quarta, 23 agosto 2017
Está patente na Biblioteca Municipal de Ourique, até ao próximo dia 31 de Agosto, a exposição de fotografia “É tão grande o Alentejo”, uma mostra autoria da fotógrafa Tânia Pinto.
 
O projecto “É tão grande o Alentejo” nasceu devido ao fascínio e a vontade da fotógrafa de explorar o vasto mundo das ruínas que estão entregues à voragem do tempo. 
 
O Alentejo é apenas uma singular região de Portugal que espelha um universo de casas em ruínas. Associado a um sentimento de tristeza, este cenário pode ser, contudo, um objecto fotográfico extremamente apelativo/belo ao nível das formas arquitectónicas e das cores. Também, por natureza própria, as ruínas têm uma particularidade que lhe é indissociável: uma aura de mistério. Esta aura própria permite nos contemplar para além do visível, possibilita nos deslumbrar imagens mentais e construir histórias imaginárias sobre o que se passou no seu interior. Quem as habitou? Que razões motivaram o seu abandono? São questões que ficam em aberto.
 
O projecto pretende firmar que as ruínas que se encontram espalhadas pela freguesia de Ourique podem ser observadas, não como uma agressão à paisagem natural mas, pelo contrário, de forma integrada no meio ambiente. Pretende também evidenciar a relevância destes imóveis na identidade dos lugares da freguesia de Ourique e expor o seu real estado de conservação. Como todos os dias surgem mais e mais casas abandonadas, e por consequência ruínas, este projecto está em permanente construção deixando assim em aberto a possibilidade de se expandir no futuro a nível do concelho ou até mesmo por toda a região do Alentejo.
 
Fotógrafa Tânia Pinto
Tânia Pinto nasceu em Ourique, no ano de 1989. Frequentou a escola EB 2,3/S de Ourique e foi nesta que viu nascer o seu interesse pela fotografia através de um pequeno curso frequentado no ano de 2005.
 
Iniciou a sua formação académica nesta área no ano de 2008, através do CET (Curso de Especialização Tecnológica) em Fotografia no IADE - Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing. Após terminar este curso, em 2010, estagiou nos Estúdios Homem-Cardoso. Nesse mesmo ano ingressou na Licenciatura em Fotografia e Cultura Visual tendo terminado a mesma em 2012. Em seguida, colaborou com o "Jornal do Barreiro" durante dois meses e regressou ao Alentejo. Em 2013, começou o estágio profissional, durante um ano, na Associação Futuro de Garvão. Após este estágio, trabalhou durante cerca de oito meses na Atalaia - Associação dos Amigos da Cultura e das Artes, tendo terminado o seu vínculo com a mesma em 2015.

Festival Músicas do Mundo com 47 espectáculos

Escrito por quinta, 30 junho 2016 00:32
O Festival Músicas do Mundo (FMM) realiza-se entre 22 e 30 Julho, em Porto Covo e Sines, e apresenta um alinhamento de 47 espectáculos, estando o cartaz já fechado, divulgou a organização.
 
O FMM venceu, no ano passado, o Prémio de Melhor Alinhamento Artístico dos Iberian Festival Awards 2015, propondo este ano "um programa que cruza oceanos, atravessa continentes e derruba fronteiras estéticas", afirma a organização.
 
A música começa em Porto Covo, no dia 22 de Julho, com os portugueses Segue-se à Capela, Juana Molina, da Argentina, e os brasileiros Graveola, e segue até dia 30 num alinhamento que oferece 47 espectáculos.
 
O festival acontece em Porto Covo, até 24 de Julho, com concertos de Karyna Gomes (Guiné-Bissau), Bamba Wassoulou Groove (Mali), Bnegão & Seletores de Frequência (Brasil), Junnifer Solidade & Carlos Martins (Cabo Verde e Portugal), os britânicos The Unthanks e a Wesli Band (Haiti e Canadá).
 
Nos dias 25 e 26, o festival acontece no Centro de Artes e no Largo Poeta Bocage, em Sines, com o canário Germán López (Espanha), pelo trio de improvisação norueguês 1982, o DJ sul-africano Mo Laudi, "que tem ajudado a divulgar o 'afro-house' nas pistas de dança do mundo", e ainda Vardan Hovanissian & Emre Gültekin (Arménia e Turquia), Alaverdi (Geórgia) e Alibombo (Colômbia).
 
