terça, 12 novembro 2019
No próximo sábado, dia 29 de Junho, pelas 22 horas, o CAEP - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, recebe o espectáculo "Fragmentos – Imperfecthus ao vivo", um espectáculo de stand-up comedy em microfone aberto.
 
Um produtor de espectáculos perde a estrela principal da peça que ia apresentar no teatro da cidade. Desesperado, lembra-se de percorrer as ruas à procura de uma solução qualquer que lhe permita apresentar um espetáculo na mesma. 
 
Depois de se cruzar com sete pessoas muito particulares, o produtor tem o seu problema resolvido.
 
O Homem do Lixo, o Valdemar Marreco, o Hermínio, o Cesário, o Aníbal, o Salazar e o Engrola preenchem uma ficha de inscrição sem ler o que dizia o formulário…
 
Boa disposição e umas quantas gargalhadas é o que não irá faltar noite dentro.
 
"Fragmentos – Imperfecthus ao vivo" é uma produção da Imperfecthus, com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre, tendo os bilhetes o preço de 10 € para a plateia e para o balcão.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o CAEP – Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, através do telefone 245307498 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
Modificado em quinta, 27 junho 2019 14:16
Através da sua página oficial na rede social Facebook, a Associação PédeXumbo, entidade organizadora do Festival Andanças, informa “com grande tristeza” que a edição de 2019 do Andanças foi cancelada.
 
A 24ª edição, com data prevista entre 4 e 10 de Agosto, marcaria o retorno do evento às margens da albufeira da Barragem de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide.
 
Segundo a organização, “este regresso tinha como primordial objectivo assegurar que todos os participantes voltassem a desfrutar de um Andanças com duração de sete dias, pleno de entretenimento, com segurança e conforto”.
 
Na publicação no Facebook, a PédeXumbo refere que “apesar de todas as diligências realizadas, é neste momento impossível garantir os pressupostos necessários à realização do que projectámos para esta edição”.
 
A organização adianta que “não existindo actualmente alternativas ao espaço onde estava prevista a realização desta edição, torna-se inviável prosseguir com o processo de produção”, não restando outra alternativa à PédeXumbo “senão o cancelamento do Festival Andanças’2019”.
 
Na mesma publicação, a PédeXumbo deixa a garantia de que o festival terá continuidade: “Neste interregno iremos projectar um Andanças num formato adaptado aos desafios emergentes, pensado para proporcionar condições que respondam às presentes alterações climáticas e que, assente na sustentabilidade e preservação do meio envolvente, garanta uma experiência plena aos nossos participantes, artistas, voluntários e parceiros”.
 
Apresentando as “mais sinceras desculpas pelos inconvenientes subjacentes à não realização da edição de 2019”, a PédeXumbo informa que “todos os participantes que já adquiriram o seu bilhete” irão ser contactados “no sentido de articular o imediato ressarcimento do valor despendido nos mesmos”.
 
A Associação PédeXumbo lamenta “profundamente” a não realização da edição de 2019 do Andanças, um festival único que conta com mais de 20 anos.
 
A publicação culmina com a ressalva de que “o Andanças continuará a ser um espaço onde todos dançam, onde se faz música, onde se pode aprender e ter novas experiências, onde há partilha e cruzamento de ideias para um mundo melhor”.
Modificado em quarta, 05 junho 2019 00:19
O Guitarras ao Alto, evento musical que acontece no Alentejo, está de regresso para a sua quinta edição. No ano de 2019, o festival conta com Bruno Pernadas e Mário Delgado como artistas convidados, sendo que o primeiro concerto acontece já na próxima sexta-feira, a 24 de Maio, no Crato.
 
O desafio mantém-se: um encontro inédito de duas gerações de músicos que se unem pelo seu amor à guitarra. Bruno Pernadas junta-se assim a Mário Delgado para criar nova música que será apresentada em exclusivo em vários palcos representativos do património arquitectónico do Alentejo.
 
A ligação com a região do Alentejo continua a ser a matriz deste festival: um evento inédito em Portugal, inspirado na música, no vinho, na gastronomia, na paisagem e no património. Um regressar às origens e uma valorização do interior do país, levando para além dos grandes centros urbanos música de qualidade acessível a todos. Um hino à guitarra e ao espírito interventivo alentejano, divididos por quatro terras da região: o Crato (24 de Maio), Estremoz (25 de Maio), Avis (31 de Maio) e Beirã - Marvão (1 de Junho).
 
