quarta, 23 agosto 2017
A “Casa do Toureio”, grupo empresarial liderado por Rui Gato Rodrigues e que apodera actualmente os cavaleiros praticantes António e Francisco Núncio, depois de ter estado também ligada ao matador Paco Velásquez e ao cavaleiro João Salgueiro da Costa, anunciou através de um comunicado enviado às redacções que passa a gerir a carreira do cavaleiro Tiago Carreiras.
 
A empresa pretende dar à carreira do promissor toureiro de Sousel, "um novo fulgor" e "cimentar a sua posição" no mundo taurino, naquele que será o sétimo ano de alternativa e depois de um inesperado "apagamento" que se seguiu a uma época inicial de grande expectativa.
 
A equipa liderada por Rui Gato Rodrigues informa ainda que Carreiras tem "uma quadra renovada, que em breve será apresentada".
 
c/ Farpas Blogue
 
Depois de quase três semanas de interregno, por causa das festividades do Natal e do Ano Novo, o cinema está de regresso ao Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
 
E em Janeiro, a mais emblemática sala de espectáculos da cidade estremocense vai receber cinco filmes.
 
Já amanhã, dia 6 de Janeiro, pelas 21.30 horas, estará em exibição o filme “Lion - A longa estrada para casa”, realizado por Garth Davis e com Dev Patel, Rooney Mara, David Wenham e Nicole Kidman, nos principais papéis.
Saroo, de cinco anos de idade, perde-se num comboio que se afasta de casa e da família. Assustado e desnorteado, acaba a milhares de quilómetros de distância, na caótica Calcutá, na Índia. Por milagre, ele sobrevive a viver pelas ruas e acaba por ser adotado por um casal australiano, reencontrando o amor e a segurança. Anos mais tarde, um encontro casual com uma comunidade indiana reaviva todo o seu anseio.
Com apenas algumas mas bem vivas memórias, e a ajuda da nova tecnologia chamada Google Earth, Saroo embarca na maior missão da sua existência.
 
No dia 13 de Janeiro, às 21.30 horas, será a vez do universo Star Wars encher o ecrã do Bernardim Ribeiro, com a película "Rogue One: Uma História de Star Wars", do realizador Gareth Edwards e com as interpretações nos principais papéis de Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, e Forest Whitaker.
"Rogue One: Uma História de Star Wars" é o primeiro de uma nova série de filmes do universo Star Wars. Segue um grupo de heróis improváveis que se une para roubar os planos da temida Estrela da Morte, a nova arma de destruição do Império, um evento-chave na cronologia de Star Wars.
A ideia para o arranque da antologia de histórias paralelas à cronologia principal de "Star Wars" surgiu das primeiras cenas de "Uma Nova Esperança", no momento em que a frota espacial rebelde obtém a primeira vitória contra o Império, na Batalha de Scarif.
 
O único filme de animação a ser exibido em Estremoz no mês de Janeiro, passa no dia 15, pelas 15 horas. Situado num mundo como o nosso, mas totalmente habitado por animais, "Cantar!" tem como estrela o elegante coala Buster Moon, dono de um teatro decadente. Quando vê o lugar de que mais gosta em risco de desaparecer, o eterno optimista Buster tenta recuperar a grandeza de outros tempos produzindo o maior concurso musical do mundo.
“Cantar!” foi realizado por Garth Jennings e conta na versão portuguesa com as vozes de Vasco Palmeirim, Áurea, Deolinda Kinzimba, Marisa Liz, Mickael Carreira, Anselmo Ralph e Catarina Furtado, a já chamada família “The Voice”.
 
No dia 20 de Janeiro passa o filme de ficção científica “Passageiros”, realizado pelo norueguês Morten Tyldum, e com Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen, Laurence Fishburne e Andy Garcia, nos principais desempenhos. Trata-se de uma película que explora o inexplorado, e que mexe com a imaginação do espectador.
Jim e Aurora são passageiros a bordo de uma nave espacial que os transporta para uma nova vida noutro planeta. A viagem sofre uma reviravolta mortal quando as cápsulas de hibernação os acordam 90 anos antes da chegada ao seu destino. À medida que Jim e Aurora tentam desvendar o mistério por trás desta falha, apaixonam-se, sendo incapazes de negar a sua intensa atração... sendo no entanto ameaçados pelo iminente colapso da nave e pela descoberta da verdade sobre o porquê de terem acordado.
 