De 27 a 30 de Julho, "o festival atinge o pico da sua intensidade com espetáculos no castelo medieval e no palco montado no passeio marítimo junto à praia Vasco da Gama", com actuações, entre outros, de Pat Thomas, que se fará acompanhar pela Kwashibu Area Band, e a selecção nacional composta por Criatura, Retimbrar, Sebastião Antunes & Quadrilha, e os "músicos a solo com veia experimental", Norberto Lobo e Filho da Mãe.
 
Desta selecção fazem ainda parte os Jibóia e a jigsaw & The Great Moonshiners Band, "a 'tribal dance' dos OliveTreeDance e os blues de Hearts and Bones".
 
Em Sines estarão igualmente Trad.Attack (Estónia), as Dakh Daugherts (Ucrânia), Moh! Kouyaté (Guiné-Conacri), Mbongwana Star (República Democrática do Congo), e os Nine Treasures (Mongólia e China).
 
O cartaz de Sines inclui também Danyèl Waro, da ilha francesa da Reunião, Noura Mint Seymali, em substituição da cantora maliana Khaira Arby, que cancelou a sua actuação devido ao falecimento do marido, os brasileiros Bixiga 70, os britânicos The Comet is Coming e o DJ angolano Satelite.
 
No dia 29 actuam nos diferentes palcos Bitori (Cabo Verde), Los Pirañas (Colômbia), David Murray Infinity Qiarte, com Saul Willians (EUA), Imeda Alibi (Tunísia e França) e Konono n.º 1 meets Batida, que junta músicos congoleses, portugueses e britânicos.
 
Actuam ainda Fumaça Preta, colectivo do qual fazem parte músicos portugueses, venezuelanos e britânicos, os egípcios Islan Chipsy & E.E.K.
 
Finalmente, no último dia, entre outros, tocam o cantor-compositor libanês radicado em França, Bachar Mar-Khalifé, o britânico Billy Bragg, o "rocker" argelino Mehdi Haddab, que regressa a Sines com a sua banda Speed Caravan, "desta vez com um fundo de ritmos senegaleses", o ganês Pat Thomas, que se fará acompanhar pela Kwashibu Area Band, o angolano Paulo Flores, e os colombianos Systema Solar.
 
Todos os concertos em Porto Covo, no palco da Avenida Vasco da Gama (ou da Praia), no Largo Poeta Bocage e noutros espaços públicos são de entrada livre, tal como os concertos das 19 horas, no Castelo. Os bilhetes variam entre os 5 euros e os 50 euros (passe de 4 dias).
 
A programação pode ser consultada em www.fmm.com.pt.
 
c/ LUSA

Dia 1 de Julho, há Corrida de Touros em Monforte

Escrito por quarta, 15 junho 2016 23:26
Integrada na Monfortexlibris 2016 e organizada pelo Grupo de Forcados Amadores de Monforte, a Praça de Touros João Moura Pai recebe no próximo dia 1 de Julho, uma grandiosa corrida de toiros de homenagem à antiga glória da forcadagem António José Zuzarte.
 
Em praça estarão os cavaleiros João Moura Caetano, João Moura Jr. e Marcos Bastinhas, representantes de três das maiores famílias tauromáquicas nacionais e que prometem reeditar o “trio apoteose” de outros tempos. Para as pegas de um imponente curro de toiros da ganadaria da Quinta Mata-O-Demo, e disputando o troféu António Zuzarte para a melhor pega, estarão os Grupos de Forcados Amadores de Montemor e de Monforte, capitaneados respectivamente por António Vacas de Carvalho e Ricardo Carrilho.
 
Os bilhetes para esta emocionante corrida já se encontram à venda no Posto de Turismo de Monforte, estando igualmente disponíveis nas bilheteiras da praça no dia da corrida. Todos os interessados em marcar presença na Praça de Touros João Moura Pai, no dia 1 de Julho, podem ainda efectuar as suas reservas através do 963438925.
Assinalando a comemoração do Dia Internacional dos Museus, a Câmara Municipal de Évora está a preparar um conjunto de iniciativas para o próximo dia 18 de Maio, em que se inclui a abertura do novo Núcleo Interpretativo do Megalitismo no Convento dos Remédios.
 
