 de Janeiro, pelas 21 horas, no Salão da Junta de Freguesia de Arcos, o espectáculo “Cheira a Revista”.
 
Com esta apresentação, os elementos do grupo alandroalense pretendem, com muita humildade e respeito, homenagear actores e actrizes, entretanto já falecidos, e que fizeram furor nos palcos nos tempos áureos da revista à portuguesa.
 
Esta será uma noite que promete muita diversão e animação.
 
“Cheira a Revista” tem entrada gratuita.

"7 Pecados do Espectáculo" chegam a Estremoz

Escrito por terça, 05 janeiro 2016 15:40
Quase um ano depois de ter estreado no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, o trabalho do estremocense Miguel Tira-Picos chega à sua terra natal!
 
No próximo dia 23 de Janeiro, Sábado, às 16 e às 21.30 horas, o Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, apresenta “7 Pecados do Espectáculo”, a nova performance do Circo Contemporâneo.
 
Inicialmente estava agendada uma matiné de "7 Pecados do Espectáculo" para Domingo, dia 24 de Janeiro, pelas 16 horas, mas a autarquia estremocense, em sintonia com a equipa do Armazém 13, pelo facto de ser o dia em que se realizam as eleições presidenciais, optou por transitar essa mesma matiné para o dia de Sábado.
 
O conceptual, o excesso, a cunha, a putaria, o plágio, a cobiça, e a sabotagem, são os pecados que fazem parte do dia-a-dia de cada artista. Na mais emblemática sala de espectáculos estremocense, todos esses erros vão ser expostos e o Circo Contemporâneo vai mostrar ao público o que ele realmente quer ver. Mas quem são estas personagens irreais que vamos ver em palco? E o que está debaixo da pele de cada um? A não perder “7 Pecados do Espectáculo”.
 
Com encenação do estremocense Miguel Tira-Picos, este espectáculo conta com as interpretações de Angelica Evrard, Mila Xavier, Mónica Alves, Raquel Nicoletti, Ricardo Lérias, Cláudio Domingos, Gerald Oliveira, e do próprio Miguel Tira-Picos.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para “7 Pecados do Espectáculo”, cujo preço é de 10 euros, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
 
“7 Pecados do Espectáculo” tem produção do Armazém 13 e conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 

A artista plástica Felippa Lobato apresenta em Évora, no próximo dia 6 de Janeiro, o seu livro “Fios de Luz”, no qual 22 desenhos da sua autoria são acompanhados por textos em prosa poética de Mariana Inverno. A sessão de apresentação, que irá decorrer no Palácio de D. Manuel, às 18 horas, será conduzida pela escritora Sara Rodi.
 
Nascida em Lisboa, em 1960, Felippa Lobato desenha, pinta e faz trabalhos de escultura. Desde 1982 que participa em mostras colectivas de pintura e desde 1990 que participa em mostras colectivas de escultura. No que se refere a exposições individuais de pintura, entre 1984 e 2015, realizou mais de 30, em locais como Lisboa, Figueira da Foz, Évora, Aveiro ou Cascais. As suas obras estão representadas em museus, em centros de arte e em colecções públicas e privadas, como é o caso do Museu Nacional de Arte Contemporânea de Lisboa, da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação Oriente e da Fundação Luís de Molina. Nas colecções particulares, os seus trabalhos atravessaram fronteiras e estão presentes em países como o Reino Unido, os Estados Unidos da América, o Brasil, a Espanha, a Austrália e a Alemanha.
 
A autora dos textos do livro “Fios de Luz”, Mariana Inverno, é também de Lisboa e nascida em meados do século XX, cedo revelando propensão para a escrita. Entre 1998 e 2013, fundou e geriu o projecto “Art For All”, com o objectivo de promover a expansão da consciência através da arte.
 
O livro surge pela mão da Editora Religare e a sua apresentação em Évora conta com o apoio da Câmara Municipal de Évora.
 
c/ Município de Évora
Pela segunda vez na sua história, o Teatro Bernardim Ribeiro recebeu uma estreia cinematográfica mundial.
 
Entre os dias 17 e 21 de dezembro, passou na mais emblemática sala de espectáculos de Estremoz, o filme “Star Wars – O Despertar da Força”, o sétimo episódio da saga criada por George Lucas, em 1977.
 
Durante as sete sessões exibidas em Estremoz, foram cerca de 900 as pessoas que assistiram ao filme realizado por JJ Abrahams.
 
Os números atingidos pelo teatro estremocense superam a média nacional de espetadores que já viram “Star Wars – O Despertar da Força”. Segundo os dados divulgados pelo ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual, o filme protagonizado por Harrison Ford, foi visto por 157670 espectadores, durante os quatro primeiros dias de exibição, em 2003 sessões de cinema, o que perfaz uma média de 78 cinéfilos por sessão. No Teatro Bernardim Ribeiro a média verificada ronda as 120 pessoas.
 
Estes números comprovam que a aposta feita pelo Município de Estremoz em trazer cinema de qualidade ao Teatro Bernardim Ribeiro, está claramente ganha. Em 2015, e apenas em 10 meses, entre Março e Dezembro, foram quase sete mil os amantes de cinema que foram assistir a uma sessão na sala de espectáculos estremocense.
 
“Star Wars – O Despertar da Força” entra directamente para a liderança dos filmes mais vistos no Teatro Bernardim Ribeiro em 2015, enquanto que “Os Mínimos” e “O Pátio das Cantigas” ocupam os dois lugares seguintes deste ranking.
 
c/ Município de Estremoz
 
O Salão Nobre da Câmara Municipal de Estremoz recebe, no próximo dia 6 de Janeiro, pelas 17 horas, uma actuação do Clube de Cavaquinhos da Escola Sebastião da Gama.
 