Este ano, todos aqueles que se deslocarem aos espectáculos do Guitarras ao Alto vão poder brindar com os vinhos Nunes Barata, de Cabeção, no concelho de Mora.
 
Os bilhetes para qualquer um dos concertos têm um custo de 5€ e podem ser adquiridos à porta ou através de reservas no site oficial do evento: www.guitarrasaoalto.pt
 
Segundo a organização, esta edição do Guitarras ao Alto só é possível graças aos apoios da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, do Programa 365 Alentejo-Ribatejo da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e das Câmaras Municipais de Crato, Estremoz, Avis e Marvão.
 
BRUNO PERNADAS
Compositor, arranjador, produtor, improvisador. São cada vez mais os epítetos deste músico que iniciou o seu percurso musical aos 13 anos na guitarra clássica, e que completou a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e a Escola Superior de Música de Lisboa. Já com uma vasta discografia em nome próprio, tem na guitarra o seu instrumento de eleição e mil e um géneros musicais por inspiração: Folk, Jazz, Space Age-Pop, Exótica, Afro-beat, Rock Psicadélico, Electrónica, Ambient.
 
MÁRIO DELGADO
Guitarrista excelentíssimo, com origem na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, já emprestou a sua arte na guitarra eléctrica a músicos dos quatro cantos do mundo, e tem colaborado com músicos portugueses, do jazz ao rock e à música popular, como Anamar, José Mário Branco, Mafalda Veiga, Lua Extravagante, Jorge Palma, Mário Laginha, Maria João e Janita Salomé. De destacar, em particular, o projecto TGB com Alexandre Frazão e Sérgio Carolino, que acaba de editar o seu terceiro disco.
 
24 de Maio | 21:30
Crato: Pousada Flor da Rosa
O Município do Crato e a Pousada Flor da Rosa recebem pela segunda vez o Guitarras ao Alto. A Pousada situa-se no antigo Mosteiro de Flor da Rosa, mandado construir em 1356 por D. Álvaro Gonçalves Pereira, primeiro Prior do Crato e pai do Santo Condestável, D. Nuno Álvares Pereira, e onde, segundo historiadores este nasceu. Um espaço carregado de história e de magia, que tem qualquer coisa de Game of Thrones. 
 
25 de Maio | 21:30
Estremoz: Claustro do Convento das Maltezas / Centro Ciência Viva
Pela terceira vez, celebra-se o Guitarras ao Alto na cidade onde reside o organizador do evento. Sempre no Convento das Maltezas, um dos edifícios mais emblemáticos e centrais de Estremoz, que hoje alberga o Centro Ciência Viva. Monumento Nacional desde 1924, começou por ser o Convento de São João da Penitência; foi depois o único local de retiro dos Cavaleiros de Rodes em Portugal, integrados mais tarde na Ordem de Malta; serviu ainda de sede de clausura de freiras dessa Ordem a partir do século XVI; até já foi o Hospital da cidade.
 
31 de Maio | 21:30
Avis: Casa das Artes
Precisamente um ano depois, o Guitarras ao Alto volta a Avis a convite da Câmara Municipal, mas desta terceira vez o palco é outro: a Casa das Artes, instalada numa casa senhorial no centro histórico da vila. Inaugurada este ano, a Casa das Artes de Avis alberga uma escola de música, uma área dedicada à formação de artes e uma galeria de exposições, entre outras valências culturais.
 
1 de Junho | 21:30
Beirã - Marvão: Trainspot
Também precisamente um ano depois, o Guitarras ao Alto chega pela 4ª vez consecutiva à antiga estação de comboios da Beirã-Marvão, onde se situa a guesthouse Trainspot dos anfitriões e amigos Lina e Eduardo. Um concerto com vista para a linha de comboio, que já é uma das imagens de marca do Guitarras ao Alto. Este ano, quem vier mais cedo, pode usufruir da experiência única de pedalar sobre a linha com a Rail Bike Marvão.
Modificado em terça, 21 maio 2019 14:25
Depois do sucesso da sua primeira edição, que aconteceu em 2018, a acolhedora vila do Crato regressa aos saudosos anos 80 e 90, entre os dias 7 e 9 de Junho, para a segunda edição do Festival Remember.
 