Assim, durante a manhã e início da tarde, a Unidade Museológica CEA irá realizar um peddy paper com a temática "A Descoberta do Património da Água", cujo objectivo é dar a conhecer, às crianças de idade pré-escolar, a rede de antigos imóveis hidráulicos responsáveis pelo abastecimento de água na zona do Centro Histórico.
 
Pelas 18.30 horas, será inaugurado o novo Núcleo Interpretativo do Megalitismo sedeado no Convento dos Remédios.
 
O território dos arredores da cidade de Évora integra um conjunto de monumentos megalíticos excecionais, constituindo, no âmbito do património arqueológico rural, o tema mais relevante em termos de turismo cultural. Monumentos como o recinto megalítico dos Almendres ou a Anta Grande do Zambujeiro, por exemplo, dos mais visitados, destacam-se no panorama megalítico da Península Ibérica e colocam a região de Évora entre as mais importantes paisagens megalíticas europeias.
 
A remodelação do núcleo expositivo permanente passa, para além da manutenção dos conteúdos científicos já existentes, pela inclusão de informação referente à realidade específica do fenómeno megalítico concelhio, reforçada por novas espécies museológicas e novos meios de exposição interactiva que vão ao encontro de um crescente interesse por parte do público. Esta renovação resulta de um trabalho conjunto e multidisciplinar entre a Câmara Municipal de Évora, Direcção Regional de Cultura do Alentejo e do Laboratório de Arqueologia Pinto Monteiro da Universidade de Évora. O novo núcleo irá contar também com espécies museológicas cedidas pelo Museu de Évora.
 
Finalmente será ainda apresentado o trabalho em curso de incorporação, na Câmara Municipal de Évora, da colecção antiga da Tipografia Nova doada por José Luís Correia Louro, bem como do projecto Diário Tipográfico que visa o estudo, investigação e contextualização das Artes Tipográficas em Évora nos séculos XIX-XXI, cuja conclusão se aponta para o próximo ano de 2017.
 
As acções referidas, para além de assinalarem o Dia Internacional dos Museus, integram-se no Programa Museológico Municipal que tem vindo a ser implementado e que corresponde à criação de uma estrutura museológica polinucleada que identifique e restitua à população local o património natural e histórico-cultural do Concelho. Esta estrutura será constituída por vários polos museológicos que irão funcionar como centros de interpretação do Concelho, nas vertentes social, económica e cultural. O núcleo central, designado por Museu Municipal, estará sediado no Convento dos Remédios, estabelecendo-se a partir daí um conjunto de percursos pelos vários locais do Concelho, levando o visitante à observação em cada um dos polos. Desta forma descentralizada, se privilegia a preservação dos monumentos nos respectivos locais.
 
No próximo dia 7 de Maio, pelas 21.30 horas, o Ensemble Contemporaneus apresentará no Teatro Bernardim Ribeiro, “Música em Tempos de Guerra”, um espectáculo onde será interpretado um ciclo de canções para ensemble e soprano, autoria de Nuno Sequeira Rodrigues.
 
Ao longo dos séculos a espécie humana travou imensas guerras que tinham o intuito de conquistar território, ganhar supremacia económica e derrubar adversários. Dessas guerras resultaram sempre a miséria e a morte, quer de soldados, quer de inocentes.
 
Em 2014 passaram exactamente 100 anos desde o início da 1ª Guerra Mundial, uma Guerra que segundo os seus Generais colocaria FIM a todas as guerras. 
 
Para evocar a memória dos 100 anos da 1ª Grande Guerra Mundial, a Contemporaneus convidou o compositor Nuno Sequeira Rodrigues a escrever seis obras para ensemble e soprano, a partir de poemas de Fernando Pessoa, Rupert Brooke (poeta morto em combate), Paul Granier (poeta morto em combate) e Hugo Ball. Quatro poetas que pelas suas palavras expressam em seis poemas os horrores da primeira Guerra mundial, os horrores de todas as guerras passadas e futuras.
 
