sábado, 15 dezembro 2018
Desde o passado dia 24 de Novembro, que está patente ao público, na Galeria Municipal D. Dinis, a XII Exposição de Presépios de Artesãos de Estremoz.
 
Esta mostra, que é já uma referência no Alentejo, conta com mais de trinta presépios, produzidos em diversos materiais como cerâmica, tecido, pedra, madeira, cortiça, vidro e metal, dos artesãos Afonso Ginja, António Moreira, Célia Freitas e Miguel Gomes, Duarte Catela, Fátima Lopes, Francisca Carreiras, Irmãs Flores, Isabel Pires, Jorge Carrapiço, Jorge da Conceição, José Vinagre, Manuel Miranda, Manuel Serrano, Maria José Camões, Pedro Cravo, Perfeito Neves, Ricardo Fonseca, Sara Sapateiro, Susana Cunha e Valter Cavaco.
 
A exposição, que vai estar patente até ao dia 5 de Janeiro de 2019, de terça-feira a sábado, com entrada gratuita, é uma organização da Câmara Municipal de Estremoz, através do Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho.
O palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, recebe no próximo sábado, dia 24 de Novembro, a partir das 21:30 horas, a representação da peça de teatro "Cabeça de Porco".
 
António é um homem que nasce bom, num país de maus. Nasce com uma cabeça revolucionária e um grande sentido crítico sobre a política, igualdade social e justiça. Todos o achavam estranho, desobediente, perigoso e insuportável. António não desiste de ser ele próprio e de tentar melhorar o mundo à sua volta. Um dia, apaixona-se e perde a cabeça: promete mudar, ser diferente, igual a todos, ser normal. Um relojoeiro empresta-lhe uma cabeça de porco, com a qual António consegue tudo o que um homem deve desejar na vida: poder, juventude, beleza e amor.
 
“Cabeça de Porco” tem como base um conto de João do Rio (Paulo Barreto) e acontece num país do Sul, num lugar onde todos querem a mudança, mas ninguém quer mudar. Frutificam ideais de preponderância, ira, inveja, gula, cobiça, luxúria, orgulho, preguiça, corrupção, hipocrisia e egoísmo. Neste contexto, a presença de António é divergente. Ele sempre diz a verdade e acredita numa sociedade com ideais construtivistas como a Fraternidade, a Igualdade e a Liberdade. Um homem pode ser bom, isto é, pode ser um centro de amor, caridade e inspiração. António rapidamente descobre que não se encaixa na ordem estabelecida. Apaixonado, decide mudar e descobre que consegue ajustar-se às imposições do mundo, camuflando-se. Troca a sua brilhante cabeça por uma de porco. Após a transformação descobre que é muito melhor e vantajoso ser mau. «Não sou feliz. Eu estou feliz.»
 

Baseado no conto “O Homem da Cabeça de Papelão” (de João do Rio, pseudónimo do autor brasileiro João Barreto), conta a história de um homem que nasce bom num país de maus. António é um inadaptado, completamente incompreendido pela sociedade em que vive, onde a sua tendência para o bem e para a verdade é vista com desdém.

 Ardina do Alentejo quis saber mais sobre este espectáculo, e esteve à conversa com dois elementos do Resina Teatro, companhia que apresenta em Estremoz a peça “Cabeça de Porco”, mais concretamente António Vicente, responsável pela luminotecnia, sonoplastia e vídeo, e André Carvalho, que assina a Direcção de Actores. Conversámos também com Nelson Monforte, actor que tem a seu cargo a interpretação desta peça, sendo também o responsável pela versão e concepção deste espectáculo.
 