O evento irá juntar, no palco do Campo 1.º de Maio, Fisher Z, Los del Rio, La Frontera e Jafumega, que interpretarão, através de um line up verdadeiramente revivalista, alguns dos temas mais carismáticos dessas décadas e que ainda hoje povoam o nosso imaginário sonoro. Haverá ainda lugar à Festa da M80, rádio oficial do Festival e à animação diária com DJ’s pela madrugada dentro.
 
Seja numa invocação à nostalgia, num reavivar do saudosismo ou num despertar da curiosidade, o Festival Remember é pensado para agradar a um público dos 8 aos 80. Uma boa oportunidade para recuperar algumas das nossas memórias auditivas e todas as sensações que elas evocam, proporcionando uma experiência intergeracional em torno da música destes tempos.
 
Para além do programa musical, o visitante pode perder-se nas paisagens bucólicas do Município do Crato, povoadas de monumentos megalíticos que atestam a ancestralidade daquelas paragens, conhecer o vasto património histórico e deliciar-se com as iguarias típicas da região.
 
O repto fica lançado…. Desloque-se até ao Crato e perca-se no tempo, ao som da boa música dos anos 80 e 90!
 
Tanto o passe para o Festival Remember, como os bilhetes diários já estão à venda nos locais habituais, sendo que o passe de três dias tem um custo de 15 euros, e os bilhetes diários custam 7,5 euros.
 
LOCAIS DE VENDA: www.ticketline.sapo.pt, A.B.E.P., Ag. Abreu, ASK ME Lisboa, C. C. Dolce Vita- Tejo, Cascais Visitor Center, Casino Lisboa, CCB - Centro Cultural de Belém, E.Leclerc Guimarães e Famalicão, El Corte Inglés, Fnac, Fórum Aveiro, Galerias Campo Pequeno, IT-Tabacarias-Amadora e Estoril, MMM Ticket, Mundicenter, Pav. Multiusos de Guimarães, Shopping Cidade do Porto, SuperCor – Supermercados, Teatro Tivoli BBVA, Time Out Mercado da Ribeira, U-Ticketline e Worten.
Modificado em quarta, 15 maio 2019 16:47
E se uma escola do Alentejo decidisse concretizar o mais improvável dos projectos? Realizar uma récita da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, com a participação de uma orquestra, cantores profissionais e demais técnicos em interacção com alunos e professores.
 
A Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz aceitou este desafio e vai realizar a ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini, cujas récitas decorrerão na mais emblemática sala de espectáculos estremocense, o Teatro Bernardim Ribeiro, a 10 de Maio, pelas 14:15 horas, para a escola, e a 11 de Maio, a partir das 21 horas, para o público em geral.
 
Apostar na construção de uma vivência estética inovadora, através da cooperação entre profissionais (músicos, cantores, técnicos) e intervenientes da comunidade escolar, introduzindo desta forma uma perspectiva cultural consistente e relevante, capaz de promover o sucesso escolar e de solidificar e ampliar os saberes escolarizados, são apenas alguns dos objectivos que deram força e forma a este projecto multidisciplinar, iniciado em 2016 e com diversas actividades de mobilização e preparação já realizadas.
 
Com financiamento do Programa Operacional Portugal 2020, a sua concretização implicou parcerias entre a Escola Secundária/3 Rainha Santa Isabel de Estremoz e diversas entidades, como a Câmara Municipal de Estremoz, entre outras.
 
Esta ópera-bufa em dois actos, em que uma sucessão rocambolesca de peripécias e disfarces congregará o esforço e a vontade de um vasto grupo de pessoas – profissionais e amadores – na concretização de um mesmo objectivo – contrariar a lógica de um mero consumo imediatista, descontextualizado e inconsequente – tem a direcção artística do Maestro José Ferreira Lobo.
 
No elenco estarão cantores profissionais como Sara Braga Simões, Gisela Sachse, Pedro Telles, Pedro Rodrigues, Pablo Atahualpa, Rui Silva, Luís Rendas Pereira, com a participação da Orquestra da Ópera na Academia e na Cidade. A ópera tem ainda o contributo de Henrique Silveira (narração e textos).
 
