quarta, 23 agosto 2017
Já está praticamente fechado o cartel da tradicional Corrida de Touros integrada na FIAPE – Feira Internacional Agropecuária de Estremoz.
 
Segundo avança o site taurino “Touro e Ouro”, no dia 30 de Abril, marcam presença na centenária Praça de Touros de Estremoz, os cavaleiros Luís Rouxinol, João Moura Caetano e Marcos Tenório Bastinhas.
 
Por definir estão apenas os três grupos de forcados que serão responsáveis pelas pegas a um imponente curro de touros de Sommer d’Andrade. O site da responsabilidade de Solange Pinto adianta que os homens das jaquetas das ramagens serão alentejanos.

Ana Moura dá concerto em Elvas

Escrito por quinta, 25 fevereiro 2016 02:14
O Coliseu Comendador Rondão de Almeida, em Elvas, vai receber no próximo dia 19 de Março, a partir das 22 horas, um concerto da fadista ribatejana Ana Moura.
 
Ana Moura, que é natural de Coruche, regressa assim ao Alentejo para apresentar as canções do seu sexto álbum, editado em Portugal em Novembro de 2015 e que inclui temas como “Dia de Folga”, que já conta com mais de um milhão de visualizações no canal online da artista no You Tube, e “Tens os Olhos de Deus”, tema composto por Pedro Abrunhosa e cujo vídeo estreia no canal Vevo da fadista, a 3 de Março.
 
"Moura", que dá título ao CD é também o título da canção que encerra o disco, com letra do escritor José Eduardo Agualusa e música do artista angolano Toty Sa'Med.
 
Nesta digressão, que para além de Elvas irá passar também pela cidade alentejana de Évora, a 1 de Abril, Ana Moura é acompanhada pelos músicos Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola), André Moreira (baixo), João Gomes (teclados), Mário Costa (bateria) e Mário Barreiros (guitarra elétrica).
 
Os bilhetes para o concerto, cujos valores são de 20 euros para a plateia, 15 euros para o primeiro anel e 10 euros para o segundo anel já se encontram à venda no Posto de Turismo de Elvas, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas.
 
E nos locais habituais: www.ticketline.sapo.pt, FNAC, Agência de Viagens Abreu, Worten, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Comercial Dolce Vita, Centro Comercial Mundicenter, El Corte Inglês e Supercor, Galeria do Campo Pequeno, MM Ticket, U Ticketline, C.C.B, Time Out Mercado da Ribeira, Shopping Cidade do Porto, Fórum Aveiro e Ask Me Lisboa.
 
No dia do espectáculo, e como habitualmente, haverá bilhetes à venda nas bilheteiras do Coliseu.

Recital de Guitarra no Teatro Bernardim Ribeiro

Escrito por quarta, 24 fevereiro 2016 01:38
Produzido pela Contemporaneus, e contando com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, realiza-se no próximo dia 27 de Fevereiro, a partir das 21.30 horas, na mais emblemática sala de espectáculos da cidade estremocense, o Teatro Bernardim Ribeiro, um Recital de Guitarra pelos Solistas do Ensemble.
 
Ricardo Batista integra, desde 2013, o Ensemble Contemporaneus. Neste recital de guitarra solo interpretará obras de Mauro Giuliani, Napoléon Coste, Joaquín Turina, Astor Piazzolla e Jacques Hétu. Um repertório diversificado que abarca diferentes géneros e épocas da história da música, desde o classicismo com as obras de Mauro Giuliani, (compositor italiano considerado um dos grandes virtuosos da guitarra) e de Napoléon Coste, à música do século XX de Nikita Koshkin e Roland Dyens.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para este Recital de Guitarra, cujo preço é de 6 euros, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.

Concerto inesquecível de José Cid em Estremoz

Escrito por domingo, 21 fevereiro 2016 01:16
74. 105. 500.
 
Estes são três números que marcam definitivamente o espectáculo de José Cid, ontem, dia 19 de Fevereiro, em Estremoz, numa organização da empresa Cara Linda Produções, propriedade de Flávio Silva.
 
Aos 74 anos de idade, aquele que é considerado por muitos um dos maiores cantautores de sempre da música portuguesa esteve 105 minutos, uma hora e quarenta e cinco minutos, em cima do palco, de pé, a tocar êxitos da sua já longa carreira e alguns inéditos, perante a admiração e o entusiasmo das cerca de 500 pessoas que marcaram presença no espaço SelRest, e que não quiseram perder a oportunidade de assistir ao concerto do único artista nacional, a cantar a solo, que atravessa gerações. José Cid elogiou várias vezes o público estremocense durante o concerto, dizendo ter sido o “melhor público que teve em 2016”.
 