Ardina do Alentejo - Resina Teatro regressa ao Teatro Bernardim Ribeiro, quase dois meses depois... Que balanço fazem da vossa estreia em Estremoz, a 29 de Setembro, com a peça "Os Vigilantes"?
António Vicente (AV) - Para falar a verdade, estávamos um pouco receosos. Já há algum tempo que não apresentávamos “Os Vigilantes”, pelo que poderíamos estar «enferrujados», mas trabalhámos muito bem durante os ensaios e afinámos alguns detalhes, portanto, honestamente, consideramos que foi o nosso melhor espectáculo. O Teatro Bernardim Ribeiro é um espaço lindíssimo e a equipa que nos recebeu foi impecável durante todo o processo, o que também ajudou muito à nossa adaptação! Infelizmente, não tivemos tantos espectadores quanto gostaríamos, o que é uma pena, porque “Os Vigilantes” vive muito da sinergia entre todos... Há um silêncio e uma tensão ao longo do espectáculo, crescentes, mas que atingem outros níveis quando existe uma réplica vinda da plateia. Apesar disso, alguns dos espectadores com quem conversámos depois da apresentação disseram-nos que gostaram muito e que o espectáculo abordava assuntos muito pertinentes – o que é óptimo, deu-nos uma sensação de «dever cumprido»!
 
Ardina do Alentejo - E o que nos trazem agora?
André Carvalho (AC) - O espectáculo de sábado será um pouco diferente. É baseado no conto “O Homem da Cabeça de Papelão” (de João do Rio, pseudónimo do autor brasileiro João Barreto) e conta a história de um homem que nasce bom num país de maus. António é um inadaptado, completamente incompreendido pela sociedade em que vive, onde a sua tendência para o bem e para a verdade é vista com desdém. Ainda assim, António é como todos nós, pois apenas procura ser compreendido e aceite pelos outros. Quanto ao espectáculo, optámos por não seguir a linha tradicional de como contar uma história, acrescentámos alguns elementos que lhe conferem outro matiz e o fazem muito mais interessante!
 
Ardina do Alentejo - O teatro vive do público... Aproveita esta oportunidade e convence o público a vir ao TBR na noite de sábado...
AV - “Cabeça de Porco” é um espectáculo intimista, portanto ganha outra dimensão quando há uma respiração e uma reflexão conjuntas, entre actor e espectadores. A reflexão não se limita ao espectáculo em si, pelo que o mais interessante, na nossa opinião, é encontrarmos as ligações entre esta sociedade ficcionada e a sociedade que todos nós partilhamos – cada vez mais do consumo imediato e da pastilha elástica. E é isso que queremos descobrir, se somos os únicos a pensar deste modo ou se os estremocenses partilham as nossas ideias... Portanto, venham daí e ajudem-nos a contar esta história!
 

Seguramente regressaremos a Estremoz em 2019. Seja com um novo espectáculo ou um projecto de maior dimensão – um dos nossos objectivos é desenvolver e aprofundar a nossa ligação à cidade, um espaço próprio, o que nos permitirá trabalhar com outra flexibilidade, apresentar espectáculos com maior regularidade e, também, desenvolver actividades com a comunidade.

 Ardina do Alentejo - Nelson Monforte está a comemorar 20 anos de carreira... Têm sido uns bons 20 anos?
Nelson Monforte (NM) - Têm sido vinte anos de muita emoção, de muito estudo e de árduo trabalho. Licenciei-me na Escola Superior de Teatro e Cinema e mais tarde concluí o mestrado em Artes Cénicas na Universidade Nova de Lisboa. Tive a sorte de trabalhar com grandes companhias de teatro, nacionais e internacionais, como actor e director. Ambicionava ser um bom actor e principalmente viver da minha arte. O objectivo principal foi conseguido com sucesso. Tive uma diversidade de papéis assinalável ao longo destes vinte anos de carreira, dividi-me entre o teatro, a televisão e o cinema, mas ainda quero realizar muitas ideias e projectos e, se possível, viajar pelo mundo inteiro a fazer teatro.
 