A encenação é de Paulo Lapa, e a cenografia, o design de luz e o design de guarda-roupa estão a cargo de Miguel Massip, Mariana Figueroa, e Berta Cardoso, respectivamente.
 
Inserido igualmente neste projecto "Ópera na Escola", realizam-se na Biblioteca da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, no dia 11 de Maio, a partir das 16 horas, duas conferências. Uma dessas conferências é subordinada ao tema "O Palco Filosófico", pelo professor e amante da música clássica, António Júlio Rebelo, e a outra, cujo tema é "Beaumarchais: A Vida e a Obra", será apresentada pelo igualmente professor Luís Cabanejo.
Modificado em quinta, 09 maio 2019 01:02
Depois da celebração de 18 anos a fazer humor de improviso, com uma tour que percorreu o país de Norte a Sul, incluindo uma atuação na Altice Arena, perante a maior plateia de que há memória num espetáculo de humor nesta sala, os Commedia a la Carte César Mourão e Carlos M. Cunha, e o melhor improvisador colombiano do mundo Gustavo Miranda, apresentam agora o “Pior Espetáculo de Mundo”.
 
O novo espectáculo deste trio maravilha, que em 2017 levou ao Teatro Villaret, em Lisboa, e ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto, cerca de 50.000 espectadores, com “O Melhor Espetáculo do Mundo”, sobe ao palco do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre (CAEP) na próxima terça-feira, dia 23 de Abril, pelas 21.30 horas.
 
As palavras são de César Mourão: “O erro, sempre me fascinou; é algo que no improviso aproveitamos e passamos a integrar sempre no espetáculo, assumindo-o. O Pior Espetáculo do Mundo traz essa verdade, tem um lado ficcionado, mas de certa forma, revela este risco. O cartaz desfocado é algo que pode acontecer, com tudo feito à pressa e a ter que ir para a gráfica (risos). Pode existir um dia em que algo corre mesmo mal. O nosso estilo de humor permite-nos brincar com esta fronteiras”.
 
O “Pior Espetáculo de Mundo” é uma produção da Aquele Abraço, Lda, com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre, tendo os bilhetes o preço de 16 € para a plateia e 14 € para o balcão.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o CAEP – Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, através do telefone 245307498 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
Modificado em terça, 23 abril 2019 11:30
Na primeira edição dos PlayPrémios da Música Portuguesa, o alentejano Valas venceu o galardão “Vodafone Melhor Canção”, com a música “Estradas no Céu”, que conta com a participação especial da fadista Raquel Tavares.  O “Vodafone Melhor Canção” foi o único prémio dos Play cuja votação pertenceu por inteiro ao público, o chamado “júri de sofá”.
 
Johnny Valas, ou João Valido no Cartão de Cidadão, nasceu em Évora, a 5 de Outubro de 1989. Valas só descobriu que tinha vocação para a música uns anos depois de ter começado a escrever os primeiros versos e a gravá-los no seu quarto. O feedback positivo dos seus amigos foi, na altura, determinante para começar a levar a música mais a sério. Com o tempo foi ganhando consciência musical e criando um estilo muito próprio, o mais original possível.
 
O rapper foi sempre, desde muito novo, um ávido consumidor de todo o tipo de música mas era no hip-hop que se encontrava, que se identificava. Rappers portugueses ou americanos, como Sam The Kid, Boss AC, Halloween, Fuse e VRZ, foram sempre as suas maiores influências.
 
De todos os projectos em que já esteve envolvido, "Nébula" foi o que lhe deu mais prazer. O projecto, que desenvolveu em conjunto com o produtor Lhast, permitia-lhe finalmente trabalhar como sempre quis: desenvolver músicas desde o início até à versão final, com um produtor com capacidades únicas e com a vontade comum de fazer algo nunca antes feito em Portugal.
 
Para alguém que jogou futebol toda a vida, a formação académica mais natural tinha de ser desporto. Assim, terminou o Curso de Treinador de Jovens Atletas na Universidade de Évora e, é com desporto, cinema e literatura, que ocupa os seus tempos livres. 
 
Em 2016 assinou contrato com a Universal Music Portugal, uma oportunidade que há muito esperava, lançando pouco depois o seu primeiro single com o selo da editora multinacional, “As Coisas”, produzido por Lhast.
 