Na última sexta-feira do mês, dia 27 de Janeiro, e à hora do costume, 21.30 horas, roda “Assassin’s Creed”, na versão 3D. Apenas três semanas depois da sua estreia em terras lusas, este blockbuster realizado por Justin Kurzel e com Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons, e Charlotte Rampling, nos principais papéis, chega a Estremoz. 
Através de uma tecnologia revolucionária que desvenda as suas memórias genéticas, Callum Lynch revive as aventuras do seu antepassado, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e que reúne conhecimentos e habilidades extraordinárias para controlar a opressiva e poderosa organização Templários no presente.
A informação foi veiculada pelo próprio empresário, através de um comunicado enviado às redacções, na passada quarta-feira, 28 de Dezembro.
 
Paulo Pessoa de Carvalho, sobejamente conhecido empresário tauromáquico e Presidente da APET - Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos, é o novo apoderado do cavaleiro tauromáquico estremocense João Maria Branco.
 
Segundo é referido no comunicado, “nos últimos dias houve acerto de projecto e de estratégia entre ambos”. Paulo Pessoa de Carvalho garante que estão “neste momento reunidas as condições para que a próxima temporada seja um desafio intenso em que o cavaleiro irá jogar forte, tendo sérias expectativas de poder dar um contributo positivo à festa de toiros”.
 
Ainda de acordo com Paulo Pessoa de Carvalho, o ginete de Estremoz está “neste momento a preparar-se já intensamente para a temporada 2017, reforçando a sua quadra e ultimando alguns pormenores essenciais para que 2017 seja uma temporada de sucesso”.
 
Na missiva é ainda afirmado que “no decorrer da próxima semana será dada a conhecer a equipa completa que irá estar ligada à carreira do cavaleiro, assim como alguns detalhes do projecto para a próxima temporada” nomeadamente quem será o apoderado no estrangeiro.
 
Praticamente no final do comunicado, é deixada “a promessa do toureiro e apoderado de a partir de hoje haver empenho máximo em que este projecto seja um projecto vencedor e a festa fique a ganhar”.
 
De recordar que João Maria Branco não tinha apoderado desde o passado mês de Agosto, altura em que se desvinculou da dupla espanhola composta pelo empresário Ignacio Ríos e pelo taurino José Luís Cotán.
 
Com um espectáculo bem conseguido, onde levou alguns convidados ao Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, a estremocense Matilde Cid encerrou a edição de 2016 do ciclo “Há Fado no Cais”, uma parceria do Museu do Fado e do Centro Cultural de Belém.
 
O concerto da passada sexta-feira, dia 16 de Dezembro, foi o primeiro que Matilde Cid deu em nome próprio ao longo do seu percurso no fado.
 
Notava-se a emoção e a imensa alegria de pisar o palco de “uma das salas mais importantes de Portugal” como fez questão de referir, agradecendo o “convite do Hélder Moutinho para cá vir cantar”.
 
Após surgir cantando um medley com “Tudo isto é fado” e “O Fado de ser fadista”, cumprimentou o público e não escondeu a alegria por “ver tanta gente. Pagaram todos bilhete para me verem. Espero não desiludir”. E não desiludiu.
 
Seguiu-se a primeira grande interpretação da noite, com “Saudades de Júlia Mendes”, antes de recordar o momento em que começou a cantar em Estremoz, a sua terra natal. Falou das suas referências e do modo como o fado lhe chegou, através da família, para abordar o nome de Maria Teresa de Noronha, de quem cantou “Rosa Enjeitada”.
 
Matilde Cid fez ainda questão de explicar ao público a diferença entre fados tradicionais e fados musicados. A diferença maior é “que os fados tradicionais não têm refrão, pois o objectivo é contarem uma história e quando contamos uma história não devemos ser repetitivos”. Esta explicação serviu de introdução ao fado Maria Vitória, intitulado “A saudade aconteceu”, da autoria de Jorge Rosa.
 
“Eu já não sei”, de Domingos Gonçalves Costa e Carlos Rocha, trouxe a palco Francisco Salvação Barreto, para um dueto com Matilde Cid, que proporcionou um bonito encontro de timbres diferentes mas que juntos resultou na perfeição. Francisco Salvação Barreto foi ainda “cravado” por Matilde Cid para cantar mais um fado, desta vez a solo, optando por escolher “Meu amor anda em fama” de Pedro Homem de Melo, um dos nomes maiores do fado e que nos deixou alguns dos mais bonitos fados, que repetidamente escutamos na voz de muitos fadistas.
 