Ardina do Alentejo - A versão, concepção e interpretação de "Cabeça de Porco" é sua... Foi um desafio que quis colocar a si próprio?
NM - “Cabeça de Porco” nasceu numa altura de revolta pessoal, de inquietação como artista e cidadão de um país em profunda crise, governado – ou, melhor, desgovernado – por políticos incompetentes. Este espectáculo «aberto» continua a ser um projecto complexo de criação e concepção cénica. Um dos maiores desafios profissionais que tive até hoje, pois não tive qualquer apoio financeiro e, como artista, estava completamente sozinho. A ideia inicial era fazer tudo: guião, interpretação, cenografia, figurinos, sonoplastia, produção, etc. Foi um enorme prazer trabalhar este texto do João do Rio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade enorme transformá-lo num espectáculo teatral. Um espectáculo político, sociológico e um óptimo entretenimento.
 
Ardina do Alentejo - E que mais projectos existem na carreira do Nélson?
NM - Ainda quero continuar a apresentar o “Cabeça de Porco”, em Portugal e no Mundo. Como actor, também regressarei com novos papéis e projectos. Também quero dedicar mais tempo ao cinema e à realização. Tenho duas ideias para longas metragens. Estou sempre à procura de novos projectos, que me desafiem e estimulem, mas que também sejam surpreendentes para o público.
 
Ardina do Alentejo - E depois de sábado, fica a faltar muito tempo até ao regresso do Resina Teatro a Estremoz?
AC - Seguramente regressaremos a Estremoz em 2019. Seja com um novo espectáculo ou um projecto de maior dimensão – um dos nossos objectivos é desenvolver e aprofundar a nossa ligação à cidade, um espaço próprio, o que nos permitirá trabalhar com outra flexibilidade, apresentar espectáculos com maior regularidade e, também, desenvolver actividades com a comunidade.
 
A peça “Cabeça de Porco” é uma organização do Resina Teatro, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, sendo o preço dos bilhetes de 10€ na plateia e 1º balcão, e de 8,50€ nas frisas e camarotes.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227. 
Desde o passado dia 18 de Novembro, que está patente ao público na Sala de Exposições Temporárias do Museu Municipal de Estremoz, a exposição "Caras e Caretas", de Carlos Laranjeira.
 
Sobejamente conhecido, Carlos Laranjeira, de 48 anos, é cartoonista do diário mais lido em Portugal, o "Correio da Manhã" e da publicação desportiva "Record". Os seus cartoons têm igualmente presença assídua na SIC Notícias.
 
São quase 30 anos de lápis e folha na mão a caricaturar, e garante que cada caricatura é sempre como se fosse a primeira.
 
Licenciado em Design de Comunicação, Carlos Laranjeira, comemora durante o mês de Novembro, 28 anos de carreira, carreira essa que teve início com a participação no concurso "Prémio Francisco Zambujal", organizado pelo jornal “A Bola”, que lhe valeu o 2º lugar, o passaporte para entrar no desporto.
 
O primeiro cartoon publicado por Carlos Laranjeira no "Record" foi do árbitro algarvio Francisco Silva.
 
A réplica do ex-presidente do Benfica, Jorge de Brito, de uma nota com a efígie, valeu-lhe o primeiro prémio no Salão Nacional de Caricatura, em 1993. Na base desta crítica desenhada estavam os milhões que Jorge de Brito desembolsou do seu próprio bolso para pagar a transferência de Futre do Atlético de Madrid para o Benfica. Carlos garante que “o cartoon é uma imagem com uma mensagem. É outra perspectiva da realidade, mas em forma de crítica humorística”. E acrescenta: “A imparcialidade é fundamental”.
 
Alguns dos cartoons por si assinados já lhe valeram processos em tribunal. No entanto, isso não o impede de continuar a utilizar o lápis sempre da mesma maneira: “Desde que iniciei a minha carreira, Pinto da Costa é uma das personalidades que mais caricaturei. Dele nunca recebi qualquer reparo, ao contrário de outros dirigentes do futebol”. 
 