Rapidamente “As Coisas” se torna um dos maiores sucessos recentes do hip hop nacional. O vídeo soma mais de 4 milhões e 500 mil visualizações no YouTube/VEVO.
 
Valas torna-se, então, num dos nomes mais promissores do hip-hop contemporâneo, actuando em importantes festivais do país como o Vodafone Mexefest, Sumol Summer Fest ou MEO Sudoeste.
 
Em 2017 junta-se de novo ao produtor Lhast e no mesmo dia revela ao mundo dois novos temas: “Acordar Assim” e “Alma Velha”, este último com a participação de Slow J.
 
Continuou a actuar um pouco por todo o país, presenteando os seus muitos admiradores no final do ano passado com um novo single, “Imagina”, fruto da parceria de sucesso com o produtor Lhast, tendo convidado ainda o rapper ProfJam
 
Partilhou o palco do Estúdio Time Out com os Átoa e foi convidado por Diogo Piçarra para actuar consigo no Coliseu de Lisboa e no Coliseu do Porto.
 
A 1 de Junho de 2018, lançou o álbum “CHECK IN” e revela o single “Estradas no Céu”, tema com que vence agora o “Vodafone Melhor Canção”, nos Play – Prémios da Música Portuguesa. “Estradas no Céu” tem mais de 4 milhões de visualizações no YouTube/VEVO, marca presença nas playlists das principais rádio nacionais e faz parte da banda sonora da novela da SICAlma e Coração”.
 
Na hora de subir ao palco para receber o galardão, Valas foi acompanhado pelo produtor Lhast e pelo cantor Diogo Piçarra. No seu discurso de vitória referiu que “muito sinceramente não estava à espera” de ser o grande vencedor, tendo aproveitado a oportunidade para enviar “um grande abraço para o meu irmão, ProfJam, para a minha editora, para os Wet Bed Gang, para a Blaya, para a minha família e para as duas mulheres da minha vida, a minha mãe e a Mariana”.
 
Mas o eborense Valas não foi o único alentejano que esteve em destaque nos Play – Prémios da Música Portuguesa.
 
Kátia Guerreiro, na categoria “Melhor Álbum Fado”, com o seu disco “Sempre”, e António Zambujo, nomeado nas categorias de “Melhor Artista a Solo” e “Melhor Álbum”, com o seu mais recente registo “Do Avesso”, foram as outras nomeações alentejanas na primeira edição dos Play – Prémios da Música Portuguesa, que se realizaram na passada semana, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, numa organização da “PassMúsica”, numa associação entre a AUDIOGESTAssociação para a Gestão e Distribuição de Direitos e a GDA - Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes ou Executantes, e que contaram com a apresentação de Filomena Cautela e Inês Lopes Gonçalves.
Modificado em terça, 16 abril 2019 22:55
A associação “Glória Jovem”, na expectativa de ir ao encontro de um dos objectivos primordiais pela qual se rege, o reavivar de tradições e costumes junto da população jovem de forma a que estas não se percam no tempo, tendo como base a criação de um elo de ligação entre as várias gerações que constituem a sua comunidade, promove no próximo sábado, dia 13 de Março, pelas 22 horas, no salão da Junta de Freguesia de Glória, o tradicional Baile da Pinha.
 
A animação vai estar a cargo de Jorge Gomes.
 
Esta é uma iniciativa que conta com os apoios da Junta de Freguesia de Glória, da Câmara Municipal de Estremoz, e do portal de informação “Ardina do Alentejo”.
 
Modificado em terça, 09 abril 2019 00:39
Por intermédio do sul-africano Mitch Webber, proprietário do espaço de alojamento local The Place at Evoramonte, e contando com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz e da Junta de Freguesia de Évora Monte, a Fundação House of Mandela Art promove, pela primeira vez em Portugal, a exposição de obras de Nelson Mandela, “A Arte de Nelson Mandela”, exposição apresentada pela Delta Cafés, e que estará patente em Évora Monte, até ao dia 2 de Junho de 2019.
 

“A Arte de Nelson Mandela” tem inauguração marcada para a próxima terça-feira, 9 de Abril, pelas 11 horas, e para além de contar com a presença de diversos representantes das entidades envolvidas, marcará igualmente presença a Embaixadora da África do Sul em Portugal, Mmamokwena Gaoretelelwe. 
 