A Cabana junto à Praia”, “Um grande, grande amor”, “Vem viver a vida amor”, “Como o macaco gosta de banana”, “Menino Prodígio” e “No dia em que o rei fez anos” foram alguns dos temas interpretados por José Cid. Pelo meio, e antes da despedida ao som do inevitável “Nasci prá música”, o Tio Cid chamou ao palco o estremocense José Gonçalez para com ele cantar dois temas, “Brazões de Portugal” e “Também já fui menino”, este último musicado por José Cid, para o álbum “Voz do meu país”, que foi editado pelo fadista em 2006.
 
 
"Estremoz tem sido das cidades mais importantes ao longo de toda a minha vida como cantor" - JOSÉ CID
 
Antes de subir ao palco, José Cid esteve à conversa com o “Ardina do Alentejo”, num rigoroso exclusivo.
 
Ardina do Alentejo - Como é que vê este seu regresso a Estremoz, alguns anos depois?
José Cid - É sempre bom voltar. A última vez que estive aqui foi nas Festas da Cidade, onde fui extraordinariamente bem recebido. É um público que gosta de me ouvir cantar e que me tem acompanhado ao longo da minha vida. Estremoz tem sido sempre das primeiras e das mais importantes cidades ao longo de toda a minha vida como cantor.
 
Ardina do Alentejo - Como é que analisa o facto de já ter 60 anos de carreira, e conseguir albergar nos seus espectáculos várias gerações de espectadores?
José Cid - É simples: as minhas músicas são sempre escritas um bocadinho à frente. Também porque preservei a minha voz, e a minha rebeldia, mesmo com mais de 70 anos. E depois há a condição física, onde procuro descansar muito antes dos concertos, para estar em forma em cima do palco, e entregar-me, e dar tudo por tudo, e isso é uma forma de estar que o público compreende, percebe que a minha entrega foi completamente total, que eu sou deles. É como se o mundo acabasse amanhã e eu não pudesse mais cantar e isso é uma coisa que o público respeita muito em mim.
 
Ardina do Alentejo - Ao fim de tantos anos no mundo da música, arrepende-se de alguma coisa que tenha feito, dentro desse mesmo mundo?
José Cid - Não, não. Ainda agora, com este meu ultimo álbum, “O Menino Prodígio”, eu bati com a porta à editora onde estava, a Farol, e vim gravar o álbum que eu queria. E parece que eu tinha razão porque a Sociedade Portuguesa de Autores, que é preenchida por pessoas que toda a vida estiveram na música, na poesia, na cultura, nomearam o álbum como o melhor álbum do ano de 2015 na música portuguesa, prémio que vou receber na quarta-feira. E eu também acho que sim, “O Menino Prodígio” é um grande álbum. E aconteceu mais uma vez, tal como aconteceu com o “10 mil anos depois”, que quando eu gravei ninguém lhe ligou nenhuma, é um grande álbum em qualquer parte do mundo.
 

No meu próximo álbum, que sai em Setembro, vou cantar um tema que tem poema do nosso amigo José Gonçalez, que se chama “Deitei contas à vida”.

Ardina do Alentejo - Qual é o segredo do sucesso?
José Cid - É eu cantar as canções que sempre escrevi, não fazer frete nenhum em as cantar, canto-as porque gosto e porque sei que estou a dar prazer ao público que as escuta. E temos de continuar a escrever. Já está na calha o meu próximo álbum, que sairá em Setembro, e que se vai chamar “O Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid” e onde eu vou cantar um tema que tem poema do nosso amigo José Gonçalez, que se chama “Deitei contas à vida”. É um álbum do qual eu espero imenso, que acho até que ainda é melhor do que “O Menino Prodígio”, mas isso depois se verá…
 
Ardina do Alentejo - Que mensagem deixa a quem vai ler esta entrevista? 
José Cid - Estremoz é uma terra que gosta de música. É uma terra com muitos fadistas, gente que canta bem fado. E para além do fado, as pessoas gostam muito de música. 
Digo a todos aqueles que cantam, que não desistam, apostem naquilo que mais querem e procurem a originalidade e a grande poesia, porque é muito importante cantar grande poesia. E encontramo-nos por aí porque eu ando por aí também.
 
 
"Está concretizado o sonho e quem ficou a ganhar foi Estremoz" - FLÁVIO SILVA
 
Ainda decorria o concerto de José Cid quando estivemos à conversa com um visivelmente satisfeito Flávio Silva, proprietário da Cara Linda Produções, o grande responsável pelo regresso do cantor natural da Chamusca a Estremoz.
 