Dado o impacto do cartoon, Carlos Laranjeira, defende que deveria ocupar outro espaço nas páginas dos jornais em Portugal: “Em França ou na Espanha abrem-se primeiras páginas com caricaturas, nas entrevistas não há fotografias, há caricaturas. A nossa imprensa deveria adoptar esta medida”. E acrescenta: “A fotografia mostra a pessoa ’em bruto’. A caricatura tem uma carga muito mais impressiva”.
 
Ao longo dos anos, o cartoonista tem percorrido o país de Norte a Sul para dar a conhecer o seu trabalho. É nestas viagens, onde contacta directamente com as pessoas, que lhe pedem muitas vezes para fazer a sua caricatura ao vivo. Apesar de não recusar, Carlos Laranjeira afirma que gosta mais de fazer crítica. 
 
Mas não é só em Portugal que expõe. Já foi convidado do Festival Internacional de la Caricature, aliás um festival que conhece muito bem, visto que em 1995, também como artista convidado, viu com alguma surpresa que à entrada da vila de St. Estéve, em Perpignan, no Sul de França, estava um outdoor de Salvador Dali da sua autoria.
 
É nestas exposições internacionais, que Carlos Laranjeira, aproveita trocar experiências com o francês Mulatier e o espanhol Viscara, que são os seus “ídolos”.
 
Em Portugal, elege o cartoonista da revista “Visão”, Rui Pimentel, como o seu preferido.
 
Visite carloslaranjeira.myportfolio.com e encontre mais cartoons do artista.
 
Esta mostra vai estar patente até dia 20 de Janeiro de 2019.
O palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, recebe na próxima sexta-feira, dia 16 de Novembro, a partir das 21:30 horas, o espectáculo "Variações a partir de um coração", divertimento popular para um Quarteto Contratempus.
 
Pode um coração partir-se (ou colar-se) de amor? Antes de sermos quem somos, de cantarmos o que cantamos, de chorarmos o que choramos, de rirmos o que rimos, que sons estão no início? Que música faz bater o coração? Neste espectáculo, voltaremos atrás sem perder o horizonte do amanhã. São variações a partir do início. São variações sem perder o pé. A bater o pé, certinho, compassado, como o leito de um rio em dias calmos – o nosso norte, o nosso rio Douro.
 
Fazer da música tradicional portuguesa o centro deste projecto constitui em si mesmo um sinal: de quem sabe de onde veio e de onde é. Não nos move qualquer espécie de revivalismo passadista ou saudosista (com que se olha muitas vezes a tradição popular); antes, a convicção de que vemos o mundo com olhos daqui, deste lugar e deste tempo. Por isso propomos um espectáculo plural e aberto, onde as referências à música tradicional sejam um idiomático ponto de partida para percursos multidirecionais, explorando espaços e movimentos, texturas e cores, tempos e lugares.
 
A construção deste mosaico, plural e multifacetado, simboliza também a celebração do encontro de quatro artistas do norte que há já dez anos se dedicam à interpretação e divulgação de obra musical de autores portugueses.
 
Este espectáculo "Variações a partir de um coração" é uma organização do Quarteto Contratempus, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, sendo o preço dos bilhetes de 5€ cada.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227. 
Na próxima segunda-feira, dia 29 de Outubro, pelas 15 horas, terá lugar na Biblioteca Municipal de Monforte, mais uma edição da iniciativa “À Conversa com...”, desta feita com a presença do escritor e antigo inspector da Policia Judiciária (PJ), Francisco Moita Flores.
 
Durante este “À Conversa com...” será possível ficar a conhecer mais sobre “O Mistério do Caso de Campolide”, o mais recente livro do antigo Presidente da Câmara Municipal de Santarém, e o primeiro policial da sua já vasta obra.
 