Esta será a primeira vez que este conjunto de criações, datados de 2001 a 2005, e que espelham a sobejamente conhecida história da vida do líder político sul-africano, visita o nosso país. 
 
Constituída por duas séries de desenhos e pinturas – série Luta e série Ilha Robben - a exposição irá estar patente em diversos locais da aldeia alentejana. A Torre/Paço, no majestoso Castelo de Évora Monte, a Galeria de Arte Silveirinha, no primeiro piso dos antigos Paços do Concelho, a loja de artesanato Celeiro Comum, as instalações da empresa de animação turística e cultural Andar a Monte, e o alojamento local The Place at Evoramonte, são os cinco locais escolhidos – de curta distância entre si – para receber esta mostra de trabalhos de Nelson Mandela.
 
As 36 imagens expostas tratam-se de gravuras, algumas delas assinadas, da colecção da Fundação House of Mandela Art. 
 
A série Luta
Na Torre/Paço estarão expostas as suas primeiras obras, a série Luta (Struggle Series), constituída por cinco desenhos que sintetizam a história da sua vida: “O Punho Cerrado”, que representa os anos de luta; “A Prisão” – as suas mãos atadas que simbolizam o seu encarceramento durante 27 anos, “A Liberdade” – o partir os grilhões; “A Unidade” – Nelson Mandela não se limitou a unir a sua nação e continente, tendo estendido a sua mão de amizade a todo o mundo; e “A Mão” – a sua mão estendida na direcção da mão de uma criança, refletindo a sua crença nos mais jovens.
 

Conforme escreveu na respectiva motivação: “Ainda que a idade nos transforme em guias mais sábios… é a juventude que nos faz lembrar do amor, da confiança e do valor da vida”. Como entidade promotora, a House of Mandela Art convidou dois artistas portugueses para participarem nas séries “Unity”, que podem conhecer através do link https://houseofmandelaart.com/collections/unity-series -, série essa que resulta da interpretação da série Luta por diversos artistas. Assim, dois artistas nacionais, de diferentes gerações, irão desenvolver ao vivo no Castelo, nos fins de semana do período da exposição, as suas criações tendo por base este conjunto de desenhos. Estas gravuras serão assinadas pelos próprios e colocadas à venda no site da Nelson Mandela Art, e as receitas serão partilhadas entre o artista e a Nelson Mandela Art Charity.
 
A série Ilha Robben 

Em 2002, Nelson Mandela criou uma série de gravuras que evocam o tempo que passou em Robben Island, aonde regressou para melhor capturar a sua essência, o que fez através do seu estilo singular, usando cores garridas, numa série de trabalhos intitulados “A Cela”, “A Janela”, “A Igreja”, “O Farol” e “O Porto”. Nelson Mandela escreveu também sobre a motivação subjacente a estas obras. 
Concluídas estas séries, Mandela dedicou-se ao seu talento recém-descoberto e, em jeito de brincadeira, disse ao seu professor de artes – “Posso transmitir tanta coisa com estes simples desenhos à base de linhas. Por que é que escreveria outro livro, quando posso contar histórias nos meus desenhos?”. Inspirando-se na série Luta, Nelson Mandela viria a criar mais 46 obras originais. Essas obras podem ser consultadas no website da fundação, em https://houseofmandelaart.com
 
Évora Monte 
Situada no extremo ocidental da Serra d’Ossa, Évora Monte divide-se em zonas distintas. No cimo do monte a vila muralhada e, cá em baixo junto à estrada nacional, a parte nova desta localidade. Reza a história que foi conquistada por Giraldo Geraldes, O Sem Pavor, no ano de 1166. Recebe Foral de D. Afonso III em 1248 e, em 1306, D. Dinis manda erguer as muralhas para assim proteger a vila e incentivar o seu povoamento. No séc. XV passa a integrar o Ducado de Bragança e, no séc. XVI, D. Jaime, IV Duque de Bragança, manda erguer a Torre/Paço, de desenho peculiar e inconfundível. Esta é abraçada por cordões que terminam nos famosos Nós dos Braganças, alusivos ao lema desta Casa “Depois de Vós, Nós” (depois do Rei, nós, a Casa de Bragança). É também em Évora Monte que, em 26 de Maio de 1834, é assinada a Convenção de Évora Monte, tratado que põe fim à Guerra Civil. A beleza de Évora Monte, bem como o seu riquíssimo património cultural e paisagístico são algumas das razões que convidam a uma visita. E se assim já o era, durante os meses de Abril e Maio há mais um forte motivo para ir, ou voltar, até à pequena aldeia alentejana, a exposição “A Arte de Nelson Mandela”, apresentada pela Delta Cafés.
 