Ardina do Alentejo - Está concretizado o sonho?
Flávio Silva - É um sonho de há muitos anos. É o meu ídolo número um e eu sou o fã número um dele. Foi um prazer trazer José Cid a Estremoz, facto que muito agradeço ao meu amigo José Gonçalez, que esteve envolvido neste projecto também. Não é todos os dias que contratamos uma pessoa com 74 anos e que dá um espectáculo de quase duas horas. Acho que faz ver aos novos.
 

A empresa Cara Linda Produções contratou um dos melhores autores, um dos melhores músicos portugueses, que aos 74 anos, dá um concerto de quase duas horas. Fabuloso. Estou orgulhoso e super contente.

Ardina do Alentejo - Foi um risco que correste, mas que estava calculado?
Flávio Silva - O risco não era muito grande, visto que a nível de cachet foi feito um cachet de amizade. O que conta aqui é que quem ficou a ganhar foi Estremoz, porque Estremoz provavelmente recebeu o evento do ano. A empresa Cara Linda Produções contratou um dos melhores autores, um dos melhores músicos portugueses, que aos 74 anos, dá um concerto de quase duas horas. Fabuloso. Estou orgulhoso e super contente.
 
Ardina do Alentejo - E projectos para o futuro?
Flávio Silva - Nós estamos sempre em projectos, a nossa vida é mexer com as pessoas e animar a nossa cidade. Projectos há sempre, mas este era um projecto especial.
 
A animação prosseguiu pela noite dentro, ao som do muito animado e sempre bem disposto DJ Parrana.
 

Festa Campera na Herdade das Barbas

Escrito por quarta, 03 fevereiro 2016 00:36
É já no próximo Sábado, dia 6 de Fevereiro, que a partir das 14.30 horas, se realiza no Centro Equestre Maldonado Cortes, uma grande Festa Campera.
 
Francisco Cortes abre as portas da sua Herdade das Barbas, em Estremoz, e convida todos a estarem presentes, para que possam desfrutar de um magnífico dia de campo em contacto com a natureza.
 
Esta Festa Campera, onde serão lidadas três bravíssimas reses,  contará com a participação do anfitrião Francisco Cortes, e dos jovens António Jesus Ribeiro Telles e José Maria Cortes. Presença igualmente assegurada dos Forcados Juvenis de Monforte.

O voltar a pisar o palco do Teatro Bernardim Ribeiro, agora acompanhado pelos seus colegas da companhia “Armazém 13”, era um sonho e um projecto antigo do jovem estremocense Miguel Tira-Picos.

O sonho de vir mostrar o seu trabalho na cidade que o viu nascer tornou-se realidade no passado dia 23 de Janeiro, com duas apresentações de “7 Pecados do Espectáculo”, uma performance cuja assinatura da encenação lhe pertence.
 
“Um dos melhores espectáculos que já passou por este teatro”, “Muito bom”, “Extraordinário”, “Valeu a pena” e “Eles são muito bons” foram alguns dos comentários que a equipa de reportagem do “Ardina do Alentejo” foi ouvindo por parte dos espectadores que assistiram a “7 Pecados do Espectáculo”.
 
Depois da sessão da noite, que esgotou a mais emblemática sala de espectáculos estremocense, "Ardina do Alentejo" esteve à conversa com um muito radiante Miguel Tira-Picos. 
 
Ardina do Alentejo - Que balanço fazes destas duas apresentações do “7 Pecados do Espectáculo” em Estremoz?
Miguel Tira-Picos (MT) - Foi dar o tupo por tudo. Foi com muita garra, com muita energia, uma óptima energia, tanto nossa em palco, como do público, que nos deu uma grande recepção.
Saio de alma cheia, de coração cheio, saio muito feliz, porque para além de uma responsabilidade é sempre uma honra e um prazer pisar o palco do Bernardim Ribeiro.
 
Ardina do Alentejo - Sendo tu um filho da terra, sentiste um orgulho muito grande ao ver este belíssimo teatro completamente cheio…
MT - Sinto que é bom… Passado alguns anos de ter saído de Estremoz, e voltar e conseguir ter uma casa cheia, ver que as pessoas querem ver o meu trabalho e o trabalho dos meus colegas, é inexplicável, é um misto de emoções.
Ver tantas caras que já não vejo há tanto tempo, ouvir todos os comentários que as pessoas fazem, o espectáculo é bom ou é mau, e tendo em conta que ainda ninguém disse que era mau, graças a Deus (risos).
Mas saio mesmo muito de coração cheio.
 
Ardina do Alentejo - E projectos para o futuro? Continuar os “7 Pecados do Espectáculo”… Há mais espectáculos na companhia?
MT - Na companhia continuamos com os nossos espectáculos. Os “7 Pecados do Espectáculo” estão em modo de rampa de lançamento. Tivemos o Armazém 13, tivemos o Tivoli, tivemos o Bernardim Ribeiro, esperamos agora ter novas propostas. Posso adiantar que temos algumas propostas em vista, mas ainda nada certo.
 