Promovido pela Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Estremoz e pelo Agrupamento de Escolas de Estremoz, este concerto que acontece em Dia de Reis, e onde estes pequenos grandes artistas irão tocar as tradicionais janeiras, servirá também para que a Câmara Municipal de Estremoz proceda à oferta de alguns cavaquinhos, que tanta falta fazem ao Clube de Cavaquinhos da Escola Sebastião da Gama.
 
Juntando as Letras” é o nome do espectáculo que vai reunir no palco do Teatro Bernardim Ribeiro, no próximo dia 12 de Dezembro, Sábado, a partir das 21 horas, o Grupo de Dança do Orfeão de Estremoz "Tomaz Alcaide" e os grupos "Fazendo Arte" e "Ballet Marta Nunes”, oriundos da vila vizinha de Fronteira.
 
A organização lança o repto para que se junte a esta grande festa que se vai realizar na mais emblemática sala de espectáculos estremocense, juntando as letras e escrevendo a história onde a personagem principal é “você”. 
 
Esta iniciativa é uma organização do Orfeão de Estremoz "Tomaz Alcaide" com o apoio das Câmaras Municipais de Estremoz e Fronteira.
 

Ruy de Carvalho - "Estremoz é uma terra boa!"

Escrito por terça, 10 novembro 2015 02:22
Aquele que é considerado por muitos como o actor dos actores portugueses voltou a pisar o palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz. “Trovas & Canções - Actores, Poetas e Canções” foi o espectáculo que no passado Sábado, 7 de Novembro, trouxe à mais emblemática sala de espectáculos estremocense o grande senhor do teatro Ruy de Carvalho.
 
Num espectáculo inédito, da autoria de Paula Carvalho e Paulo Mira Coelho, Ruy de Carvalho subiu ao palco ao lado do seu filho João de Carvalho, do seu neto Henrique Carvalho, e de Ana Marta, Prémio Amália Revelação 2011. Durante as cerca de duas horas do espectáculo foram magistralmente acompanhados pelo som da guitarra portuguesa de Ricardo Gama e pelo som da guitarra clássica de João Correia.
 
“Trovas & Canções - Actores, Poetas e Canções” recordou uma mão cheia de poemas, que tornaram famosas algumas das nossas grandes canções, desde Pedro Homem de Mello a José Luís Gordo, sem esquecer o Zeca Afonso, o Adriano Correia de Oliveira, o Mário Moniz Pereira, o Ary dos Santos, o Manuel Alegre, a Florbela Espanca, o José Luís Tinoco, e o Aníbal Nazaré, tudo feito num ambiente de grande intimidade com o público, que acompanhou os temas, por força das mil vezes em que foram cantados pelos palcos de Portugal. O espectáculo contou ainda com uma homenagem a três grandes nomes da nossa literatura: Gil Vicente, Luís Vaz de Camões e Manuel Maria Barbosa du Bocage.
 
O público que marcou presença no Teatro Bernardim Ribeiro, na noite do passado Sábado, não saiu defraudado e deu por muito bem empregue o tempo despendido. Assistiu a um grande espectáculo, e que sem dúvida alguma merecia uma maior afluência.
 
Depois do emocionante final, ao som de “Perdidamente”, de Florbela Espanca, que o público aplaudiu de pé, “Ardina do Alentejo” falou em exclusivo com Ruy de Carvalho.
 
Ardina do Alentejo - Como é que surgiu a ideia de fazer este espectáculo, num contexto completamente diferente daquele a que está habituado?
Ruy de Carvalho (RC) - Primeiro porque concordo absolutamente com o espectáculo. É um espectáculo de homenagem à poesia, à música portuguesa, à poesia que foi musicada, mas sobretudo à nossa língua e ao povo português. É um espectáculo dedicado aos portugueses e essa é uma das razões pela qual gosto de fazer este espectáculo.
Um actor não tem sítio, faz aquilo que lhe chega à mão, porque escolheram para ele ou faz aquilo que ele próprio escolhe. Eu normalmente faço aquilo que me dão para fazer, e faço com muito gosto e com muito prazer.
Depois há um conjunto de factores que me fascinam. Este espectáculo tem como autores a minha filha, que é também a minha empresária, e o meu genro. Depois tenho em palco o meu filho e o meu neto. E tenho ainda dois músicos extraordinários e uma cantora excepcional, que é a minha menina.
 
Ardina do Alentejo - E que recordações guarda do Teatro Bernardim Ribeiro e de Estremoz?
RC - Do teatro, posso dizer que é uma casa de que gosto muito e onde gostamos sempre de vir. Vim cá com o Vasco Santana, vim muitas vezes com a Laura Alves, vim com o Assis Pacheco, vim com várias companhias como o Teatro Moderno de Lisboa… 
Estremoz é uma terra que tem gente que gosta muito de teatro e de música, e teve grandes representantes na música. Eu fui aluno do Tomaz Alcaide, um homem de Estremoz, quando ele era director do Teatro de São Carlos. Foi uma das pessoas que me ensinou a colocar a voz. E há mais pessoas… a Fernanda Serrano também é daqui. É uma terra boa.
E quando fui de cavalaria também vinha cá de vez em quando…
 
Ardina do Alentejo - Como é que sentiu o público hoje aqui em Estremoz?
RC - Muito bom, muito quentinho. Aqueceu ao longo do espectáculo, que é feito de músicas para aquecer. Depois de estarem quentinhos é uma maravilha. Ir embora é que custa. E estava uma bela casa, pena não estar cheio, mas estava uma bela casa. E o público correspondeu à ideia que tenho do público de Estremoz e do público alentejano.
 
 

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