Galeria de Arte Silveirinha e Celeiro Comum

De paragem obrigatória, a Galeria de Arte “Silveirinha”, de Sofia Bourbon, acolhe grande parte da exposição. Aberto desde Agosto de 2018, com o objectivo de dar nova vida ao emblemático edifício do século XVIII onde se instalou, junto à Torre/Paço de Évora Monte, este espaço alia a arte à cultura, dispondo de duas salas para exposições temporárias, e uma terceira onde se podem comprar produtos de marcas portuguesas, com maior enfoque em produtos do Alentejo, entre os quais se destacam os vinhos produzidos pela Herdade da Madeira Velha, com adega em Évora Monte. Aqui é também possível subir à Torre do Relógio, que faz parte da história da terra, assim como as Pedras do Caminho, que nos levam até à próxima atracção, a loja de artesanato, e nos contam a história de Inocência Lopes, a guardiã deste castelo que abriu a sua loja há 15 anos e, apesar das dificuldades, ainda hoje aqui permanece. A artesã local pintou, à mão, 100 pedras da calçada, transformando-as em pequenas casas, únicas e numeradas, que fazem as delícias de todos os que por elas passam. Estas são as “Pedras de Évora Monte”, que têm a sua versão ‘portátil’ nas irresistíveis “Casas da Sensa” (petit-non de Inocência), que a mesma artista pinta em pedras soltas do caminho, e que podem ser compradas na sua pitoresca loja de artesanato, “Celeiro Comum”, que faz parte deste combinado de encantos alentejanos. Um celeiro com uma simples fachada, datada do século XVII, fundado a 21 de Janeiro de 1642, por alvará de D. João IV e a pedido dos evoramontenses.
 
Andar a Monte
Olhando mais para cima, a observação de pássaros é outra das propostas para que quem passe por Évora Monte, não passe sem lá voltar (e recomendar!). Chegam a ser observadas e identificadas mais de 65 espécies apenas na área mais próxima. Os que não dispensam uma boa caminhada podem ir “Andar a Monte” com Helena e Matilde Ruas, mãe e filha, proprietárias desta empresa local que organiza e promove passeios pela região, dando a conhecer o património cultural e paisagístico de Évora Monte, incluindo a história do Castelo e as curiosidades desta pequena aldeia alentejana. É também possível conhecer as Ermidas de Évora Monte (e são 13!), passeando pelo montado e pelo olival, com direito a uma explicação sobre a produção de azeite e a tiragem da cortiça. E na sede da “Andar a Monte”, azeite e ervas aromáticas biológicos, produzidos localmente, bem como os óleos essenciais, estão disponíveis para compra. Poderá ainda observar encadernações feitas por um artesão local.
 
The Place at Evoramonte
E para uma pausa ou para uma confortável estadia, o “The Place at Evoramonte” completa esta experiência apaixonante, já que o casal de proprietários, tal como a própria terra, têm também a sua história romântica. Vicki e Mitch conheceram-se em 2000, e desde então viajaram juntos por mais de 45 países, e sempre com a ideia de abrir uma loja de artesanato ou um alojamento local na Escócia. Depois de viverem quatro anos na Tailândia, perceberam que precisavam de mais sol do que as terras escocesas podiam oferecer. E após visitarem o norte e o sul, concluíram que a zona de Évora seria perfeita. Em Outubro de 2013 encontraram um pequeno tesouro alentejano, que é hoje este alojamento local. Lá dentro, os quatro quartos foram cuidadosamente decorados, numa fusão perfeita da essência histórica com conceitos mais actuais, mantendo sempre um equilíbrio harmonioso, de forma a proporcionar uma estadia tão inesquecível como os pores do sol que podem ser contemplados das magníficas varandas, de que cada quarto dispõe, com uma vista deslumbrante de 220º sobre a relaxante paisagem alentejana. 
 
 
 
Modificado em segunda, 08 abril 2019 23:39