Ardina do Alentejo - A quem veio ao Teatro Bernardim Ribeiro ver os “7 Pecados do Espectáculo” e a quem vai ler esta tua entrevista, que palavra lhes diriges?
MT - Apoiem a cultura, apoiem os velhos, dando oportunidade aos novos. Não tenham medo de deixar de comprar um par de calças para poderem vir ver um espectáculo. A cultura veste-nos muito mais do que roupa, a cultura faz de nós melhores pessoas. Apoiem sempre a cultura. 
 
O Núcleo de Teatro Independente do Alandroal vai apresentar no próximo Sábado, dia 30 de Janeiro, pelas 21 horas, no Salão da Junta de Freguesia de Arcos, o espectáculo “Cheira a Revista”.
 
Com esta apresentação, os elementos do grupo alandroalense pretendem, com muita humildade e respeito, homenagear actores e actrizes, entretanto já falecidos, e que fizeram furor nos palcos nos tempos áureos da revista à portuguesa.
 
Esta será uma noite que promete muita diversão e animação.
 
“Cheira a Revista” tem entrada gratuita.

"7 Pecados do Espectáculo" chegam a Estremoz

Escrito por terça, 05 janeiro 2016 15:40
Quase um ano depois de ter estreado no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, o trabalho do estremocense Miguel Tira-Picos chega à sua terra natal!
 
No próximo dia 23 de Janeiro, Sábado, às 16 e às 21.30 horas, o Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, apresenta “7 Pecados do Espectáculo”, a nova performance do Circo Contemporâneo.
 
Inicialmente estava agendada uma matiné de "7 Pecados do Espectáculo" para Domingo, dia 24 de Janeiro, pelas 16 horas, mas a autarquia estremocense, em sintonia com a equipa do Armazém 13, pelo facto de ser o dia em que se realizam as eleições presidenciais, optou por transitar essa mesma matiné para o dia de Sábado.
 
O conceptual, o excesso, a cunha, a putaria, o plágio, a cobiça, e a sabotagem, são os pecados que fazem parte do dia-a-dia de cada artista. Na mais emblemática sala de espectáculos estremocense, todos esses erros vão ser expostos e o Circo Contemporâneo vai mostrar ao público o que ele realmente quer ver. Mas quem são estas personagens irreais que vamos ver em palco? E o que está debaixo da pele de cada um? A não perder “7 Pecados do Espectáculo”.
 
Com encenação do estremocense Miguel Tira-Picos, este espectáculo conta com as interpretações de Angelica Evrard, Mila Xavier, Mónica Alves, Raquel Nicoletti, Ricardo Lérias, Cláudio Domingos, Gerald Oliveira, e do próprio Miguel Tira-Picos.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para “7 Pecados do Espectáculo”, cujo preço é de 10 euros, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
 
“7 Pecados do Espectáculo” tem produção do Armazém 13 e conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 

A artista plástica Felippa Lobato apresenta em Évora, no próximo dia 6 de Janeiro, o seu livro “Fios de Luz”, no qual 22 desenhos da sua autoria são acompanhados por textos em prosa poética de Mariana Inverno. A sessão de apresentação, que irá decorrer no Palácio de D. Manuel, às 18 horas, será conduzida pela escritora Sara Rodi.
 
Nascida em Lisboa, em 1960, Felippa Lobato desenha, pinta e faz trabalhos de escultura. Desde 1982 que participa em mostras colectivas de pintura e desde 1990 que participa em mostras colectivas de escultura. No que se refere a exposições individuais de pintura, entre 1984 e 2015, realizou mais de 30, em locais como Lisboa, Figueira da Foz, Évora, Aveiro ou Cascais. As suas obras estão representadas em museus, em centros de arte e em colecções públicas e privadas, como é o caso do Museu Nacional de Arte Contemporânea de Lisboa, da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação Oriente e da Fundação Luís de Molina. Nas colecções particulares, os seus trabalhos atravessaram fronteiras e estão presentes em países como o Reino Unido, os Estados Unidos da América, o Brasil, a Espanha, a Austrália e a Alemanha.
 
A autora dos textos do livro “Fios de Luz”, Mariana Inverno, é também de Lisboa e nascida em meados do século XX, cedo revelando propensão para a escrita. Entre 1998 e 2013, fundou e geriu o projecto “Art For All”, com o objectivo de promover a expansão da consciência através da arte.
 
O livro surge pela mão da Editora Religare e a sua apresentação em Évora conta com o apoio da Câmara Municipal de Évora.
 
c/ Município de Évora

Mais Populares