A interpretação destas obras estará a cargo de Solange Silva (flauta), Filipe Valentim (saxofone), Francisco Serôdio (trombone), Vera Batista (Piano), Ricardo Batista (guitarra), David Montes (violino) e Margarida Marreiros (soprano).
 
Os bilhetes já se encontram à venda e têm os seguintes preços:
Compra antecipada (até dia 6 de Maio) - 4 euros (bilhete normal) e 3 euros (bilhete desconto para menores de 18 anos e maiores de 65 anos)
Compra no dia do concerto - 5 euros (bilhete normal) e 4 euros (bilhete desconto para menores de 18 anos e maiores de 65 anos)
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para este espectáculo, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
 
SOBRE A CONTEMPORANEUS, ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA
A Contemporaneus, associação para a promoção da arte contemporânea, criada em 2005, surgiu do trabalho desenvolvido pelos músicos fundadores do "Ensemble Contemporaneus" com o objectivo de criar uma estrutura que o dirigisse administrativa e artisticamente e, simultaneamente, permitisse o desenvolvimento de um projecto artístico mais amplo e diversificado que a exclusiva actividade musical do ensemble. Desde então, a associação tem funcionado como fonte de criação artística, divulgando e dinamizando a música contemporânea portuguesa e trabalhando, sobretudo, na criação de hábitos regulares de fruição artística junto do público, para que o direito e livre acesso à cultura descritos na Constituição seja uma realidade para todos. Assim, e com o objectivo de promover a arte e os artistas contemporâneos, a associação tem realizado trabalho junto de autarquias, teatros, escolas, associações e outros agentes culturais, desenvolvendo e estimulando a prática musical. Através dos seus projectos, a Contemporaneus pretende então ser um espaço do conhecimento, da prática e da actualidade artística, com uma programação cultural dinâmica, regular e diversificada.
 
Integrado nas Comemorações do 25 de Abril, irá decorrer no próximo dia 24, pelas 21.30 horas, no Teatro Bernardim Ribeiro, o espectáculo de Mário Moita e os Trovadores do Sul.
 
O quarteto alentejano é composto por grandes vozes e utiliza instrumentos diferentes daqueles que normalmente são usados no cante alentejano, apresentando um repertório alegre e envolvente, tendo nos últimos anos tournées em Portugal, Estónia e Brasil
 
Mário Moita foi pianista durante 13 anos na Pousada Rainha Santa Isabel de Estremoz, estando neste momento a residir no Brasil. Lançou o último CD, “Fado Navegante”, em 65 países e tem tournées em mais de 30 países e 15 estados do Brasil, tornando-se um dos grandes divulgadores do Alentejo pelo mundo.
 
A entrada para assistir a este espectáculo é gratuita, sendo no entanto necessário efectuar reserva, nos pontos de venda habituais. Para mais informações, devem os interessados contactar o 268339216 ou o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .
 
Esta iniciativa é uma organização da Câmara Municipal de Estremoz.
 
c/ Município de Estremoz
O Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte recebe, no próximo dia 16 de Abril, pelas 21.30 horas, um Concerto de Primavera pela Sociedade Filarmónica Luzitana.
 
Tendo como objectivo celebrar a chegada da estação das flores, a Luzitana preparou um grande concerto para receber este período em que a natureza fica mais bela.  
 
Esta iniciativa é uma organização da Sociedade Filarmónica Luzitana com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 
E é já amanhã, Sábado, dia 9 de Abril, pelas 21.30 horas, que o actor estremocense Cláudio Henriques, acompanhado por Miguel Santos e Sara Felício, vai pisar o palco do "seu" Teatro Bernardim Ribeiro, para apresentar o espectáculo “Uma Rua em St. Louis”.
 
Eugene, um escritor reconhecido e louvado, quer pela sua fluência de linguagem, quer pelo carácter implacavelmente autobiográfico das suas narrativas, prepara-se para escrever sobre o episódio de infância em que perdeu o seu irmão Grover. Obcecado com os pormenores dessa perda, numa breve estadia em St. Louis - outrora uma cidade encantada à beira-rio - convoca a mãe e o seu outro irmão, Robert, para uma travessia por um território, físico e íntimo, que se afigura demasiado grande para que se consiga agarrar, segurar, dar forma. Eis o desafio de Eugene: reconstituir o passado, como quem regressa a um lugar familiar sabendo que não deveria ter regressado.
 