O conhecido criminologista Moita Flores, que até agora se tem dedicado ao romance histórico, situa a acção da história deste policial em 1937, no auge do Estado Novo, tendo como protagonista dois agentes da PIC, a Polícia de Investigação Criminal – a primeira corporação que existiu em Portugal e que deu origem à Polícia Judiciária.
 
Na casa do industrial Álvaro Penaguião celebra-se o convite para integrar as listas da União Nacional para as eleições de 1938: um jantar no seu palacete em Campolide com um grupo de amigos, destacadas figuras do regime. A dada altura, o anfitrião sente-se indisposto e, instantes depois, está morto. Um dos presentes é médico e informa que o industrial foi fulminado por um enfarte. Mas na residência de Álvaro Penaguião houve quem achasse estranha aquela morte súbita, tendo chamado discretamente a Polícia de Investigação Criminal.
 
O agente Simão Rosmaninho olha o cadáver e não tem dúvidas de que está perante um homicídio. O Coronel Carolino, um dos directores da Polícia Política é um dos convivas e proíbe-o de fazer qualquer diligência que ponha em causa o veredicto clínico. No dia seguinte, Simão percebe que o seu Chefe já está industriado para obedecer aos desígnios da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado. Entalado entre ordens superiores e a convicção de que está perante um homicídio, o jovem detective começa a investigar. Os primeiros resultados do Laboratório de Polícia Científica confirmam as suas suspeitas. E tudo se complica ainda mais quando, na mesma residência, passados alguns dias, ocorre um segundo homicídio. “O Mistério do Caso de Campolide” torna-se numa luta de poderes, e só os conhecimentos do colega de Simão, o Arengas, lhe permitem resolver os dois crimes.
 
Francisco Moita Flores é dos autores de língua portuguesa mais conhecido quer pela sua obra literária: “A Fúria das Vinhas”, “Segredos de Amor e Sangue”, a “Opereta dos Vadios”, “Mataram o Sidónio!”, e “O Mensageiro do Rei”, entre muitos outros títulos, quer pelos trabalhos para cinema e televisão, onde se recordam “A Ferreirinha”, “Ballet Rose”, “Alves dos Reis”, “O Processo dos Távoras” e “O Bairro”.
 
“O Mistério do Caso de Campolide” é editado pela Casa das Letras.
Promovido pela União das Freguesias de Estremoz – Santa Maria e Santo André, o salão dos Bombeiros Voluntários de Estremoz recebe, no próximo dia 20 de Outubro, sábado, pelas 18 horas, um Encontro de Bandas.
 
Marcam presença neste encontro, as duas bandas da cidade de Estremoz, a Banda da Sociedade Filarmónica Artística Estremocense - União e a Banda da Sociedade Filarmónica Luzitana, e duas bandas convidadas.
 
Esta iniciativa conta com apoio dos Bombeiros Voluntários de Estremoz e da Câmara Municipal de Estremoz.
No próximo sábado, pelas 21:30 horas, sobe ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, a peça “Os Vigilantes”, pela Resina Teatro.
 
Dois homens, duas gerações. Dois vigilantes de empresa em ronda nocturna. Um espaço. Um armário resiliente de perturbações fantasmas. O passado que embate na indiferença ou na ausência de pensar um futuro. À falta de diálogo, acontece o confronto.
 
Dois homens, num compasso entrosado de regras impostas. Aproxima-os a sobrevivência da época. Distancia-os as dúvidas. As ambivalências do tempo vivido. No sufoco do ar que respiram, a insegurança dos medos do tempo presente.
 
Esta iniciativa é uma organização da Resina Teatro, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, sendo o preço dos bilhetes de 10€ para a plateia e para o 1.º balcão e de 8,5€ para as frisas e camarotes. Para os estudantes, maiores de 65 anos, militares, ex-combatentes e profissionais do espetáculo o bilhete tem um custo de 8€. Para os grupos com mais de 10 pessoas, o custo do bilhete é de 6,5€ cada.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
E a Revista à Portuguesa está de volta ao Teatro Bernardim Ribeiro. No próximo Sábado, dia 15 de Setembro, pelas 21:30 horas, o mais popular e satírico género teatral marca presença na emblemática sala de espectáculos estremocense, com "Que Grande Caldeirada!".
 