Continuando na senda dos fados tradicionais, oportunidade para ouvirmos o fado corrido, “um dos mais importantes no fado tradicional. Ninguém sabe quem o escreveu portanto deve ser mesmo muito velhinho” disse bem humorada Matilde Cid.
 
E se na maioria do seu espectáculo, foi acompanhada pelo trio tradicional de fado, com Bernardo Romão na guitarra portuguesa, Jaime Santos Jr. na viola de fado, e Francisco Gaspar no baixo, Matilde Cid não se coibiu, e ainda bem, de levar ao palco do CCB, o piano e acordeão para dois temas: “Na rua dos meus ciúmes” e “Senhora da Nazaré”. Duas interpretações de grande qualidade e carregadas de sentimento, acompanhada pelo irmão Francisco Balula Cid, no piano, e Pedro Santos no acordeão. Seguiu-se o habitual momento da guitarra que mostrou o virtuosismo do trio de fado.
 

Matilde Cid regressou a palco para “Gostei de Ti”. A fadista alentejana mostrou ao longo do espectáculo uma dicção de grande qualidade, uma projecção vocal que sabe controlar e uma linguagem corporal que não entra em exageros ou floreados. Com Matilde Cid o fado é nu e cru. A emoção marca presença em tudo o que canta e consegue transmitir tudo o que sente. Notou-se que tem falta de palco em alguns momentos em que falou por cima dos aplausos na ansiedade de dizer tudo o que sentia. Matilde Cid provou que o fado conta com vozes que merecem mais espectáculos e que há ainda tanto por descobrir. Basta que os programadores não apostem no facilitismo de apenas contratarem os artistas de maior projecção mediática e sim aqueles que fazem do talento o seu principal trunfo.
 
Seguiu-se um momento em que chamou ao palco “a minha rapaziada dos fados”, destacando-se nomes como Carmo Moniz Pereira, Manuel Marçal, Gonçalo Castelbranco ou Francisco Salvação Barreto. O espectáculo podia ter terminado neste momento porque terminaria em grande mas Matilde Cid ainda ofereceu mais ao público.
 
Prestou homenagem aos forcados, “uma tradição que querem acabar com ela mas não conseguem”, com “Moço Forcado”. Relembrou ainda Carlos Ramos, um dos nomes mais importantes no fado. E continuando a homenagem às tradições recordou as tascas com “A tendinha”.
 
O público gostava do que ouvia e num prolongado e sonoro aplauso obrigou a fadista a um encore, no qual cantou um tema dedicado a Lisboa.
 
Matilde Cid fechou assim com chave de ouro a edição de 2016 de "Há Fado no Cais". Seria interessante em 2017 termos oportunidade de ver Matilde Cid em mais palcos nacionais.
 
c/ Rui Lavrador - Infocul
 
Cumprindo a tradição, a banda da Sociedade Filarmónica Luzitana vai realizar um Concerto de Natal, no próximo Domingo, dia 18 de Dezembro, pelas 19 horas, na Igreja de São Francisco.
 
A mais antiga banda do país em actividade ininterrupta promete tocar clássicos alusivos à quadra natalícia, entre outras peças que compõem o vasto reportório da Luzitana.

Presépios de Estremoz expostos em... Portalegre

Escrito por terça, 22 novembro 2016 23:30
Resultado de uma parceria estabelecida entre a Câmara Municipal de Portalegre e a Câmara Municipal de Estremoz, estarão expostos na Galeria de S. Sebastião, situada no edifício da autarquia portalegrense, nove “Presépios de Estremoz”, seis pertencentes ao espólio do Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho e três pertença da colecção particular de artesãos estremocenses.
 
Esta exposição, que poderá ser visitada todos os dias, entre as 09 e as 12.30 horas e as 13.30 e as 17 horas, será inaugurada no próximo dia 25 de Novembro, sexta-feira, e estará patente ao público até ao dia 31 de Dezembro.
 
Chegou na passada sexta-feira às lojas, a banda sonora do mais recente filme dos estúdios da Disney, “Vaiana”, que conta com a participação da banda eborense ÁTOA, com uma versão da canção principal do filme, intitulada “De Nada”.
 

Mas a banda constituída por Guilherme Alface, João Direitinho, Rodrigo Liaça e Mário Monginho não são os únicos portugueses presentes na banda sonora, que inclui ainda versões em português de temas interpretados por Ricardo Monteiro, Raquel Ferreira, Sara Madeira, Helena Montez, Inês Gonçalves, Jade Achiam, Paulo Ramos, Diogo Pinto e Pedro Bargado.
 