"Uma Rua em Saint Louis" é a adaptação para teatro da novela "The Lost Boy", de Thomas Wolfe, um dos principais escritores norte-americanos da primeira metade do século XX, cuja morte precoce e uma posterior crítica literária, algo negligente, o lançaram numa espécie de obscuridade literária.
 
Com adaptação e encenação de Paulo Tavares, assistência de Hugo Magro, produção de Rosa Azevedo, "Uma Rua em Saint Louis" conta com interpretações de Cláudio Henriques, Miguel Santos e Sara Felício.
 
Este espectáculo, cujo preço dos bilhetes é de 7 euros, é uma produção do Colectivo Prisma e da Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para "Uma Rua em Saint Louis", devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
No próximo Sábado, dia 2 de Abril, pelas 21.30 horas, a Contemporaneus apresenta no Teatro Bernardim Ribeiro, “Trio”, um espectáculo de música de câmara.
 
Tendo por base a sonoridade do clarinete, violino e piano, inúmeros compositores ao longo dos últimos 100 anos escreveram obras para esta formação.
 
Neste concerto será possível escutar obras de Igor Stravinsky, Béla Bártok, Aram Khachaturian e Theo Jamieson.
 
O concerto inicia-se com a suite de “L'Histoire du Soldat”, de I. Stravinsky. Esta obra foi na sua versão original composta para um bailarino, três actores e sete instrumentos, a partir de um conto tradicional russo. A suite para violino, clarinete e piano foi composta em 1919, um ano após a estreia da versão original, e é uma selecção de cinco andamentos a partir dos treze da versão original.
 
Aram Khachaturian era um pilar da criação musical soviética, com ideais que defendiam que a arte devia ser acessível a todos de forma a integrar as minorias nacionais em toda a União Soviética. O “Trio” apresentado neste concerto foi composto em 1932, quando ele ainda estudava no conservatório de Moscovo. 
 
O compositor húngaro Béla Bartók foi altamente influenciado pela música folclórica do seu país. “Contrasts” foi escrito para clarinete, violino e piano em 1938 e é baseado em melodias de dança húngara e romena. Bartók escreveu a obra em resposta a uma carta do violinista Joseph Szigeti, embora tenha sido o clarinetista Benny Goodman que a encomendou oficialmente.
 
A interpretação destas obras estará a cargo de Rúben Marques Jacinto (Clarinete), Vera Batista (Piano) e David Montes (Violino).
 
Os bilhetes já se encontram à venda e têm os seguintes preços:
Compra antecipada (até dia 1 de Abril) - 7 euros (bilhete normal) e 6 euros (bilhete desconto para menores de 18 anos e maiores de 65 anos)
Compra no dia do concerto - 8 euros (bilhete normal) e 7 euros (bilhete desconto para menores de 18 anos e maiores de 65 anos)
 
Para mais informações e reserva de bilhetes para este espectáculo de música de câmara, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
 
SOBRE A CONTEMPORANEUS, ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA
A Contemporaneus, associação para a promoção da arte contemporânea, criada em 2005, surgiu do trabalho desenvolvido pelos músicos fundadores do "Ensemble Contemporaneus" com o objectivo de criar uma estrutura que o dirigisse administrativa e artisticamente e, simultaneamente, permitisse o desenvolvimento de um projecto artístico mais amplo e diversificado que a exclusiva actividade musical do ensemble. Desde então, a associação tem funcionado como fonte de criação artística, divulgando e dinamizando a música contemporânea portuguesa e trabalhando, sobretudo, na criação de hábitos regulares de fruição artística junto do público, para que o direito e livre acesso à cultura descritos na Constituição seja uma realidade para todos. Assim, e com o objectivo de promover a arte e os artistas contemporâneos, a associação tem realizado trabalho junto de autarquias, teatros, escolas, associações e outros agentes culturais, desenvolvendo e estimulando a prática musical. Através dos seus projectos, a Contemporaneus pretende então ser um espaço do conhecimento, da prática e da actualidade artística, com uma programação cultural dinâmica, regular e diversificada.

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