Após o grande êxito nacional “Ol(h)á Florbela!”, a Sonhos em Cena traz até Estremoz a revista à portuguesa "Que Grande Caldeirada"!, que recupera os grandes êxitos do teatro de revista em junção com novos quadros. São assim aliados, números intemporais com a crítica actual e acutilante da revista à portuguesa, servida com um elenco de jovens valores comandados por Florbela Queiroz.
 
É no palco que os artistas devem estar” tem referido muitas vezes Florbela Queiroz. Com energia e entrega, a veterana actriz recriará nesta nova revista números de grande êxito da sua carreira, como a “Neta de Florbela” ou a “Senhora das Pulseiras”. E é nos palcos que se manterá ao lado de um elenco que conta com a experiente Isabel Damatta, que irá interpretar uma divertida e nova rábula intitulada “Pesadelo na Cozinha”, Sara Inês, que se confirma como grande actriz de revista no quadro “As Escolhas de Matilde”, a escultural Raquel Caneca, que se desdobra nas funções de actriz e de cantora, a grande revelação Gonçalo Brandão, que se afirma na rábula “Lição de Culinária” e Ricardo Miguel, que se junta à companhia com destaque para o número sério “O País do Joaquim”.
 
Um luxuoso guarda-roupa e atractivas projecções conferem a “Que Grande Caldeirada!” o luxo habitual da revista à portuguesa. “Que Grande Caldeirada!” apresenta textos de grandes autores, como César de Oliveira, Francisco Nicholson e Isabel Damatta, bem como textos originais de Renato Pino. A música está a cargo do Maestro Carlos Dionísio.
 
Esta iniciativa é uma organização da dupla João Batista e Ricardo Miguel, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, sendo o preço dos bilhetes de 12,50€ para a plateia e para o 1.º balcão e de 10€ para as frisas e camarotes.
 
Para mais informações e reserva de bilhetes, devem os interessados contactar o Teatro Bernardim Ribeiro, através do telefone 268339222, os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Estremoz, pelo 268339216 ou pelo mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou ainda o Posto de Turismo, através do 268339227.
Através da sua página na rede social Facebook, o Município de Estremoz levantou a “ponta do véu” sobre um dos eventos que mais expectativa está a gerar junto da juventude estremocense e sobre o qual pouco ou nada se sabia até ao momento.
 
A Semana da Juventude, que se vai realizar na cidade de Estremoz, entre os dias 19 e 23 de Setembro, tem agendadas uma série de iniciativas que prometem fazer destes cinco dias, dias inesquecíveis, cheios de alegria, animação, cor, luz e som.
 
A saber: actividades educativas dirigidas para os alunos do 1º ciclo, demonstrações e aulas abertas apresentadas pelos ginásios estremocenses Vybe Health Club e Point Fit, a Night Run da Juventude, o Observatório de Astronomia, Torneio de Paint Ball, uma peça de teatro, a quinta Corrida de Carrinhos de Rolamentos, um Torneio de Basket 3x3, a segunda edição do Estremoz Fun Running, e uma Glow Party, que estamos em condições de lhe adiantar que acontecerá na Praça de Touros de Estremoz, com o dj estremocense Silver Soul, com o rapper Domi, que será acompanhado pelo DJ Supa Dust Man e pelo Hypeman Toxic, o rapper Valas, que virá até Estremoz acompanhado pelo DJ Sims e pelo MC D. Beat, e ainda o dj de renome internacional Steven Rod.
 
Aceita o desafio lançado pelo Município de Estremoz e aponta na tua agenda as datas da Semana da Juventude de Estremoz. De 19 a 23 de Setembro, a semana é tua!