O disco conta ainda com a participação da nova estrela pop Alessia Cara em “How Far I’ll Go”, e várias composições originais de Lin-Manuel Miranda, Opetaia Foa ‘i e Mark Mancina, bem como as versões originais em inglês dos temas cantados em português.
 
“Vaiana” é o mais recente filme dos Walt Disney Animation Studios, sendo uma aventura arrebatadora de animação 3D que conta a história de uma adolescente corajosa que parte numa viagem arriscada, para provar a si mesma do que é capaz e para terminar a missão inacabada dos seus antepassados. Durante a aventura, encontra o outrora poderoso semideus Maui, para juntos atravessarem o mar aberto numa viagem cheia de acção, encontrando enormes criaturas marinhas e mitos antigos.
 
O filme estreia nos cinemas portugueses no dia 24 de Novembro.
Os tenores Carlos Guilherme e Jorge Baptista da Silva, a fadista Luísa Basto e a jovem voz do fado Luís Caeiro, encabeçam um vasto elenco de cantores e bailarinos, que irão subir ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro, no próximo Sábado, dia 29 de Outubro, a partir das 21.30 horas, no espectáculo “Memórias do Cinema Português”.
 
O cinema português tem um alargado percurso no tempo. Desde o seu aparecimento em Portugal, nos anos 20, que nunca mais se deixou de fazer cinema.
 
“Memórias do Cinema Português” é um espectáculo onde se apresentam as mais belas melodias que marcaram a história do cinema em Portugal, enaltecendo também alguns dos seus maiores intérpretes e actores, desde 1920 a 2015.
 
“Memórias do Cinema Português” é uma ideia original de Diogo Novo, que assina também a encenação, que conta com coreografia de Maria Luísa Carles, e que pretende ser um reviver de gratas memórias através de melodias imortais.
 
Este espectáculo, que faz parte integrante da iniciativa da Câmara Municipal de Estremoz, “Mês da Música - Outubro 2016”, pretende ser uma homenagem a Portugal, às suas tradições, às suas personalidades e às vozes que lhes deram vida.
 
“Memórias do Cinema Português” é uma produção Plateias d'Arte, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, sendo o preço dos bilhetes de 12,5€, na plateia e no 1º balcão, e de 10€ nas frisas e nos camarotes.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.

"Viver Variações" no Teatro Bernardim Ribeiro

Escrito por sexta, 21 outubro 2016 11:11
De há alguns anos a esta parte que Estremoz dedica grande parte da sua programação cultural, durante o mês de Outubro, à música, realizando a iniciativa “Mês da Música”.
 
Sendo o malogrado António Variações um dos grandes nomes da música portuguesa, e no ano em que se assinalam 32 anos desde a sua morte, a Câmara Municipal de Estremoz não podia perder a oportunidade de incluir na programação do “Mês da Música”, um espectáculo sobre a vida e obra de António Variações. “Viver Variações - A História da Minha Vida” é uma peça de teatro sobre a vida de António Variações, que sobe ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro, no próximo sábado, dia 22 de Outubro, pelas 21h30.
 
"As pessoas aproximam-se dele como se António Variações irradiasse luz ou íman”. Este espectáculo retrata bem essa ideia, ficciona uma noite de bastidores no camarim de Variações. Poderia ser uma noite como tantas outras, como em tantos espectáculos, mas esta retrata a noite em que dá o seu derradeiro e último espectáculo.
 
Um espectáculo intimista, em que Variações recorda a sua vida, as suas vivências e angústias. Sabe que está doente... 
 
António Variações foi certamente uma figura ímpar da música dos anos oitenta em Portugal e, passados trinta e dois anos do seu desaparecimento, Portugal mostra que não o esqueceu.
 
Pretende-se com este espectáculo homenagear a sua carreira, e a sua história.
 
A história de um minhoto, que queria ser cantor, nada mais que isso. Viveu dos cabelos para as canções e conseguiu deixar a sua marca na história da música.
 
Dizem que VARIAÇÕES morreu em 1984, dizem…
 
“Viver Variações - A História da Minha Vida” é uma produção de Ricardo Mesquita de Oliveira, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, sendo o preço dos bilhetes de 6,5€, na plateia e no 1º balcão, e de 5€ nas frisas e nos camarotes.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contatar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
 
c/ Município de Estremoz

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